Casa Valduga lança Maria Valduga Rosé em homenagem ao Dia das Mães

Idealizadora do sonho de elaborar espumantes no Brasil pelo método champenoise, seguindo a tradição da região de Champagne na França, a matriarca da Casa Valduga recebe como tributo Maria Valduga Rosé, uma edição especial e limitada deste que é considerado a joia do espumante brasileiro, em homenagem ao Dia das Mães.

Em uma tiragem de apenas três mil garrafas, Maria Valduga Rosé é elaborado com a seleção das melhores uvas Chardonnay (70%) e Pinot Noir (30%). De excelente cremosidade, com perlage fino e persistente, esse espumante é resultado da evolução no silêncio e na penumbra das caves subterrâneas por 60 meses.

Decisão Atacarejo inaugura loja no Centro de BH

O Decisão Atacarejo abriu, na última quarta-feira, 14, mais um ponto de venda da bandeira. É a sexta loja física da rede, que já conta com unidades no Centro em Venda Nova, na Capital; além de Santa Luzia e Lagoa Santa, na Grande BH. A nova loja fica na rua dos Guaranis, 160, próximo à rodoviária, e gerou 50 empregos diretos.

Segundo o CEO do Decisão, Epifânio Parreiras Júnior, o ponto foi escolhido devido ao público-alvo da empresa, como vendedores ambulantes, bares, restaurantes, hotéis, transformadores, além do alto fluxo de consumidores finais, que compram itens diários da loja.

Esse é mais um passo importante no crescimento da empresa, quem mantém os investimentos a médio e longo prazos. “Nossa expectativa é expandir os negócios ainda mais e abrir pelo menos uma loja por ano em novos pontos da região metropolitana de Belo Horizonte”, confirma o CEO.

Ele conta que a empresa, hoje com 32 anos, iniciou como atacado de bomboniere e bebidas no Ceasaminas. “Foi a primeira empresa na central de abastecimento que começou a dividir uma caixa em porções menores de produtos para venda. Com o crescimento, as lojas expandiram e a rede passou a atender os clientes de varejo e atacado, ou seja, no conceito Atacarejo”, detalha.

Vendas online

Outro ponto decisivo para se sobressair no mercado, principalmente durante a pandemia, foi o investimento nas vendas online. “Era um ponto que já vínhamos desenvolvendo há algum tempo. O e-commerce Decisão Entrega foi lançado em 2014, e em 2019 investimos em uma nova plataforma e desenvolvimento do aplicativo” avalia Parreiras Júnior. “Com a chegada da pandemia a empresa estava preparada para o aumento da demanda. Somente de março até maio de 2020 as vendas triplicaram no e-commerce e de lá até hoje crescemos mensalmente dois dígitos a cada mês”, comemora.

Lojas físicas

Apesar de também sofrer em função do fechamento de boa parte de seus clientes, como bares, lanchonetes, hotéis, buffets, escolas, etc., o Decisão obteve boa performance em 2020. “O mercado durante a pandemia foi bom para nós, pois os consumidores se reuniam em família para comprar maiores quantidades e assim obter melhores preços. O ganho foi grande para o consumidor final. O seu crescimento foi em grande parte devido ao auxílio emergencial, que retornou agora”, revela o CEO do Decisão Atacarejo.

Além disso, avalia o CEO, a rede oferece condições especiais aos clientes, uma oportunidade para quem compra e revende. “Somos uma empresa Multicanal. Temos as lojas físicas, o Televendas que o cliente escolhe se retira ou se entregamos, e o e-commerce. Em todos os canais, trabalhamos o modelo de Leve Mais e Pague Menos, com promoções e ofertas semanais, pagamento facilitado com cartão próprio da loja, além de prezarmos em ter um relacionamento próximo e amigável com o consumidor”, ressalta o executivo.

E-commerce brasileiro cresceu 40% em um ano de pandemia, revela Conversion

Com o isolamento social, o comportamento dos consumidores online foi significativamente alterado. Relatório E-commerce no Brasil, da agência da Conversion, mostra que o comércio eletrônico registrou no último mês 1,66 bilhão de acessos, resultando em um aumento de 40% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Ao todo, 15 setores foram analisados e 10 tiveram aumento de mais de 30% no Year over Year (YoY), com destaque para o setor de Importados (+91,72%). Sozinha, a Shopee, e-commerce asiático de importados, teve, em março de 2021, a maior taxa de crescimento dentre os maiores players da categoria, atingindo +1954%, em comparação a 2020.

Na sequência, os setores que mais cresceram ao longo dos últimos doze meses foram: Pets: (+88,04%), Casa & Móveis (+86,62%), Farmácia & Saúde (+65,22%), Moda & Acessórios (+63,18%) e Comidas & Bebidas (+57,25%). Já no comparativo mensal, todos os setores apresentaram aumento, exceto o de Turismo, que teve uma queda de -18% em relação a fevereiro e -8,79% considerando o ano anterior.

O relatório também comparou fevereiro de 2020, período pré-pandemia, com março de 2021, e constatou que o setor de Farmácia & Saúde liderou o ranking de categorias com maior crescimento durante este período, com 120,67%, seguido de Pets (+102,25%) e Comidas & Bebidas (+95,55%).

“Com o isolamento social e o fechamento temporário de lojas físicas, os consumidores têm no e-commerce uma alternativa para manter as compras de itens essenciais e do dia a dia sem precisar sair de casa. Além disso, foi uma grande oportunidade aos lojistas, que viram os acessos dos seus sites aumentarem consideravelmente”, ressalta Diego Ivo, fundador da Conversion.

Le biscuit lança venda direta e quer abrir 20 lojas no Brasil

A Le biscuit quer abrir 20 franquias no Brasil em 2021 e aposta em um novo modelo de negócios para aumentar as vendas e sua capilaridade no país: o Le Consultores, plataforma de venda direta que vai gerar renda extra a cerca de 5 mil pessoas até o fim do ano.

Outra aposta da companhia é seguir com o crescimento de seu e-commerce, e a expectativa é de que o ecossistema digital da companhia, incluindo o comércio online, programa de franquias e vendas diretas, represente um total de 50% do seu faturamento em 2022.

No ano passado, a Le biscuit teve seu e-commerce, ainda que em seu primeiro ano, eleito como o mais admirado da região Nordeste pelo Prêmio e-commerce Brasil. Para aperfeiçoar a logística do seu comércio online nas regiões Sudeste e Sul, a Le biscuit vai inaugurar em abril uma nova operação logística na cidade de Embu das Artes (SP), na grande São Paulo, para armazenagem, preparação e distribuição de produtos. A iniciativa prevê a redução de custo de frete e dos prazos de entrega aos clientes das regiões Sul e Sudeste. São Paulo é hoje a segunda praça em volume de vendas no e-commerce da marca, atrás apenas da Bahia.

Vendas diretas

O Le Consultores, programa de vendas diretas da Le biscuit, vai proporcionar uma renda extra a pessoas neste momento de crise econômica no país. O novo modelo de negócios estreou recentemente em Salvador (BA) e, nas primeiras semanas, já teve mais de 500 cadastros. Até o fim do ano, a Le biscuit prevê a adesão de 5 mil pessoas, que poderão fazer parte do programa sem custos iniciais, recebendo treinamento e capacitação online antes de iniciar as atividades.

O Le Consultores permitirá aos clientes realizar as compras de maneira prática, segura e no conforto de sua residência, por meio de um catálogo completo de itens disponibilizados na loja online da Le biscuit.

De acordo com o CEO da Le Biscuit, David Lee Wright, o Le Consultores chega em um momento importante como vetor de geração de renda extra, além de ampliar os canais de compras da companhia.

Crescimento digital

Com o início da pandemia do novo coronavírus, a Le biscuit acelerou seu processo de transformação digital e automação do Centro de Distribuição em Camaçari (BA). Com isso, ampliou a sua base de clientes e portfólio de produtos, e ainda reduziu custos operacionais. O processo refletiu na alta nas vendas a partir da retomada das lojas físicas.

Por meio da expansão das plataformas digitais, a marca ampliou o seu engajamento junto ao público nas redes sociais, lançou novo aplicativo (já são mais de 700 mil downloads até dezembro de 2020) para otimizar a experiência de compra e fortaleceu o programa de vantagens Clube Minha Le, que cresceu 239% entre fevereiro de 2020 e fevereiro de 2021 e possui atualmente mais de 3,2 milhões de membros. Entre as demais ações estiveram a automação da rede com 130 autocaixas em 55 lojas, adoção do PIX e canais alternativos de atendimento, como Rappi, Whatsapp, Retire em loja e Drive-thru.

Expansão física

Com um crescimento consistente e sustentável, a Le biscuit cresceu quase dez vezes na última década. Atualmente, a rede possui 144 lojas (138 próprias e seis franquias) e planeja alavancar o seu crescimento neste ano a partir do Le Franchise, o programa de franquias da marca, que vai inaugurar 20 lojas pelo Brasil.

Lançado em 2018 em celebração aos 50 anos de fundação da companhia, o Le Franchise é focado em municípios com até 200 mil habitantes e oferece aos franqueados um modelo de negócio estável e resiliente, com assessoria da Le biscuit em todas as etapas do negócio. O programa inaugurou duas franquias em 2020, nas cidades de Carpina (PE) e Serra Talhada (PE), com faturamento acima da expectativa, mesmo com as restrições ao comércio em virtude da pandemia. Neste ano, a Le Biscuit lançou a sua sexta franquia, na cidade de Santa Cruz do Capibaribe (PE).

A Le biscuit comercializa mais de 20 mil itens separados em 14 categorias como armarinhos, artesanato, bebê, bomboniere, brinquedos, produtos do lar, decoração, eletroportáteis, festa, papelaria e telefonia, entre outros.

EPA Supermercados anuncia abertura da 2ª loja em João Monlevade-MG

O Grupo DMA anuncia a abertura de mais uma loja da bandeira EPA Supermercados. A inauguração está prevista para o dia 22 de abril, em João Monlevade.

Esta é a segunda loja do EPA Supermercados no município, que tem cerca de 80 mil habitantes e está localizado na região Central de Minas Gerais.

Além do Epa, o Grupo DMA é detentor também da bandeira Mineirão Atacarejo, marca que vem registrando forte expansão em Minas Gerais e em diversas regiões do Brasil.

Em 2020, a empresa anunciou também a criação do Brasil Atacarejo, a terceira marca no portfólio do Grupo. A primeira loja da bandeira foi aberta em Lauro de Freitas, na Bahia, no dia 12 de novembro.

Gerdau lança empresa para atuar no mercado de grafeno

São Paulo – A Gerdau lança uma nova empresa, batizada de Gerdau Graphene, focada no desenvolvimento e comercialização de produtos com a aplicação de grafeno. A Companhia, que terá operação independente das divisões de negócio de aço, já nasce com objetivo de ser uma empresa referência na comercialização de produtos com aplicação de grafeno em escala no Brasil e com foco em atingir mercados globais. O material apresenta benefícios de propriedades mecânicas, como a redução de peso e de atrito, maior eficiência em lubrificação, maior condutividade térmica e elétrica, entre outras.

A nova unidade de negócios nasce posicionada como uma relevante desenvolvedora de grafeno das Américas. Com seu escritório principal em São Paulo e uma filial nos Estados Unidos, a Empresa prevê oferecer mais tecnologia para os setores da construção civil, lubrificantes industriais e automotivos, borracha, termoplásticos, tintas e sensores, no Brasil e em países da América do Norte.

A nova companhia faz parte do portfólio de empresas da Gerdau Next, divisão de novos negócios da Gerdau lançada no segundo semestre de 2020, que tem o objetivo de empreender em novos segmentos, além do aço, com participação relevante nas receitas da Gerdau.

“A Gerdau Graphene entra no mercado de forma singular por sua aposta em tornar a produção do material viável comercialmente e em larga escala. Estamos chegando ao mercado com o diferencial de sermos parte de um grupo sólido e de forte credibilidade internacional, mas com a filosofia embarcada de Open Innovation, em colaboração com múltiplos ecossistemas. Nossa proposta de valor, diferenciada, é de fornecer ao mercado aditivos, boosters e soluções com o grafeno que sejam plug-and-play para os processos industriais de nossos clientes. Ou seja, iremos comercializar tanto o produto quanto o serviço e know-how em grafeno e, para isso, contamos com alianças estratégicas com parceiros globais e nacionais. Por fim, temos como primeiro cliente, a própria Gerdau e suas usinas de aço, que permite a criação e testes de novos produtos e soluções com velocidade e intimidade de aplicação”, explica Alexandre de Toledo Corrêa, Diretor Geral da Gerdau Graphene.

“O lançamento da Gerdau Graphene é mais um passo estratégico da Gerdau Next, diversificando os negócios do Grupo em complementaridade a cadeia do aço e dos nossos clientes. Já trabalhávamos com o grafeno em Manchester, na Inglaterra, desde o ano 2019. O grafeno é o material mais forte já encontrado, um dos melhores condutores que existem, com inúmeras aplicações potenciais. Com parcerias estratégicas já estabelecidas neste novo negócio, estamos confiantes de que a Gerdau Graphene será um player relevante nas Américas”, diz Juliano Prado, vice-presidente da Gerdau.

Nessa primeira etapa, a Gerdau Graphene focará nos mercados da construção civil, lubrificantes industriais e automotivos, borracha, termoplásticos, tintas, baterias e sensores nas Américas.

Vinícola Aurora reduz em 316,8 mil toneladas a emissão de CO2 na atmosfera

Unir crescimento econômico com diminuição de emissão de CO2 na atmosfera. O que já pareceu utopia para muitas empresas tem sido o modus operandi da maior cooperativa vinícola brasileira há mais de uma década. No mesmo ano em que registrou um faturamento de R$ 701 milhões – o maior em 90 anos de história – a Vinícola Aurora reduziu a emissão de 316,8 mil toneladas de gás carbônico. Este volume é o equivalente a 8,8 mil mudas de árvores conservadas por 20 anos, a 3,1 mil veículos leves à gasolina percorrendo 500 quilômetros, ou, ainda, a 793 transportes de cargas de uma tonelada pelo mesmo trajeto.

Pelo terceiro ano consecutivo, a empresa recebeu o Certificado de Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa por utilizar apenas energia elétrica proveniente de usinas de fontes renováveis e incentivadas pelo Governo Federal, como eólica, solar, biomassa, de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs). O certificado foi emitido pela Consultoria em Energia Ludfor.

O diretor superintendente da Vinícola Aurora, Hermínio Ficagna, avalia que, mais do que a economia gerada pelo uso de energias renováveis, que chegou a R$ 828 mil no período – uma média de 25% do que seria gasto com fontes convencionais, o mais importante é conciliar produtividade com sustentabilidade.

“Temos uma preocupação muito grande com a preservação dos recursos naturais, visto que o que move a indústria vinícola depende da natureza e do clima. Para nós, é emblemático que em 2020, no ano em que tivemos uma das melhores safras da história, podemos receber uma certificação internacional por redução de CO2 no meio ambiente”, reforça.

Os dados dos cálculos de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) seguem as metodologias reconhecidas internacionalmente, como o GHG Protocol Corporate Standart da The Green house Gas Protocol Initiative e o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC).

Pitney Bowes Brasil anuncia novo Country Leader

A Pitney Bowes, empresa global de tecnologia que fornece soluções de comércio que alimenta bilhões de transações, anuncia o novo country leader da companhia no Brasil. Samuel Bellintani Caparrotti assumiu o cargo no dia 13 de abril.

Trata-se de um executivo de negócios com mais de 19 anos de experiência em gestão de negócios B2B e estratégias comerciais e industriais. Já atuou em empresas multinacionais do segmento de equipamentos industriais e de máquinas. Além disso, tem amplo conhecimento em gestão e liderança de equipes de alto desempenho, quando se trata de Estratégia de Negócios, Vendas, Marketing, Manufatura, Engenharia, Qualidade e Gestão de Projetos.

Samuel dará início as suas atividades na Pitney Bowes após longo período trabalhando na Konecranes, na qual atuou em diferentes posições executivas, e estava como general manager para a América Latina.

Papila Deli migra para Rappi e planeja expansão

A dark kitchen Papila Deli assinou contrato de exclusividade com a plataforma Rappi, que passa a intermediar os pedidos das 3 culinárias da casa – Papila Poke, Papila Fresh e Papila Wok a partir desta quinta-feira. A mudança do iFood para a Rappi faz parte de uma decisão estratégica da marca, que está prestes a inaugurar uma nova unidade e tem metas ambiciosas para o seu segundo ano de vida.

Com o objetivo de se tornar a maior foodtech do país, a marca tem investido em expansão, tecnologia e automação, e também na contratação de novos talentos, com destaque para a chegada do administrador Lucas Rossi, ex-Mckinsey, no board da companhia. A marca pretende inaugurar 10 novos hubs até 2022, com o primeiro deles já confirmado na região do Tatuapé e início das operações nas próximas semanas.

Lançada em dezembro de 2019 com o propósito transformar o delivery da boa gastronomia em São Paulo, a dark kitchen Papila Deli somou mais de 200 mil refeições vendidas em seu primeiro ano de vida e comemora uma taxa de recorrência acima de 70%.

“É um motivo de orgulho para todos nós poder comprovar que nossos valores não estão apenas no papel. Prezamos pelos produtos de excelentes qualidade e procedência e, mesmo com menus tão diversificados, trabalhamos com ingredientes sempre muito frescos e com quase zero desperdício. Nossas embalagens foram desenvolvidas para oferecer essa experiência com a marca até a mesa do cliente, além de priorizar o uso de materiais sustentáveis. A expansão da marca e do negócio em si é um caminho natural”, completa Bruno que revela, ainda, que desde o início a marca tem reinvestido 100% da receita no próprio negócio.

Highline do Brasil vende fatia para fundo canadense e se prepara para leilão de 5G

A companhia de infraestrutura Highline do Brasil continua de olho na expansão no mercado brasileiro, e por isso se prepara para investimentos antes do leilão de 5G. A empresa, controlada pela Digital Colony, vendeu uma fatia de quase 10% para o fundo canadense AIMCo.

Esse movimento acontece enquanto o edital do leilão está sendo analisado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A companhia já havia manifestado interesse em participar do certame como fornecedora de “infraestrutura como serviço” (IaaS, na sigla em inglês) para prestadoras de pequeno porte, mas o plano começa a tomar forma.

Segundo apurou Teletime, os testes de viabilidade técnica e de modelo de negócios continuam sendo feitos com PPPs, que têm procurado a companhia para entender como funciona. Caso haja interesse suficiente, a companhia poderia tentar adquirir lotes regionais do leilão de 5G, especialmente nos estados onde não existam players dominantes entre os pequenos.

A intenção é endereçar desafios de escala de provedores com atuações relevantes, mas com receio de adquirir blocos que demandem mais investimento do que podem arcar. Ainda mais considerando-se que, pelas regras do edital, as grandes operadoras também vão passar a atuar em cidades menores após as coberturas das capitais, já vindo com uma experiência, com a tecnologia e rodadas de aquisição de equipamentos.

Para o provedor parceiro, a vantagem seria que a Highline poderia lidar com a implantação da infraestrutura de forma compartilhada. A companhia está escolhendo provedores que serviriam de referência, mas os testes continuam sendo feitos e já dando resultados, o que tem gerado curiosidade entre outras empresas regionais.

Participação

A companhia também pode estar se capitalizando com esse intuito. O fundo canadense Alberta Investment Management Corporation (AIMCo) avançou na participação detida na Highline. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) autorizou a transação em decisão publicada na segunda-feira, 12, o órgão permitiu que a empresa elevasse a sua participação societária na empresa de infraestrutura.

Assim, a AIMCo adquiriu uma participação indireta de 9,8% na Highline, ficando assim detendo uma participação societária indireta de mais de 20%. A operação não provocou alteração do controle, que continua sendo da Digital Colony.

O valor da transação não foi revelado no processo público do Cade, mas mostra que a Superintendência Geral não viu objeções para a AIMCo adquirir um pedaço maior da Highline, já que a única operação no Brasil na qual o fundo canadense tem mais do que 20% de participação é na Iguá Saneamento.

Além disso, a AIMCo argumentou que o Conselho já havia autorizado a aquisição da unidade de torres da Oi (a TowerCo, por R$ 1,76 bilhão) pela própria Highline. Com isso, o órgão aprovou sem restrições a operação.

Vale lembrar que a Digital Colony, controladora da Highline, executou de forma direta a proposta vinculante pela InfraCo da Oi. No entanto, a proposta do BTG Pactual acabou sendo escolhida para obter o direito de cobrir (right to top) outras ofertas no processo de concorrência. E a própria Highline recentemente adquiriu a Phoenix Tower do Brasil e engatou um projeto de antenas 4G com a TIM.