Sociobioeconomia do Pará pode gerar R$ 170 bilhões em 20 anos

Negócios com base na natureza podem gerar US$ 17 bilhões no Brasil até 2030  | Negócios | Um só Planeta

Divulgado nesta terça-feira, 19, durante o Fórum Mundial de Bioeconomia, o estudo “Bioeconomia da sociobiodiversidade no estado do Pará”, realizado pela The Nature Conservancy (TNC), em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Natura, traz análises socioeconômicas inéditas sobre os impactos das cadeias produtivas da sociobiodiversidade no estado.

Coordenada pelo professor Francisco de Assis Costa, do Núcleo de Altos Estudos da Amazônia (NAEA/UFPA), a pesquisa analisou 30 produtos da sociobiodiversidade paraense desde a produção até a comercialização. Em 2019, o PIB gerado por essas cadeias foi de R? 5,4 bilhões. O valor é quase três vezes maior do que o registrado pelas estatísticas oficiais do IBGE, que indicavam um valor bruto de produção de R? 1,9 bilhão no mesmo ano, considerando apenas a produção rural, primeiro elo da cadeia produtiva. Além disso, estima-se que tenham gerado cerca de 224 mil empregos.

Para a vice gerente da Estratégia Povos e Comunidades Indígenas e Tradicionais da TNC Brasil, Juliana Simões, essa análise é de extrema importância pois lança um olhar sobre toda a cadeia fechando o ciclo produtivo, desde o elo inicial, produção rural da sociobiodiversidade, até o final, vendas dos produtos nos mais diversos mercados.

“Há um grande potencial de desenvolvimento dessas cadeias no estado, ajudando a dar escala à comercialização destes produtos, que podem ser cultivados sob a premissa do desenvolvimento sustentável”, destaca o executivo.

A Especialista Líder do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Juliana Salles Almeida, concorda. Para ela, “este estudo inovador demostra que a bioeconomia – baseada em princípios bioecológicos – não é somente um investimento extremamente rentável para a economia local, mas também é um elemento importante para a conservação da floresta amazônica. Manter a floresta em pé é a principal força motriz para fazer a região amazônica gerar receita e diminuir as desigualdades sociais, e é um dos pilares da Visão 2025 do Banco, nossa guia para a recuperação sustentável da região” .

Os produtos que mais se destacaram foram açaí, cacau-amêndoa, castanha-do-pará, palmito, borracha, tucumã, cupuaçu-amêndoa, cumaru, murumuru e óleo de castanha-do-pará. Eles foram responsáveis por mais de 96% da renda gerada, o que equivale a R? 5,2 bilhões. Esses produtos são aqueles cuja demanda é majoritariamente advinda do mercado consumidor de fora do estado do Pará.

Ao projetar os ganhos econômicos potenciais futuros nas próximas duas décadas, com políticas públicas adequadas, o estudo mostra que com as cadeias produtivas do açaí, cacau-amêndoa, castanha, copaíba, cumaru, andiroba, mel, buriti, cupuaçu e palmito, a renda total gerada pode chegar a R? 170 bilhões em 2040, ou seja, aumentar em mais de 30 vezes o seu valor.

Trabalhando há mais de 20 anos com comunidades amazônicas com auxílio técnico, transferência de tecnologia, conhecimento para gestão e investimentos e instalação de agroindústrias na floresta, a Natura entende que a valoração dos serviços ambientais também são importantes fontes de renda para proporcionar negócios de impacto positivo para todos.

“Podemos ser protagonistas na agenda global de sustentabilidade e da economia de baixo carbono, se escolhermos modelos compatíveis com conservação e regeneração dos biomas, inovando com investimentos na sociobioeconomia de floresta em pé, apostando em ciência e tecnologia, aliando desenvolvimento humano e valorização das comunidades e do conhecimento tradicional”, explica a diretora de sustentabilidade de Natura &Co para América Latina, Denise Hills.

Inclusão
A vice gerente da TNC Brasil destaca, ainda, que além de mapear o tamanho e as potencialidades bioeconômicas, o estudo veio para contribuir com a construção de políticas inclusivas que distribuam melhor a renda dentro das cadeias produtivas, de forma a remunerar adequadamente os produtores familiares, os povos e comunidades indígenas e tradicionais.

“A extensão de floresta Amazônica e a diversidade sociocultural dos povos tradicionais do Pará fazem deste um dos maiores exportadores de produtos da sociobioeconomia brasileira. Neste estudo jogamos luz sobre esta economia, destacando a necessidade de envolvimento das comunidades tradicionais para que de fato tenhamos um desenvolvimento ambiental, social e econômico inclusivo”, explica Juliana Simões.

Desafios
A ausência de políticas públicas e o avanço do desmatamento e da degradação florestal podem prejudicar o desenvolvimento da sociobioeconomia no Pará, que desde 2006 ocupa o primeiro lugar no ranking dos estados amazônicos que mais desmatam florestas, sendo responsável por 47% do desmatamento total no bioma em 2020.

Por esta razão, o estudo também traz os desafios e as recomendações para que o desenvolvimento da sociobioeconomia no Pará se dê de forma exitosa e justa, beneficiando todos os elos das cadeias produtivas e sem prejuízos ao meio ambiente ou aos povos tradicionais. São seis eixos principais de atuação que se complementam e retroalimentam:

1) Políticas de desenvolvimento rural: Ciência Tecnologia e Inovação (CT&I), crédito e assistência técnica
Devem ser dirigidas às demandas da agricultura familiar baseada em Sistemas Agroflorestais, mirando processos ecológicos mais amplos e integrados, mesmo que para isso demandem prazos maiores para a obtenção de resultados. Ao gerar renda ao longo do desenvolvimento das cadeias da sociebiodiversidade, os resultados são mais perenes e sustentáveis.

2) Criação de um sistema contínuo de base de dados das cadeias de valor dos produtos
Diante da lacuna de estatística oficial sobre os diferentes elos da cadeia de valor da sociobiodiversidade e da relevância desses setores para geração de emprego e renda na economia local (rural e centros urbanos), sugere-se o desenvolvimento de um Sistema Contínuo de Base de Dados.

3) Política fundiária e territorial das áreas de uso comum
É preciso favorecer povos tradicionais e áreas com potencial para o desenvolvimento das cadeias de produtos florestais não madeireiros. Para tanto, deve se dar prioridade a planos de regularização fundiária e ordenamento territorial por meio do reconhecimento do direito dos povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.

4) Desenvolvimento de mecanismos financeiros, como Pagamento por Serviços Ambientais (PSA)
Institucionalizar a implementação de precificação dos serviços ambientais via PSA produto-produtor, vinculando o serviço ambiental provisionado pela conservação florestal ao produto e ao produtor da cadeia de valor.

5) Sistema de rastreabilidade e certificação dos serviços ambientais
De forma complementar ao instrumento econômico de PSA, recomenda-se também a criação de selos de certificação dos serviços ambientais. Tal procedimento tem como objetivo comprovar a origem do produto e a sustentabilidade na sua produção, agregando valor à cadeia.

6) Política fiscal de redistribuição de renda gerada pelos produtos
Criação de incentivos fiscais para produtos da sociobiodiversidade transacionados dentro do estado do Pará e aplicação de alíquota diferenciada para as operações de comércio interestadual e exportação para outros países, por se tratar de produtos bioma-específicos.

A íntegra do estudo pode ser conferida aqui:
https://www.tnc.org.br/conecte-se/comunicacao/noticias/estudo-de-bioeconomia/

Novo restaurante Madero em MG também abriga Empório da marca

Os mineiros bons de garfo foram escolhidos para estrear em Belo Horizonte, o primeiro modelo do Madero STH com o Empório da marca. É que além das delícias já conhecidas do restaurante, o novo espaço também abriga o Empório Madero, com as guloseimas, sabores e acessórios de cozinha do chef Junior Durski: para levar para casa.

O local escolhido foi o Shopping Del Rey e a aguardada inauguração teve convidados muito especiais: mais de 50 crianças e adultos do http://www.centroacolhidabetania.org – entidade de serviço assistencial, que há 34 anos, promove a melhoria das condições econômicas e sociais de centenas de crianças e adolescentes.

O investimento do restaurante beira R$ 7 milhões e o espaço de quase 250 m² (com capacidade para 168 pessoas) promete encantar os fãs da marca! O projeto arquitetônico é de Kethlen Ribas Durski, que mantém a tradicional decoração com muita madeira, tijolos aparentes, ambiente acolhedor e sofisticação informal.

Além da gastronomia, que consagrou o Madero como a maior rede de casual dining do país, a grande novidade deste restaurante é a estreia do Empório Madero em Minas – a outra unidade foi lançada na Ecoparada Madero, na Rodovia Castello Branco no final de 2020.

Segundo o empresário Junior Durski, o Empório Madero foi criado para o cliente levar para casa, aqueles sabores da infância, que fazem bem à alma e alimentam o coração. São as receitas preferidas do chef, como a Cocada com Chocolate, as tropicais Balas de Banana Antonina, os natalinos Panetones com frutas secas ou gotas de chocolate e o café embalado Madero.

Há também pratos “to go” como empadões e empadinhas de camarão, frango, cebola e palmito, hambúrgueres e pães do Madero – com destaque para o Pão de Alho Baguete com Parmesão- a maravilhosa Baby Back Ribs, Linguiças Calabresa em quatro deliciosas versões, Gnocchi Bolognese, Kibe Assado, Penne com mini Polpettas e o Palmito Pupunha Assado. Tudo elaborado com ingredientes selecionados da Fazenda Madero, em Palmeira (PR) e feitos na Cozinha Central, em Ponta Grossa (PR), garantindo o rígido padrão de qualidade do Grupo Madero.

Já no salão, lado a lado, brilha o cardápio do Madero, com as receitas amadas pelo público e os hambúrgueres grelhados ao fogo forte, como o premiado Cheeseburger Madero, acompanhado por batatas fritas, crocantes por fora e macias por dentro. Também estrelados, o Choripán – famoso sandwich argentino (linguicinha artesanal 130gr, defumada e grelhada em fogo forte, alface, vinagrete e maionese artesanal) e o Palmito Assado com flor de sal e manteiga (260g).

Impossível não citar o L’Entrecôte e o Filé Mignon (com quatro opções de molhos), a elogiada costelinha e o disputado Schnitzel. Fazem sucesso também opções vegetarianas e veganas – como o Burger Falafel Vegano – hambúrguer de 100g feito com grão- de- bico, gergelim e farinha de rosca, temperado com hortelã, salsinha, coentro, pimenta, páprica e cominho, com creme de palmito, tomate, alface e sem queijo – e fit como o Cheeseburger Madero Menos Sal.

Startup lança plataforma de contratação para mulheres em vulnerabilidade

A área tech é conhecida pela alta presença masculina, por essa “afirmação” surge a dúvida: Por que há tão poucas mulheres no mercado de tecnologia? Para Silvia Rodrigues Follador, Gestora de Projetos da {reprograma}, uma das razões está na falta de divulgação de nomes tão importantes no desenvolvimento da informática e do conhecimento aplicado à área de programação.

“Pouco se ouve falar sobre mulheres importantes do setor tech, como Ada Lovelace, criadora do primeiro algoritmo processado em uma máquina, ou Grace Murray Hopper, responsável pela criação da Flow-Matic, que serviu de base para uma das linguagens de programação mais populares em todo o mundo, a Common Business Oriented Language”, comenta Follador.

Com o intuito de valorizar a presença feminina no universo da tecnologia da informação e diminuir a lacuna de gênero no setor, a {reprograma}, startup social paulistana, vai impactar com o projeto Todas em Tech, 2,400 mulheres em situações de vulnerabilidade, além de formar 400 mulheres, preferencialmente, negras, trans e travestis em todo o Brasil, em programação front-end e back-end, até o final de 2022.

Follador explica que entre os principais feedback das alunas após a formação na {reprograma} é sobre uma nova visão referente ao posicionamento feminino na área tech. “As participantes dizem que a educação diferenciada na área de programação lhes permitiu não apenas a obtenção de uma capacitação profissional, mas também a compreensão da importância do protagonismo feminino”, comenta.

Para facilitar a conexão das formandas ao mercado de trabalho, a startup social lançou a plataforma de contratação {reprograma}. Além das empresas parceiras do projeto: Accenture, Creditas, Nu Invest, Facebook, iFood e Nubank, empresas externas – aquelas que não financiaram o projeto Todas em Tech-, podem ter acesso à plataforma.

Ao adquirir acesso, a empresa parceira pode divulgar vagas exclusivas para as alunas recém-formadas da {reprograma} , além de realizar todo o processo de seleção, de ponta a ponta, na plataforma. Na plataforma, por exemplo, é possível acompanhar o desempenho das alunas em cada etapa do processo e se comunicar diretamente com elas.

“As empresas podem publicar a vaga como aberta, no qual qualquer aluna inscrita na plataforma pode se candidatar, além da possibilidade de publicar a vaga fechada e destiná-la apenas para um grupo de programadoras pré-selecionadas pela área de recrutamento e seleção das empresas”, explica Follador.

Itaú Unibanco e iFood se unem para facilitar pagamento via Pix

São Paulo – Agora ficou mais fácil pagar os pedidos no iFood com Pix. O Itaú Unibanco e a plataforma de delivery anunciam uma parceria para tornar mais fluida a experiência dos clientes que utilizam esse meio de pagamento no aplicativo, simplificando a jornada dos consumidores. O banco, líder em volume transacionado via Pix dentro do app, é o primeiro e único a oferecer a funcionalidade no iFood.

O desenvolvimento do facilitador de pagamentos torna a usabilidade mais rápida e simples, e promete minimizar pedidos não concluídos e QR Codes abandonados – proporcionando também um ganho de eficiência operacional para as duas marcas. Antes, as transações exigiam que o usuário passasse por uma jornada extensa: copiar o código gerado no aplicativo do iFood, ir para o app do banco, se logar, seguir a rota do Pix e colar o código para processar o pagamento. Agora, será necessário apenas clicar no botão Pague com Pix e, ao ser direcionado para o app do Itaú, digitar a senha e confirmar a operação.

“Trabalhamos muito próximos aos nossos clientes para entender de que forma podemos ajudá-los a entregar soluções que aliem comodidade à segurança. Essa iniciativa com o iFood é mais um importante passo que damos nesse sentido, uma vez que conseguimos impactar de forma contundente a experiência de quem está na ponta. Estamos muito otimistas e confiantes de que essa funcionalidade vai, realmente, fazer a diferença para os consumidores”, diz Marcos Cavagnoli, diretor de Cash Management e Open Finance do Itaú.

“Como referência no setor, estamos sempre buscando novas alternativas para facilitar a vida de todo nosso ecossistema e investindo cada vez mais em tecnologia. A parceria com o Itaú, que compartilha a mesma premissa de inovação do iFood, para essa nova funcionalidade, contribui com o dia a dia dos nossos usuários”, comenta Mauro Piazza, diretor de Produtos do iFood.

MadeiraMadeira lança sua primeira marca de produtos

São Paulo – Com o avanço do seu plano de expansão, a MadeiraMadeira , primeiro unicórnio Latam de 2021, lançou sua primeira marca de produtos, a CabeCasa. A linha é a marca original da MadeiraMadeira e a ideia é que os produtos que a compõem sejam inovadores e acessíveis. Com isso, os itens da CabeCasa são produzidos por meio de co-criações com os clientes, fugindo dos modelos tradicionais de criação.

“A ideia de criar uma marca de produtos originais veio da necessidade de inovar e elevar a experiência do cliente com relação aos produtos e serviços oferecidos pela MadeiraMadeira. Com a expansão das guide shops, vimos crescer essa necessidade de oferecer itens próprios que carregassem a assinatura da marca”, comenta Santiago Antoranz, vice-presidente de Private Label da MadeiraMadeira.

Nesse sentido, a marca é composta hoje por mais de 500 produtos de alta qualidade e design diferenciado, com montagem simplificada e financeiramente acessíveis, além de contar com uma garantia estendida de mínimo 2 anos. Entre os principais produtos da marca estão sofás, poltronas, guarda-roupas e camas que unem tecnologia e design no seu conceito. Todos os itens estão disponíveis no e-commerce da marca e também nas guide shops.

Atualmente, a empresa conta com um modelo híbrido de vendas entre o e-commerce, marketplace e lojas físicas da marca com mais de 2 milhões de produtos. Com a expansão das guide shops, a MadeiraMadeira já está presente em todas as regiões do país com 100 lojas físicas inauguradas nas principais cidades do país. O objetivo da ampliação é completar a jornada de compra do consumidor e garantir uma experiência satisfatória. “A CabeCasa chega como um reforço nesse complemento oferecendo o que a MadeiraMadeira tem de melhor em inovação, qualidade e segurança, com um catálogo vasto e que não para de crescer.”, finaliza Santiago.

Fabio Kruzich é o novo diretor de Produtos da Neurotech

O executivo Fabio Kruzich é o novo diretor de Produtos e Sucesso do Cliente da Neurotech, empresa especialista na criação de soluções avançadas de Inteligência Artificial, Machine Learning e Big Data. A empresa vive bom momento de expansão e Kruzich chega com o desafio de acelerar esse processo.

Antes, teve passagem pela FICO, na qual exerceu o cargo de head de Desenvolvimento de Negócios e Serviços de Consultoria. Foi CEO da GoOn, empresa do setor de gestão de riscos, e gerente de CRM e Trade Marketing da Leader Card. Também foi sócio-consultor da Witrisk Planejamento Empresarial.

Graduado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Itajubá, é pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Instituto de Administração (FIA) e fez MBA em Gestão Financeira pela Fundação Getulio Vargas. No exterior, estudou introdução a Finanças na Universidade de Michigan, gestão e liderança na Universidade de Ohio, ambas nos Estados Unidos, e participou do programa de liderança executiva da Universidade de Oxford.

Na Neurotech, vai reforçar o time do Breno Costa, que agora assume a nova diretoria executiva de Receitas e mantém o escopo de atuação nas áreas Comercial, Produtos e Sucesso do Cliente, com a missão de estabelecer estratégias, desenvolver lideranças e otimizar ainda mais a frente comercial.

Diogo Espellet Dockhorn assume diretoria Financeira da Vibra Agroindustrial

Montenegro (RS) – A Vibra Agroindustrial, um dos principais produtores de proteína de frango do país, anuncia a contratação de Diogo Espellet Dockhorn para a posição de diretor Financeiro. Ele será o responsável pela gestão das áreas Financeira, Controladoria, Contábil/Fiscal, TI, Jurídico e Projetos (PMO).

Dockhorn tem mais de 20 anos de mercado e nesse período, passagens por empresas como Gerdau, Unipar Carbocloro e startups de Tecnologia. Ele chega para apoiar a expansão e consolidação dos negócios da empresa. Nas últimas décadas, Dockhorn acumulou experiências em Finanças, Contabilidade/Tributos, Controladoria, Planejamento Estratégico, S&OP, TI e Inovação. Como expatriado, viveu em diversos países da América Latina e também nos Estados Unidos.

O executivo é graduado em Administração de Empresas – PUC/RS, Finanças Corporativas – Extensão – New York University/USA e Management – Extensão – The University of Tampa/USA. James Dominic Cleary (Jim), Conselheiro de Administração que ocupou interinamente a função, irá auxiliar no período de transição e integração do novo diretor Financeiro.

Yes! Cosmetics abre no Shopping Grande Circular, em Manaus (AM)

Com plano de expansão aquecido em todo o país, somando 23 inaugurações até agosto deste ano, a Yes! Cosmetics, empresa com mais de 20 anos de atuação no segmento de beleza e cosméticos, anuncia a abertura da quarta unidade no município de Manaus, no Amazonas. Com arquitetura moderna e cativante, o novo quiosque da rede está localizado no Shopping Grande Circular, importante centro comercial da região.

A unidade é aconchegante e moderna e conta com um mini camarim instagramável dedicado aos testes de produtos, um cenário também para fazer fotos e vídeos, com mix de luzes inspirada no efeito ring light, que possibilita excelente iluminação para esses momentos. Os pagamentos são realizados por meio de checkouts móveis, proporcionando mais agilidade e menos filas, além de seguir as novas regras e parâmetros de biossegurança.

O conceito omnichannel adotado pela marca já integra a unidade aos demais canais de venda da Yes!. “Além do varejo físico, o quiosque atenderá o e-commerce local e o canal de venda direta, recentemente iniciado, para o cadastro dos representantes e retirada de produtos no local”, afirma Cândido Espinheira, presidente da marca, que prevê inaugurar mais 40 unidades até o fim deste ano.

Índice de Sistemas Previdenciários traz Brasil quase estagnado

Brasil fica em 23º no ranking mundial de melhores e piores regimes de  previdência; Veja a pesquisa

São Paulo – O sistema de renda de aposentadoria da Islândia foi eleito o melhor do mundo em sua estreia no 13º Índice Global de Sistemas Previdenciários anual da Mercer e do CFA Institute (Mercer CFA Institute Global Pension Index – MCGPI). Os Países Baixos e a Dinamarca conquistaram o segundo e o terceiro lugares, respectivamente, após uma década de disputa pela primeira posição. O estudo também revela que há muito que os sistemas de pensões podem fazer para reduzir a desigualdade de gênero das aposentadorias – uma questão inerente a todos os sistemas.

O MCGPI é um estudo abrangente dos sistemas globais de pensões, representando dois terços (65 por cento) da população mundial. Ele avalia os sistemas de renda de aposentadoria em todo o mundo, destacando algumas deficiências em cada sistema e sugerindo possíveis áreas de reforma que proporcionariam benefícios de aposentadoria mais adequados e sustentáveis. Os três principais sistemas, todos recebendo nota A, eram sistemas sustentáveis e bem administrados, proporcionando grandes benefícios aos indivíduos.

Presidente e CEO do CFA Institute, Margaret Franklin, CFA, disse que era mais importante do que nunca entender como os benefícios da aposentadoria poderiam ser melhorados.

“A pandemia exacerbou a desigualdade socioeconômica em muitas partes do mundo. E, de uma perspectiva de investimento de longo prazo, estamos operando em um ambiente extremamente desafiador, com taxas de juros historicamente baixas e, em alguns casos, rendimentos negativos que afetam claramente os retornos”, comentou Franklin.

“Para agravar a questão, a diferença de gênero nas pensões apresenta desafios adicionais e urgentes, com as mulheres enfrentando seus anos de aposentadoria com menos benefícios. Com essas preocupações em mente, a promessa de uma aposentadoria segura depende de formuladores de políticas e partes interessadas da indústria tomando medidas coletivas para examinar os pontos fortes e fracos dos sistemas de pensões, com o objetivo de oferecer melhores benefícios de aposentadoria a todos os indivíduos”, disse ela.

O sócio sênior da Mercer e principal autor do estudo, Dr. David Knox, concordou com a Sra. Franklin, dizendo que era fundamental que os participantes do setor de pensões agissem agora.

“Os governos em todo o mundo responderam à COVID-19 com níveis significativos de estímulo econômico, o que aumentou a dívida do governo, reduzindo a oportunidade futura de os governos apoiarem sua população idosa. Os planos de aposentadoria em todo o mundo estão se inclinando ainda mais para os planos do estilo de acumulação, longe dos tradicionais planos de benefício definido. Apesar dos desafios, agora não é o momento de travar a reforma da previdência – na verdade, é hora de acelerá-la. Os indivíduos estão tendo que assumir cada vez mais responsabilidade por sua própria renda de aposentadoria e precisam de forte regulamentação e governança para serem apoiados e protegidos”, disse o Dr. Knox.

Diferenças de gênero nos resultados das pensões

A análise do MCGPI destacou que não havia uma causa única para a diferença de gênero nas pensões, apesar de todas as regiões terem diferenças significativas no nível de renda de aposentadoria entre os gêneros .

“As causas da disparidade de gênero nas pensões são mistas e variadas. Todos os países e regiões têm questões socioculturais, de desenho de pensão e relacionadas ao emprego contribuindo para que as mulheres sejam muito mais desfavorecidas do que os homens no que diz respeito à renda de aposentadoria”, disse o Dr. Knox.

Embora os problemas relacionados ao emprego sejam uma das maiores dificuldades que conhecemos- mais mulheres em empregos de meio período e períodos fora do habitual devido a responsabilidades de cuidados e salários médios mais baixos, por exemplo – o estudo descobriu que as falhas no desenho de pensões agravavam o problema. Isso inclui acúmulo não obrigatório de benefícios de pensão durante a licença parental, ausência de contribuição ao fundo de pensão enquanto cuidam de filhos pequenos ou pais idosos na maioria dos sistemas e a falta de indexação de pensões durante a aposentadoria, que têm um impacto maior nas mulheres devido a uma expectativa de vida mais longa.

“Sabemos que eliminar a desigualdade de gênero nas aposentadorias é um enorme desafio, dada a estreita ligação da previdência com os padrões de emprego e renda. Mas, com a pobreza entre os idosos, mais comum para as mulheres, não podemos ficar parados”, disse o Dr. Knox.

“Há uma série de ações que as indústrias de previdência podem tomar. Para começar, devem remover as restrições de elegibilidade para indivíduos ingressarem em planos de pensão relacionados ao emprego. Independentemente de quanto se ganha, quanto trabalha ou há quanto tempo está trabalhando, todo indivíduo deve ter a capacidade de participar de um plano de aposentadoria que forneça benefícios adequados.

“Os fundos de pensão também podem introduzir créditos para quem cuida de jovens e idosos. Os cuidadores prestam um serviço valioso à comunidade e não devem ser penalizados em seus anos de aposentadoria por ficarem algum tempo fora da força de trabalho formal”, disse ele .

Pelos números

A Islândia teve o valor de índice geral mais alto (84,2), seguida de perto pelos Países Baixos (83,5). A Tailândia teve o valor de índice mais baixo (40,6).

O Índice usa a média ponderada dos subíndices de adequação, sustentabilidade e integridade. Para cada subíndice, os sistemas com os valores mais elevados foram Islândia para adequação (82,7) e sustentabilidade (84,6) e Finlândia para integridade (93,1). Os sistemas com os valores mais baixos entre os subíndices foram Índia para adequação (33,5), Itália para sustentabilidade (21,3) e Filipinas para integridade (35,0).

Em comparação com 2020, a China e o Reino Unido mostraram melhorias como resultado de uma reforma previdenciária significativa, que melhorou os resultados para os indivíduos e a regulamentação previdenciária .

Brasil

Com a entrada de novos países no ranking, neste ano o Brasil caiu quatro posições em relação a 2020, tendo ficado na 30ª colocação com 54,7 pontos, praticamente a mesma pontuação atingida em 2020 (54,5 pontos).

Para Felipe Bruno, líder de Previdência da Mercer Brasil, a manutenção de uma posição localizada próxima às ultimas posições do ranking está relacionada à manutenção de uma nota baixa no subíndice sustentabilidade: “A reforma previdenciária aprovada em 2019 ainda não produziu os efeitos esperados, o que mantém o sistema brasileiro dentre os mais desequilibrados do mundo. O quesito sustentabilidade continua a ser a maior deficiência, situação esta agravada de 2020 para cá com a pandemia e os efeitos da alta inflação, que impulsionaram o desemprego e a queda no nível de financiamento global da previdência. Felipe ainda completa: “O governo e os demais atores locais têm um grande desafio pela frente para colocar o Brasil no caminho de ser um sistema mais equilibrado e abrangente, que possa ajudar o país a equacionar seus desafios de longo prazo”.

Sobre o Índice Global de Sistemas Previdenciários da Mercer e do CFA Institute

O Índice Global de Sistemas Previdenciários avalia os sistemas de renda de aposentadoria em todo o mundo, destacando algumas deficiências em cada sistema e sugerindo possíveis áreas de reforma que proporcionariam benefícios de aposentadoria mais adequados e sustentáveis.

Esse índice é um projeto de pesquisa colaborativa patrocinado pelo CFA Institute , a associação global de profissionais de investimento, em colaboração com o Monash Centre for Financial Studies (MCFS) , parte da Monash Business School da Monash University, e a Mercer, líder global em redefinir o mundo do trabalho e remodelar os resultados de aposentadoria e investimentos.

Este ano, o Índice Global de Sistemas Previdenciários compara 43 sistemas de renda de aposentadoria em todo o mundo e cobre dois terços (65 por cento) da população mundial. O Índice de 2021 inclui quatro novos sistemas – Islândia, Taiwan, Emirados Árabes Unidos e Uruguai.

O Índice Global de Sistemas Previdenciários usa a média ponderada dos subíndices de adequação, sustentabilidade e integridade para mensurar cada sistema de aposentadoria em relação a mais de 50 indicadores.

Brain amplia atuação com novas frentes de serviços

São Paulo – O Brain, centro de inovação em negócios digitais fundado pela Algar Telecom, está ampliando sua atuação e criando novos pilares de serviços para o mercado. Após quatro anos desde a sua criação, 16 soluções lançadas e mais de duas mil pessoas capacitadas em metodologias ágeis, a proposta é utilizar a experiência prática do ICT para apoiar empresas e profissionais que queiram se transformar por meio das temáticas de inovação, agilidade, liderança do futuro e novas tecnologias.

Para isso, o Brain está apostando em três frentes: educação profissional; consultoria para médias e grandes empresas em programas de inovação e desenvolvimento de novos negócios; e lab para co-criação, com aplicação de metodologias de inovação como Design Thinking e prototipação para clientes estratégicos que precisem de ambientes de experimentação. “Por meio desses pilares, nosso objetivo é criar uma alavanca de crescimento para o Brain, potencializando-o como uma plataforma de geração de negócios para o Grupo Algar”, comenta Zaima Milazzo, presidente do Brain.

Educação

Em junho de 2020, o Brain anunciou a criação de seu braço de educação, pensado para capacitar e desenvolver profissionais para os desafios do futuro. A iniciativa nasceu voltada tanto para pessoas físicas quanto empresas, com foco naquelas que precisam treinar seus funcionários em novos conceitos (como inteligência artificial, deep learning e machine learning, big data e analytics) e novos métodos (Kanban, Framework Scrum, Design Sprint etc.), e também nas competências essenciais para promover inovação, incluindo autonomia, criatividade, adaptabilidade, gestão de risco, colaboração e pensamento sistêmico, por exemplo.

Desde então, essa frente já impactou mais de três mil pessoas com webinars, cursos próprios, cursos com parceiros e imersão de executivos. Agora, ela amadurece para, a partir de 2021, oferecer cursos próprios em quatro principais blocos: inovação, agilidade, liderança do futuro e novas tecnologias – tanto na modalidade presencial, remota e também conteúdos em plataforma EAD para trabalhar competências comportamentais. Também serão oferecidos cursos com empresas parceiras para alavancar a aprendizagem em temas como Design de Experiência, Liderança, entre outros. Somado a isso, o centro de inovação concretizará a proposta de desenvolver profissionais por meio da experiência prática dentro do Brain, possibilitando a vivência em um ambiente disruptivo.

“Queremos oferecer a possibilidade de uma imersão diferente, em ambiente de experimentação. Para isso, nosso programa aceitará executivos de qualquer nível organizacional que queiram vivenciar metodologias ágeis no seu dia a dia, não apenas no conceito. Estamos acostumados com esse modelo porque o Brain rotineiramente recebe parceiros e empresas para uma imersão em seus métodos de trabalho. Além disso, essa estratégia também é utilizada com a alta liderança do Grupo Algar no programa Time Out, no qual executivos deixam sua rotina para trabalharem dentro do Brain”, acrescenta Zaima.

Consultoria

Na frente de consultoria, o objetivo é trabalhar com empresas que tenham desafios de implantar cultura de inovação, abrir-se ao ecossistema ou transformar, digitalizar e escalar seus produtos, serviços e negócios digitais. A proposta de valor é ajudá-las a desenvolver produtos, serviços ou novos negócios, desde a jornada de ideação, desenvolvimento (MVP – Minimum Viable Product) e escala, com operação assistida em todo o ciclo, utilizando as metodologias mais inovadores do mercado. Além disso, o Brain também apoiará as organizações na abertura para o ecossistema, com a realização de programas de Open Innovation para resolver dores ou aprimorar o portfólio atual, e no estímulo à inovação interna, por meio de programas de intraempreendedorismo.

“Temos essa expertise para compartilhar porque, desde a sua fundação, o Brain é um agente de evolução cultural e metodológica do Grupo Algar. O centro se tornou um especialista em co-criação por utilizar o modelo de Open Innovation, no qual a inovação acontece em colaboração com agentes externos, como startups, universidades, parceiros, colaboradores e clientes. Também trabalhamos fortemente o intraempreendedorismo, por meio de iniciativas como o Shark Tank, que é uma plataforma na qual os colaboradores defendem suas propostas inovadoras e são remunerados por elas. A partir das ideias desse programa, a Algar Telecom já depositou quatro patentes”, comenta Zaima.

Lab

Outra nova frente de atuação do Brain serão os produtos Lab, pensados com o propósito de apoiar a Algar Telecom no processo de venda consultiva em clientes estratégicos, aplicando metodologias de inovação e criando um diferencial no desenho das soluções. A ideia é apoiar grandes empresas com desafios a serem solucionados e que necessitam de ambiente de inovação e prototipação para escalar soluções ou adotar novas tecnologias.

“Vamos utilizar sessões e metodologias de Design Thinking e Sprint para desenhar soluções customizadas para prospects e clientes; acompanhar os protótipos de ferramentas que surgirem dessas sessões de Design; e apoiar no desenvolvimento de novas tecnologias que ajudarão clientes e empresas do Grupo a evoluírem e digitalizarem seus negócios”, explica a executiva.

Ainda segundo Zaima Milazzo, “fomos fundados por uma empresa tradicional que se reinventou e criou algo realmente novo. Temos esse conhecimento na prática e agora nossa missão será apoiar empresas e profissionais que querem se preparar para o futuro e fomentar uma mudança cultural baseada em agilidade, inovação e tolerância ao erro”, conclui.