Le biscuit lança venda direta e quer abrir 20 lojas no Brasil

A Le biscuit quer abrir 20 franquias no Brasil em 2021 e aposta em um novo modelo de negócios para aumentar as vendas e sua capilaridade no país: o Le Consultores, plataforma de venda direta que vai gerar renda extra a cerca de 5 mil pessoas até o fim do ano.

Outra aposta da companhia é seguir com o crescimento de seu e-commerce, e a expectativa é de que o ecossistema digital da companhia, incluindo o comércio online, programa de franquias e vendas diretas, represente um total de 50% do seu faturamento em 2022.

No ano passado, a Le biscuit teve seu e-commerce, ainda que em seu primeiro ano, eleito como o mais admirado da região Nordeste pelo Prêmio e-commerce Brasil. Para aperfeiçoar a logística do seu comércio online nas regiões Sudeste e Sul, a Le biscuit vai inaugurar em abril uma nova operação logística na cidade de Embu das Artes (SP), na grande São Paulo, para armazenagem, preparação e distribuição de produtos. A iniciativa prevê a redução de custo de frete e dos prazos de entrega aos clientes das regiões Sul e Sudeste. São Paulo é hoje a segunda praça em volume de vendas no e-commerce da marca, atrás apenas da Bahia.

Vendas diretas

O Le Consultores, programa de vendas diretas da Le biscuit, vai proporcionar uma renda extra a pessoas neste momento de crise econômica no país. O novo modelo de negócios estreou recentemente em Salvador (BA) e, nas primeiras semanas, já teve mais de 500 cadastros. Até o fim do ano, a Le biscuit prevê a adesão de 5 mil pessoas, que poderão fazer parte do programa sem custos iniciais, recebendo treinamento e capacitação online antes de iniciar as atividades.

O Le Consultores permitirá aos clientes realizar as compras de maneira prática, segura e no conforto de sua residência, por meio de um catálogo completo de itens disponibilizados na loja online da Le biscuit.

De acordo com o CEO da Le Biscuit, David Lee Wright, o Le Consultores chega em um momento importante como vetor de geração de renda extra, além de ampliar os canais de compras da companhia.

Crescimento digital

Com o início da pandemia do novo coronavírus, a Le biscuit acelerou seu processo de transformação digital e automação do Centro de Distribuição em Camaçari (BA). Com isso, ampliou a sua base de clientes e portfólio de produtos, e ainda reduziu custos operacionais. O processo refletiu na alta nas vendas a partir da retomada das lojas físicas.

Por meio da expansão das plataformas digitais, a marca ampliou o seu engajamento junto ao público nas redes sociais, lançou novo aplicativo (já são mais de 700 mil downloads até dezembro de 2020) para otimizar a experiência de compra e fortaleceu o programa de vantagens Clube Minha Le, que cresceu 239% entre fevereiro de 2020 e fevereiro de 2021 e possui atualmente mais de 3,2 milhões de membros. Entre as demais ações estiveram a automação da rede com 130 autocaixas em 55 lojas, adoção do PIX e canais alternativos de atendimento, como Rappi, Whatsapp, Retire em loja e Drive-thru.

Expansão física

Com um crescimento consistente e sustentável, a Le biscuit cresceu quase dez vezes na última década. Atualmente, a rede possui 144 lojas (138 próprias e seis franquias) e planeja alavancar o seu crescimento neste ano a partir do Le Franchise, o programa de franquias da marca, que vai inaugurar 20 lojas pelo Brasil.

Lançado em 2018 em celebração aos 50 anos de fundação da companhia, o Le Franchise é focado em municípios com até 200 mil habitantes e oferece aos franqueados um modelo de negócio estável e resiliente, com assessoria da Le biscuit em todas as etapas do negócio. O programa inaugurou duas franquias em 2020, nas cidades de Carpina (PE) e Serra Talhada (PE), com faturamento acima da expectativa, mesmo com as restrições ao comércio em virtude da pandemia. Neste ano, a Le Biscuit lançou a sua sexta franquia, na cidade de Santa Cruz do Capibaribe (PE).

A Le biscuit comercializa mais de 20 mil itens separados em 14 categorias como armarinhos, artesanato, bebê, bomboniere, brinquedos, produtos do lar, decoração, eletroportáteis, festa, papelaria e telefonia, entre outros.

EPA Supermercados anuncia abertura da 2ª loja em João Monlevade-MG

O Grupo DMA anuncia a abertura de mais uma loja da bandeira EPA Supermercados. A inauguração está prevista para o dia 22 de abril, em João Monlevade.

Esta é a segunda loja do EPA Supermercados no município, que tem cerca de 80 mil habitantes e está localizado na região Central de Minas Gerais.

Além do Epa, o Grupo DMA é detentor também da bandeira Mineirão Atacarejo, marca que vem registrando forte expansão em Minas Gerais e em diversas regiões do Brasil.

Em 2020, a empresa anunciou também a criação do Brasil Atacarejo, a terceira marca no portfólio do Grupo. A primeira loja da bandeira foi aberta em Lauro de Freitas, na Bahia, no dia 12 de novembro.

Gerdau lança empresa para atuar no mercado de grafeno

São Paulo – A Gerdau lança uma nova empresa, batizada de Gerdau Graphene, focada no desenvolvimento e comercialização de produtos com a aplicação de grafeno. A Companhia, que terá operação independente das divisões de negócio de aço, já nasce com objetivo de ser uma empresa referência na comercialização de produtos com aplicação de grafeno em escala no Brasil e com foco em atingir mercados globais. O material apresenta benefícios de propriedades mecânicas, como a redução de peso e de atrito, maior eficiência em lubrificação, maior condutividade térmica e elétrica, entre outras.

A nova unidade de negócios nasce posicionada como uma relevante desenvolvedora de grafeno das Américas. Com seu escritório principal em São Paulo e uma filial nos Estados Unidos, a Empresa prevê oferecer mais tecnologia para os setores da construção civil, lubrificantes industriais e automotivos, borracha, termoplásticos, tintas e sensores, no Brasil e em países da América do Norte.

A nova companhia faz parte do portfólio de empresas da Gerdau Next, divisão de novos negócios da Gerdau lançada no segundo semestre de 2020, que tem o objetivo de empreender em novos segmentos, além do aço, com participação relevante nas receitas da Gerdau.

“A Gerdau Graphene entra no mercado de forma singular por sua aposta em tornar a produção do material viável comercialmente e em larga escala. Estamos chegando ao mercado com o diferencial de sermos parte de um grupo sólido e de forte credibilidade internacional, mas com a filosofia embarcada de Open Innovation, em colaboração com múltiplos ecossistemas. Nossa proposta de valor, diferenciada, é de fornecer ao mercado aditivos, boosters e soluções com o grafeno que sejam plug-and-play para os processos industriais de nossos clientes. Ou seja, iremos comercializar tanto o produto quanto o serviço e know-how em grafeno e, para isso, contamos com alianças estratégicas com parceiros globais e nacionais. Por fim, temos como primeiro cliente, a própria Gerdau e suas usinas de aço, que permite a criação e testes de novos produtos e soluções com velocidade e intimidade de aplicação”, explica Alexandre de Toledo Corrêa, Diretor Geral da Gerdau Graphene.

“O lançamento da Gerdau Graphene é mais um passo estratégico da Gerdau Next, diversificando os negócios do Grupo em complementaridade a cadeia do aço e dos nossos clientes. Já trabalhávamos com o grafeno em Manchester, na Inglaterra, desde o ano 2019. O grafeno é o material mais forte já encontrado, um dos melhores condutores que existem, com inúmeras aplicações potenciais. Com parcerias estratégicas já estabelecidas neste novo negócio, estamos confiantes de que a Gerdau Graphene será um player relevante nas Américas”, diz Juliano Prado, vice-presidente da Gerdau.

Nessa primeira etapa, a Gerdau Graphene focará nos mercados da construção civil, lubrificantes industriais e automotivos, borracha, termoplásticos, tintas, baterias e sensores nas Américas.

Vinícola Aurora reduz em 316,8 mil toneladas a emissão de CO2 na atmosfera

Unir crescimento econômico com diminuição de emissão de CO2 na atmosfera. O que já pareceu utopia para muitas empresas tem sido o modus operandi da maior cooperativa vinícola brasileira há mais de uma década. No mesmo ano em que registrou um faturamento de R$ 701 milhões – o maior em 90 anos de história – a Vinícola Aurora reduziu a emissão de 316,8 mil toneladas de gás carbônico. Este volume é o equivalente a 8,8 mil mudas de árvores conservadas por 20 anos, a 3,1 mil veículos leves à gasolina percorrendo 500 quilômetros, ou, ainda, a 793 transportes de cargas de uma tonelada pelo mesmo trajeto.

Pelo terceiro ano consecutivo, a empresa recebeu o Certificado de Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa por utilizar apenas energia elétrica proveniente de usinas de fontes renováveis e incentivadas pelo Governo Federal, como eólica, solar, biomassa, de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs). O certificado foi emitido pela Consultoria em Energia Ludfor.

O diretor superintendente da Vinícola Aurora, Hermínio Ficagna, avalia que, mais do que a economia gerada pelo uso de energias renováveis, que chegou a R$ 828 mil no período – uma média de 25% do que seria gasto com fontes convencionais, o mais importante é conciliar produtividade com sustentabilidade.

“Temos uma preocupação muito grande com a preservação dos recursos naturais, visto que o que move a indústria vinícola depende da natureza e do clima. Para nós, é emblemático que em 2020, no ano em que tivemos uma das melhores safras da história, podemos receber uma certificação internacional por redução de CO2 no meio ambiente”, reforça.

Os dados dos cálculos de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) seguem as metodologias reconhecidas internacionalmente, como o GHG Protocol Corporate Standart da The Green house Gas Protocol Initiative e o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC).

Papila Deli migra para Rappi e planeja expansão

A dark kitchen Papila Deli assinou contrato de exclusividade com a plataforma Rappi, que passa a intermediar os pedidos das 3 culinárias da casa – Papila Poke, Papila Fresh e Papila Wok a partir desta quinta-feira. A mudança do iFood para a Rappi faz parte de uma decisão estratégica da marca, que está prestes a inaugurar uma nova unidade e tem metas ambiciosas para o seu segundo ano de vida.

Com o objetivo de se tornar a maior foodtech do país, a marca tem investido em expansão, tecnologia e automação, e também na contratação de novos talentos, com destaque para a chegada do administrador Lucas Rossi, ex-Mckinsey, no board da companhia. A marca pretende inaugurar 10 novos hubs até 2022, com o primeiro deles já confirmado na região do Tatuapé e início das operações nas próximas semanas.

Lançada em dezembro de 2019 com o propósito transformar o delivery da boa gastronomia em São Paulo, a dark kitchen Papila Deli somou mais de 200 mil refeições vendidas em seu primeiro ano de vida e comemora uma taxa de recorrência acima de 70%.

“É um motivo de orgulho para todos nós poder comprovar que nossos valores não estão apenas no papel. Prezamos pelos produtos de excelentes qualidade e procedência e, mesmo com menus tão diversificados, trabalhamos com ingredientes sempre muito frescos e com quase zero desperdício. Nossas embalagens foram desenvolvidas para oferecer essa experiência com a marca até a mesa do cliente, além de priorizar o uso de materiais sustentáveis. A expansão da marca e do negócio em si é um caminho natural”, completa Bruno que revela, ainda, que desde o início a marca tem reinvestido 100% da receita no próprio negócio.

Highline do Brasil vende fatia para fundo canadense e se prepara para leilão de 5G

A companhia de infraestrutura Highline do Brasil continua de olho na expansão no mercado brasileiro, e por isso se prepara para investimentos antes do leilão de 5G. A empresa, controlada pela Digital Colony, vendeu uma fatia de quase 10% para o fundo canadense AIMCo.

Esse movimento acontece enquanto o edital do leilão está sendo analisado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A companhia já havia manifestado interesse em participar do certame como fornecedora de “infraestrutura como serviço” (IaaS, na sigla em inglês) para prestadoras de pequeno porte, mas o plano começa a tomar forma.

Segundo apurou Teletime, os testes de viabilidade técnica e de modelo de negócios continuam sendo feitos com PPPs, que têm procurado a companhia para entender como funciona. Caso haja interesse suficiente, a companhia poderia tentar adquirir lotes regionais do leilão de 5G, especialmente nos estados onde não existam players dominantes entre os pequenos.

A intenção é endereçar desafios de escala de provedores com atuações relevantes, mas com receio de adquirir blocos que demandem mais investimento do que podem arcar. Ainda mais considerando-se que, pelas regras do edital, as grandes operadoras também vão passar a atuar em cidades menores após as coberturas das capitais, já vindo com uma experiência, com a tecnologia e rodadas de aquisição de equipamentos.

Para o provedor parceiro, a vantagem seria que a Highline poderia lidar com a implantação da infraestrutura de forma compartilhada. A companhia está escolhendo provedores que serviriam de referência, mas os testes continuam sendo feitos e já dando resultados, o que tem gerado curiosidade entre outras empresas regionais.

Participação

A companhia também pode estar se capitalizando com esse intuito. O fundo canadense Alberta Investment Management Corporation (AIMCo) avançou na participação detida na Highline. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) autorizou a transação em decisão publicada na segunda-feira, 12, o órgão permitiu que a empresa elevasse a sua participação societária na empresa de infraestrutura.

Assim, a AIMCo adquiriu uma participação indireta de 9,8% na Highline, ficando assim detendo uma participação societária indireta de mais de 20%. A operação não provocou alteração do controle, que continua sendo da Digital Colony.

O valor da transação não foi revelado no processo público do Cade, mas mostra que a Superintendência Geral não viu objeções para a AIMCo adquirir um pedaço maior da Highline, já que a única operação no Brasil na qual o fundo canadense tem mais do que 20% de participação é na Iguá Saneamento.

Além disso, a AIMCo argumentou que o Conselho já havia autorizado a aquisição da unidade de torres da Oi (a TowerCo, por R$ 1,76 bilhão) pela própria Highline. Com isso, o órgão aprovou sem restrições a operação.

Vale lembrar que a Digital Colony, controladora da Highline, executou de forma direta a proposta vinculante pela InfraCo da Oi. No entanto, a proposta do BTG Pactual acabou sendo escolhida para obter o direito de cobrir (right to top) outras ofertas no processo de concorrência. E a própria Highline recentemente adquiriu a Phoenix Tower do Brasil e engatou um projeto de antenas 4G com a TIM.

Neon vai encerrar contas de pessoas jurídicas e focar em MEIs

A Neon Pagamentos vai fechar todas as contas de pessoas jurídicas. Procurada pelo Mobile Time nesta quinta-feira, 15, a fintech informou por meio de sua assessoria que os correntistas puramente PJ representam menos de 1% do total de clientes do segmento de pessoa jurídica. Ou seja, aqueles que utilizam o serviço MEI Fácil dentro da Neon não serão impactados pela mudança, pois o serviço segue normalmente e torna-se um dos foco principais da empresa. A ação de desligamento impacta apenas os clientes com contas puramente PJ, aqueles que possuem renda anual superior aos microempreendedores individuais (MEI).

Dito isso, a Neon afirma que focará seus esforços para “atender ainda melhor o cliente MEI, ao levar soluções adequadas para esse público, como: maquininha, cartão de crédito, boleto turbinado e pagamento do imposto mensal em um clique”.

A companhia disse ainda que os “clientes de contas PJ foram comunicados com um prazo de 30 dias úteis para retirar o dinheiro da conta”. Depois desse período, os correntistas PJ não poderão mais fazer movimentações.

A empresa ainda foi questionada sobre quantos clientes da modalidade PJ esperam converter para contas MEI ou PF, mas não respondeu.

Consumidores

No comunicado enviado aos clientes PJ, a empresa informou que eles terão até 17 de maio deste ano para transferir o dinheiro de suas contas para outra conta própria de pessoa física no Neon ou em outros bancos. Em outros trechos, a fintech diz que:

– As tarifas serão isentas durante o período de encerramento das contas PJ;

– O correntista precisa quitar todos os débitos que possui na conta;

– Em caso de sócio, a empresa precisará de validação da outra parte;

– E o Neon se compromete a manter por pelo menos cinco anos os dados das contas PJ que forem desativadas.

“A Neon Pejota vai se despedir para que possamos focar em outras frentes de negócio. Caso você perca o prazo de transferência ou queira solicitar o seu informe de rendimentos, entre em contato com o nosso time de atendimento pelo email oipejota@neon.com.br”, direcionou a fintech em mensagem aos correntistas.

Algar Telecom lança solução Wi-Fi para mercado corporativo

A Algar Telecom (empresa de telecomunicações e TI do Grupo Algar), em conjunto com a Intelbras e a startup WiFeed, está lançando uma solução ponta a ponta de Wi-Fi para atender de pequenas até grandes empresas. Batizada de Smart Connect, ela une instalação da rede, infraestrutura e software de marketing e inteligência de dados, com suporte 24 horas. O produto – pioneiro dentro do segmento MPE – é destinado ao Brasil inteiro e a todos os tipos de negócios interessados em oferecer Wi-Fi para seus clientes, como bares, cafés, restaurantes, supermercados, lojas de varejo etc.

Segundo uma pesquisa da Technomic, 65% dos consumidores esperam que os estabelecimentos ofereçam Wi-Fi gratuito. No entanto, os negócios enfrentam uma série de dificuldades para responder a essa demanda de uma maneira eficiente e que agregue inteligência a partir da coleta de dados e informações relevantes. Entre as principais dores identificadas está a complexidade de lidar com múltiplos fornecedores nas etapas de obtenção do link da internet, compra, instalação e manutenção de roteadores, suporte técnico e contratação do software de inteligência.

“A compra de Wi-Fi geralmente não é positiva e costuma não gerar valor para as empresas. Os negócios precisam pensar não somente em garantir uma boa conexão, mas também em como proporcionar uma boa experiência ao cliente, aproveitando esse momento para interagir com ele de maneira personalizada. Há todo um potencial que vem sendo subaproveitado, por isso enxergamos a oportunidade de entregar ao mercado uma solução integrada, fim a fim, focada em transformar a experiência de quem precisa contratar Wi-Fi e ajudar as empresas a serem mais conectadas e inteligentes”, explica Melissa Kfouri, líder da Estação Algar Telecom.

Muitos estabelecimentos físicos, especialmente os pequenos negócios, sofrem com a falta de dados básicos dos seus clientes, como nome, e-mail ou telefone. Captar essas informações cadastrais – em conformidade com a LGPD – e também dados sobre seu perfil de consumo pode trazer uma série de insights e apoiar na construção de estratégias de comunicação e marketing direcionadas para cada perfil de público. Pensando nisso, a solução Smart Connect dá acesso a um dashboard com dados, métricas e informações dos clientes, que permite gerar relatórios em tempo real, gerenciar campanhas e usuários.

“O Wi-Fi passa a ser um novo formato de mídia dentro do estabelecimento, possibilitando ações digitais de marketing no momento da compra ou do consumo. Na prática, isso se reflete em um melhor relacionamento, na fidelização do público e consequentemente no aumento das vendas. Os negócios podem pensar em campanhas segmentadas por perfil e local, realizar pesquisas de satisfação ou oferecer descontos, por exemplo. Ter essa ferramenta como aliada pode fazer muita diferença para os resultados, principalmente no cenário desafiador que os negócios estão enfrentando com a pandemia”, acrescenta Bruno Saldanha Guimarães, CEO da startup WiFeed.

A qualidade do hardware, a manutenção e o suporte técnico são outros pontos que merecem atenção para garantir a boa experiência do cliente. “É preciso de uma conexão estável, rápida, com bom alcance e que atenda a um número de usuários conectados compatível com a demanda de cada estabelecimento”, finaliza Rodrigo Schwerdtner, gerente de Vendas Operadoras da Intelbras.

Bibi foca no interior para expandir por meio de microfranquias

Parobé (RS) – Com o objetivo de potencializar ainda mais a sua presença no mercado, a Calçados Bibi estruturou um modelo inovador de negócio. Com baixo investimento, de R$ 90 mil, o modelo de microfranquia contempla as instalações, soluções tecnológicas, primeiro estoque, capital de giro e taxa de franquia que já estão inclusos no valor. Para este ano, o plano de expansão da marca visa a abertura de, ao menos, 10 unidades deste formato em cidades do interior, com até 100 mil habitantes. Explorando um conceito novo no mercado de franquias, a rede deseja levar a experiência e o know-how da Bibi para lojistas multimarcas que atuam no segmento infantil e que tenham o mesmo perfil e essência da marca. Dessa forma, há um espaço reservado dentro da unidade que será exclusivamente dos produtos da Bibi, enquanto as demais áreas da loja exploram outras categorias para crianças.

Placa de letreiro afixada em fachada de loja com cobertura de entrada de estabelecimento Descrição gerada automaticamenteConsiderando um momento de grandes transformações, muitos modelos de negócio começam a granhar destaque, sendo um deles o de microfranquia, cujo investimento inicial é mais baixo e possibilita grandes resultados. Esse movimento reflete em um aumento no volume de interessados no tema, na venda de unidades franqueadas e no lançamento de modelos com este perfil por parte de redes tradicionais, como a Bibi. Atualmente, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising), operam no País 562 redes com modelo de microfranquia, sendo 63% puras (apenas com este modelo) e 37% mistas (com os dois modelos).

O projeto da Bibi, por exemplo, foi pensando principalmente para cidades menores que não contam com shopping centers, potencializando a presença da marca em todos os mercados. O município de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, foi o primeiro a receber uma loja piloto da Bibi no formato de microfranquia. Neste modelo de negócio, a unidade com produtos infantis recebe um mostruário completo, estabelecendo assim a venda exclusiva de calçados e acessórios da marca na unidade, além dos demais itens e peças de vestuário ou brinquedos que já eram contemplados por outros segmentos. Entre os benefícios de investir nesta modalidade, um deles é que os novos franqueados se tornam os embaixadores da marca na região onde atuam. Também recebem apoio com treinamentos, capacitação, auxílio em ações de visual merchandising e gestão de compras, vendas e produtos voltados para o público-alvo do município. A fachada do ponto de operação passa a contar com um logo da Bibi, para que os clientes possam ter a identificação.

“Com a grande aceleração de novos negócios e a transformação no perfil de consumo, nossa rede que hoje tem mais de 130 unidades acelerou ainda mais os planos digitais, oferecendo novos serviços e experiências que facilitam a rotina e, ao mesmo tempo, trazem segurança diante do atual momento. Como prova disso, no ano passado, registramos um crescimento de 151% nas vendas digitais em canal próprio, via e-commerce, e de 207% na rede online, explorando diferentes plataformas, em relação ao mesmo período em 2019. Uma das novidades implantadas nas lojas foi o Bibi em casa, que traz a facilidade de poder escolher os produtos desejados e experimentar no conforto de casa, oferecendo mais uma opção de compra. Quem ingressa na microfranquia passa a contar não apenas com esse, mas todos os projetos de transformação digital que auxiliam de forma efetiva no aumento das vendas. Pretendemos expandir e atingir, em média, mais 10 multimarcas ainda neste ano”, finaliza a presidente da Calçados Bibi, Andrea Kohlrausch.

Eutbem é a primeira fintech de consórcio exclusivo para público feminino

Dados do IBGE confirmam que as mulheres estudam mais que os homens (25,5% versus 18,3% com curso superior no Brasil), muitas vezes cumprem o papel de chefes da família (em 45% dos lares brasileiros), são decisoras de compras em diversas categorias e, ainda assim, não são bem atendidas no mercado financeiro. É para suprir de forma mais personalizada esse público que nasceu a “fintech” eutbem, o primeiro consórcio exclusivo para mulheres.

A eutbem chega com foco em ajudar as mulheres que precisam de crédito para realizar diversos planos: empreender, reformar a casa, viajar, pagar um curso, uma cirurgia plástica e o que mais desejarem sem pagar altas taxas de juros de empréstimos ou financiamentos tradicionais. E tudo de uma forma digital, transparente, com taxas competitivas e sem pegadinhas.

“O mercado financeiro é muito duro. Os bancos e as financeiras, por exemplo, não foram pensados por ou para nós, mulheres, para nossas necessidades e desejos”, afirma Cristina Famano, sócia-fundadora e CEO da eutbem .

“A eutbem consórcios nasceu para democratizar o acesso ao crédito justo e acreditamos que o esforço coletivo das mulheres pode fazer isso acontecer. Por isso, escolhemos o consórcio como produto: um grupo de mulheres unidas, colaborando, juntas, para que cada uma possa tirar seu sonho do papel. Assim, contribuímos para construir uma sociedade mais justa e igualitária, em que cada uma de nós tenha condições de realizar aquilo que quiser, do nosso jeito”, complementa.

A eutbem é autorizada pelo Banco Central do Brasil, que regulamenta o setor de consórcios, e associada da ABAC – Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio. A contratação do consórcio pode ser feita 100% de forma digital, pelo site, e já conta com a opção de pagamento via PIX.