Ex-presidente da Bombril, Marcos Scaldelai vira sócio e VP da Suavetex

Com passagem por empresas como Häagen Dazs, Forno de Minas e Vigor, Marcos Scaldelai, conhecido por ter sido presidente da Bombril, acaba de entrar como sócio e vice-presidente da empresa Suavetex, dona da marca Contente, que oferece ao mercado produtos de higiene oral.

A empresa também é reconhecida no mercado por sua forte atuação no desenvolvimento de marcas próprias para grandes players de mercado. O faturamento atual da empresa é de R$ 50 milhões. Atualmente, o empresário é presidente do Lide Interior de SP, CEO da MHS Marketing & Sales, apresentador do programa Pra Frente Sempre da TV IG, além de autor de best-seller e palestrante.

Scaldelai será o responsável pelas áreas de marketing, vendas e toda a operação da companhia localizada em Uberlândia (MG) em uma instalação de 25 mil metros quadrados. Os principais desafios do executivo serão dobrar o atual faturamento da empresa ainda em 2017 e, em pouco tempo, colocá-la entre as três maiores do segmento. Para isso, já tem definidas algumas de suas principais estratégias, sendo a principal delas buscar um fundo de investimento para acelerar o crescimento.

“A Suavetex já é uma empresa capitalizada, mas estamos com foco em impulsionar o negócio de forma rápida.  Iremos promover ainda a melhoria na gestão da categoria de higiene oral, ampliar itens do nosso portfólio, capilarizar nossa atuação nos canais indiretos como atacadistas e distribuidores e qualificar o mercado low price com entrega do melhor custo x benefício”, revela Scaldelai.

Grupo Desafio, Estilo Propaganda e Estilo Press anunciam acordo de cooperação

Com a intenção de expandir serviços e também ampliar a atuação na capital paulista, a agência Desafio anuncia a integração da sua operação em São Paulo com as empresas Estilo propaganda e a Estilo Press. “Com essa ampliação, a Desafio se torna full-service e reforça o posicionamento no mercado como uma empresa que constrói marcas sólidas, atendendo integralmente às necessidades que geram demandas de comunicação integrada nos dias atuais”, detalha o publicitário Cassio Botelho.

Com 29 anos de mercado, o Grupo Desafio é composto pelas empresas Desafio Comunicação Integrada, que atua como uma agência 360;Desafio.com, exclusivamente digital; e a Berlim89, focada em Campinas e região, com sedes em Campinas e São Paulo.Trabalhando com clientes dos mais variados segmentos, atualmente a agência atende marcas comoMercedes-Benz, Revlon, Medley, Continental Pneus, Ashby Cervejaria, Montana Grill, Jin Jin, Puc-Campinas ePlaza Shopping Itu.

Já a Estilo Propaganda, criada e dirigida pelo publicitário Hermilio Neto, agrega 24 anos de expertise e é voltada para comunicação integrada, tendo entre os clientes: Ourominas, DBACorp, Rexon e Ferrari Máquinas e Equipamentos. Com 12 anos de mercado, a Estilo Press é uma assessoria de imprensa que conta com Euracy Campos como jornalista responsável.

“A sinergia entre as empresas surgiu de imediato e a consequência foi a integração das operações, visando ampliação e fortalecimento das marcas. O grupo será ainda mais forte na capital paulista”, detalha Hermilio Neto. A partir de agora a Estilo Propaganda passa a ser a Desafio São Paulo, com sede na Vila Madalena. Já a Estilo Press trabalhará com a mesma marca, porém como braço de assessoria de imprensa da agência.

E-Consulting prevê recuo de 7,20% no SAC e queda nos empregos em 2017

A atividade de Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) terá retração de 7,20% neste ano, segundo dados do levantamento anual da E-Consulting, boutique de estratégia, líder em criação, desenvolvimento e implementação de serviços profissionais em TI, Telecom e Internet para empresas líderes em seus mercados. Das cinco frentes do mercado de Contact Center avaliados pela consultoria, o SAC é o único nicho que prevê queda no faturamento, com a previsão de movimentar R$ 6,43 bilhões frente aos R$ 6,93 bilhões gerados em 2016.

Com isso, o sinal vermelho é acionado aos trabalhadores da área de Serviço de Atendimento ao Consumidor, já que o setor prevê manter apenas 1.539 milhões de pessoas empregadas dos 1.613 milhões de colaboradores empregados no ano passado, sinalizando uma redução de 4,6% se comparado no último ano. Já o número de PA’s também diminuirá, passando de 814 mil, em 2016, para 794 mil neste ano, o que representa uma queda de 2,5%.

“O amadurecimento pelo uso de canais digitais por partes das operações, como assistentes virtuais e outras plataformas automatizadas de atendimento, criam um movimento de disrupção sem volta nos SACs. A tendência crescente é que as operações fiquem cada vez menos dependentes da interação humana”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting.

Os reflexos da transformação digital nos SACs são sentidos no percentual de crescimento de uso por canais virtuais nas operações de contact center. A expectativa é que este tipo de serviço arrecade R$ 1,92 bilhões em 2017 contra os R$ 1,42 arrecadados em 2016, prevendo um aumento de 35% no faturamento em comparação com o acumulado do ano passado. As outras razões pela queda são os novos players de mercado com novos serviços e ofertas de canais, a mudança de hábito de segmentos de consumidores aliada às novas gerações de consumidores, e a internalização estratégica nas empresas contratantes.

Se por um lado o cenário é de baixa nas atividades do SAC nas empresas, por outro lado as linhas de ofertas tradicionais, como recuperação de crédito e B2B, têm expectativas positivas e devem gerar, respectivamente, R$ 3,96 bilhões contra R$ 3,63 bilhões em 2017 e R$ 1,34 bilhões contra R$ 1,30 bilhões em 2017. Já televendas poderá crescer apenas 0,5%, arrecadando R$ 2,87 bilhões. Em, 2016, a frente somou R$ 2, 86 bilhões.

“A retomada da economia, ainda que tímida, e a estagnação dos níveis de desemprego terá ligação direta no aumento da demanda nas centrais de recuperação de crédito. Resumidamente, o brasileiro voltando a ter renda mexe no aquecimento desta linha de serviço”, diz Domeneghetti.

No geral, o mercado de contact center, considerando operações terceirizadas e internalizadas, deve crescer no País apenas 3,4% em 2017, faturando R$ 47,69 bilhões no ano frente aos R$ 46,1 bilhões faturados no ano passado. A pesquisa da E-Consulting é realizada com 613 das 1000 maiores empresas brasileiras de diversos segmentos e com as 50 maiores operadores de contact center do Brasil.

NetMove dá dicas de como se organizar para uma mudança internacional

A NetMove é uma empresa pioneira e referência em move management no Brasil, especialista em gerenciar todo o processo de mudança dos seus clientes, desde o primeiro contato e vistoria dos bens na residência de origem até a entrega efetiva na cidade final de destino, destaca pontos que merecem atenção para uma mudança segura e tranquila.

Segundo o diretor da NetMove, Arnaldo Petarnela, muitas empresas multinacionais aproveitam este período do ano para transferirem seus executivos. “Em 2016, foram mais de mil mudanças realizadas, sendo quase 800 internacionais. Obras de arte, equipamentos eletro-eletrônicos, veículos, animais de pequeno porte, entre outros, são os que merecem maior atenção, pois podem ter procedimentos específicos e requerem muita informação e atenção aos processos lógisticos e bucráticos”, explica.

Com base no cenário do aumento do número de clientes que se mudaram para o exterior no último ano, a empresa apresenta os principais pontos para quem vai se mudar.

Animais de estimação

O transporte de animais entre diferentes países exige documentação específica emitida pela autoridade veterinária do país de origem, bem como documentos de aceitação do país de destino. A documentação deve trazer o histórico e condições de saúde do animal. Vale lembrar que, cada país tem requisitos próprios e cabe ao dono do animal se informar e providenciar a documentação exigida com um bom prazo de antecedência. “A NetMove pode ajudar com a legislação, mas é importante destacar que, normalmente, só são permitidos dois animais por voo. Assim, nos meses de maior movimento, recomendamos fazer uma reserva muito antecipada, para garantir a reserva e o transporte na data necessária”, alerta Petarnela.

Obras de arte

Para exportar quadros, esculturas, fotografias artísticas, ou qualquer outro objeto que possa ser considerado arte, é necessário ter autorização do Instituto do Patrimîonio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Segundo o diretor da NetMove, antes de embalar um quadro ou escultura, por exemplo, é preciso catalogar em formulário próprio do IPHAN, juntando foto da peça, nome da obra, autor, técnica utilizada e dimensões da obra. “O mesmo procedimento deve ser adotado para todas as peças que possam ser consideradas obras de arte, indepentedente de serem de artistas famosos ou anônimos”, comenta.

Veículos

Carros e motocicletas usados não podem entrar no Brasil como parte de bagagem desacompanhada, segundo Lei Federal.  Com exceção para diplomatas, embaixadores e cônsules. “Para sair do Brasil, veículos usados podem ser embarcados como parte da bagagem, porém, necessitam de documentação específica”, explica Petarnela.

Alimentos e Bebidas

Quando falamos em alimentos, não se trata daqueles levados na bagagem de mão do avião ou adquiridos no duty free, mas, mantimentos que “queremos” despachar nas mudanças. “A maioria dos países proíbe a entrada de alimentos e bebidas, ou cobram impostos. Alguns países até aceitam pequenas quantidades de alimentos, mas isso pode acarretar em atrasos nas liberações alfandegárias e custos extras. Portanto, a recomendação é de não levar nada de alimentos ou bebidas. Caso o país de destino aceite esses ítens, recomenda-se fazer o cálculo prévio dos impostos, para não haver surpresas”, comenta o diretor

Equipamentos elétricos e/ou eletrônicos

É importante ficar atento a ciclagem dos equipamentos, que nada tem a ver com a voltagem. Muitas vezes, o que funciona aqui no Brasil é incompatível em outros países. E vice-versa. Segundo Petarnela, nesse ponto, o consumidor corre o risco de gastar dinheiro para o transporte e depois descobrir que não conseguirá usar o aparelho. Um exemplo é uma máquina de lavar roupas, que no Brasil funciona em ciclos de 60 Hertz e em outros países funciona em ciclos de 65 Hertz. Já as questões que envolvem a voltagem, como 110 e 220 volts, são facilmente solucionadas com o uso de adaptadores.

“Nosso foco e expertise de 20 anos, permite oferecer segurança, suporte e atendimento ao nosso cliente do iníco ao fim do trâmite. Para a família, o procedimento de uma mudança para outra cidade ou país por si só já é um processo bastante desgastante e que consome muita atenção e dedicação das áreas de RH das empresas. Queremos ajudar a tornar tudo mais ágil e fácil, garantindo que, ao chegar ao novo endereço, o cliente tenha seus objetos pessoais à disposição, sem ter que se preocupar com a burocracia da transferência”, finaliza o diretor da NetMove.

Fintech conecta empresas que buscam crédito a financiadores

Para ter acesso ao crédito as empresas do middle market brasileiras passam por uma verdadeira “via-crucis”, principalmente porque a grande maioria dos empresários trabalha com quatro ou cinco instituições financeiras, desconhecendo as alternativas de financiamento disponíveis no mercado.O empresário pode buscar novos financiadores, mas o processo envolve inúmeras apresentações, visitas e viagens, que podem levar meses, tornando o caminho dispendioso e com alta probabilidade de frustração. Muitas vezes o tomador de crédito se depara com situações aonde o tamanho da sua empresa, o seu setor de atuação ou as garantias disponíveis eliminam as suas chances de conseguir um empréstimo logo nos primeiros cinco minutos de conversa. Tempo e dinheiro gastos à toa.

Passada a fase de identificação do provedor do capital, começa a fase de negociação, a montagem do ”kit banco”, que pode incluir mais de 60 documentos diferentes, a resolução de dúvidas e pendências, a formalização do instrumento de dívida e das garantias e finalmente o desembolso.É um processo extenuante que, muitas vezes, faz com que a primeira proposta de crédito seja automaticamente aceita, ficando a dúvida: será que fechei um bom negócio?

Foi pensando nas inúmeras ineficiências desse processo que o financista e empreendedor, Dan Cohen, criou a F(x) – leia-se FdeX. A fintech soluciona cada uma das fases acima através de uma robusta ferramenta on-line que reduz o prazo e os custos de captação de recursos à uma fração no processo off-line. A F(x) conta com mais de 100 alternativas de financiamento cadastradas pelos mais variados tipos de financiadores entre bancos médios, fundos de investimento, financeiras, cooperativas de crédito, entre outros. Através de tecnologia de matching e inteligência artificial desenvolvidos pelo time da plataforma, os algoritmos da F(x) não somente identificam as melhores combinações entre a necessidades de financiamento das empresas e os financiadores cadastrados, como também fazem sugestões para que as empresas aumentem as suas chances de sucesso em uma captação.

Todo esse trabalho é realizado com o objetivo de promover um pregão aonde os tomadores de recursos recebem estruturas indicativas de financiamento e os financiadores obtém exclusividade de negociação. “Esse é o primeiro pregão no mundo em que o ativo transacionado é a exclusividade de negociação, um conceito totalmente original e desenvolvido por nós”, ressalta Dan Cohen, CEO da F(x).

Além da tecnologia de matching, a F(x) desenvolveu outras ferramentas que potencializam as chances de sucesso de um pregão na plataforma, incluindo o relatório de crédito F(x), o Data Room online e o Dashboard de referências corporativas onde os tomadores de recursos podem obter testemunhos sobre a sua idoneidade e seriedade junto a fornecedores e clientes.A empresa também conta com um time de crédito que faz toda a checagem das garantias antes que uma nova necessidade de financiamento seja listada. Isso evita o desperdício de tempo e recursos com ativos que não possam ser dados em garantia, seja pela falta de certidões, por irregularidades na escritura ou simplesmente por já estarem alienados para terceiros.

Atualmente, cerca de 90% das empresas listadas recebem ao menos uma oferta de financiamento. Outro número relevante é que desde o início dos pregões, há cerca de 6 meses, a plataforma já gerou mais de R$ 100 milhões em estruturas indicativas de financiamento. “Oferecemos uma plataforma pioneira com o objetivo de facilitar a busca das companhias por crédito e aproximá-las de melhores condições de financiamento. Nossa meta é chegar a R$ 1 bilhão em necessidades de financiamento listadas durante esse ano”, comenta Dan Cohen, CEO da F(x).

Balanço e perspectivas

O último ano foi de grande crescimento para a F(x), que superou as previsões, alcançando mais de 100 perfis de crédito cadastrados na plataforma, o que possibilita aos algoritmos encontrar matching para um número muito maior de necessidades de financiamento. Além disso, atualmente a plataforma conta mais de 140 consultores em todo território brasileiro. A fintech também está investindo em novos produtos e em tecnologia, como a versão 2.0 do pregão de exclusividade, que foi lançada em em fevereiro de 2017 e que é muito mais robusta do que a versão 1.0 lançada em Agosto de 2016. A F(x) ainda está estudando a entrada em novos mercados como o de precatórios, recebíveis imobiliários, entre outros.

Sobre

A fintech é um marketplace potencializado por algoritmos de “matching”, que conecta empresas, médias e grandes, que buscam crédito à uma base de mais de 100 fontes de financiamento diferentes. Tudo isso de forma 100% online, rápida e efetiva.www.fdex.com.br

GOU Franquias inaugura 20 unidades no primeiro trimestre de 2017

As franquias de saúde continuam em alta. Segundo dados da ABF – Associação Brasileira de Franquias – o mercado de franchising cresceu 8,3% em 2016. As franquias de Saúde, Beleza e Bem-Estar impulsionam o setor com alta de 15,5% no ano.

Acompanhando o ritmo do mercado, a GOU Franquias, rede especializada em tratamento ortodôntico e clareamento dental, inaugurou 20 novas unidades apenas no primeiro trimestre de 2017.

“Creditamos esse crescimento ao amadurecimento da rede, aos bons resultados dos franqueados que já estão em operação e performando muito bem” comenta Bruno Magalhães, diretor de operações da GOU Franquias.

Com investimento inicial a partir de R$120mil e lucro líquido médio de 20% a 35% mês sobre o faturamento a partir da maturação da empresa, a rede é uma excelente opção para quem deseja investir no próprio negócio, mas sem começar do zero já que oferece total apoio aos franqueados, com treinamentos constantes e suporte direto da franqueadora.

Recentemente, a rede implementou o GOU Family, um programa de atendimento que divide os pacientes por faixas etárias. Dessa forma o atendimento se torna ainda mais exclusivo e fideliza os clientes para que permaneçam com o tratamento na unidade.

“Nosso grande desafio tem sido formatar serviços que caibam no bolso dos nossos pacientes. Ou seja, temos a meta de poder fazer serviços com ótimo custo/benefício disponíveis para a população que anteriormente não poderia ter acesso a tais tratamentos. Buscamos oferecer um serviço até pouco tempo atrás inacessível para grande parte da população” relata Magalhães.

Fundada em 2010, a GOU (Grupo Odontológico Unificado) Franquias (www.gouclinicas.com.br) possui mais de 60 unidades pelo Brasil e tem como objetivo oferecer o mais alto padrão em tratamentos ortodônticos e clareamento dental de forma personalizada e acessível a toda população. Todos os dentistas da rede GOU possuem especialização em ortodontia e, aliada a metodologia desenvolvida pela rede, garantem o melhor e mais rápido atendimento a um maior número de pacientes.

Com sede em Uberlândia, MG, a rede de franquias possui quatro modelos de negócio: para cidades até 20 mil habitantes com investimento inicial a partir de R$ 120 mil; para cidades até 50 mil habitantes com investimento inicial a partir de R$ 220mil; para cidades até 100 mil habitantes, investimento inicial a partir de R$ 260 mil; e acima de 200 mil habitantes com investimento inicial a partir de R$ 300 mil.

Underwriters Laboratories investiu R$ 25 milhões em novo laboratório no Brasil

São Paulo — A UL, organização global de ciência da tecnologia, inaugura hoje as novas instalações de seu laboratório de ensaios em Porto Alegre, a Testtech, que será o ponto central para toda a América do Sul. Com investimentos da ordem de R$ 25 milhões, 5 mil metros2 de área construída num terreno com cerca de 10 mil m2, projetando espaço para futura expansão, o novo laboratório marca a consolidação da empresa no país, que projeta crescimento de 15% em 2017, focando principalmente no aumento da certificação de produtos nacionais para a exportação.

A UL, presente no Brasil desde os anos 2000, testa, inspeciona, audita, certifica de acordo com os regulamentos do INMETRO e ANATEL, valida, verifica, assessora, treina e apoia outras empresas com soluções de software para segurança e sustentabilidade. Entre seus principais serviços, além de certificar segundo as Normas locais (INMETRO e ANATEL) a UL certifica sua marca própria, um grande diferencial para a exportação para o mercado norte americano. A empresa também é acreditada para a marcação CE, essencial no mercado Europeu, e para a certificação em diversos outros países como Japão, Canadá, Argentina, México e Colômbia, entre outros

Segundo Alvaro Thiesen, diretor geral da UL para a América Latina, a empresa está em processo contínuo de aprimoramento e as novas instalações vão permitir aumentar o volume de produtos ensaiados, assim como expandir os segmentos de atuação. “Em 2016 o crescimento de certificações da marca própria UL foi de 140%, isso nos mostra que os empresários brasileiros estão focando fortemente na exportação, principalmente para os Estados Unidos, onde a marca UL é sinônimo de confiança. Além disso, tivemos forte atuação nas áreas de eletrodomésticos, iluminação, meio ambiente, saúde e mobiliário”, afirma o executivo.

Ano passado, a UL aumentou em 15% seu quadro de funcionários, chegando às atuais 260 posições, sendo 50 delas na Testtech e o restante na sede recém inaugurada na Av. Berrini. “Nosso crescimento no Brasil tem sido consistente. Fincamos a bandeira nos anos 2000, compramos a Testtech em 2013, em 2015 inauguramos nossos escritórios em São Paulo e, hoje, consolidamos essa trajetória com a inauguração das novas instalações da Testtech”, comemora o executivo, que ainda ressalta a marca de 17% de crescimento no faturamento em 2016.

Theisen olha com entusiasmo para 2017 e relata que o recém assinado acordo de emissão de certificados entre Brasil e Argentina deve fomentar o comércio de indústrias brasileiras para aquele país e aquecer o mercado de certificações. “Além das exportações como um todo, também aposto que o mercado de ‘Óleo e gás’ deve ser reaquecido em 2017 e, além disso, estamos ativando no Brasil acordos internacionais com grandes clientes globais da UL, o que deve incrementar os negócios no mercado local”, conclui.

Sobre a UL

UL (Underwriters Laboratories) promove condições de vida e de trabalho seguras para as pessoas em todo o mundo por meio da aplicação da ciência para resolver os desafios de segurança e sustentabilidade. A Marca UL gera confiança, permitindo a adoção segura de novos produtos e tecnologias inovadoras.

Multinacional norte-americana, presente em mais 143 países, a UL está no Brasil desde 2000 quando iniciou as operações, com seis funcionários. Em 2013, a adquiriu o laboratório Testtech, de Porto Alegre, que atualmente conta com 50 funcionários e novas instalações em 2017. Atuando em diversas áreas no Brasil, a empresa ensaia , inspeciona, audita, certifica de acordo com as normas do INMETRO e ANATEL valida, verifica, assessora, treina e apoia outras empresas com soluções de software para segurança e sustentabilidade.

Para saber mais sobre UL, visite ul.com.br