Como evitar que seus melhores funcionários peçam demissão

Encontrar e atrair talentos para montar uma equipe inovadora é uma tarefa que os gestores dizem ser cada dia mais difícil. Desafio superado, surge um segundo. Como manter essas pessoas na empresa? Há quem diga que a retenção de funcionários tornou-se a nova galinha dos ovos de ouro. Uma delas é Neale Lewis, coach certificado pela Gazelles International Coach e que desenvolve projetos com empresas para que elas ganhem escala global. Em artigo publicado no LinkedIn, Lewis disse que as empresas precisam tomar certas medidas para manter seus “funcionários popstars” e evitar que comportamentos tóxicos os motivem a deixar a empresa.

E isso não tem a ver necessariamente com o chefe (ruim) mais próximo, a quem muitas pesquisas atribuem como principal motivador de saída de um funcionário. Lewis cita uma recente entrevista que o professor Adam Grant, da Wharton School, concedeu a Harvard Business Review para defender seu ponto: “A decisão de deixar uma empresa está relacionada ao trabalho em si. Os profissionais deixam o emprego quando trabalham em algo que não os agrada, em que suas melhores habilidades não são postas em prática ou quando sentem que não estão crescendo na carreira. Portanto, se você quiser manter seus maiores talentos, é melhor gastar tempo pensando em como pode redesenhar o trabalho a ser feito. A maioria das pessoas cria os empregos e, então, busca funcionários para ocupá-los. Os melhores gestores fazem o contrário: quando encontram um talento promissor, criam cargos para ele”, disse Grant.

Baseado em sua experiência com empresas de vários setores, Lewis apresenta no artigo quatro dicas para líderes “redesenharem” um trabalho e, assim, conseguirem manter seus melhores talentos. Confira:

1. Crie um ambiente agradável de trabalho

As pessoas não vão querer sair de um lugar que as divirta e seja agradável. A chave para criar esse ambiente é olhar para o trabalho com uma mentalidade flexível, segundo Lewis. “Busque elementos que possam tornar o trabalho mais agradável e benéfico para cada empregado”. Ele cita o exemplo de um profissional muito qualificado de finanças que estava considerando deixar a empresa para construir uma carreira como professor. Ele amava ensinar os outros. A empresa então criou uma nova função para ele, onde sua responsabilidade seria a de ensinar a seus colegas noções básicas de finanças. Um terço de seu tempo seria dedicado a isso. No fim, tanto a empresa quanto o funcionário saíram ganhando.

2. Construa propósito no trabalho

Funcionários se engajam mais quando se sentem conectados ao propósito que há por trás daquilo que estão fazendo. Um líder, segundo Lewis, pode mostrar o que um determinado trabalho significa e o impacto que ele pode gerar para a empresa. Uma pesquisa de Grant mostra três formas de fazer isso. A primeira é apresentar aos funcionários os clientes daquele produto ou serviço que a empresa produz. “Os engenheiros de equipamentos médicos da Medtronics assistiram a pacientes se movimentando em um palco durante o encontro anual da companhia graças ao trabalho deles”. Uma segunda forma é cultivar histórias. A Volvo, por exemplo, produz histórias sobre as pessoas que se beneficiam dos equipamentos desenvolvidos pela empresa e montou o Volvo Saved My Life Club. Uma terceira frente é incentivar os funcionários a compartilharem suas próprias histórias e abrirem a discussão sobre o propósito e o valor de seu trabalho.

3. Estimule as habilidades fortes

Quando um profissional muito bem avaliado dentro de uma empresa passa a comandar uma área de negócio específica, ele começa a identificar as melhores habilidades de cada um da equipe e como pode tirar o melhor de todos os funcionários para o “todo” funcionar bem. Mas não pensa em explorar a fundo as habilidades boas de cada um. Lewis cita o exemplo de uma assistente administrativa que amava organizar reuniões de planejamento. Ela era incrível nisso. A empresa então a incluiu no planejamento de grandes reuniões de outras áreas e a funcionária ficou animada com a responsabilidade extra. Ela aproveitou a oportunidade, evoluiu e subiu de posição até ficar responsável por fazer o planejamento das reuniões da companhia em tempo integral. “Foi o melhor uso de seu talento para a empresa. E para ela”, diz Lewis.

4. Invista no aprendizado e crescimento

Mais do que nunca — principalmente considerando a chegada dos millenials ao mercado de trabalho — os funcionários estão ávidos por aprender e descobrir como podem aproveitar ao máximo seu potencial. “Preste muita atenção a esta necessidade e crie programas individuais e jornadas de carreira para cada funcionário. Ao mostrar que você se importa com o desenvolvimento deles, você ganhará lealdade em troca”, diz Lewis.

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Desoneração da folha permanece para dez setores

Na disputa para impor uma pauta, o governo começa perdendo a queda de braço para o Congresso, ao menos quando o assunto é a reversão da desoneração da folha de pagamento, uma das poucas medidas do pacote econômico recém-anunciado a ter efeito direto no Orçamento.

O projeto deve sair do Congresso com número maior de setores poupados do que o inicialmente previsto e efeito fiscal bastante incerto. No projeto original, o governo mantinha o benefício para alguns setores, como o de comunicação, construção civil e transporte de passageiros (subdividido em metrôs, rodovias e ferrovias). A expectativa é que isso fosse preservado pelo Congresso.

Além dos setores originalmente poupados, a Folha apurou que, nas negociações com os parlamentares, devem ser mantidos no regime que reduz os custos da folha pelo menos mais sete setores: telemarketing, confecção, calçados, transporte de cargas, moveleiro, máquinas e equipamentos e aviação.

O relator do projeto, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), fala em um número mais amplo –dez setores, mas não revela quais são eles. “O que dá para assegurar é que o governo já sabe que o projeto não sai da comissão como entrou”, diz o deputado. Silva afirma que alguns dos setores incluídos na regra, iniciada em 2011, não são intensivos em mão de obra, mas podem receber tratamento tributário diferenciado para estimular a economia.

Os parlamentares, diz o relator, levaram em conta não só o uso intensivo de mão de obra, como também a forte concorrência com produtos importados. Consideraram ainda setores que agregam tecnologia e são estratégicos para a economia, além daqueles que poderiam até mesmo deixar o país sem esse tipo de estímulo fiscal.

O relator garante que, mesmo com uma cara diferente, o projeto sai em breve. “Posso dizer que esse item da pauta é café morno”, diz Silva, em referência a declaração do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que qualificou as 15 medidas econômicas do governo anunciadas na segunda-feira (19) como “café frio”.

Silva diz que é possível votar o projeto na comissão especial que analisa o tema até março, liberando o texto para ser avaliado no plenário da Câmara, no máximo, entre março e abril. Procurado, o Ministério da Fazenda disse por meio de sua assessoria que, como o projeto de lei de reoneração da folha tramita no Congresso e está sujeito a alterações, não vai se manifestar sobre a questão neste momento.

Objetivos

A política de desoneração da folha de pagamento foi desenhada no governo Dilma Rousseff para favorecer a contratação de mão de obra. Especialistas dizem, no entanto, que a regra resultou em custos fiscais elevados, sem a garantia de que tenha gerado emprego.

Em seu auge, em 2015, a renúncia fiscal chegou a R$ 25,2 bilhões. O dado mais recente, que compreende de janeiro a julho de 2017, mostra que o governo deixou de arrecadar R$ 7 bilhões. A ideia é que, com o fim dessa política, as empresas favorecidas voltem a calcular as contribuições devidas à Previdência de acordo com a folha de salários, e não mais conforme o faturamento.

É possível, no entanto, que, além de perder a briga em relação ao número de setores que devem ser mantidos na regra antiga, o governo também deve conseguir bem menos do que deseja em termos de recursos e ainda corre o risco de obter algum resultado apenas em 2019. A regra de desoneração da folha tinha cinco setores, grupo que hoje passa de 50. O atual governo tentou revertê-la com medida provisória, que o Congresso ia deixar caducar e acabou revogada.

Sistema elétrico de Londrina recebeu R$ 285 milhões em seis anos

Entre 2011 e 2017, a Copel contabilizou ter investido R$ 285 milhões para melhoria do sistema elétrico da cidade de Londrina, no Paraná. Entre as obras executadas estão reforços na rede de distribuição, troca de fiação convencional por rede compacta, construção de duas subestações e um anel para interligação das subestações existentes no município, além da implantação de duas grandes linhas de transmissão que atendem a cidade e toda a região Norte do Paraná.

Nesse período, a energia disponível para atender os imóveis instalados na cidade aumentou 12%, passando de 500 para 560 MVA (megavolt-ampère) de capacidade de transformação. Destaca-se também a construção de cinco linhas de transmissão, que conferiram flexibilidade de operação, ao conectar todo o sistema operado em 138 mil volts.

“Com esse trabalho, Londrina vem conquistando excelentes resultados de qualidade, com redução de 25% nos desligamentos, nos últimos quatro anos”, diz o presidente da Copel, Antonio Sérgio Guetter.

A Copel atende, em Londrina, 240 mil ligações de energia, sendo 205 mil domicílios residenciais, 26.504 estabelecimentos comerciais, 3.265 indústrias e 3.256 propriedades rurais.

São Paulo arrecada valor recorde em royalties de petróleo

No ano passado, São Paulo arrecadou R$ 2,5 bilhões em royalties e participações especiais de petróleo e gás. A remuneração foi dividida entre R$ 1,4 bilhão para o Estado e R$ 1,1 bilhão para os municípios. O valor representa aumento de 70% em relação ao ano anterior e é considerado recorde pelo governo.

Três cidades se destacaram nos royalties de petróleo. Ilhabela arrecadou R$ 440 milhões, São Sebastião R$ 87,3 milhões e Caraguatatuba R$ 82,3 milhões. Juntas, correspondem por 60% do valor total.

Estão ainda entre os dez primeiros colocados Cubatão, com R$ 61 milhões, Bertioga (R$ 50 milhões), Guararema (R$ 48 milhões), Ilha Comprida (R$ 34 milhões), Iguape (R$ 23,1 milhões) e Praia Grande e São Vicente, com R$ 15,3 milhões cada.

Em 2017, o estado de São Paulo ficou em terceiro lugar no ranking de produção de petróleo e gás, mas em termos de arrecadação, ficou em segundo, passando o Espírito Santo, que arrecadou R$ 2,2 bi, e atrás apenas do Rio de Janeiro, que arrecadou R$ 11 bilhões.

Franca é confirmada como uma das melhores cidades em saneamento

Depois de liderar por quatro anos consecutivos o ranking do Instituto Trata Brasil das 100 maiores cidades em saneamento básico no país, Franca agora se destaca entre as 14 cidades brasileiras rumo à universalização pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes).

No estudo intitulado “Ranking Abes da Universalização do Saneamento”, foi apontado que a cada 100 mil habitantes, apenas 10,23 internações estão relacionadas a doenças de veiculação hídrica na cidade. É um dos menores índices medidos.

“Fundamental a iniciativa da Abes, pois ajuda a chamar a atenção para a situação caótica do saneamento básico no Brasil. Quanto à Franca, um importante reconhecimento, demonstrando que o planejamento de longo prazo, a gestão responsável do dinheiro público e o investimento permanente são requisitos fundamentais para um serviço público de qualidade”, disse Gilson Santos de Mendonça, superintendente da Sabesp na Unidade de Negócio Pardo e Grande, em Franca.

A cidade vem recebendo investimentos no setor desde 1977, quando o abastecimento de água era irregular, cobrindo 70% dos imóveis e metade da população não tinha coleta de esgoto. Em 1998, o abastecimento foi universalizado na cidade e a coleta e tratamento de esgoto está perto da universalização.

Nos últimos cinco anos, a cidade recebeu cerca de R$ 300 milhões de investimentos nos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, segundo a Sabesp.

Confira tendências digitais para escalar seu negócio

Diante das grandes transformações do mundo, um ponto primordial é a inovação, que de fato gera crescimento. Diversas startups e empresas ainda enxergam seus negócios de forma tradicional, engessando seu próprio crescimento sem se atentar para as boas práticas e tendências aplicadas pelo mercado.

Nem todo negócio é igual ao outro, mas o que os diferenciam é o segmento de atuação. O comportamento, planos, visão empreendedora com foco em inovação são os grandes desafios para se ter sucesso e escalar seu negócio.

Abaixo oito tendências digitais para decolar em 2018:

A primeira tendência é o uso de Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED). A tecnologia prevê gerar, controlar, armazenar, compartilhar e recuperar informações existentes em documentos. Essa solução digital, segundo Fredy Evangelista, CEO da Vianuvem, traz redução no uso de papéis para otimizar os processos internos como contratos, notas fiscais entre outros. Este serviço avalia as necessidades específicas do cliente e oferece um sistema modular, o que possibilita a implantação gradativa do GED.

Segunda. Mais que necessidade, o uso e análise de dados e informações para tomada de decisão se tornou indispensável. Segundo o CEO da upLexis, empresa especializada em tecnologias para análise e interpretação de grandes volumes de dados (big data) extraídos da internet e de outras bases de conhecimento disponibiliza informações relevantes para sua empresa escalar. Utilizar dados extraídos de grandes volumes da internet é imprescindível para conhecer seu cliente, gerar novos leads e evitar fraudes com compliance.

A terceira é utilizar a tecnologia de big data para conhecer e se comunicar de maneira eficaz com os clientes. Por meio de uma plataforma com interface simples e intuitiva, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics para o setor de marketing e comunicação, atua junto às companhias da área para antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado e dos seus consumidores.

A quarta tendência é o monitoramento da jornada de consumo nas lojas físicas para a elaboração de ofertas mais assertivas. A Propz oferece um sistema de inteligência artificial e big data para o varejo e serviços financeiros e é pioneira na aplicação dessas tecnologias que entendem, predizem e reagem ao comportamento de consumo em tempo real e de forma automatizada. A tecnologia proporciona um aumento de até 10% no ticket médio e mais de 6% na frequência em lojas.

A quinta tendência é a utilização de pesquisas no pós-venda para identificar e resolver os principais problemas e gargalos dos consumidores, para melhorar a relação de consumo entre marcas e seus clientes e transformá-los em fãs. É com essa premissa que a Tracksale, empresa que oferece uma solução tecnológica para melhorar a experiência de compra, se consolida como a principal ferramenta de monitoramento de satisfação de clientes no Brasil. Com tecnologia Net Promoter Score do Brasil (NPS), a plataforma permite que as marcas possam coletar, de forma ágil e fácil, seus feedbacks, feitos por meio de uma única pergunta realizada via e-mail, SMS, websites, widget e aplicativos: “Em uma escala de zero a dez, quanto você recomendaria a empresa e o porquê?”.

A sexta tendência é a Logística inteligente: O avanço da tecnologia possibilita que a gestão de qualquer tipo de negócio seja feita de maneira ágil, eficiente, produtiva e com real redução de custos.Quando o assunto é gestão logística, ainda há obstáculos a superar por se tratar de um setor ainda resistente a implantação de novas tecnologias, atenta a esse gap de mercado, a Cobli – startup paulistana especializada em controle de frotas, telemetria e roteirização, desenvolveu um sistema capaz de fornecer, em tempo real, mais de cinco mil informações sobre o veículo. Por meio de inteligência artificial e com mais de um bilhão de quilômetros registrados, a empresa monitora e entrega relatórios que avaliam a logística, rastreamento de veículos, roteirização e acompanhamento do modo de condução dos motoristas.

Outra tendência é o uso de soluções antifraude nos e-commerces a fim de garantir a segurança dos lojistas e clientes, além de melhorar a saúde financeira das lojas. Para atender a essa demanda, a Konduto tem como objetivo monitorar todo o comportamento de navegação e compra de um usuário em uma loja virtual ou aplicativo mobile e, com isso, calcular em menos de 1 segundo a probabilidade de fraude em uma transação on-line. Além disso, o sistema também leva em consideração informações “básicas” da análise de risco, como geolocalização, validação de dados cadastrais e características do aparelho utilizado na compra (fingerprint), gerenciamento de regras condicionais e revisão manual.

O consumidor está cada vez mais exigente antes de adquirir um determinado produto, por isso eles estão em busca de sites que prezam pela transparência e sinceridade e que usam ferramentas como a Trustvox, primeira certificadora de reviews no Brasil, que assegura a veracidade de reviews no Brasil, e que atua com o propósito de tornar a sinceridade padrão de mercado no e-commerce e, por consequência, gerar cada vez mais vendas aos comerciantes.

Sistema de Self Bag Drop do RIOgaleão reduz tempo de conexão em 20%

Rio de Janeiro – Implementado pelo RIOgaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim em 2017, o sistema de Self Bag Drop já conseguiu reduzir em 20% o tempo mínimo exigido para as conexões domésticas de quem chega em voos internacionais. O serviço permite que o passageiro deposite sua bagagem diretamente da sala de desembarque internacional, após passar pela inspeção da Receita Federal, sem precisar se deslocar para o balcão do check-in doméstico para despachar sua mala para o próximo destino. Além da praticidade, o Self Bag Drop possibilitou que o RIOgaleão oferecesse conexões com um intervalo menor, aumentando ainda mais as facilidades do Aeroporto Internacional Tom Jobim que já é uma das principais portas de entrada e um dos mais importantes hubs do país.

“O RIOgaleão é o único aeroporto brasileiro a oferecer esta facilidade em conexões de voos internacionais para os domésticos. Além da redução no tempo mínimo, o passageiro tem uma experiência mais confortável e segura, sem precisar ir até a área pública para despachar novamente sua mala. Assim, é possível usufruir de forma mais tranquila os serviços das lojas e restaurantes oferecidos no aeroporto”, afirma Herlichy Bastos, diretor de operações do RIOgaleão.

O serviço é utilizado atualmente pela GOL Linhas Aéreas e pela LATAM Airlines, mas está disponível para todas as companhias aéreas que operam no aeroporto. Não há custo adicional aos passageiros. O Self Bag Drop já permitiu diminuir o tempo de dez conexões. São voos como os de Nova Iorque/Rio/Florianópolis; de Paris/Rio/Porto Alegre; de Orlando/Rio/Belo Horizonte ou o de Atlanta/Rio/Salvador.

“O Self Bag Drop também traz um ganho de competitividade para o RIOgaleão, uma vez que reduz o tempo total de viagem, o que beneficia as companhias aéreas. Além disso, está de acordo com as últimas tendências da aviação internacional que é oferecer maior independência e praticidade aos passageiros”, informa Bastos.

A procura por conexões no RIOgaleão entre voos domésticos cresceu 12% e entre domésticos/internacionais, 15%, comparando-se os dados de 2016 e 2017. O aeroporto é um dos principais hubs do Brasil, o que permite conectividade com os principais destinos das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul. Além de disponibilizar diversas opções de voos nacionais, o Aeroporto Internacional Tom Jobim se fortalece como principal ponto de conexão de turistas estrangeiros para outros destinos dentro do país – graças, também, à posição geográfica estratégica, que facilita a distribuição de rotas.

Conexões possibilitadas pela redução do tempo mínimo pelo Self Bag Drop

Nova Iorque – Buenos Aires

Nova Iorque – Florianópolis

Orlando – Belo Horizonte

Miami – Florianópolis

Miami – Congonhas

Paris – Porto Alegre

Amsterdam – Congonhas

Amsterdam – Curitiba

Amsterdam – Foz do Iguaçu

Atlanta – Salvador