Cooperativa de Crédito da COOP inaugura nova unidade

Nesta terça-feira (26), às 18 horas, o Sicoob Crediconsumo – Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Coop – Cooperativa de Consumo – inaugurará mais um ponto de atendimento.

A nova estrutura funcionará em prédio de dois pavimentos anexo à loja Coop Queirós (Avenida Queirós dos Santos, 456 – Centro – Santo André), onde ficarão concentradas as áreas administrativa e comercial.

O investimento no novo espaço, que tem 530 m² de área, garante estrutura física para o Sicoob Crediconsumo estender seu leque de produtos para outros públicos, a exemplo dos parentes de seus atuais associados, ou às pessoas jurídicas pertencentes a esses associados. Esta abertura já havia sido aprovada em Assembleia Geral Extraordinária e avalizada pelo Banco Central. O Sicoob Crediconsumo possui 36 anos de atuação e carteira de 7 mil cooperados.

A Coop é considerada a maior Cooperativa de Consumo da América Latina e em 2016, encerrou o ano com faturamento bruto de R$ 2,125 bilhões. Possui 1,7 milhão de cooperados, mais de 5,9 mil colaboradores diretos, 30 unidades, sendo 22 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba e duas em Tatuí, além de três postos de combustíveis e 12 drogarias de rua.

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Super Nosso vai investir R$ 80 milhões até o fim de 2018

O grupo mineiro Super Nosso,Adicionar novo que detém a rede de supermercados Super Nosso e o atacarejo Apoio Mineiro, planeja investir R$ 80 milhões até o final de 2018. O montante será destinado, principalmente, a abertura de novas unidades. Até lá, pelo menos mais 14 lojas devem ser inauguradas.A retomada dos aportes ocorre diante da projeção de uma recuperação gradual do consumo das famílias. O diretor presidente da companhia, Euler Fuad, disse ao DCI que os sinais da economia estão clareando e que há um descolamento com a situação política. “A economia começa a se desvincular e caminhar sozinha. Isso estimula a gente para investir mais”, afirma. De acordo com ele, a empresa se preparou nos últimos dois anos, com a redução de custos da operação e o fechamento de lojas deficitárias e agora está pronta para voltar a expandir.

Todo o investimento previsto para este ano e para 2018, conta, será de capital próprio, sem a necessidade de alavancagem. Até dezembro, mais quatro supermercados devem ser inaugurados, em um aporte de R$ 20 milhões. Até o momento, ele conta que outros R$ 40 milhões já foram investidos este ano, na abertura de algumas unidades e de um centro de distribuição. Para 2018 ele afirma que mais seis lojas já estão garantidas, mas que a companhia pretende chegar a 10 aberturas, totalizando um aporte de mais R$ 60 milhões.

O grupo possui atualmente 18 supermercados Super Nosso, algumas lojas compactas da bandeira Momento Super Nosso e mais 13 unidades do atacarejo Apoio Mineiro. As aberturas daqui para frente devem abranger os três formatos, conta Fuad, sem detalhar quantos lojas de cada um dos modelos serão abertas. Ao final deste ano, já com as quatro aberturas, a rede deve fechar com um total de 40 unidades. Todas as operações estão localizadas na região metropolitana de Belo Horizonte (MG).

Estudo traz valores das remunerações no setor atacadista distribuidor

Depois de três meses de trabalho, a ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores anunciou uma pesquisa inédita que revela valores das remunerações e dos benefícios oferecidos por empresas do setor aos profissionais contratados. A primeira edição desse estudo evidencia as composições de ganhos de 50 cargos, que se estendem desde atividades de executivos até funções operacionais, que abrangem salários básicos, comissões e bônus, além de diversos benefícios, como assistência médica e refeição, obtidos a partir de informações coletadas e compiladas recentemente, entre abril e junho deste ano. A amostragem considera os dados fornecidos por 45 companhias localizadas nas cinco regiões do Brasil.

Os respondentes realizaram um levantamento sigiloso, que indica os valores pagos aos seus colaboradores. Em troca, receberam um relatório detalhado, confrontando os valores das remunerações verificadas no seu quadro de funcionários com a média de ganhos oferecida pelas empresas do setor, na região em que atuam, o que permite constatar com precisão se eles são adequados – ou não – às ofertas do mercado de trabalho, respeitando as particularidades dos locais em que ocorrem essas atividades comerciais .

Graças a essa pesquisa, as relações de comparação assim obtidas oferecem uma oportunidade para o departamento de recursos humanos adotar medidas “assertivas”, ou para manter medidas já existentes, que tornem as empresas competitivas para a busca e a retenção de profissionais. “O estudo tem como objetivo promover a integração, criar um espaço de troca de informações e estabelecer e/ou intensificar a sinergia entre as empresas participantes do setor para que possam ter uma visão precisa e abrangente de qual é o cenário de remunerações e tomem decisões bem ajustadas ao mercado em que atuam. Não é um espaço de concorrência, mas, isto sim, de colaboração”, afirma Roberto Pissinatti, diretor de Pesquisas do IDEE, consultoria especializada em gestão empresarial, com foco no desenvolvimento organizacional e de pessoas, que a ABAD contratou para a realização da pesquisa.

Os dados fornecidos pelos respondentes são mantidos em sigilo e abertos somente para a consultoria, sendo que nem mesmo a ABAD tem acesso a eles. O relatório detalhado do estudo foi inclusive disponibilizado on-line, por meio do sistema ideeWeb, apenas para quem dispõe de login e de senha. A ABAD tem a expectativa de ampliar a amostragem na próxima edição, que sairá em 2018. Em respeito ao compromisso de confidencialidade, a DISTRIBUIÇÃO teve acesso apenas a uma parte do levantamento.

Do total de 45 respondentes, 16% estão na Região Norte e 18% na Sul, enquanto o Centro-Oeste, o Sudeste e o Nordeste são representados pela mesma fatia de pesquisados, de 22%. O estudo indica qual é a política de remuneração adotada por empresas de diferentes portes. Foram pesquisados 50 cargos, que abrangem as remunerações de 285 executivos, 567 líderes, 261 técnicos, 393 especialistas e analistas e 15.239 funcionários das áreas administrativas e operacionais. A composição de ganhos dos trabalhadores, informada pelos departamentos de recursos humanos das companhias, foi obtida considerando-se o salário-base e remunerações adicionais, como comissão sobre vendas, bônus, participação nos lucros e nos resultados e benefícios.

Diagnóstico detalhado

Segundo Pissinatti, o estudo também revela um diagnóstico das remunerações oferecidas pelo atacado distribuidor em diversas áreas e compara esses valores com a média salarial do mercado, com base no banco de dados do IDEE, composto por 335 empresas de 29 segmentos, capturando a política salarial adotada por empresas que vão desde indústrias até prestadoras de serviços e o varejo. No quadro geral, o resultado mostra que o setor está aquém do mercado em sete níveis hierárquicos de cargos, compreendendo desde funções exercidas no topo até cargos operacionais – veja ao lado. Para diretores, por exemplo, o mercado paga 36.798 reais e o atacado, 33.838 reais, enquanto para gerentes os valores contabilizados são de 15.084 reais e 11.979 reais, respectivamente. Para postos administrativos, foram apuradas as cifras de 1.992 reais e 1.475 reais, diferença que se estende um pouco mais na área operacional, comparando 1.972 reais pagos em outros segmentos à quantia de 1.393 reais, que referencia a faixa de ganho no atacado.

“Já esperávamos por esse resultado. É necessário que os departamentos de recursos humanos das empresas do setor voltem sua atenção para criar e desenvolver ações e políticas capazes de atrair e de reter bons profissionais e talentos, avaliando não apenas o ganho adquirido, mas também os benefícios que podem ser obtidos, como os treinamentos, e as oportunidades de carreira, tudo isso para melhorar e proporcionar competitividade”, considera Pissinatti.

A partir da avaliação feita apenas com base nas informações obtidas junto às 45 empresas pesquisadas, o levantamento mostra que a remuneração média no Sudeste está 15% acima da base nacional. Todas as demais regiões, porém, apresentam ganho inferior, sendo de –7% no Sul, de –15% no Norte, de –18% no Nordeste e de –26% no Centro-Oeste. “A comparação permite não apenas levar em conta a média nacional como também o valor pago na região em que a empresa atua”, avalia o diretor da consultoria.

Spaziale aposta tradições gastronômicas da Itália com toque caseiro

Criado em novembro de 2015, em São José do Rio Preto, o restaurante Spaziale Italiana leva as tradições italianas a sério na hora de elaborar os pratos presentes no cardápio. Com apenas 7 meses no mercado de franchising, a rede tem planos de expansão acelerados, mas não abre mão relação próxima e afetuosa em seu modelo de negócio, não só no atendimento, mas na preparação das refeições.

Priorizando a utilização de ingredientes frescos, a Spaziale Italiana investe em receitas saudáveis, conta com uma variedade de massas e acompanhamentos, com opções sem glúten, sem lactose e fitness, sem deixar de lado o conforto proporcionado ao comer uma boa massa, capaz de despertar as mais diversas lembranças e sensações.

Com pratos preparados em poucos minutos, e totalmente personalizados – são mais de 30 opções de acompanhamentos -, o cliente ganha tempo para apreciar a refeição vagarosamente, sem pressa para acabar, como em um almoço de domingo na casa da família.

Outro destaque da Spaziale é a sobremesa. Preparada nas próprias unidades, sem uso de conservantes, o produto chega na mesa do cliente ainda mais saboroso e caseiro como a sobremesa da vovó.

Exportações de sêmen crescem 60,4% no primeiro semestre

Com a expectativa de encerrar 2017 com balanço positivo, o mercado de genética bovina no Brasil ampliou as vendas internas e as exportações de sêmen no primeiro semestre do ano. O crescimento foi de 7,6% no mercado nacional e de 60,4% no mercado externo, conforme o relatório semestral do setor, o Index ASBIA 2017, divulgado nesta semana pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA). Os dados foram processados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

A pecuária leiteira registrou o maior crescimento: 24,8% superior ao mesmo período de 2016. “Os produtores de leite investiram fortemente no melhoramento genético de seus rebanhos, com o objetivo de recuperar o preço do leite e manter os custos de produção menores”, explica o presidente da ASBIA, Sérgio Saud.

Na pecuária de corte, o mercado enfrentou as consequências da crise política, como a Operação Carne Fraca e a delação da JBS, e a volta da cobrança do imposto Funrural. Mesmo diante desse cenário, as vendas de sêmen tiveram uma queda inferior à esperada pelo setor, fechando o primeiro semestre com uma leve baixa de 3,4%. Segundo o presidente da ASBIA, esse resultado sinaliza que o pecuarista de corte manteve suas intenções de investir em genética, pensando na estabilidade do mercado nos próximos anos.

Outro indicativo de que as técnicas de Inseminação Artificial (IA) e de Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF) vêm crescendo no País é a venda de botijões de sêmen de até 20 litros. O crescimento, no primeiro semestre, foi de 28%, índice reforçado pela pecuária leiteira, que teve quase 25% de elevação. “De forma geral, o resultado da venda de sêmen foi supreendentemente positivo. E isso nos faz acreditar que o segundo semestre seguirá a mesma tendência, com uma possível recuperação na venda de sêmen de corte e a manutenção do crescimento”, ressalta Sérgio Saud.

As vendas segmentadas por região apontam que o Centro-Oeste concentra o maior número de vacas inseminadas, liderado pelo Mato Grosso do Sul, com quase 18%. A média nacional é de 9,4%. Nos rebanhos leiteiros, esse índice sobe para 15,5%, com o Sul concentrando o maior número de vacas inseminadas, liderado por Santa Catarina (33,1% das vacas inseminadas).

Balanço de vendas por raças em 2016

Produção de sêmen foi de quase 8 milhões de doses em 2016

A ASBIA também divulgou os resultados completos de comercialização no mercado nacional do ano de 2016, referentes às principais raças de corte e de leite. E apresentou a evolução dos dois segmentos, por raça, em sete anos. Neste período, as raças de corte que mais comercializaram sêmen foram: Angus, Nelore, Nelore CEIP, Red Angus, Brangus, Nelore Mocho, Braford, Hereford Mocho e Senepol.

O Angus teve 3.695.011 doses comercializadas em 2016, recuo de 5% em relação ao ano anterior. Porém, entre 2010 e 2016, as vendas da raça taurina cresceram 214%. Já a raça Nelore vendeu 2.098.161 doses, volume 5% superior ao de 2015. No acumulado dos últimos sete anos, a retração na raça zebuína foi de 16%.

Entre as raças leiteiras, a lista traz a seguinte liderança: Holandês, Jersey, Gir Leiteiro, Girolando 3/4, Girolando 5/8, Guzerá Leiteiro, Pardo-Suíço Leiteiro, Holandês Vermelho, Braunvieh e Sindi Leiteiro. O Holandês comercializou 2.397.982 doses em 2016, queda de 14%. Já no acumulado dos sete anos, o recuo foi de 1%. O Jersey teve 466.502 doses vendidas no ano passado, registrando reduções de 26%, em comparação com 2015, e de 29%, entre 2010 e 2016.

Exportações – Referência mundial em genética bovina, o Brasil fecha o primeiro semestre com um crescimento de 60,4% nas exportações e com forte crescimento nas vendas externas de sêmen das raças de corte. Os principais destinos dessa genética foram a Bolívia e o Paraguai. Nas vendas de sêmen de raças leiteiras, as maiores exportações foram registradas para a Colômbia e o Equador.

Sicredi anuncia crescimento de 36,4% no 1º semestre

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,6 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros – manteve o desempenho positivo no primeiro semestre deste ano. O resultado líquido da instituição cresceu 36,4%, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 1,2 bilhão.

Em junho de 2017, os ativos atingiram R$ 72,8 bilhões, crescimento de 17,2% no comparativo com o primeiro semestre de 2016. Já o patrimônio líquido do Sicredi mostrou expansão de 19,3%, atingindo R$ 11,8 bilhões. O Índice de Basileia Aglutinado (análise gerencial que compara o patrimônio de referência de todas as entidades do Sistema Sicredi com os riscos de suas atividades) foi de 25,0% nesse semestre, indicando confortável situação patrimonial.

Poupança fomentando o crédito rural – Na captação, o Sicredi obteve um crescimento de 18,0% em depósitos totais. Nos depósitos a prazo, o crescimento foi de 14,0% no comparativo com o primeiro semestre de 2016, totalizando R$ 29,2 bilhões. No mesmo período, a poupança, um dos focos da instituição financeira cooperativa, teve um aumento de 32,9%, atingindo R$ 7,8 bilhões.

Uma das razões para o relevante desempenho em poupança é o próprio modelo de atuação do Sicredi. “No cooperativismo de crédito, os associados são os donos do negócio. Com isso, há um comprometimento não somente para manter os resultados equilibrados da cooperativa de crédito a qual se associaram, como também para fomentar o desenvolvimento local. E é justamente aí que entra a importância do incremento constante no volume de depósito em poupança, pois os recursos dessa captação são usados pelo Sicredi para fomentar o crédito rural”, destaca João Tavares, presidente-executivo do Banco Cooperativo Sicredi, que assumiu a nova função em junho deste ano.

Crescimento do crédito e baixa inadimplência – No primeiro semestre de 2017, a carteira de crédito do Sicredi registrou R$ 37,0 bilhões, um incremento de 16,8% em relação ao mesmo período de 2016. Deste montante, 67% está em cidades de pequeno porte (até 50 mil habitantes) e 51% do crédito comercial para pessoa jurídica foi concedido para micro e pequenas empresas (faturamento até R$ 3,6 milhões anuais), evidenciando o suporte que a instituição financeira cooperativa proporciona a este segmento.

A carteira de crédito rural e direcionados fechou em R$ 15,9 bilhões, com crescimento de 22,8% em comparação ao mesmo período de 2016. No Plano Safra 2016/2017, foram liberados R$ 12,4 bilhões, 41% mais do que na safra anterior que foi R$ 8,8 bilhões, totalizando 175 mil operações e 104 mil associados atendidos, abrangendo mais de 1.500 municípios brasileiros.

Mesmo com o crescimento da carteira de crédito, o índice de inadimplência do Sicredi manteve-se baixo, com 2,08.

Ampliação da presença nacional e número de associados – Ainda, em 2017, as assembleias reuniram 420.914 associados e convidados do Sicredi. “A assembleia é o momento em que o associado participa, sugere e decide, constituindo-se no principal canal de escuta aos associados. Nelas, as oportunidades de melhoria são registradas, com retorno pontual e local ao associado pela sua cooperativa de crédito, por meio de canais informais. O engajamento dos associados, no entanto, é frequente, realizado também no dia a dia das cooperativas de crédito integrantes do Sicredi, em 21 estados brasileiros”, explica Tavares.

Essa presença nacional ganhou ainda mais força com a consolidação da filiação da Central Norte Nordeste ao Sicredi e, também, a chegada da instituição financeira cooperativa ao Acre, com duas agências, pertencentes à Cooperativa Noroeste, filiada à Central Sicredi Centro Norte.

DMCard movimenta R$ 1 bi três meses antes que no ano passado

A DMCard, administradora de cartões de crédito private label que é uma das líderes no setor supermercadista e de materiais de construção, se prepara para bater um novo recorde em 2017. A companhia deve fechar o terceiro trimestre do ano ultrapassando a marca de R$ 1 bilhão em movimentação nos cartões administrados por ela. O montante aponta para, mais uma vez, superar as expectativas previstas.

Os resultados consolidados do primeiro semestre deste ano já mostravam um crescimento de de 33% quando comparado ao mesmo período de 2016. Número que indica uma clara aceleração já que está acima da média de crescimento dos últimos cinco anos, que é de 30 %, e do ano passado, que foi de 23%.

As estatísticas da DMCard se destacam ainda mais considerando o cenário econômico brasileiro e o fato de no primeiro semestre deste ano, o consumo no comércio em geral registrou uma queda de 1,5% de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio.

“Dados públicos mostram que nos últimos doze meses dois grandes bancos cortaram mais de oito milhões de cartões de clientes que eles julgam ser de maior risco. Para outros clientes, os cartões não foram cortados, mas tiveram seus limites reduzidos. Além disso, cerca de 2% das transações de cartões nos caixas são negadas pelos emissores por limite insuficiente, representando vendas perdidas pelos supermercados se eles não tiverem alternativas. Nesse cenário, aumentou mais ainda a procura por cartões próprios, tanto por parte de consumidores como por parte de varejistas”, explica Denis César Correia, diretor executivo da DMCard.