Rede OrthoDontic inaugura unidade em Americana

Americana contará com uma nova solução para tratamentos ortodônticos a partir desta semana. A rede de clínicas OrthoDontic atua há 15 anos em mais de 150 cidades brasileiras e agora estará à disposição dos americanenses. Alto padrão de atendimento, acessibilidade, equipamentos de primeira linha e tecnologia a serviço do cliente serão algumas das vantagens que podem ser conferidas deste 17 de janeiro, data da inauguração do espaço.

A empresa carrega atualmente o título de melhor rede no segmento de beleza e bem-estar, concedido pela PEGN pelo segundo ano em 2017. Andrea Cristina da Silva Nishimura, sócia proprietário da clínica, explica que o empreendimento conta com estrutura física e equipe organizadas de modo a garantir que o paciente tenha uma excelente experiência do começo ao fim da visita. “Além de ambiente confortável, climatizado, wifii gratuito, rádio e TV internas, dispomos de profissionais extremamente capacitados, só trabalhamos com especialistas.”, finaliza a executiva.

Há também uma modernização no registro dos pacientes, que podem fazer agendamentos através totem de autoatendimento e de um aplicativo desenvolvido para dispositivos móveis. “Com o auxílio da tecnologia, nossos colaboradores se mantém focados em prestar todo suporte necessário ao paciente na hora da consulta ou através de nossos canais de comunicação.”, explica a empreendedora.

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Saldo da balança comercial paulista sobe 3,7% e fecha em US$ 13,9 bilhões

Em 2017, as exportações do Estado de São Paulo somaram US$ 50,66 bilhões (23,3% do total nacional), e as importações, US$ 55,29 bilhões (36,7% do total nacional), registrando déficit de US$ 4,63 bilhões. Em relação ao ano anterior, o valor das exportações paulistas aumentou 9,6%, e o das importações 6,8%, reduzindo em 16,6% o déficit comercial, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

O agronegócio apresentou exportações crescentes (+5,1%), atingindo US$ 18,84 bilhões; as importações setoriais também subiram (9,3%), somando US$ 4,94 bilhões, resultando em um superávit de US$ 13,9 bilhões, montante 3,7% superior ao verificado em 2016, afirmam Marli Dias Mascarenhas Oliveira e José Alberto Angelo, pesquisadores do IEA e José Roberto Vicente, pesquisador aposentado do Instituto.

Os destaques nas exportações do agronegócio em 2017 foram: complexo sucroalcooleiro (US$ 8,28 bilhões, em que o açúcar representou 90,5% e o álcool 9,5%), carnes (US$ 1,90 bilhão, a carne bovina respondeu por 77,2%), sucos (US$ 1,85 bilhão, dos quais 95,8% referentes a suco de laranja), produtos florestais (US$ 1,72 bilhão), e complexo soja (US$ 1,34 bilhão). Esses cinco agregados representaram 80,1% das vendas externas setoriais paulistas.

Com relação ao destino das exportações paulistas, a União Europeia ocupa a primeira posição com US$ 2.843,7 milhões, o que representa 15,1% das vendas do agronegócio paulista; sendo sucos (40,9%), café (10,1%) e carnes (8,2%) os principais produtos adquiridos. A China ocupa o segundo lugar com 11,6%, sendo 50,3% deles referentes ao complexo soja e 21,6% do grupo de carnes. Na sequência aparecem os Estados Unidos (10%), tendo os dois principais grupos de produtos, sucroalcooleiro (31,5%) e sucos (21,1%), mais de 50% de representatividade.

Balança Comercial do Brasil

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 66,99 bilhões no ano de 2017, com exportações de US$ 217,74 bilhões e importações de US$ 150,75 bilhões. O aumento no superávit comercial ocorreu em função do aumento das exportações (17,5%) maior do que importações (9,6%). As exportações do agronegócio aumentaram 13% em relação ao ano anterior, atingindo US$ 96,01 bilhões (44,1% do total). Já as importações do setor subiram 3,8%, também na comparação com o ano de 2016, somando US$ 14,15 bilhões (9,4% do total). O superávit do agronegócio no período foi de US$ 81,86 bilhões, 14,8% superior ao do ano passado.

Os cinco principais grupos do agronegócio brasileiro nas exportações em 2017 foram: complexo soja (US$ 31,72 bilhões); carnes (US$ 15,47 bilhões); complexo sucroalcooleiro (US$ 12,23 bilhões); produtos florestais (US$ 11,53 bilhões); e café (US$ 5,27 bilhões). Esses cinco agregados responderam por 79,4% das vendas externas do agronegócio nacional.

Em relação aos principais destinos das exportações brasileiras do agronegócio em 2017, destacam-se a China com 27,7% de representatividade do total exportado, seguido pelo bloco da União Europeia (17,6%), Estados Unidos (7,0%), Japão (2,7%) e Hong Kong (2,6%).

Desempenho do Estado de São Paulo no Brasil

Em relação ao agronegócio brasileiro, as exportações setoriais de São Paulo no ano de 2017 representaram 19,6%, menor em 1,5 ponto percentual que o ano de 2016, enquanto as importações representaram 34,9%, sendo 1,7 ponto percentual superior à representatividade verificada no ano anterior.

Na participação por grupos de produtos, destacaram-se: sucos (86,4%); produtos alimentícios diversos (76,5%); complexo sucroalcooleiro (67,7%); plantas vivas e produtos de floricultura (61,2%); demais produtos de origem vegetal (58,9%); lácteos (52,7%); rações para animais (41,8%); demais produtos de origem animal (41,2%); produtos oleaginosos (39,4%); produtos apícolas (32,9%); bebidas (29,5%); e animais vivos (28,1%).

Brasileiro usa 40 apps por mês e passa 190 minutos por dia com eles

O usuário brasileiro de smartphone tem pouco mais de 80 apps instalados em seu aparelho e abre 40 deles por mês em média, informa relatório publicado pela App Annie.

O Brasil é o terceiro mercado onde as pessoas passam mais tempo por dia com apps: cerca de 190 minutos, ou seja, pouco mais de três horas. É um pouco menos do que o México, que aparece em segundo lugar. A liderança está com a Indonésia, com aproximadamente 240 minutos por dia, ou seja, quatro horas. No Brasil, houve um aumento de 36% em dois anos – eram aproximadamente 140 minutos por dia em 2015.

Ainda de acordo com a App Annie, apenas 8% desse tempo é gasto pelo brasileiro com apps de navegação na web (Chrome, Safari, etc).

Ranking de MAUs

A App Annie divulgou o ranking dos 10 aplicativos com maior quantidade de usuários ativos mensais (MAUs, na sigla em inglês) no Brasil. São os seguintes:

1- WhatsApp
2- Facebook
3- Facebook Messenger
4- Instagram
5- Uber
6- Waze
7- Netflix
8- Spotify
9- Banco do Brasil
10- Mercado Livre

Para efeito de comparação, confira abaixo a lista dos apps mais presentes na tela inicial dos brasileiros, de acordo com a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, de dezembro de 2017:

1- WhatsApp
2- Facebook
3- Instagram
4- Facebook Messenger
5- Uber
6- Banco do Brasil
7- YouTube
8- Caixa
9- Netflix
10- Gmail

A lista de apps que geraram mais receita no Brasil em 2017, de acordo com App Annie, foi a seguinte:

1- Netflix
2- Tinder
3- Spotify
4- PlayKids
5- Deezer
6- Sing! Karaoke
7- Google Drive
8- happn
9- Whitebook
10- Linkedin

Base móvel tem a maior queda de 2017 em novembro

Mesmo com o avanço constante da tecnologia LTE, a base total brasileira do serviço móvel pessoal (SMP) registrou a maior queda mensal de 2017 em novembro, antes da tradicional limpeza de base que as operadoras costumam fazer no último mês do ano. Segundo dados da Anatel, o total do SMP no País em novembro era de 239,092 milhões de acessos, uma redução de 1,758 milhão de linhas (ou 0,73%) comparado a outubro. No acumulado de 12 meses, a queda é de 9,356 milhões de conexões (ou 3,77%).

Como tem sido regular desde julho de 2015, a base 4G continua a ser a única para o consumidor final a crescer, com um avanço mensal de 3,439 milhões (aumento de 3,61%). Com 98,792 milhões de linhas, é muito provável que a tecnologia feche 2017 superando a barreira dos 100 milhões de acessos – ainda mais considerando as vendas de terminais 4G no varejo durante o Natal. Considerando o comparativo com novembro de 2016, o aumento foi de 76,08%. Vale lembrar que, em outubro, a quarta geração se consolidou como a tecnologia mais popular do País.

A operadora que obteve maior crescimento proporcional no mês em LTE foi a Claro, que aumentou a base em 4,72% e ficou com 22,059 milhões de acessos. Nos últimos 12 meses, foi também a empresa que registrou maior avanço proporcional, mais do que dobrando (104,64%) o total que tinha em novembro de 2016. Em adições líquidas, contudo, a Vivo foi a maior, tanto no mês (1,141 milhão de linhas, ou 3,59% de crescimento) quanto no ano (13,185 milhões, ou 66,58%), o que a garante como líder no segmento, com 32,987 milhões de conexões – um terço (33,39%) do mercado total.

A segunda maior base 4G é da TIM, com 26,373 milhões de linhas, aumento de 3,34% e 69,28% no mês e no comparativo anual, respectivamente. A Oi fechou novembro com 16,296 milhões (aumento de 2,76% e 83,68%), enquanto a Nextel observou um avanço de 1,36% no mês e ficou com 1,076 milhão de acessos. No ano, contudo, o crescimento foi menor: 1,09%.

WCDMA

A tecnologia 3G é a que mais perde base. No mês, foram 3,869 milhões de desconexões, uma queda de 4,20%. No acumulado, já são 36,229 milhões de desligamentos, redução de 29,09%. No total, ainda são 88,319 milhões de acessos, a segunda tecnologia mais popular do País. Porém, a tendência de queda constante mostra que as operadoras têm conseguido migrar para o LTE de forma consistente.

Todas as teles apresentaram quedas em WCDMA – menos a Nextel, que adicionou 39,1 mil linhas em novembro e 152,1 mil no ano, totalizando 1,556 milhão de acessos. As demais reduziram em pelo menos 800 mil acessos no mês, com destaque para a Oi, que desligou 1,273 milhão de linhas em novembro (base total era de 14,657 milhões de conexões). A líder nessa tecnologia é a Claro, que, com 29,364 milhões de linhas, apresenta a maior redução líquida em 12 meses (10,796 milhões de desconexões).

Outras

Pelo terceiro mês consecutivo, a defasada tecnologia CDMA mostrou crescimento. Há, entretanto, uma ressalva: ainda no relatório de outubro, este noticiário entrou em contato com a Anatel para entender o aumento inexplicável da base. A agência informou que a variação veio da Algar, e que iria entrar em contato para verificar o motivo. Voltamos a entrar em contato pedindo mais esclarecimentos nesta quarta-feira, 17, mas não houve retorno. De qualquer forma, pelo menos na tabela do regulador, o CDMA adicionou 63,6 mil acessos em novembro (crescimento de 261,65%), totalizando 87.945 linhas. Para se ter uma ideia, em agosto do ano passado a tecnologia somava apenas 507 acessos.

Outra tecnologia que avançou foi a máquina-a-máquina (M2M), tanto na categoria Especial (sem interação humana) como Padrão. As bases em novembro eram de 6,327 milhões (aumento de 2,15%) e 8,737 milhões (1,44%), respectivamente.

Já o GSM continua em queda, com redução de 4,33% no mês e de 33,40% no ano. No total, a 2G ainda conta com 33,705 milhões de acessos. Os terminais de dados em banda larga, que somavam 3,121 milhões de linhas em novembro, caíram 3,83% e 32,06% no mês e no ano.

Na divisão por modalidade de plano, as tendências também foram mantidas. O pós-pago cresceu 1,33% no mês e acumula 10,78% de avanço no ano, totalizando 86,930 milhões de acessos, ou 36,36% da base total brasileira. Já o pré-pago caiu 1,87% e 10,49%, respectivamente, encerrando o mês de novembro com 152,161 milhões de linhas, ou 63,64% do mercado.

Lojas de apps somam US$ 86 bilhões em receita em 2017 no mundo

O faturamento da App Store, da Google Play e de lojas de aplicativos independentes somou US$ 86 bilhões em 2017, estima a App Annie. Isso representa um crescimento de 105% em dois anos. Em 2015 a receita havia sido de US$ 42 bilhões e em 2016, de US$ 60 bilhões. Os números dizem respeito à venda de downloads e de serviços e bens virtuais in-app, usando o sistema de pagamento das referidas lojas. Ou seja, não estão computadas as receitas com publicidade móvel providas por adnetworks externas, tampouco serviços cuja assinatura é paga fora das lojas.

A China é o maior mercado de apps do mundo respondendo sozinha por ppuco menos da metade do faturamento global, perto de US$ 35 bilhões. Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul e Inglaterra vêm em seguida, nesta ordem.

Downloads

Em 2017 a App Annie estima que foram feitos 175 bilhões de downloads de apps no mundo, somando App Store, Google Play e lojas independentes. Esse volume representa um crescimento de 60% em dois anos. Em 2015 foram cerca de 110 bilhões e em 2016, aproximadamente 130 bilhões.

A China, mais uma vez, corresponde a metade do total mundial, com cerca de 85 bilhões de downloads em 2017 e crescimento de 125% em dois anos. Completam a lista dos cinco maiores mercados em instalações de apps: Índia, Estados Unidos, Brasil e Rússia. Merece destaque a explosão da Índia, que registrou crescimento de 215% em dois anos, tomando o segundo lugar dos EUA. A performance da Índia se deve ao sucesso da Jio, uma operadora 100% 4G que lançou serviço com plano de dados ilimitados a um preço baixo. No Brasil o aumento foi de 20% em dois anos.

A tendência, segundo a App Annie, é que o crescimento de downloads desacelere conforme os mercados ficam mais maduros, enquanto, por outro lado, aumenta a receita in-app. Nos EUA, por exemplo, a quantidade de downloads caiu 5% em dois anos, mas a receita segue crescendo.

Comportamento

Em média, cada usuário de smartphone tem 80 apps instalados, abre 40 deles por mês e passa três horas por dia navegando neles. Além disso, as pessoas tendem a passar sete vezes mais tempo em apps do que em navegadores móveis, informa a App Annie.

Vida Class e Mapfre Seguros criam apólice para internação hospitalar

A economia brasileira começa a dar sinais de melhora. Pelo menos isso é o que mostra o relatório do Sebrae que traz números animadores de criação de empresas nos últimos três anos. São pessoas que resolveram empreender por conta própria e buscam, por meio do próprio negócio, sair da crise.

Pensando nesse público, a Vida Class assinou uma parceria com a Mapfre Seguros, do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, para oferecer o Seguro de Diária de Internação Hospitalar. A apólice oferece apoio financeiro, caso o segurado necessite de internação hospitalar, seja por uma doença ou acidente.

São duas modalidades de seguro que podem ajudar as pessoas com internação hospitalar e ficam impossibilitadas de trabalhar durante o período: Vida Class Essencial (R$ 27,50) e Vida Class Ideal (R$ 36,00) que prevê o pagamento de valores de R$ 500,00 e R$ 1000,00, respectivamente, por dia de internação com limite de cobertura de dez dias por evento, em dois eventos por ano, e com carência de 12 horas.

As duas apólices foram criadas visando a faixa produtiva de 18 a 65 anos. E a expectativa é atingir 60 mil vidas nesse primeiro ano de operação.

José Antônio Coimbra é o novo country manager da Iberia e British Airways no Brasil

O executuvo José Antônio Coimbra é o novo country manager da Iberia e British Airways no Brasil. No cargo, assume as operações comerciais e administrativas, além das relações com instituições locais.

No período entre 2002 e 2014, exerceu o cargo de country comercial Manager para a British Airways no Brasil. Em seguida, assumiu a diretoria de Vendas para a Iberia e para a aérea britânica, depois da fusão do departamento comercial das empresas no país.

Formado em Economia, Coimbra tem pós-graduação e mestrado em Business Administration e passagem por outros grupos internacionais, como Ford Motor Company e Pecten Exploration, subsidiária da Shell. Ingressou no segmento de aviação comercial há mais de 18 anos quando entrou para o time da British Airways no Brasil.

Anteriormente, a direção nacional da Iberia e da British Airways era realizada por Marta Sánchez Oquillas que assume atualmente a posição de country manager no México. A Iberia e a British Airways oferecem diariamente voos diretos da Cidade do México para Madri e para Londres – Heathrow, além de três voos semanais entre Cancún e o aeroporto de Gatwick, no Reino Unido.