HTC anuncia pré-venda do Exodus, primeiro smartphone blockchain

A fabricante de dispositivos móveis HTC Corporation, de Taiwan, anunciou o primeiro celular blockchain nativo do mundo, dedicado a aplicações descentralizadas e segurança. O HTC Exodus é oferecido o aplicativo descentralizado embutido, além de protocolos subjacentes expandir a base de nós dedicados, expandindo assim o ecossistema de blockchain totalmente. O objetivo, diz a empresa, é capacitar a verdadeira descentralização com uma abordagem de consumidor final e ecossistema. Os interessados poderão reservar o aparelho no site.

“Eu quero ver um mundo onde os consumidores finais podem realmente possuir seus dados (histórico de navegação, identidade, ativos, carteiras, e-mails, mensagens, etc) sem a necessidade das autoridades centrais”, diz Phil Chen, Chief Decentralized Officer da HTC. “Há muito trabalho pela frente, mas acredito que a camada de hardware móvel pode contribuir significativamente para o nosso novo mundo descentralizado”.

Através do Exodus, diz a empresa, estará apoiando protocolos subjacentes como Bitcoin, Lightning Networks, Ethereum, Dfinity e outros mais. “Gostaríamos de apoiar todo o ecossistema de blockchain”, diz Chen, “e nos próximos meses estaremos anunciando muito mais parcerias interessantes, queremos criar as melhores experiências blockchain e descentralizadas de aplicativos para consumidores finais.”

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ITI apoia BNDES em projeto de Blockchain

O Banco Nacional do Desenvolvimento – BNDES tem investido na tecnologia Blockchain, para promover transformações nos modelos de negócios recentemente ocorridas no setor financeiro nacional. Como resultado, fez parceria com o banco alemão KFW para melhorar o software TruBudget, baseado em Blockchain e com vistas a aprimorar a transparência e a eficiência em projetos de financiamento, que já resultou em uma prova de conceito, realizada na primeira quinzena de maio.

O projeto contemplado com os trabalhos em Blockchain foi o do Fundo Amazônia, do qual o KFW é um dos doadores, e teve como mote ampliar o controle do ciclo de vida das operações financeiras não reembolsáveis. Nos fluxos transacionais, a informação é compartilhada por uma

O Banco Nacional do Desenvolvimento – BNDES tem investido na tecnologia Blockchain, para promover transformações nos modelos de negócios recentemente ocorridas no setor financeiro nacional. Como resultado, fez parceria com o banco alemão KFW para melhorar o software TruBudget, baseado em Blockchain e com vistas a aprimorar a transparência e a eficiência em projetos de financiamento, que já resultou em uma prova de conceito, realizada na primeira quinzena de maio.

O projeto contemplado com os trabalhos em Blockchain foi o do Fundo Amazônia, do qual o KFW é um dos doadores, e teve como mote ampliar o controle do ciclo de vida das operações financeiras não reembolsáveis. Nos fluxos transacionais, a informação é compartilhada por uma rede permissionada, o que garante redução de custos com auditorias entre clientes e doadores.

No entanto, uma dificuldade foi encontrada: não era possível identificar e comprovar nos blocos para onde o dinheiro estava indo. Com o apoio do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, o problema foi superado ao transacionar com certificado digital de pessoa jurídica e realizar registros públicos em Blockchain nas operações diretas, uma vez que as indiretas não envolvem os agentes financeiros privados. Com isso, os fluxos dos montantes transacionados são plenamente identificados nos blocos.

“Em março, o ITI visitou o BNDES e comprometeu-se ao diálogo entre as áreas técnicas das duas instituições. Nosso intuito, além de subsidiar instituições públicas com a expertise em identificação e assinatura digital, é fazer com o que o ITI esteja presente nos debates sobre Blockchain. Trata-se de uma promissora tecnologia que em muito ajudará na modernização das já eficientes formas de transação eletrônica no Brasil e, por isso, nos cabe atuar em projetos como o do BNDES, em pesquisas e em soluções. Certificação Digital ICP-Brasil e Blockchain podem coexistir no universo das TIC, validando juridicamente as transações, possibilitando transparência e credibilidade”, comentou o diretor-presidente do ITI Gastão José de Oliveira Ramos.

Sigfox anuncia dispositivo para acelerar adoção de IoT

O Sens’it Discovery é oferecido como um sistema simples para desenvolvedores e executivos de negócios interessados ??descobrirem, experimentarem e aumentarem seus conhecimentos sobre a IoT. Personalizável, combina o dispositivo Sens’it 3 com o aplicativo sensitivity.io, juntamente com a conectividade Sigfox

Ele vem com seis sensores diferentes – um termômetro, higrômetro, medidor de luz, acelerômetro, magnetômetro e reed switch – e um botão central para vários casos de uso. Ele funciona em qualquer um dos 45 países onde o Sigfox tem cobertura e pode ser configurado para se comunicar em várias regiões sem precisar de nenhuma rede local. A duração da bateria pode durar até um ano, dependendo do uso e da frequência das mensagens.

Ao usar um ou vários dispositivos Sens’it, afirma a empresa, os tomadores de decisões de negócios podem descobrir como a IoT pode ser usada para resolver desafios operacionais, como instalações seguras e de monitoramento, atendimento ao cliente e dados ambientais. Os desenvolvedores podem transformar o dispositivo em um kit de desenvolvimento, criar seu próprio firmware e reconfigurar totalmente o dispositivo com um kit de desenvolvimento de software dedicado disponível em http://www.sensit.io.

Brasil ocupa o 73º lugar em qualidade de infraestrutura mundial

Apesar de se manter como a 8ª economia do mundo, o Brasil ocupa apenas o 73º lugar em qualidade globalmente. A informação está nos estudos “Infraestrutura: regras e incentivos” e “O setor de Telecomunicações”, divulgados nesta sexta-feira, 25, pela Oliver Wyman, consultoria de gestão.

Segundo os relatórios, a atual crise fiscal, que gera a impossibilidade de promover a melhoria necessária na infraestrutura com recursos públicos, torna o cenário ainda mais grave. Outro dado alarmante é que apenas 56% dos brasileiros têm acesso a coleta de esgoto, algo essencial para a saúde da população do País.

Na área de telecomunicações, embora a universalização tenha ocorrido a partir da privatização dos anos 90, os destaques negativos ficam por conta da baixa penetração e velocidade da banda larga, que perde para muitos países da América Latina e Caribe, e chega a ser mais do que seis vezes mais lenta do que a Coreia do Sul, País que possui a maior velocidade no mundo. A Internet no Brasil é quase cinco vezes mais lenta que a velocidade média dos 10 países com maior velocidade. Além disso, nosso serviço possui baixa qualidade e é muito caro se comparado com os nossos vizinhos da América Latina.

De acordo com os estudos, mesmo os países que já possuem uma infraestrutura bem desenvolvida e cujo foco é a manutenção – em vez de construir novas infraestruturas –, tendem a investir mais. Singapura, por exemplo, investe cerca de 2,5% do PIB, e os Estados Unidos, apenas em infraestrutura para água e transporte, investem mais de 2,5%.

A eletricidade no Brasil está praticamente universalizada e 80% da energia do país advém de fontes renováveis, algo louvável. Ainda assim, o sistema tem sua parcela de problemas, incluindo a má qualidade do serviço de distribuição e algumas das mais caras energias por megawatt no mundo. O acesso universal exigiria investimentos de mais de 5% do PIB anualmente, o equivalente a mais de R$200 bilhões em capital por ano.

A posição do Brasil nos rankings globais seria ainda pior se não fosse pelo índice de penetração de linhas telefônicas fixas, onde ocupa a 49ª posição. Finalmente, com 62% da população brasileira se declarando insatisfeita com a infraestrutura atual, temos uma das mais baixas avaliações do mundo.

A estrutura do mercado de capitais no Brasil também contribui para afastar investidores privados dos projetos de infraestrutura. Para alocar receitas e riscos entre os diferentes investidores é necessário ter instrumentos financeiros compatíveis.

Ampliar o volume de investimentos privados em infraestrutura, garantindo uma alocação eficiente desses recursos, requer o desenvolvimento de um arcabouço legal e regulatório que enfatize a estabilidade das regras para os investidores, assim como um processo claro e transparente de priorização e coordenação de projetos por parte do governo. Mais transparência dos processos e pontos de contato entre o governo e investidores privados idem.

A escolha dos projetos, definição de interdependências e análise prévia de viabilidade requer, a exemplo do que ocorre em países como Canadá, Austrália e Reino Unido, a existência de uma instância coordenadora que ligue as ações dos múltiplos ministérios. Este órgão necessita ter mandado e capacidade técnica apropriados para melhorar o planejamento e a execução dos projetos. No Brasil, o PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) poderia cumprir o papel.

O setor de Telecomunicações

No Brasil, o panorama do serviço de banda larga fixa é bem diferente do de telefonia fixa. Ainda há muito trabalho no que se refere à universalização, mas mais ainda na qualidade do serviço. O número de acesso à banda larga fixa é de 12,9 por 100 habitantes, enquanto em outros países este número é maior que 30. Itália e Uruguai estão na casa dos 26 (o dobro do Brasil), enquanto que Espanha e Austrália, na casa dos 30. Portugal e Estados Unidos (33/100), Canadá (37), Reino Unido e Alemanha (38), Coreia do Sul (40,5), França (42,7) e Suíça (45,1) lideram esse índice de penetração.

Quando analisamos a penetração por estado, a dispersão é grande e está muito relacionada à renda. Quanto à qualidade do serviço, a velocidade média é de 3,6 Mbps, enquanto a média mundial é de 5 Mbps. Na Coreia do Sul, por exemplo, a média é de 23 Mbps – ou mais de seis vezes. A tecnologia de banda larga móvel pode ajudar a melhorar esse cenário, mas ainda precisa ser de melhor qualidade, ter mais cobertura do 4G, e precisa avançar na direção de um serviço mais barato e acessível.

O acesso à banda larga fixa ainda é baixo, 28,7 milhões, se comparado ao número de telefonia fixa, de 40,8 milhões. Além do mais, a penetração da banda larga varia de região para região. As regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste têm penetração acima da média brasileira. Essas três regiões atingem 69,3% de penetração, um número que pode ser considerado razoável.

Já o Nordeste conta apenas com um pouco mais da metade da população com acesso à Internet em seu domicílio. Em relação a outros países, temos uma penetração baixa como já foi dito, de apenas 12,9 acessos por 100 habitantes. A média dos países desenvolvidos é de 30,3/100 e a média dos países do Cone Sul (Argentina, Chile e Uruguai) é de 19,813.

Se por um lado as empresas de telecomunicações se queixam da alta carga tributária imposta, custos excessivos trabalhistas e dificuldade para melhorar e expandir a banda larga fixa ou móvel, por outro, o governo brasileiro parece não se sensibilizar com tal cenário. O atendimento aos consumidores feito pelas operadoras tem qualidade muito baixa e é considerado um dos piores do mundo. Com isto posto, a conclusão é que os clientes pagam caro por um serviço ruim.

Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) revela a correlação entre o aumento da penetração da banda larga e o PIB per capita, produtividade e emprego. A amostra inclui 24 países latino-americanos e caribenhos e conclui que um aumento da penetração de banda larga de 10 pontos percentuais leva a um aumento de 3,19% do PIB per capita, 2,61% da produtividade e 0,5% do nível de emprego. Isso seria fundamental para uma melhoria do País.

O modelo de concessão surgiu para transformar o setor de telecomunicações marcado por um monopólio estatal ineficiente e suportar a universalização requerida da telefonia fixa, em um momento em que havia falta de investimentos.

Vinte anos se passaram, a meta de universalização da telefonia fixa foi cumprida, mas o setor precisa evoluir para um modelo que atenda as atuais demandas da sociedade, assegurando também uma solução economicamente viável às operadoras. Essas empresas precisam de mais incentivo e menos burocracia.

O governo precisa tratar o assunto com prioridade se não quiser ficar estagnado tecnologicamente. O modelo atual onera a telefonia fixa, impondo uma série de obrigações desconectadas da realidade de uso atual, como instalações de TUP e acesso individual de telefonia fixa, enquanto há uma demanda ávida por banda larga realmente rápida que não tem sido atendida no ritmo necessário.

Índice mostra como desabastecimento afetou os hábitos de consumo dos brasileiros

São Paulo – Levantamento do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) mostra o comportamento do consumo da população brasileira entre os dias 23 e 25 de maio, quando a paralisação dos caminhoneiros passou a afetar mais diretamente o abastecimento de produtos em todo o País.

A receita de vendas em postos de combustíveis chegou a dobrar na quarta (23) e quinta-feira (24) em comparação a média diária do início do mês de maio. Além disso, a quantidade de vendas e o gasto médio registraram crescimento de 53% e 31%, respectivamente. Porém, já na sexta-feira, 25, houve queda de 28% na receita de vendas, decorrente da diminuição da quantidade de vendas realizadas (-38%), reflexo direto da falta de oferta, com diversos estabelecimentos fechados. O gasto médio, entretanto, seguiu em alta, com 15%.

Comportamento diferente foi observado no segmento de Supermercados e Hipermercados: entre os dias 23 e 24 a receita de vendas cresceu 23%. Na sexta-feira (25) o volume foi ainda maior – 52% –, ficando atrás apenas da receita registrada no sábado, 12, véspera do Dia das Mães. Esse aumento foi impactado de forma similar pelo crescimento tanto na quantidade de vendas quanto pelo gasto médio, que também tiveram as maiores altas na sexta-feira. “O ICVA nos evidencia que a população brasileira tem se preocupado com itens de necessidade básica. Porém, pode ocorrer que esse segmento também seja afetado pela eventual escassez de produtos”, afirma Gabriel Mariotto, diretor de Inteligência da Cielo.

O setor de Alimentação (Bares e Restaurantes) apresentou uma queda de 8% na quinta-feira (24) em comparação com a semana anterior (17), decorrente principalmente da diminuição da quantidade de vendas, que também recuou 8%. O segmento de Vestuário e Artigos Desportivos apresentou o mesmo comportamento, com quedas de 10% na receita e de 12% na quantidade de vendas.

O efeito de queda de receita na quinta-feira (24) na comparação com a quinta-feira anterior (17) também foi visto nos setores de Móveis, Eletrodomésticos e Lojas de Departamento, e Materiais para Construção, 19% e 16%, respectivamente. Ambos os resultados foram impactados pela diminuição na quantidade de produtos vendidos.

David Kahn e Mauricio Pordomingo são os novos VPs de Vendas e RH da PepsiCo Brasil

São Paulo – A PepsiCo Brasil apresenta dois novos executivos: David Kahn, vice-presidente de Vendas, e Maurício Pordomingo, vice-presidente de RH. Kahn está na companhia desde 2002 e, desde então, atuou na área de Vendas e foi Diretor Geral nas divisões da Venezuela e Caribe. Pordomingo iniciou sua carreira na PepsiCo há 16 anos e já levou seus conhecimentos em Recursos Humanos para o Peru, Colômbia, Equador, Argentina, Uruguai, México e Estados Unidos, além das divisões de América Latina e Corporate.

As chegadas de ambos, que trazem expertises adquiridas em outros importantes mercados da companhia, reforçam a confiança da PepsiCo no Brasil, sua 6ª maior operação no mundo. Pordomingo e Kahn já estão estabelecidos em São Paulo, onde funciona a sede da companhia no país, exercendo suas novas funções.

Embratel anuncia serviço de loja online

A Embratel lança esta semana o serviço Loja Online, uma ferramenta completa para micro e pequenas empresas que desejam ter sites de comércio eletrônico. A solução é oferecida no modelo SaaS (Software como Serviço) e tem a segurança de estar hospedada na Nuvem da Embratel, uma das mais modernas do País. A nova oferta tem uma interface intuitiva para rápida criação de lojas virtuais e funcionalidades interessantes como o design personalizado das páginas, integração com os Correios, conexão com redes sociais e a integração com diferentes meios de pagamento eletrônico.

“A Loja Online Embratel permite que micro e pequenas empresas tenham suporte completo para a estruturação de seus negócios on-line, tendo a Embratel como um parceiro de TI com soluções que apoiam na alavancagem de seus negócios”, diz Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel.

A oferta da Embratel atende as demandas de todos os tipos de segmentos, incluindo cosméticos, alimentação, decoração e eletrônicos. O setor de moda e de acessórios, por exemplo, deve ser um dos segmentos de maior crescimento, pois hoje é mais um dos preferidos pelos empreendedores brasileiros para investir e que, consequentemente, possui grande concorrência.

Com o anúncio, a Embratel está de olho no mercado de e-commerce que está em expansão e movimenta cerca de 70 bilhões de reais ao ano. Segundo Rachid, apesar do aumento das lojas virtuais, grande parte dos empreendedores aponta que a dificuldade de encontrar ferramentas e parceiros tecnológicos para os negócios estão entre os principais obstáculos para o aumento do faturamento dessas empresas. “Temos uma grande oportunidade de negócios porque oferecemos a solução completa para os empreendedores”.