MadeiraMadeira lança sua primeira marca de produtos

São Paulo – Com o avanço do seu plano de expansão, a MadeiraMadeira , primeiro unicórnio Latam de 2021, lançou sua primeira marca de produtos, a CabeCasa. A linha é a marca original da MadeiraMadeira e a ideia é que os produtos que a compõem sejam inovadores e acessíveis. Com isso, os itens da CabeCasa são produzidos por meio de co-criações com os clientes, fugindo dos modelos tradicionais de criação.

“A ideia de criar uma marca de produtos originais veio da necessidade de inovar e elevar a experiência do cliente com relação aos produtos e serviços oferecidos pela MadeiraMadeira. Com a expansão das guide shops, vimos crescer essa necessidade de oferecer itens próprios que carregassem a assinatura da marca”, comenta Santiago Antoranz, vice-presidente de Private Label da MadeiraMadeira.

Nesse sentido, a marca é composta hoje por mais de 500 produtos de alta qualidade e design diferenciado, com montagem simplificada e financeiramente acessíveis, além de contar com uma garantia estendida de mínimo 2 anos. Entre os principais produtos da marca estão sofás, poltronas, guarda-roupas e camas que unem tecnologia e design no seu conceito. Todos os itens estão disponíveis no e-commerce da marca e também nas guide shops.

Atualmente, a empresa conta com um modelo híbrido de vendas entre o e-commerce, marketplace e lojas físicas da marca com mais de 2 milhões de produtos. Com a expansão das guide shops, a MadeiraMadeira já está presente em todas as regiões do país com 100 lojas físicas inauguradas nas principais cidades do país. O objetivo da ampliação é completar a jornada de compra do consumidor e garantir uma experiência satisfatória. “A CabeCasa chega como um reforço nesse complemento oferecendo o que a MadeiraMadeira tem de melhor em inovação, qualidade e segurança, com um catálogo vasto e que não para de crescer.”, finaliza Santiago.

Fabio Kruzich é o novo diretor de Produtos da Neurotech

O executivo Fabio Kruzich é o novo diretor de Produtos e Sucesso do Cliente da Neurotech, empresa especialista na criação de soluções avançadas de Inteligência Artificial, Machine Learning e Big Data. A empresa vive bom momento de expansão e Kruzich chega com o desafio de acelerar esse processo.

Antes, teve passagem pela FICO, na qual exerceu o cargo de head de Desenvolvimento de Negócios e Serviços de Consultoria. Foi CEO da GoOn, empresa do setor de gestão de riscos, e gerente de CRM e Trade Marketing da Leader Card. Também foi sócio-consultor da Witrisk Planejamento Empresarial.

Graduado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Itajubá, é pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Instituto de Administração (FIA) e fez MBA em Gestão Financeira pela Fundação Getulio Vargas. No exterior, estudou introdução a Finanças na Universidade de Michigan, gestão e liderança na Universidade de Ohio, ambas nos Estados Unidos, e participou do programa de liderança executiva da Universidade de Oxford.

Na Neurotech, vai reforçar o time do Breno Costa, que agora assume a nova diretoria executiva de Receitas e mantém o escopo de atuação nas áreas Comercial, Produtos e Sucesso do Cliente, com a missão de estabelecer estratégias, desenvolver lideranças e otimizar ainda mais a frente comercial.

Diogo Espellet Dockhorn assume diretoria Financeira da Vibra Agroindustrial

Montenegro (RS) – A Vibra Agroindustrial, um dos principais produtores de proteína de frango do país, anuncia a contratação de Diogo Espellet Dockhorn para a posição de diretor Financeiro. Ele será o responsável pela gestão das áreas Financeira, Controladoria, Contábil/Fiscal, TI, Jurídico e Projetos (PMO).

Dockhorn tem mais de 20 anos de mercado e nesse período, passagens por empresas como Gerdau, Unipar Carbocloro e startups de Tecnologia. Ele chega para apoiar a expansão e consolidação dos negócios da empresa. Nas últimas décadas, Dockhorn acumulou experiências em Finanças, Contabilidade/Tributos, Controladoria, Planejamento Estratégico, S&OP, TI e Inovação. Como expatriado, viveu em diversos países da América Latina e também nos Estados Unidos.

O executivo é graduado em Administração de Empresas – PUC/RS, Finanças Corporativas – Extensão – New York University/USA e Management – Extensão – The University of Tampa/USA. James Dominic Cleary (Jim), Conselheiro de Administração que ocupou interinamente a função, irá auxiliar no período de transição e integração do novo diretor Financeiro.

Yes! Cosmetics abre no Shopping Grande Circular, em Manaus (AM)

Com plano de expansão aquecido em todo o país, somando 23 inaugurações até agosto deste ano, a Yes! Cosmetics, empresa com mais de 20 anos de atuação no segmento de beleza e cosméticos, anuncia a abertura da quarta unidade no município de Manaus, no Amazonas. Com arquitetura moderna e cativante, o novo quiosque da rede está localizado no Shopping Grande Circular, importante centro comercial da região.

A unidade é aconchegante e moderna e conta com um mini camarim instagramável dedicado aos testes de produtos, um cenário também para fazer fotos e vídeos, com mix de luzes inspirada no efeito ring light, que possibilita excelente iluminação para esses momentos. Os pagamentos são realizados por meio de checkouts móveis, proporcionando mais agilidade e menos filas, além de seguir as novas regras e parâmetros de biossegurança.

O conceito omnichannel adotado pela marca já integra a unidade aos demais canais de venda da Yes!. “Além do varejo físico, o quiosque atenderá o e-commerce local e o canal de venda direta, recentemente iniciado, para o cadastro dos representantes e retirada de produtos no local”, afirma Cândido Espinheira, presidente da marca, que prevê inaugurar mais 40 unidades até o fim deste ano.

Índice de Sistemas Previdenciários traz Brasil quase estagnado

Brasil fica em 23º no ranking mundial de melhores e piores regimes de  previdência; Veja a pesquisa

São Paulo – O sistema de renda de aposentadoria da Islândia foi eleito o melhor do mundo em sua estreia no 13º Índice Global de Sistemas Previdenciários anual da Mercer e do CFA Institute (Mercer CFA Institute Global Pension Index – MCGPI). Os Países Baixos e a Dinamarca conquistaram o segundo e o terceiro lugares, respectivamente, após uma década de disputa pela primeira posição. O estudo também revela que há muito que os sistemas de pensões podem fazer para reduzir a desigualdade de gênero das aposentadorias – uma questão inerente a todos os sistemas.

O MCGPI é um estudo abrangente dos sistemas globais de pensões, representando dois terços (65 por cento) da população mundial. Ele avalia os sistemas de renda de aposentadoria em todo o mundo, destacando algumas deficiências em cada sistema e sugerindo possíveis áreas de reforma que proporcionariam benefícios de aposentadoria mais adequados e sustentáveis. Os três principais sistemas, todos recebendo nota A, eram sistemas sustentáveis e bem administrados, proporcionando grandes benefícios aos indivíduos.

Presidente e CEO do CFA Institute, Margaret Franklin, CFA, disse que era mais importante do que nunca entender como os benefícios da aposentadoria poderiam ser melhorados.

“A pandemia exacerbou a desigualdade socioeconômica em muitas partes do mundo. E, de uma perspectiva de investimento de longo prazo, estamos operando em um ambiente extremamente desafiador, com taxas de juros historicamente baixas e, em alguns casos, rendimentos negativos que afetam claramente os retornos”, comentou Franklin.

“Para agravar a questão, a diferença de gênero nas pensões apresenta desafios adicionais e urgentes, com as mulheres enfrentando seus anos de aposentadoria com menos benefícios. Com essas preocupações em mente, a promessa de uma aposentadoria segura depende de formuladores de políticas e partes interessadas da indústria tomando medidas coletivas para examinar os pontos fortes e fracos dos sistemas de pensões, com o objetivo de oferecer melhores benefícios de aposentadoria a todos os indivíduos”, disse ela.

O sócio sênior da Mercer e principal autor do estudo, Dr. David Knox, concordou com a Sra. Franklin, dizendo que era fundamental que os participantes do setor de pensões agissem agora.

“Os governos em todo o mundo responderam à COVID-19 com níveis significativos de estímulo econômico, o que aumentou a dívida do governo, reduzindo a oportunidade futura de os governos apoiarem sua população idosa. Os planos de aposentadoria em todo o mundo estão se inclinando ainda mais para os planos do estilo de acumulação, longe dos tradicionais planos de benefício definido. Apesar dos desafios, agora não é o momento de travar a reforma da previdência – na verdade, é hora de acelerá-la. Os indivíduos estão tendo que assumir cada vez mais responsabilidade por sua própria renda de aposentadoria e precisam de forte regulamentação e governança para serem apoiados e protegidos”, disse o Dr. Knox.

Diferenças de gênero nos resultados das pensões

A análise do MCGPI destacou que não havia uma causa única para a diferença de gênero nas pensões, apesar de todas as regiões terem diferenças significativas no nível de renda de aposentadoria entre os gêneros .

“As causas da disparidade de gênero nas pensões são mistas e variadas. Todos os países e regiões têm questões socioculturais, de desenho de pensão e relacionadas ao emprego contribuindo para que as mulheres sejam muito mais desfavorecidas do que os homens no que diz respeito à renda de aposentadoria”, disse o Dr. Knox.

Embora os problemas relacionados ao emprego sejam uma das maiores dificuldades que conhecemos- mais mulheres em empregos de meio período e períodos fora do habitual devido a responsabilidades de cuidados e salários médios mais baixos, por exemplo – o estudo descobriu que as falhas no desenho de pensões agravavam o problema. Isso inclui acúmulo não obrigatório de benefícios de pensão durante a licença parental, ausência de contribuição ao fundo de pensão enquanto cuidam de filhos pequenos ou pais idosos na maioria dos sistemas e a falta de indexação de pensões durante a aposentadoria, que têm um impacto maior nas mulheres devido a uma expectativa de vida mais longa.

“Sabemos que eliminar a desigualdade de gênero nas aposentadorias é um enorme desafio, dada a estreita ligação da previdência com os padrões de emprego e renda. Mas, com a pobreza entre os idosos, mais comum para as mulheres, não podemos ficar parados”, disse o Dr. Knox.

“Há uma série de ações que as indústrias de previdência podem tomar. Para começar, devem remover as restrições de elegibilidade para indivíduos ingressarem em planos de pensão relacionados ao emprego. Independentemente de quanto se ganha, quanto trabalha ou há quanto tempo está trabalhando, todo indivíduo deve ter a capacidade de participar de um plano de aposentadoria que forneça benefícios adequados.

“Os fundos de pensão também podem introduzir créditos para quem cuida de jovens e idosos. Os cuidadores prestam um serviço valioso à comunidade e não devem ser penalizados em seus anos de aposentadoria por ficarem algum tempo fora da força de trabalho formal”, disse ele .

Pelos números

A Islândia teve o valor de índice geral mais alto (84,2), seguida de perto pelos Países Baixos (83,5). A Tailândia teve o valor de índice mais baixo (40,6).

O Índice usa a média ponderada dos subíndices de adequação, sustentabilidade e integridade. Para cada subíndice, os sistemas com os valores mais elevados foram Islândia para adequação (82,7) e sustentabilidade (84,6) e Finlândia para integridade (93,1). Os sistemas com os valores mais baixos entre os subíndices foram Índia para adequação (33,5), Itália para sustentabilidade (21,3) e Filipinas para integridade (35,0).

Em comparação com 2020, a China e o Reino Unido mostraram melhorias como resultado de uma reforma previdenciária significativa, que melhorou os resultados para os indivíduos e a regulamentação previdenciária .

Brasil

Com a entrada de novos países no ranking, neste ano o Brasil caiu quatro posições em relação a 2020, tendo ficado na 30ª colocação com 54,7 pontos, praticamente a mesma pontuação atingida em 2020 (54,5 pontos).

Para Felipe Bruno, líder de Previdência da Mercer Brasil, a manutenção de uma posição localizada próxima às ultimas posições do ranking está relacionada à manutenção de uma nota baixa no subíndice sustentabilidade: “A reforma previdenciária aprovada em 2019 ainda não produziu os efeitos esperados, o que mantém o sistema brasileiro dentre os mais desequilibrados do mundo. O quesito sustentabilidade continua a ser a maior deficiência, situação esta agravada de 2020 para cá com a pandemia e os efeitos da alta inflação, que impulsionaram o desemprego e a queda no nível de financiamento global da previdência. Felipe ainda completa: “O governo e os demais atores locais têm um grande desafio pela frente para colocar o Brasil no caminho de ser um sistema mais equilibrado e abrangente, que possa ajudar o país a equacionar seus desafios de longo prazo”.

Sobre o Índice Global de Sistemas Previdenciários da Mercer e do CFA Institute

O Índice Global de Sistemas Previdenciários avalia os sistemas de renda de aposentadoria em todo o mundo, destacando algumas deficiências em cada sistema e sugerindo possíveis áreas de reforma que proporcionariam benefícios de aposentadoria mais adequados e sustentáveis.

Esse índice é um projeto de pesquisa colaborativa patrocinado pelo CFA Institute , a associação global de profissionais de investimento, em colaboração com o Monash Centre for Financial Studies (MCFS) , parte da Monash Business School da Monash University, e a Mercer, líder global em redefinir o mundo do trabalho e remodelar os resultados de aposentadoria e investimentos.

Este ano, o Índice Global de Sistemas Previdenciários compara 43 sistemas de renda de aposentadoria em todo o mundo e cobre dois terços (65 por cento) da população mundial. O Índice de 2021 inclui quatro novos sistemas – Islândia, Taiwan, Emirados Árabes Unidos e Uruguai.

O Índice Global de Sistemas Previdenciários usa a média ponderada dos subíndices de adequação, sustentabilidade e integridade para mensurar cada sistema de aposentadoria em relação a mais de 50 indicadores.

Brain amplia atuação com novas frentes de serviços

São Paulo – O Brain, centro de inovação em negócios digitais fundado pela Algar Telecom, está ampliando sua atuação e criando novos pilares de serviços para o mercado. Após quatro anos desde a sua criação, 16 soluções lançadas e mais de duas mil pessoas capacitadas em metodologias ágeis, a proposta é utilizar a experiência prática do ICT para apoiar empresas e profissionais que queiram se transformar por meio das temáticas de inovação, agilidade, liderança do futuro e novas tecnologias.

Para isso, o Brain está apostando em três frentes: educação profissional; consultoria para médias e grandes empresas em programas de inovação e desenvolvimento de novos negócios; e lab para co-criação, com aplicação de metodologias de inovação como Design Thinking e prototipação para clientes estratégicos que precisem de ambientes de experimentação. “Por meio desses pilares, nosso objetivo é criar uma alavanca de crescimento para o Brain, potencializando-o como uma plataforma de geração de negócios para o Grupo Algar”, comenta Zaima Milazzo, presidente do Brain.

Educação

Em junho de 2020, o Brain anunciou a criação de seu braço de educação, pensado para capacitar e desenvolver profissionais para os desafios do futuro. A iniciativa nasceu voltada tanto para pessoas físicas quanto empresas, com foco naquelas que precisam treinar seus funcionários em novos conceitos (como inteligência artificial, deep learning e machine learning, big data e analytics) e novos métodos (Kanban, Framework Scrum, Design Sprint etc.), e também nas competências essenciais para promover inovação, incluindo autonomia, criatividade, adaptabilidade, gestão de risco, colaboração e pensamento sistêmico, por exemplo.

Desde então, essa frente já impactou mais de três mil pessoas com webinars, cursos próprios, cursos com parceiros e imersão de executivos. Agora, ela amadurece para, a partir de 2021, oferecer cursos próprios em quatro principais blocos: inovação, agilidade, liderança do futuro e novas tecnologias – tanto na modalidade presencial, remota e também conteúdos em plataforma EAD para trabalhar competências comportamentais. Também serão oferecidos cursos com empresas parceiras para alavancar a aprendizagem em temas como Design de Experiência, Liderança, entre outros. Somado a isso, o centro de inovação concretizará a proposta de desenvolver profissionais por meio da experiência prática dentro do Brain, possibilitando a vivência em um ambiente disruptivo.

“Queremos oferecer a possibilidade de uma imersão diferente, em ambiente de experimentação. Para isso, nosso programa aceitará executivos de qualquer nível organizacional que queiram vivenciar metodologias ágeis no seu dia a dia, não apenas no conceito. Estamos acostumados com esse modelo porque o Brain rotineiramente recebe parceiros e empresas para uma imersão em seus métodos de trabalho. Além disso, essa estratégia também é utilizada com a alta liderança do Grupo Algar no programa Time Out, no qual executivos deixam sua rotina para trabalharem dentro do Brain”, acrescenta Zaima.

Consultoria

Na frente de consultoria, o objetivo é trabalhar com empresas que tenham desafios de implantar cultura de inovação, abrir-se ao ecossistema ou transformar, digitalizar e escalar seus produtos, serviços e negócios digitais. A proposta de valor é ajudá-las a desenvolver produtos, serviços ou novos negócios, desde a jornada de ideação, desenvolvimento (MVP – Minimum Viable Product) e escala, com operação assistida em todo o ciclo, utilizando as metodologias mais inovadores do mercado. Além disso, o Brain também apoiará as organizações na abertura para o ecossistema, com a realização de programas de Open Innovation para resolver dores ou aprimorar o portfólio atual, e no estímulo à inovação interna, por meio de programas de intraempreendedorismo.

“Temos essa expertise para compartilhar porque, desde a sua fundação, o Brain é um agente de evolução cultural e metodológica do Grupo Algar. O centro se tornou um especialista em co-criação por utilizar o modelo de Open Innovation, no qual a inovação acontece em colaboração com agentes externos, como startups, universidades, parceiros, colaboradores e clientes. Também trabalhamos fortemente o intraempreendedorismo, por meio de iniciativas como o Shark Tank, que é uma plataforma na qual os colaboradores defendem suas propostas inovadoras e são remunerados por elas. A partir das ideias desse programa, a Algar Telecom já depositou quatro patentes”, comenta Zaima.

Lab

Outra nova frente de atuação do Brain serão os produtos Lab, pensados com o propósito de apoiar a Algar Telecom no processo de venda consultiva em clientes estratégicos, aplicando metodologias de inovação e criando um diferencial no desenho das soluções. A ideia é apoiar grandes empresas com desafios a serem solucionados e que necessitam de ambiente de inovação e prototipação para escalar soluções ou adotar novas tecnologias.

“Vamos utilizar sessões e metodologias de Design Thinking e Sprint para desenhar soluções customizadas para prospects e clientes; acompanhar os protótipos de ferramentas que surgirem dessas sessões de Design; e apoiar no desenvolvimento de novas tecnologias que ajudarão clientes e empresas do Grupo a evoluírem e digitalizarem seus negócios”, explica a executiva.

Ainda segundo Zaima Milazzo, “fomos fundados por uma empresa tradicional que se reinventou e criou algo realmente novo. Temos esse conhecimento na prática e agora nossa missão será apoiar empresas e profissionais que querem se preparar para o futuro e fomentar uma mudança cultural baseada em agilidade, inovação e tolerância ao erro”, conclui.

Trisul terá linha de crédito imobiliário “verde” do Itaú BBA

A incorporadora Trisul fechou a contratação de um empréstimo de R$ 60 milhões, com abatimento na taxa de juros que pagará, pelo fato de o empreendimento se enquadrar em critérios de sustentabilidade. O projeto é o Oscar Itaim, residencial de alto padrão com sistema de reuso de água de chuveiros e torneiras, além de lâmpadas inteligentes que consomem 18% menos energia.

Isso é prova que cada vez mais o conceito ESG e o tema da sustentabilidade consolidam sua importância na pauta das empresas e nos investimentos, principalmente em construtoras, que até bem pouco tempo atrás eram uma das que mais produziam resíduos em seus processos. Algumas empresas estão fazendo a lição de casa e começam a colher os frutos de todo cuidado aplicado ao longo dos últimos anos nos canteiros de obras, nos empreendimentos e em suas cadeias produtivas. Esse é o caso da construtora Trisul, que há mais de 40 anos atua no setor construção civil de São Paulo.

Por conta das ações focadas na economia ambiental, muitas originadas do Programa de Sustentabilidade das Obras (PSO) da Trisul, a empresa tornou-se referência para o tema. São ações como destinação correta de latas de tintas, utilização de agregado reciclado, uso água de reuso para limpeza das obras, compra de materiais sustentáveis, controle do ruído; ações sociais direcionadas a comunidade do entorno das obras; educação ambiental e terreno sustentável, além da conquista de selos que garantem uma obra sustentável, como Selo Aqua e selo Procel.

Resultante destes cuidados, a empresa obteve o tal financiamento pelo Plano Empresário Verde do Itaú BBA, produto que é resultado de uma parceria do banco com a International Finance Corporation (IFC) e consiste em oferecer condições especiais de financiamento aos empreendimentos que atingirem economias de pelo menos 20% em água, energia e energia embutida em materiais. O plano envolve também a capacitação técnica para incorporadoras imobiliárias clientes do banco e serviços de consultoria para identificação de oportunidades no mercado de edifícios sustentáveis. Inclui, ainda, a certificação EDGE , uma inovação da IFC que tem como base um software que fornece soluções técnicas para adaptar o projeto do empreendimento a uma construção verde, com resultados ambientais e financeiros.

Ao longo das obras, serão realizadas quatro verificações para garantir que tudo está de acordo com os requisitos do Plano Empresário Verde. Apenas quando é averiguado que as normas estão sendo devidamente cumpridas que a redução da taxa de financiamento é garantida – o objetivo é checar se o canteiro de obras está operando conforme as condições pré-determinadas para alcançar a certificação final, o que garante o benefício da taxa. Todas essas ações possibilitam cada vez mais a expansão dessa parceria, trazendo benefícios em novas obras. “Nossa meta é reciclar 100% dos resíduos de obra. Também promovemos a destinação correta de lâmpadas queimadas, fazemos a proteção de árvores da calçada, utilizamos redutores de vazão, realizamos a coleta seletiva com a comunidade e temos parcerias com cooperativas”, diz Roberto Jr, diretor técnico responsável pelas obras da Trisul.

“Estar presente na jornada ESG dos nossos clientes, oferecendo soluções financeiras e produtos alinhados aos seus negócios, faz parte do nosso compromisso em participar do processo de transição para uma economia mais sustentável”, afirma Bruno Bianchi, diretor Comercial responsável pelo setor Imobiliário no Itaú BBA.

Com a certificação EDGE, os imóveispoderão utilizar uma placa de obra diferenciada, indicando que se trata de um empreendimento greenbuilding.

O Itaú BBA é a primeira instituição financeira do Brasil a receber os serviços de consultoria da IFC para construções ecoeficientes.”. Essa parceria está alinhada aos Compromissos de Impacto Positivo do Itaú Unibanco, mais especificamente ao compromisso de Financiamento de Setores de Impacto, uma vez que oferece um produto financeiro que direciona todo o setor para melhores práticas.

Há pelo menos 10 anos a Trisul vem investindo em novas tecnologias e em processos sustentáveis, o que facilitou essa parceria pioneira junto ao Itaú BBA. A construtora já possui o selo AQUA de economia de água e o selo PROCEL de eficiência energética. A construtora conta com um sistema on-line de gerenciamento de dados para acompanhamento e geração de indicadores econômico-ambientais do uso racional da água, da energia e da gestão de resíduos em seus canteiros de obra. O investimento em edifícios verdes tem importante papel para estimular o crescimento da economia de baixo carbono e assegurar a transição para energia limpa. Ele representa uma das maiores oportunidades de investimento na próxima década – US﹩ 24,7 trilhões em cidades de mercado emergente até 2030, segundo estudos globais da IFC.

Aplicativo Contbank chega ao mercado como foco em PMEs

São Paulo – O Contbank , fintech especializada em produtos para pequenas e médias empresas, chega ao mercado como o compromisso de mudar o cenário das PMEs no Brasil, integrando a expertise dos profissionais contábeis com os serviços bancários.

O aplicativo, lançado recentemente, permite que o usuário abra sua conta e já seja direcionado para um agente de negócios, que será o responsável pela saúde financeira da empresa, além da indicação dos produtos que mais se adequam a realidade da companhia.

Além de possibilitar a união entre as PMEs e os contadores, o Contbank planeja facilitar o crédito para estas empresas, permitindo que tenham acesso a mais produtos, assim como melhores condições de pagamento e juros.

Paulo Castro, CEO e fundador do Contbank, diz que a ideia é fazer uma revolução no mercado de fintechs voltadas para pequenas e médias empresas: “As PMEs são 99% das empresas no Brasil e mesmo assim o empresário tem muitas dificuldades em conseguir crédito para expandir o seu negócio. O Contbank quer mudar isso, levando mais informações, serviço de qualidade e empoderamento ao empreendedor brasileiro” finaliza.

Marisa Salgado assume B2B e Customer Success no Todas Group

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São Paulo – O Todas Group, plataforma digital de impulso profissional feminino, anuncia a entrada da Marisa Salgado como head de B2B e Customer Success. A executiva, que conta com 25 anos de experiência em Recursos Humanos, liderando estratégias e iniciativas que mudaram culturas, chega para acelerar a expansão do B2B da plataforma e garantir a aceleração de carreiras femininas em empresas.

A executiva teve passagens por empresas como a Fast Shop, Brasil Pharma, Coca-Cola e Infoglobo. Possui pós-graduação em Gestão de Recursos Humanos e MBA Executivo em Gestão Empresarial e é certificada em Coaching pelo ICI – Integrated Coaching Institute, afiliado ao ICF – International Coaching.

Carolina Fratta e Celso Fiori assumem novos cargos na bp

A bp, um dos maiores grupos de energia do mundo, anuncia movimentações de executivos. Celso Fiori será promovido a head de Comunicação e Advocacy (C&A) no Brasil, substituindo Carolina Fratta.

Fiori foi recentemente nomeado gerente sênior de Advocacy com foco na coordenação das relações institucionais da bp no Brasil, após mais de quatro anos apoiando o engajamento externo da companhia no país. Em sua nova função, irá liderar a equipe C&A do Brasil e será responsável por apoiar a estratégia de negócios na transição energética.

Já Carolina se dedicará à função de VP asset management – bioenergy com foco na gestão do portfólio de negócios em bioenergia da bp no país. Com experiência na indústria automotiva antes de ingressar na bp em 2012, ela ocupou cargos estratégicos, incluindo head of Procurement and Supply Chain, Chief of staff, e diretora de Estratégia.