Estudo mostra como se comportou o mercado de trabalho para profissionais de TI em 2016

A Conquest One, empresa brasileira especialista em Staffing de TI, acaba de finalizar sua pesquisa anual sobre as oportunidades do mercado de trabalho em Tecnologia da Informação; o levantamento considerou as vagas trabalhadas pela empresa em 2016. E vale lembrar que para este ano, o setor de TI voltará a crescer, tendo em vista que muitos dos projetos pausados e tantas outras atualizações, antes paradas, devem voltar à ativa. Para 2017, o Gartner prevê que os investimentos chegarão a R$ 236 milhões, um aumento de 2,9% se comparado a 2016. É importante ressaltar que, mesmo com esse aumento, alguns perfis continuam escassos no mercado, é o caso dos desenvolvedores Java e os desenvolvedores mobile. O primeiro por exigir alta qualificação técnica, e o móvel, por um número baixo de profissionais no mercado.

Ainda que o país tenha sofrido graves problemas políticos e econômicos, o setor de TI é um segmento que precisa manter seu fluxo, especialmente por conta de novas tecnologias, necessidade de segurança da informação, análise de dados, mobilidade etc. Fato representado pelos dez perfis com maior quantidade de fechamentos em 2016: analista de sistemas (13%); analista desenvolvedor Dot.Net (10%); analista de negócios/processos/projetos (9%); gerente de Projetos/PMO (9%); analista de BI (8%); analista de suporte (8%); analista de redes e Telecom (6%); desenvolvedor web/web designer (6%), analista programador Java (4%) e analista programador Oracle Pl/SQL (4%), uma lista que soma 62% em vagas para analistas.

“Acredito que podemos ser otimistas com relação a 2017, os investimentos serão retomados, e muitas empresas precisam dar novamente o play em atualizações que foram pausadas por conta da crise. A demanda para desenvolvedores demonstra isso, uma vez que 53% das vagas são para essa categoria”, afirma Marcelo Vianna, sócio-diretor e CHRO da Conquest One.

Além desse grupo, a categoria infraestrutura de TI somou 16% das oportunidades, com destaque para o perfil de analista de redes e telecom; vagas relacionadas ao negócio e a seus processos ficaram com 13% das vagas, ressaltando o analista de negócios como mais procurado. A lista segue com cargos para gestão (9%), como o gerente de projetos, e com vagas para suporte operacional (8%), em especial os analistas de suporte.

“O mercado de TI tem espaço, e é muito grave o fato de que ainda temos uma grande carência de mão de obra qualificada. Só na América Latina, as previsões do IDC estimam que até 2019 faltarão quase 450 mil profissionais para ocupar postos de trabalho. E o Brasil já é afetado por isso. As vagas existem, a demanda só aumenta, e nós, mais do que nunca, temos o dever de ajudar as empresas a preenche-las e os candidatos a se recolocarem“, explica Antonio Loureiro, CEO da Conquest One.

Em 2016, a procura de profissionais se manteve nos setores de serviços variados (28%), saúde (19%), serviços financeiros (15%), indústria (12%), tecnologia (7%), farmacêutica (7%), varejo (6%) e infraestrutura (6%). Números diferentes dos levantados ao final de 2015, em que os setores de tecnologia (22%) e serviços (21%) foram o que mais buscaram profissionais de TI, saúde e infraestrutura mantiveram o mesmo percentual, 20% cada, à frente do setor farmacêutico, com apenas 7,5%.

O mercado de tecnologia da informação não obriga de seus profissionais um diploma universitário, por outro lado, é uma área que precisa de atualização constante. 2017 promete ser um ano de retomada, e isso torna a demanda, tanto por parte das empresas quanto do lado dos profissionais, maior. E assim como na pesquisa passada, o inglês se mantém como um dos principais requisitos dos contratantes, estando presente em uma de cada três vagas. Mas não é só isso, o comportamento e o histórico profissional também se tornaram mandatórios nos processos seletivos.

“As empresas buscam profissionais em diversas tecnologias, e sabem que podem perder negócios se não atenderem à necessidade da fluência em um segundo idioma. Além disso, ressaltamos que um bom histórico profissional aliado ao comportamento, são qualidades-chave hoje em dia, pois de nada adianta dominar certa tecnologia, se você não é capaz de se relacionar com o time de trabalho”, reflete Marcelo.

Atento anuncia mais de 1.600 novas vagas em São Paulo e Rio Grande do Sul

São Paulo – A Atento, provedora de serviços de gestão de clientes e terceirização de processos e negócios (CRM/BPO) na América Latina e uma das três líderes mundiais em seu setor, anuncia nesta semana um total de 1.611 vagas de emprego em diversos municípios de São Paulo e Rio Grande do Sul. As oportunidades contemplam os cargos de operador – posição que não exige experiência anterior – e consultor de vendas presenciais.

São 40 vagas na área de vendas presenciais, nas cidades rio-grandenses de Porto Alegre, Alvorada, Canoas, Guaíba, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Sapiranga, e nos municípios paulistas Guaíra, São Joaquim da Barra e também na capital. Ainda no Estado de São Paulo, a companhia conta com 1.571 oportunidades para atendimento ao cliente, sendo 565 na capital, 50 em Guarulhos, 56 em Ribeirão Preto, 386 em Santo André, 382 em São Bernardo do Campo e 132 em São José dos Campos.

Como benefícios, são oferecidos salário compatível com o mercado, vale-alimentação, vale-refeição, auxílio creche, auxílio criança especial, além de todos os benefícios CLT. Além disso, a Atento conta com parcerias com instituições de ensino em todo País, com descontos em cursos superiores, pós-graduação, MBA, escolas de idiomas e informática.

Os candidatos devem enviar, até 02 de abril, currículo ou e-mail com nome, cidade e telefone com DDD para recrutamento@atento.com.br. Mais informações podem ser levantadas por meio do telefone 0800 771 4014. Vale destacar que as oportunidades são válidas apenas para residentes no município referente à vaga.

Perfil do Candidato

Consultor de Vendas Presenciais: Ensino Médio completo ou cursando Ensino Superior, experiência com vendas porta-a-porta, possuir veículo próprio e ter disponibilidade para pequenas viagens.

A companhia procura profissionais com pró-atividade, boa argumentação, habilidades para negociação e disposição para conquistar novos clientes.

Operador: Segundo grau completo, bom vocabulário, boa dicção, fluência verbal, desenvoltura no relacionamento interpessoal, dinamismo, conhecimentos de informática e habilidade em digitação. Não é necessário ter experiência anterior.

Laboratório do Inpe desenvolve novo tipo de combustível para uso em foguetes e satélites

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) desenvolveu um novo tipo de combustível que pode ser utilizado para a propulsão de motores de foguetes usados no lançamento de satélites. O composto utiliza uma combinação de etanol e etanolamina que reage com peróxido de hidrogênio, a popular água oxigenada, concentrado a 90%. A mistura desses elementos, catalisada por sais de cobre, entra em combustão espontaneamente, culminando na propulsão do estágio satélite. Acompanhe neste vídeo.

Segundo o chefe do Laboratório Associado de Combustão e Propulsão (LCP), Ricardo Vieira, o propelente pode ser melhor utilizado em motores de apogeu, usados na transferência de órbita de satélites, ou nos últimos estágios de veículos lançadores. Trata-se de uma reação hipergólica, que gera ignição espontaneamente apenas pelo contato dos componentes químicos, sem a presença de fontes externas para a ignição.

“Descobrimos que o etanol funciona muito bem nessa reação. Com ele, o atraso de ignição é bem menor, aumenta o desempenho do motor e reduz os custos do combustível. A decomposição do peróxido a 90% eleva muito a temperatura do sistema, o que facilita na ignição do motor. Dentro dos requisitos que trabalhamos, o sistema funciona muito bem”, explicou Vieira.

Custo x benefício

O combustível brasileiro apresenta vantagens em relação aos propelentes comumente usados pela indústria espacial no mundo, como, por exemplo, a hidrazina e o tetróxido de nitrogênio. Ambos são importados e têm alto valor de compra. Um quilo de cada uma dessas substâncias é cotado a R$ 1 mil, aproximadamente. Além disso, a hidrazina e seus derivados são cancerígenos, e o tetróxido de nitrogênio pode ser fatal após poucos minutos de exposição, mesmo a baixas concentrações no ar.

Já o combustível desenvolvido no LCP tem um custo médio de R$ 35 por quilo e não oferece risco. Além disso, a concentração do peróxido de hidrogênio a 90% é feita no próprio laboratório. “A eficiência é próxima a dos propelentes tradicionalmente utilizados em propulsão, a hidrazina e o tetróxido de nitrogênio. A vantagem que temos são o preço e a segurança no manuseio dos componentes, que não poluem o meio ambiente”, ressaltou o pesquisador.

O Laboratório Associado de Combustão e Propulsão é o único laboratório no Brasil capaz de concentrar o peróxido de hidrogênio 70% para aplicações aeroespaciais.

Alexandre Torres torna-se presidente América Latina da TmaxSoft

Depois de três anos de presença no Brasil, a TmaxSoft, multinacional coreana provedora de software de infraestrutura, anuncia Alexandre Torres como presidente América Latina. O executivo, anteriormente na posição de presidente da unidade brasileira, tem agora o desafio de expandir os negócios da empresa em toda região.

Torres tem mais de 26 anos de experiência no segmento de processamento de dados. Na TmaxSoft, o executivo esteve à frente do cargo de presidente Brasil por aproximadamente um ano e meio, mas também teve passagens pela Sybase®, BEA Systems e Oracle.

Formado em Economia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Torres conta com vasto conhecimento do mercado brasileiro, posto-chave para aumentar a representatividade da companhia em toda a região da América Latina.

Fanem eleva patamar de investimentos em P&D

A Fanem, multinacional brasileira que fabrica produtos nas áreas de neonatologia e de laboratórios, ampliou em 2016 de 7% para 8,3% os investimentos destinados à sua área de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Os recursos foram aplicados tanto no desenvolvimento de novos produtos como também na atualização e modernização do seu portfólio atual. Ao agregar ainda mais valor à sua oferta de produtos, a companhia espera, já em 2017, aumentar em cerca de 10% sua receita líquida, em comparação ao ano passado.

“Pioneirismo e elevado nível de inovação são aspectos incorporados ao nosso dia a dia e que fazem parte do DNA da Fanem. Para nós é crucial deter um portfólio avançado que supere as demandas e exigências do setor e até mesmo surpreenda o mercado, mesmo em tempos difíceis e de retomada lenta da economia”, explica o diretor executivo da Fanem, Djalma Luiz Rodrigues.

Além de investir em P&D, para viabilizar o aprimoramento de sua linha de produtos, a Fanem destinou recursos para aquisição de novas máquinas e estabeleceu parcerias tecnológicas com empresas especializadas no setor de saúde. Levando em consideração o longo processo de maturação demandado no desenvolvimento de equipamentos médicos e a necessidade de constante evolução por conta de exigências regulatórias, para 2017, o plano é continuar investindo em novas aplicações e equipamentos, tanto na área de neonatologia como de laboratórios. Também já são esperados alguns frutos desta importante iniciativa.

“Esses investimentos e outros, como a instalação da nossa fábrica no México, que está prestes a entrar em operação, serão fundamentais para o incremento de receita que esperamos para esse ano. No entanto, por outro lado, temos uma preocupação muito grande de que o governo ao adotar a reoneração fiscal desconsidere toda a cadeia produtiva da saúde desta medida, preservando os benefícios em vigência. É notoriamente sabida a fragilidade financeira das entidades hospitalares em nosso país, que se agravou ainda mais com todo o desequilíbrio econômico nos últimos anos. Nível de desemprego alto, investidores externos com receio de aplicar no País, Estados e Municípios a beira da insolvência, são fatos que refletem de forma direta no consumo de equipamentos de saúde no mercado interno, especialmente pelo setor público. Mesmo assim estamos confiantes na melhoria do cenário”, finaliza.

Negócios digitais: 80% do foco não estão em vendas

*Anderson Gomes

Tire o foco da venda em 80% das suas ações de marketing digital e venda muito mais. É isso mesmo que você leu. Menos ansiedade em vender a todo custo e muito mais ajuda para o seu público. É assim que seu negócio irá vender mais.

Muito se fala de inbound marketing e chamadas para ação (CTA). E ambos são fundamentais, hoje em dia, para os negócios. Mas o que importa mesmo é como utilizar essas estratégias, uma vez que ambas vem sendo deturpadas nos últimos anos, aqui no Brasil.

Os “especialistas” dizem que seus conteúdos precisam ser vendedores, quando (na verdade) eles precisam ser engajadores! Conteúdo bom é aquele que prende a atenção de quem está tendo contato com as informações. Conteúdo precisa conversar com o seu público, não pode ser um monólogo, não pode chegar com os dois pés na porta e já querer empurrar algo para o cliente comprar.

O que aplico aos meus clientes que pedem consultoria – e também ensino aos meus mentorados – é a importância de você fazer um bom trabalho de branding ou pela construção de autoridade. E aí o inbound feito da forma correta se torna uma estratégia muito eficaz.

Para que isso aconteça, eu aplico a fórmula 80/20, no qual 80% do conteúdo é focado na gestão da marca e, somente, 20% em vendas. Assim, conquistamos clientes e mostramos que somos a melhor opção para eles. Mas você deve estar pensando: “isso é mais um blá, blá, blá, de mais um especialista”, certo? Então, vamos colocar as mãos na massa? Veja três situações e se identifique:

Sem case? Ensine algo ao seu público

Você é muito bom no que faz, tem um produto/serviço legal, mas pouca gente te conhece. E quase não tem casos de sucesso para dar a base de confiança que você precisa. Então, sugiro que comece ensinando o seu público algumas táticas que podem gerar os primeiros resultados. Primeiro, crie um funil e monitore em que momento cada lead se encontra e, no momento certo, ofereça o seu produto ou serviço, por meio de chamadas para ação.

Já tem case? Gere conteúdo com seus casos

Você é muito bom no que faz, tem um produto/serviço legal, já goza de um certo respeito na sua área de atuação e tem alguns casos de sucesso. Nesta fase você pode acelerar um pouco as coisas. Gere conteúdo que ajude seu público, apresente seus cases, na sequência. E, somente depois, ofereça seu produto ou serviço usando CTAs. Desta forma você irá impactar mais pessoas e escalar seus negócios.

Autoridade/Celebridade: Pesquise sua audiência

Você é muito bom no que faz, tem um produto/serviço legal, já é autoridade/celebridade no segmento que atua, e tem vários casos de sucesso. Primeiro passo é fazer uma pesquisa com a sua audiência, para entender exatamente o que ela quer comprar e como quer comprar. Crie uma série de conteúdos e já ofereça seu produto simultaneamente. Neste caso, as pessoas irão comprar mais pelo fato de “estarem mais perto” de você. Use isso a seu favor!

Viu como nos três exemplos citados a venda é consequência das ações? Em todas as situações, antes da oferta, existem alguns passos a serem seguidos. Nos negócios com os meus clientes esse tipo de estratégia tem gerado ótimos resultados. Não é teoria, é prática!

O inbound marketing bem trabalhado sempre trará bons resultados. Mas lembre-se: qualquer estratégia de marketing – seja ela, on ou off – precisa de pesquisa e planejamento. O primeiro passo de uma boa estratégia é uma boa e detalhada análise de avatar (público-alvo). Sem isso, toda a sua estratégia e ações de marketing podem estar comprometidas.

*Anderson Gomes – Estrategista em Negócios Digitais, com foco em Vendas Online e Aconselhamento a empreendedores. Tem formação em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com pós-graduação em Marketing Estratégico pela Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV/SP). É CEO da startup Daily Baby, sócio mentor nas Startups Daily Pet e OH Educação.

Supermercado Now recebe aporte de R$ 1 milhão de investidores-anjo

O Supermercado Now, maior plataforma brasileira de supermercado online, anuncia aporte de R$ 1 milhão de investidores-anjo e planeja a expansão de suas operações até o final de 2017. A empresa surgiu para facilitar a compra de bens básicos e recorrentes com mais comodidade e rapidez.

O Supermercado Now atualmente possui 25 shoppers ativos e independentes, que são capacitados para realizar as compras de acordo com a necessidade de cada pessoa. Levando mais comodidade e satisfação aos clientes, a empresa entrega os produtos em até duas horas, ou em horário agendado pelo consumidor, em 42 bairros paulistanos, como Vila Olímpia, Itaim Bibi, Moema, entre outros.

Um dos principais diferenciais do Supermercado Now é a possibilidade do cliente ter acesso a alimentos frescos (especialmente frutas, legumes e verduras), com a garantia que foram cuidadosamente selecionados direto das gôndolas e prateleiras do supermercado selecionado.

“Queremos levar para nossos clientes uma opção mais segura e transparente na hora das compras, evitando o estresse diário e proporcionando uma maior variedade de produtos e preços equivalentes aos das lojas físicas, sem sair de casa. Por isso, nossos shoppers passam por uma série de avaliações para que estejam aptos para oferecer uma melhor experiência aos clientes. Além disso, nosso serviço torna-se uma fonte de renda extra garantida para essas pessoas”, explica Marco Zolet, CEO e fundador do Supermercado Now.

Em 2016, o Supermercado Now registrou, aproximadamente, quatro mil entregas e transacionou cerca de R$ 600 mil pela plataforma. Para 2017, a startup espera alcançar a casa dos R$ 10 milhões, lançar seu aplicativo para que os clientes possam realizar e acompanhar suas compras em tempo real e se tornar referência em logística inteligente.

A plataforma possui mais de cinco redes de supermercados, como Emporium SP, Origen Orgânicos, Rei dos Grãos, Quitanda e Santa Gemma e já está em fase de negociação com outras três grandes redes de São Paulo. A forma de pagamento é por meio de cartão de crédito e é cobrada uma taxa sobre todas as compras realizadas pelos consumidores, que varia de R$ 15,90 a R$ 17,90.

Formado em Administração pela Universidade Católica do Paraná e MBA em Estrategic Business Management pela Fundação Getúlio Vargas, Zolet possui 16 anos de experiência em gestão, operações e finanças em empresas como Estre Ambiental, Ambev e HSBC.