Setor de franquias cresce 6,8% no trimestre, aponta associação

Pesquisa Trimestral de Desempenho de Franchising, divulgada hoje (16) pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), aponta que o mercado nacional de franquias teve um crescimento no faturamento no segundo trimestre deste ano de 6,8%, em comparação ao mesmo período do ano passado. A receita subiu de R$ 35,180 bilhões para R$ 37,565 bilhões. No semestre, o setor manteve um ritmo de crescimento nominal de 8%, passando de R$ 68,890 bilhões para R$ 74,428 bilhões.

A gerente de Inteligência de Mercado da ABF, Vanessa Bretas, disse que embora a expansão no trimestre tenha sido menor que a registrada em igual período de 2016 (8,1%), a entidade considera que o resultado de 2017 foi melhor “porque a inflação deste ano foi bem menor que a do ano passado”.

Segundo a gerente, as redes franqueadoras conseguiram ter um incremento considerável no volume de vendas das operações no período pesquisado. “O aumento do desempenho das operações já abertas puxou de maneira considerável esse resultado”, disse Vanessa. Contribuiu também para o resultado o quadro de inflação sob controle e de juros em queda. Houve ainda uma melhora relativa no Índice de Confiança do Consumidor, que afetou não só o franchising, como o varejo de uma forma geral.

Segmentos

Um segmento que se destacou no trimestre foi o de hotelaria e turismo, que teve um ano de 2016 difícil e conseguiu se recuperar, crescendo 10,1%. Esse ramo do franchising, segundo a ABF, se adaptou ao novo cenário imposto pela crise econômica e pelos novos modelos de negócio de economia compartilhada, com destaque para as operações virtuais.

Outro segmento com bom desempenho foi o de saúde, beleza e bem-estar, que mostrou variação de faturamento de 9,4%. Esse segmento tem inovado em modelos de negócios, disse Vanessa Bretas. As redes franqueadoras têm investido na venda direta porta a porta, “sempre conciliando com seus franqueados”.

Carrefour Express inaugura 90ª loja no Brasil

O Grupo Carrefour inaugurou ontem (15) mais uma unidade do seu formato de proximidade. A abertura da loja de número 90 do Carrefour Express, em São Paulo (SP), leva aos clientes da região central da capital mais agilidade e comodidade no momento das compras, principalmente de itens voltados à reposição diária e prontos para consumo. A nova unidade está localizada no tradicional edifício Conjunto Nacional, no bairro dos Jardins.

Como mais de 210m2, a unidade conta com cerca de 4.000 itens e serviço de sanduíche preparado na hora para o cliente. O Carrefour Express permite atender à crescente demanda por compras menores e em locais próximos da casa ou do trabalho, uma solução conveniente e agradável. Para garantir a agilidade de compra, o layout das unidades Express é especialmente desenvolvido a partir do hábito de compra dos consumidores, com produtos organizados de forma a facilitar sua localização, levando em consideração as características e demandas da região.

Lacta comemora 105 anos e renova identidade visual

Comemorando os 105 anos da marca, as embalagens dos chocolates, como Ao Leite, Laka e Diamante Negro, foram renovadas.

Agora elas trazem o logo icônico e histórico, fazendo com que o chocolate ganhe um ar mais clássico e imponente, mas ainda assim jovem e moderno.

As cores também estão mais vibrantes e contrastadas. Os confetes marcam presença na embalagem e destacam o clima de festa e comemoração.

Oi aumenta em 11% o investimento no Rio de Janeiro no primeiro semestre

A Oi investiu cerca de R$ 512,3 milhões no Rio de Janeiro no primeiro semestre de 2017, o que representa crescimento de 11% em relação ao mesmo período de 2016. A operadora está priorizando investimentos em suas redes de telecomunicações como uma das estratégias do plano de transformação operacional da companhia para melhoria da qualidade do serviço aos clientes em todas as regiões.

No período, mais de 41 mil novas portas para o serviço de banda larga fixa foram implantadas, além de 49 novos sites de telefonia móvel e outros 124 ampliados ou modernizados no Rio de Janeiro. Sites são locais onde ficam as antenas que realizam a transmissão do sinal do serviço móvel.

Shazam eleva produtividade ao adotar plataforma de CRM

Cliente da Salesforce, o Shazam aumentou significativamente a produtividade de executivos e da liderança de vendas depois de implementar o Salesforce Einstein Analytics. O app foi baixado mais de 1 bilhão de vezes e tem mais de 20 milhões de acessos ao dia em 190 países.

Com o Einstein Analytics, ele melhorou a qualidade dos dados de sua enorme base de usuários, direcionou esforços a segmentos de consumidores mais específicos e reduziu a solicitação de relatórios da sua principal equipe de análise.

Segundo estudo da Nucleus Research, o Shazam aumentou em 752% seu retorno sobre investimento (ROI) em pouco mais de seis semanas após a implementação do Einstein Analytics, que foi realizada sem a necessidade de suporte de consultores externos.

A produtividade e agilidade conquistadas pela empresa com a solução representam uma economia média de US$ 246.896 ao ano. Anteriormente, o Shazam apresentava relatórios e gerenciava as vendas por meio de planilhas.

Ao usar o Einstein Analytics, a equipe de vendas pode gerar seus próprios relatórios para obter informações relacionadas ao seu canal de vendas, segmentação de clientes e otimização de preços. Além disso, o Chief Revenue Officer (CRO) obtém um panorama diário sobre a posição da empresa, oportunidades e onde os times devem focar seus esforços.

Os usuários corporativos contam com um painel de controle de autoatendimento fácil de usar para acessar informações práticas, enquanto os analistas dedicam o tempo antes gasto compilando dados em relatórios semanais (cerca de 15% das horas de trabalho) com análises complexas de dados e tendências.

O Shazam ainda identifica padrões mais granulares entre os consumidores, permitindo às equipes de vendas direcionarem seus esforços com mais precisão.

Nelson Mattos reforça equipe da Acesso Digital

A Acesso Digital, empresa de tecnologia brasileira focada em oferecer soluções digitais que desburocratizem as relações entre pessoas e empresas, começou 2017 com um novo propósito para seu negócio. Depois de imergir no Vale do Silício por um período sabático, o fundador da companhia, Diego Martins, convidou Nelson Mattos, ex VP mundial do Google e IBM, para integrar o conselho de tecnologia e ajudar no processo de transformação da empresa.

Mattos é um dos únicos executivos do Brasil a alcançar um cargo de relevância no mundo da tecnologia. Foi vice-presidente de engenharia e produtos do Google para Europa e Mercados Emergentes entre 2007 e 2014, e vice-presidente de Information e User Technologies da IBM. Atualmente, é considerado um dos maiores especialistas em tecnologia digital.

Professor da FGV analisa papel da inteligência artificial no mercado de trabalho

Para o coordenador acadêmico do MBA em Marketing Digital e do Post-MBA em Digital Business da FGV, André Miceli, a aniquilação da humanidade pelos robôs (chatbots) pode não acontecer, mas a sociedade deve ficar atenta. O problema está em como lidar com IA diante da miniaturização dos robôs e ampliação da capacidade de aprendizado nos últimos anos.

“Nesse processo, os bots deixaram de ser usados apenas para atividades físicas e passaram para as intelectuais”, diz o professor. “Esse movimento trará grande impacto para as economias e deverá impulsionar a automação. Muitos profissionais serão substituídos por máquinas, em um processo de automação que está a poucos passos de ganhar uma escala que vai mexer com todos nós”, afirma o especialista.

Segundo André Miceli, a medicina pode ser uma das beneficiadas. “Muito provavelmente será possível checar uma radiografia ou exame de sangue logo após a coleta, e relacionar todos os testes com desdobramentos de doenças, até mesmo prevendo o que vai acontecer com o paciente no futuro”, acredita.

O professor da FGV, porém, salienta que o processo de transformação acelerada da automação também vai mudar a estrutura organizacional das empresas e desconstruir a relação milenar que temos com o trabalho.

Miceli cita o exemplo dos critérios usados pelos agentes “tomadores de decisões”. “Que tipo de decisão que a máquina vai tomar? Ela pode criar formas excludentes de tratamento, como a diminuição de mulheres em cargos específicos ou elaborar relatórios com discursos hegemônicos sobre determinado tema”, expõe Andre Miceli.

Por fim, o especialista afirma que será necessário pensarmos em alternativas econômicas, pelo simples fato de que não haverá emprego para todos nesse novo cenário que se aproxima.