Cobre Fácil lança sua conta digital

A fintech de gestão de recebíveis, pagamentos e serviços financeiros Cobre Fácil (Android, iOS) lançou sua conta digital. Com a novidade, os clientes da startup podem usar serviços financeiros como pagamentos de contas, saques em dinheiro na Rede 24 horas, recarga de celular e uso do cartão de débito internacional. A partir da nova solução, a companhia espera receber entre 10% e 12% de novos clientes.

Vale lembrar que a Cobre Fácil atende mais de 10 mil clientes entre pessoas físicas, pessoas jurídicas e MEIs que usufruem de soluções como emissão de boletos, carnês, segunda via de conta, receber pagamentos recorrentes e mensais, ver o histórico de fatura e envio de alerta de cobranças.

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RecargaPay lança cartão pré-pago e mira em mPOS e QR code

A RecargaPay (Android, iOS) apresentou seu cartão pré-pago com a Mastercard. No entanto, a fintech brasileira, que possui mais de 10 milhões de downloads de seu app na Google Pay, começa a olhar para outras formas de pagamento, como NFC (contacless), QR Code e uma máquina de cartão própria.

“Queremos chegar no mercado para fazer um diferencial. Hoje temos pelo menos três players usando o QR Code. Inúmeras empresas vendendo maquininhas mPOS. Mas queremos chegar nesses mercados oferecendo algo a mais para o consumidor”, explicou Renato Camargo, ao lembrar que a sua companhia não cobra taxa por recarga de bilhete único, por exemplo.

A solução de QR Code já é utilizada, com transferência e pagamento de cobrança via código, mas a RecargaPay vê mais espaço para ela no mercado de PMEs. Para isso, uma série de campanhas para atração de novos usuários (member get member) com pôsteres oferecendo recargas de cartão de transporte e de telefone pré-pago em estabelecimentos no valor de R$ 10. Para cada consumidor novo que um comerciante trouxer, este ganha R$ 10.

Por sua vez, a ideia da companhia com o mPOS é lançá-lo entre dezembro deste ano e janeiro de 2019. Assim como acontece em parte de suas operações, um dos diferenciais seria uma porcentagem de cashback por transação para o cliente.

Ainda há solução de pagamento contacless, que, segundo Camargo, pode chegar tanto para o app como para o cartão pré-pago da startup financeira. Mas, o executivo ainda vê barreiras como cultura de aceitação nos estabelecimentos e a dificuldade em usar o NFC para pagar compras.

Cartão pré-pago

Lançado na sede da Mastercard, em São Paulo, o cartão era aguardado desde junho pelos usuários da plataforma. Gustavo Victorica, COO e cofundador da RecargaPay, lembra que “há outras plataformas similares no mercado”, mas aposta em soluções como o retorno de 1% a cada transação (cashback) para atrair o consumidor.

Além do cashback, outros atrativos para conquistar clientes são: acesso do consumidor ao programa Mastercard Surpreenda; o cartão é internacional; a tarjeta também tem opção virtual pelo app do RecargaPay; não há necessidade de conta bancária; acesso a saques em dinheiro na lotérica ou Rede 24 Horas; e gratuidade.

“Essa é a primeira vez que a gente sai do celular para o mundo físico”, disse Victorica, durante a apresentação do cartão. “Nossa missão é permitir que as transações sejam feitas por bancarizados e não bancarizados. É dar acesso para as pessoas entrarem no sistema financeiro”.

Quando questionados quantos cartões de plástico chegam ao mercado, os executivos da RecargaPay não puderam responder. No entanto, ressaltaram que a primeira leva de tarjetas é destinada aos consumidores que fizeram o pré-registro desde agosto. Para os demais, o produto será liberado a partir de novembro.

Contacless

Parceira da RecargaPay na empreitada, a Mastercard vê o potencial da fintech para trazer novos meios de pagamentos e a população desbancarizada ao mercado. De acordo com Paulo Brossard, vice-presidente de desenvolvimento de mercado, Brasil e Cone Sul da bandeira, há muito espaço para crescer no Brasil para soluções do tipo.

“Hoje, 60 milhões de brasileiros com mais de 18 anos são desbancarizados. Dois terços das transações no Brasil ainda acontecem em papel. As possibilidades que temos nesse país são infinitas”, disse Brossard. “Temos um foco muito grande em transporte público. Muito do transporte ainda é pago em dinheiro (30%). Por que não transformar para o contactless?”

No Brasil, o executivo recordou que a Mastercard e o banco BRB lançaram na quarta-feira, 19, o primeiro cartão pré-pago que permite pagamento por aproximação em Brasília, o Cartão + Cidadão. Uma tarjeta multifuncional que pode ser usada para compras, saques e pagamento de passagens de ônibus na capital. Ele lembra de movimentos importantes no exterior, como o fato de 25% das transações da Mastercard no Chile já serem realizadas sem contato; os pagamentos foram impulsionados pelos meios de transporte, ao lado de supermercado, posto de gasolina e farmácias.

Brossard acredita ainda que o contactless é um movimento sem volta. Uma vez que, a partir do próximo mês, todas as máquinas de cartão devem ter o NFC embutido de fábrica. E, em abril de 2019, todos os novos cartões emitidos chegarão ao mercado com o sensor para pagamento sem contato.

Cartão de crédito digital da Beblue terá pagamento por QR code

Mais uma solução de pagamento por QR code chegará ao Brasil em breve. Trata-se do cartão de crédito digital da fintech Beblue (Android, iOS). Neste momento, ele está em fase de teste com 20 mil usuários e sua utilização está restrita aos 15 mil estabelecimentos comerciais credenciados pela Beblue em 60 praças. Neles, basta o usuário informar seu CPF e digitar sua senha na máquina de POS da Beblue para realizar uma compra com o cartão digital. Porém, dentro de 90 dias, a solução será expandida: vai ganhar uma bandeira de cartão tradicional, cujo nome ainda não pode ser revelado, e vai permitir compras através de QR code nas máquinas de POS que tiverem esse tipo de solução, como aquelas da Cielo, que anunciou a novidade nesta semana. Ou seja, o usuário vai escanear o código na tela da máquina de POS usando a câmera do smartphone, aberta através do app da Beblue.

O CEO da fintech, Daniel Abbud, previu que não apenas a Cielo, mas várias outras adquirentes vão aceitar pagamento por QR code em breve. Ele projeta que esse meio de pagamento se tornará comum no País.

O cartão da Beblue não tem versão de plástico. Ele é 100% digital. Na prática, portanto, talvez nem precisasse ser chamado de ‘cartão’. “Usamos esse termo para efeito de entendimento do público. Tecnicamente, é um limite de crédito pré-aprovado em um app, mas ninguém entenderia”, explica Abbud.

A expectativa da empresa é emitir 1 milhão de cartões de crédito digitais em 12 meses. Esse, aliás, já é o número de pessoas na lista de espera para acessar o serviço, revela. O cartão digital não tem anuidade e nem qualquer outro custo para o consumidor final.

Vale lembrar que a Beblue é, antes de mais nada, uma empresa de pagamentos que opera com cashback. Ela tem 4,5 milhões de usuários, dos quais 70% realizam compras todo mês nos estabelecimentos credenciados. Os lojistas definem um valor de cashback em cada compra, ou podem usar um algoritmo da Beblue para calcular o melhor percentual a cada transação, dependendo da hora, do dia da semana e do produto. O dinheiro devolvido fica na carteira digital do usuário e pode ser gasto dentro da rede de estabelecimentos credenciados. Os lojistas têm acesso a um painel na web que funciona como um CRM, com uma série de informações sobre os clientes e sobre as compras realizadas. Além disso, os lojistas conseguem se comunicar diretamente com os usuários da Beblue via push notification ou SMS. A Beblue é remunerada por uma comissão sobre as transações.

O lançamento do cartão digital cai como uma luva dentro da operação da Beblue. Como a empresa já conhece o comportamento de compra de seus clientes, fica muito mais fácil calcular seu score de crédito para emitir um cartão. Além disso, sua margem é maior quando as compras são feitas com o cartão de crédito dentro da sua rede credenciada, o que lhe possibilita conceder um cashback cerca de 30% maior do que quando são usados outros meios de pagamento.

TIM investe em programas e ações para colaboradores com deficiência

Rio de Janeiro – No dia 21 de setembro, é celebrado o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. A data cumpre um papel importante e chama a atenção para temas como inclusão social, acessibilidade e novas oportunidades no mercado de trabalho voltadas para este público, que hoje representa cerca de um quarto da população brasileira. A TIM busca sempre inovar para se tonar uma empresa cada vez mais inclusiva e investe em ações voltadas para os colaboradores com deficiência.

Formado em julho deste ano, por meio da área de Recursos Humanos da companhia, o Comitê Interno Elo Diversidade tem por objetivo propor ações, desenvolver novas ideias, aperfeiçoar a acessibilidade e, além disso, fomentar novas fontes de captação de profissionais com algum tipo de limitação. Um dos frutos do comitê foi o treinamento para a capacitação dos profissionais que realizam o recrutamento das vagas, bem como o estreitamento das parcerias com as prefeituras, de forma a dar capilaridade e visibilidade às oportunidades de trabalho na TIM.

Os interessados podem fazer a inscrição pelo site da operadora (www.tim.com.br | Sobre a TIM | Carreira). Não há vagas específicas para pessoas com deficiência, que podem concorrer em qualquer oportunidade, desde que tenha a capacitação e o perfil exigido.

Otis abre 50 vagas de estágio técnico

São Paulo — A Otis abriu 50 vagas de estágio técnico no Brasil para seu Programa Rota Escola, como parte de seu compromisso em ter uma força de trabalho treinada, enquanto apoia a aprendizagem permanente e o desenvolvimento profissional de seus funcionários. A Otis, que opera no Brasil como Elevadores Otis, é uma subsidiária da United Technologies. (NYSE: UTX).

Estão disponíveis oportunidades para estudantes com mais de 18 anos, que estejam no primeiro ou segundo semestre dos cursos de elétrica, eletrônica, eletrotécnica, eletroeletrônica, mecatrônica, automação e mecânica. Os candidatos podem se inscrever para participar do processo seletivo até 26 de outubro, pelo site do CIEE (www.ciee.org.br). Estão disponíveis 15 vagas para São Paulo, Ribeirão Preto, Campinas, São José dos Campos, Grande ABC e Santos. Outras 18 serão distribuídas entre Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vitória e Niterói. As regiões Centro Oeste e Sul (Porto Alegre, Curitiba, Brasília e Goiânia) ficarão com oito e a Região Norte e Nordeste (Salvador, Recife, Fortaleza e Belém) com nove no total. O grande objetivo este ano é a contratação de mais mulheres, alinhada à visão da empresa em manter um ambiente diverso e inclusivo.

O programa visa treinar estes estagiários por dez meses com formação teórica e prática (mais de 1200 horas de capacitação) sobre o funcionamento dos elevadores e, em seguida, passarão por uma avaliação para serem contratados como técnicos da empresa, para trabalharem nos elevadores e escadas rolantes instalados nos clientes. Em 2017 o programa já atingiu mais de 90% de índice de efetivação destes jovens.

Para obter mais informações, visite http://www.otis.com

Chocolateria Brasileira quer chegar a 30 unidades este ano

Com o objetivo de chegar a 30 unidades em operação no Brasil até o fim deste ano, a Chocolateria Brasileira, franquia de chocolates finos, inaugura mais um quiosque na capital paulista, localizado na zona norte da cidade, no Santana Parque Shopping. A rede, que pretende ultrapassar a casa de 400 unidades no país no prazo de 10 anos, conta com seis unidades próprias, localizadas em Alphaville/Barueri, Itatiba e na capital de São Paulo, e mais 18 lojas franqueadas nos estados de São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Distrito Federal, Paraná e Rio Grande do Sul.

Com hiperconvergência, Banco Votorantim aumenta desempenho de ambiente de TI em 30%

O Banco Votorantim investiu, em janeiro deste ano, na compra de dez máquinas Nutanix para testar a hiperconvergência em sua infraestrutura. Implementadas em 250 servidores físicos em um ambiente de não produção, que representa 4% de seu data center, os dez nós de hiperconvergência trouxeram aumento de 30% no desempenho e reduziu pela metade o tempo de entrega de servidores virtuais do ambiente migrado.

A iniciativa fez parte do plano de atualização da infraestrutura do banco, que comparou outras três plataformas antes de implementar a solução da Nutanix, que buscou na hiperconvergência ter o equilíbrio entre a infraestrutura tradicional e a nuvem pública. Dessa forma, o Votorantim esperava simplificar e agilizar os processos operacionais.

Em dois meses após o início do projeto, a empresa já começou a ver o objetivo mais próximo. Enquanto na arquitetura anterior era preciso que quatro equipes (redes, armazenamento, virtualização e operações de servidor) gerenciassem o ambiente, agora apenas a equipe de virtualização faz o processo, segundo Marcus Magalhães, gerente executivo de Suporte Técnico do Banco Votorantim.

“Nosso time consegue entregar ambientes virtuais em 80% menos tempo”, diz ele ao comparar que a TI levava três semanas para realizar o processo e agora leva três dias. “Isso nos permite acelerar o desenvolvimento de soluções e serviços para os nossos clientes ao mesmo tempo em que melhoramos o desempenho da nossa área.”

O banco ainda conseguiu economizar cerca de R$ 250 mil com 20 TB de armazenamento migrado de flash para Nutanix em relação a solução anterior, além de reduzir em 57 TB o consumo de disco e recuperar 1,5 TB de memória. Os resultados do projeto deram fôlego para Magalhães começar a planejar a levar a hiperconvergência para o ambiente de produção, “onde pretendemos dobrar o número de nós adicionais em relação a este primeiro projeto”.