Desenvolve SP completa 10 anos com R$ 3,2 bi em financiamentos no Estado

Crédito com propósito. Esse é o objetivo da Desenvolve SP, a agência de fomento do Governo do Estado de São Paulo que completa, neste mês de março, 10 anos de atuação e se consolida como uma instituição financeira capaz de fazer frente ao desafio de tornar a economia do estado de São Paulo cada vez mais inovadora, sustentável e competitiva.

Na manhã da última segunda-feira (18), Henrique Meirelles, secretário da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, e Milton Luiz de Melo Santos, secretário executivo da pasta, estiveram na sede da Desenvolve SP, na região Central de São Paulo, para uma cerimônia de apresentação de resultados de impacto da instituição ao longo de sua trajetória.

Nós últimos 10 anos, mais de R$ 3,2 bilhões foram desembolsados pela Desenvolve SP para impulsionar o crescimento de milhares de pequenas e médias empresas (PMEs) e centenas de municípios. “Financiar projetos de investimento que movimentam a economia e transformam cidades e a vida de milhares de pessoas, esse é o papel de uma agência de fomento,” disse Meirelles.

Mesmo sem poder captar recursos externos, as agências de fomento têm sido as principais financiadoras do capital produtivo das PMEs no Brasil. “São importantes instituições que compõem o Sistema Financeiro Nacional e que possibilitam a milhares de empreendedores o acesso ao crédito de longo prazo com taxas de juros mais competitivas, condição fundamental para que possam crescer e, consequentemente, gerar empregos e renda”, completou Meirelles.

Com uma carteira de crédito de R$ 1,271 bilhão (a 4º maior entre bancos de desenvolvimento e agências de fomento do País – sem considerar o BNDES), a Desenvolve SP se esforça para estimular a economia do maior centro financeiro da América Latina. Para Santos, que já esteve à frente da instituição, a combinação entre crédito planejado e o propósito em financiar projetos de impacto é marca registrada da agência.

“O modelo de atuação da Desenvolve SP se mostrou um sucesso ao longo dos seus 10 anos de existência, tornando-se um player de destaque para a economia paulista e também referência para agências de fomento de outros estados” disse. “Programas de crédito específicos, simuladores de financiamento e a possibilidade de realizar todo o processo de tomada de crédito de forma online e transparente são apenas alguns exemplos”, relembra.

O atual diretor-presidente da Desenvolve SP, Carlos Eduardo Lofrano, complementou. “Embora o foco da agência seja financiar o investimento fixo, portanto, os bens necessários para que uma empresa funcione, acreditamos que desenvolvimento de uma economia cada vez mais moderna e competitiva exige, obrigatoriamente, investimentos de essência inovadora e de apelo ambiental que minimizem o impacto tanto das atividades produtivas das empresas como das administrações municipais”. De acordo com o executivo, desde 2009, projetos inovadores e verdes já somam R$ 413,7 milhões em empréstimos.

Destino dos financiamentos

A maior parte dos R$ 3,2 bilhões acumulados em desembolsos, o equivalente a 82% do montante, foi destinado para o setor privado, e os outros 18% para o setor público. Historicamente, a indústria paulista é a principal tomadora de recursos, sendo responsável por investir R$ 1,4 bilhão nos últimos dez anos. Na sequência aparecem as empresas prestadoras de serviços – com R$ 1 bilhão financiado, e do comércio, com R$ 238 milhões.

Até o momento, os financiamentos da Desenvolve SP já beneficiaram empresas e prefeituras de 346 cidades paulistas. No ranking das Regiões Administrativas que mais investem com o apoio da instituição estão: São Paulo (R$ 1 bilhão), Campinas (R$ 726 milhões), Sorocaba (R$ 380 milhões), Vale do Paraíba (R$ 200 milhões) e Ribeirão Preto (R$ 170 milhões).

Modelo de atuação

Atualmente, a linhas de crédito da instituição financeira têm taxas a partir de 0,17% a.m. e prazos de até 10 anos. Para empresas, são opções destinadas a projetos de inovação disruptiva e incremental, projetos sustentáveis com foco em energias renováveis e eficiência energética, ampliação e modernização, compra isolada de máquina ou equipamento, exportação e capital de giro.

Já para os municípios, são linhas voltadas a projetos de infraestrutura, como obras de recape e asfaltamento de ruas e avenidas, implantação ou modernização de iluminação pública, construção e reformas de distritos industriais, de arenas multiuso, de estações de tratamento de esgoto e água, de ciclovias, recuperação de matas ciliares entre outros.

“Quando necessário, atuamos ainda com programas especiais de financiamento, com taxas de juros subsidiadas pelo governo paulista, para estimular o crescimento de um segmento produtivo ou de um município”, diz Lofrano. São exemplos o Programa de Apoio ao Vale do Ribeira, criado para desenvolver as empresas da região que apresenta um dos mais baixos IDHM do estado, e o Programa Frota Nova Municípios, que financia a aquisição de veículos para melhorar a prestação de serviços públicos, como ambulâncias, transportes escolares e balsas.

Como agências de fomento não possuem agências bancárias, todo o processo de financiamento da Desenvolve SP, do pedido à aprovação, é feito por intermédio do site da instituição, o http://www.desenvolvesp.com.br. “Empresários e gestores municipais devem se cadastrar no ícone “Solicitações Online”, enviar seus respectivos projetos e fornecer a documentação necessária para a análise de crédito”, completa Lofrano.

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Firjan espera redução de até 20% na tarifa de gás

Rio de Janeiro – De acordo com análise da Firjan sobre o gás natural, principal fonte de energia para a indústria, há uma expectativa de redução de até 20% no preço do gás vendido pela Petrobras para as distribuidoras do estado do Rio nos próximos meses. No entanto, essa expectativa pode ser frustrada, segundo a Federação, já que há pouca transparência no valor pago pelo consumo do produto.

O custo do gás da Petrobras é responsável por mais de 60% da tarifa final da indústria, em média. Os aumentos ocorridos em 2018, fruto de indignação de todo o setor produtivo nacional, acumularam alta de 50% no estado do Rio de Janeiro.

Em São Paulo, uma situação semelhante aconteceu. Lá os reajustes ordinários são anuais e, após anúncio de aumento de 33%, negociações foram realizadas que culminaram na redução deste valor para 23% e reavaliação futura, fruto de um acordo entre a distribuidora Comgás e a agência reguladora estadual (Arsesp – Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo).

Porém, no Rio de Janeiro, qualquer discussão sobre reavaliação dos aumentos é bloqueada com justificativa de ser um repasse contratual. O contrato em questão, entre a Petrobras e a CEG e CEG Rio, é pouco transparente com a sociedade, já que suas cláusulas não são públicas. Apenas se sabe que o custo do gás acompanha as variações de cotações internacionais de óleos combustíveis e taxa de câmbio do dólar.

Não sendo transparente a fórmula de preço, a análise fica restrita a inferir os movimentos esperados de acordo com o comportamento de outros produtos vendidos pela Petrobras e que também acompanham o mercado internacional. No caso, a Gasolina A, o Diesel e o Óleo Combustível A1 (OCA1) apresentaram comportamentos semelhantes, pico de alta acumulada em torno de setembro e outubro de 2018 e posterior queda contínua.

Enquanto isso, o preço do gás, que possui uma defasagem de atualização, dado que seus reajustes são trimestrais, seguiu trajetória contínua de aumento, finalizando o ano em valor muito superior ao maior aumento acumulado observado no ano, o do óleo combustível A1.

No último quadrimestre de 2018, os preços da Gasolina A, do Diesel, do OCA1 e do Câmbio caíram 18%, 20%, 14% e 5%, respectivamente. Sabendo que há uma defasagem nos ajustes do preço do gás da Petrobras, pois o mesmo é atualizado trimestralmente, é esperado que neste ano ocorra redução de até 20%, retornando à patamares de julho-agosto de 2018.

Prefeitura de São Paulo lança Programa Empreendedoras Digitais

Na sexta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, foi lançado o Programa Empreendedoras Digitais, iniciativa conjunta do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), em parceria com a Prefeitura de São Paulo. A execução é da Softex e Ade Sampa.

O Programa tem o objetivo de promover o protagonismo feminino por meio da capacitação e do desenvolvimento de empresas de base tecnológica. A meta é capacitar 300 mulheres e gerar 30 startups que serão acompanhadas em um processo de pré-aceleração a ser realizado na capital.

“A tecnologia é o futuro da economia na cidade de São Paulo, mas a gente não quer qualquer crescimento a gente quer um crescimento que seja socialmente justo, dando mais oportunidade àqueles que mais precisam. É exatamente o que estamos fazendo aqui hoje no Dia Internacional da Mulher, trata-se de um programa específico para empoderá-las fomentando startups que sejam femininas. Então essa parceria entre o Ministério e a Prefeitura é importantíssima pra que a gente possa chegar nesse denominador comum que é desenvolver essa economia, mas acima de tudo com mais mulheres participando delas”, disse o prefeito Bruno Covas.

“Cerca de 20% da força de trabalho do mercado formal de tecnologia da informação é de mulheres, e nós queremos ampliar as oportunidades para este público e para as outras áreas tecnológicas”, detalha Paulo Alvim, secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC.

A cidade de São Paulo foi escolhida por ter sido apontada pela Women Entrepreneur Cities Index (WE-Cities) como um dos 25 melhores locais do mundo para as empreendedoras.

Em São Paulo as microempreendedoras já são 45% do total e, além dos programas de apoio às mulheres, contamos com diversas ações durante o mês de março, como o Insperifa, o Fábrica de Negócio Mais Mulheres, entre outras”, informa Aline Cardoso, secretária de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da Prefeitura.

Os resultados do estudo “Mulheres na TI – Atuação da mulher no mercado de trabalho formal brasileiro em Tecnologia da Informação”, realizado pela área de Inteligência Softex com o apoio da Secretaria de Empreendedorismo do MCTIC, colaboraram para o desenvolvimento de um programa focado exclusivamente na capacitação e no estímulo ao aumento da participação feminina no mercado de trabalho no setor de TI.

Mulheres na TI

Utilizando os dados disponíveis na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), o levantamento da área de Inteligência da Softex, realizado com o apoio da Secretaria de Empreendedorismo do MCTIC, apurou no período de 2007 a 2017 a evolução da participação por gênero, a diferença da remuneração entre homens e mulheres, a ocupação de cargos, a valorização por regiões e a escolaridade.

Os resultados evidenciam que a mulher vem perdendo participação neste setor. Em 2007, elas ocupavam 24% dos postos de trabalho no Core TI* (setores econômicos tipicamente de TI) e os homens 76%. Embora a quantidade de mulheres tenha praticamente dobrado de 2007 para 2017 (21.253 para 40.492), o número de homens aumentou 144% (67.106 para 163.685). Nesse período de dez anos, a participação da mulher no mercado de trabalho no Core TI diminuiu de 24% para cerca de 20%.

Quanto à remuneração por gênero, os dados permitem observar que, de maneira geral, tanto em 2007 quanto em 2017 a média entre os homens é superior à média entre as mulheres no grupo Core TI. Se em 2007 os homens ganhavam 5,34% mais, em 2017 essa diferença mais que dobrou, passando para 11,05% e ocorre em todas as ocupações.

No Core TI, observa-se que o Norte é a região do país onde as mulheres têm proporcionalmente mais anos de formação, sendo que 72% delas têm ensino superior, mestrado ou doutorado. Entre os homens, esse percentual é de 61%.

Assim, embora de maneira geral os homens ganhem mais que as mulheres e os cargos com maiores salários sejam mais ocupados proporcionalmente pelos homens, a pesquisa sugere que a formação e a maior escolaridade podem ser peças-chaves para a superação das diferenças por gênero.

Todos esses dados evidenciam que as mulheres vêm perdendo participação no setor de TI nos últimos anos e pela média ganham menos que os homens, mas os casos em que a média da remuneração feminina supera a dos homens apontam caminhos para o desenvolvimento de políticas públicas. Daí a necessidade da promoção e fomento à participação feminina no mercado de trabalho formal e de políticas que impulsionem sua capacitação. Estes podem ser vetores potenciais para a superação dessas diferenças salariais realizadas em associação a outras políticas de valorização da mulher no mercado de trabalho.Core TI – Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda; desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis e não-customizáveis; consultoria em TI; suporte técnico, manutenção e outros serviços em TI; tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação.

Redes de petshops miram prestação de serviços para fisgar consumidores

Considerado como o terceiro maior mercado do mundo em faturamento, o setor de petshops brasileiro tem apostado na prestação de serviços para manter o ritmo de crescimento nos grandes centros urbanos. Além disso, players estão utilizando a tendência como pavimento para expansão em outras regiões do País. “Não se trata mais de uma loja simplesmente, mas um local que oferece serviços veterinários, hotel e creche para animais de estimação e até serviços ainda mais especializados. Já não é raro em grandes cidades encontrarmos serviços de acupuntura para cães, por exemplo. Ou lojas dedicadas a petiscos como se fossem padarias”, afirmou o vice-presidente de Comércio e Serviços do Instituto Pet Brasil, Nelo Marraccini.

De acordo com o dirigente, a tendência que se criou nos últimos anos é que cada unidade de petshop seja encarada como um “hub de serviços”, tendo em vista que os animais de estimação estão cada vez mais dentro de casa e “menos no quintal”. De acordo com ele, esse movimento vem “aliando também profissionais como dog walkers, e a profissionalização cada vez maior dos serviços de banho e tosa.”

Segundo dados da Associação da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o faturamento desse mercado em 2017 somou 20,3 bilhões – dos quais 31% desse montante é proveniente da prestação de serviços. Uma vez que os dados de 2018 do setor ainda estão sob apuração, o vice-presidente da entidade estima que o incremento do período deva ser “estável”, o qual poderá “comprovar a resiliência do setor”.

Na mesma linha, uma das redes de petshops que tem acompanhado essa tendência é a Petland. “Do total de nossas unidades, a participação dos serviços no faturamento gira em torno de 24%. Porém, quando observamos as nossas operações menores, esse percentual vai para 50%”, argumentou o CEO da rede, Rodrigo Albuquerque. De acordo com o executivo, um dos animais que têm aparecido com frequência nas unidades são os felinos. “Os gatos não só têm apresentado crescimento populacional nos últimos anos como também tornaram-se animais relativamente fáceis de ter em cidades verticalizadas, nas quais o tempo das pessoas em casa é mais curto”, afirmou ele, lembrando que o tíquete médio no caso dos cachorros ainda é 20% superior.

Albuquerque também conta que existe pretensão de inaugurar mais 36 unidades no Brasil em 2019 – chegando ao total de 150 operações. “Estamos observando um mercado muito bom no interior de São Paulo e também no litoral paulista”, disse ele, destacando o plano de usar a capilaridade do negócio para transformar as unidades em pequenos centros de distribuição em casos de compras pela internet. Outro exemplo de rede varejista que aposta na prestação de serviços para fidelizar o consumidor é a Cobasi. “Temos essa área voltada para a prestação de serviços há 20 anos. Sublocamos os espaços internos das lojas para profissionais do segmento estético e clínico”, afirmou a gerente de marketing da Cobasi, Daniela Bochi. “Quando o espaço das unidades permite, sempre incorporamos essas áreas”, complementou ela.

Ainda de acordo com a executiva, o público do interior de São Paulo é um dos focos de expansão para o ano de 2019, em virtude da “alta renda e pouca oferta do formato de mega loja nessa região.” Ela menciona que a cidade de Campinas, que tem cinco unidades, é um dos exemplos de empreitada fora da capital paulista. “O plano de expansão está entre 20 a 25 unidades em 2019”, afirmou Daniela, ressaltando que no ano passado foram inauguradas operações também em Fortaleza e Recife.

ABRH-Brasil recebe inscrições para certificação internacional SHRM

O mercado de trabalho vem passando por inúmeras transformações a cada ano, com equipes mais enxutas e novos modelos de gestão. Nesse contexto, para manter-se capacitado e atualizado, a ABRH-Brasil está com inscrições abertas para o processo da certificação internacional SHRM (Society for Human Resource Management – Sociedade para Gerenciamento de Recursos Humanos, em tradução livre), que engloba o curso preparatório, inscrição para a prova, material de apoio e filiação.

A certificação propicia diversos benefícios ao profissional, por exemplo, ser certificado pela maior associação de RH do mundo e ser reconhecido internacionalmente por suas competências comportamentais e conhecimento técnico. Além disso, permite estar alinhado às demandas das empresas conectadas globalmente com o mundo dos negócios, e aumenta o seu nível de empregabilidade.

Para os interessados, o curso, que acontecerá entre 18 de março e 17 de junho, é totalmente em ambiente online, ao vivo, com aulas gravadas para assistir posteriormente, e link gerado no começo da capacitação e reenviado anteriormente ao início de cada aula.

Os instrutores são formados por especialistas certificados pela SHRM Aprendizagem System®, e durante as aulas abordam temas técnicos, como Tendências e Desenvolvimento, Liderança, Remuneração, entre outros. A capacitação também inclui as competências comportamentais do profissional de RH.

O investimento é de R$ 5.700 para associados, e R$ 7.008,00 para não associados. O valor inclui inscrição (entre 23 de março e 13 de abril) para a prova, que acontecerá entre 1º de maio e 15 de julho.

“No País, o curso é oferecido exclusivamente pela ABRH-Brasil e a certificação SHRM está em linha com as nossas janelas de atuação do triênio 2019-2021, principalmente com a de Educação, que é a base de uma sociedade e fator essencial para a formação do cidadão; e também com a de Liderança, que estimula o desenvolvimento de profissionais e a boa gestão das organizações, com impacto direto na produtividade. Dessa forma, é necessário estabelecer uma relação de confiança entre o líder e a sua equipe para fortalecer a harmonia corporativa”, reforça Paulo Sardinha, presidente da ABRH-Brasil.

É importante reforçar que há duas modalidades de certificação. A primeira delas é a SHRM CP – destinada aos profissionais de RH envolvidos na implementação de políticas e estratégias, que fazem a interface com os colaboradores e demais partes interessadas, prestam serviços de RH e realizam funções operacionais.

Já a segunda opção é o SHRM SCP. Indicado para profissionais de RH que atuam com o desenvolvimento de estratégias, influenciadores na comunidade, que analisam métricas de desempenho e alinham as estratégias de RH às metas organizacionais.

500 Startups recebe inscrições para bootcamp em Miami

A 500 Startups, fundo global de venture capital de early stage sediado em São Francisco, nos Estados Unidos, está com inscrições abertas para o Bootcamp Miami, Humanizing Technology: Product & Design. O programa, que é destinado a startups que estejam desenvolvendo produto e em fase de investimento pré seed, seed ou pós seed, será nos dias 21 e 22 de março, no seu hub de inovação em Miami.

Durante o evento, serão abordados os seguintes tópicos: como construir um MVP de maneira assertiva; como escalar o MVP para encontrar o Product Market Fit; interação e aprendizagem com clientes e workshop de design. Segundo Itali Collini, diretora de operações da 500 Startups no Brasil, essa é uma ótima oportunidade para brasileiros que buscam uma aproximação com a aceleradora e o ecossistema americano.

“Os Bootcamps da 500 Startups Miami convidam mentores de peso para dois dias de imersão em temas específicos, além de não possuir custo de participação eles permitem uma vivencia rica das metodologias do ecossistema americano, dão acesso aos benefícios da rede da 500 e permitem aumentar o círculo de contato das startups”, explica Itali.

As inscrições para o programa vão até o dia 11 de março.

Instituto Consulado da Mulher abre inscrições para prêmio que assessora e empodera empreendedoras

De 08 de março a 12 de abril, organizações sem fins lucrativos que apoiam grupos ou redes de empreendimentos liderados por mulheres na área da alimentação podem se inscrever de forma gratuita na 7ª edição do Prêmio Consulado da Mulher de Empreendedorismo Feminino. Ação social da Consul – marca de eletrodomésticos mais presente nos lares brasileiros -, o Instituto, que trabalha no apoio e no empoderamento de empreendedoras, traz uma novidade para 2019: premiará três parceiros com R$ 40 mil cada um para gerir a assessoria de empreendimentos com base na metodologia do Consulado da Mulher.

O objetivo é que as organizações inscritas repassem a metodologia de gestão desenvolvida pelo Instituto para no mínimo dois e no máximo cinco grupos ou redes de empreendedoras pelo período de um ano. Os grupos inscritos também receberão investimento, no valor de R$ 10 mil reais, e eletrodomésticos Consul para otimizar suas condições de produção e alavancar os negócios.

“Esse é um novo modelo de premiação, que reconhece o trabalho das organizações sociais parceiras e garante o recurso necessário para a aplicação da nossa metodologia de gestão, que tem resultados amplamente comprovados. Com isso, além de beneficiar grupos de mulheres em vulnerabilidade, fortalecemos a rede social que fomenta o empreendedorismo feminino no Brasil”, conta Leda Böger, diretora do Instituto.

As organizações sem fins lucrativos selecionadas serão qualificadas pelo Instituto – que já deixou sua marca em 23 estados e 165 cidades, beneficiando mais de 35 mil pessoas -, para replicarem a metodologia. O objetivo é somar esforços para beneficiar grupos produtivos liderados por mulheres, visando ao incremento da renda familiar e à melhoria das condições de vida para suas comunidades. Até então, as empreendedoras inscreviam seus negócios no edital de maneira independente, sem o auxílio de um intermediário.

Para se inscrever, basta atender aos critérios do edital divulgado no site http://www.consuladodamulher.org.br/premio2019. A ficha de inscrição estará disponível a partir de 08 de março.