StartOut Brasil seleciona startups para imersão em Nova Iorque

Empreendedores interessados em participar da primeira missão do StartOut Brasil 2020 podem se inscrever até o próximo dia 20 de janeiro. Entre os dias 19 e 24 de abril, o programa de internacionalização de startups levará cerca de 20 empresas para uma imersão em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Durante a semana, as startups brasileiras vão saber por que Nova Iorque foi eleita a localidade mais atraente para startups pelo Innovation Cities Index , o maior ranking de cidades da inovação do mundo, e ganharão um dia de estande na TechDay NYC , uma das maiores feiras de tecnologia dos Estados Unidos. O objetivo é aumentar ainda mais a exposição das marcas a investidores norte-americanos e a possibilidades de formação de parcerias com integrantes do ecossistema local de inovação.

Além disso, receberão treinamento de pitch internacional – discurso de apresentação de negócios –, acesso a workshops com prestadores de serviços e terão a oportunidade de se reunir e se conectar com potenciais parceiros de negócios, possíveis clientes e até investidores de um dos maiores hubs de inovação do mundo.

Assim, as startups poderão ampliar seus horizontes, definir estratégias de internacionalização, organizar e melhorar a comunicação da empresa, estabelecer relações comerciais e ainda entender o motivo de Nova York ser o centro financeiro e cultural do mundo.

Como se inscrever

As inscrições devem ser realizadas no site do StartOut Brasil . O formulário deve ser preenchido em inglês, com dados específicos sobre a empresa e o mercado alvo. Podem participar startups brasileiras de qualquer área de atuação que já tenham tração no mercado doméstico e condições concretas de se internacionalizar, sem comprometer suas operações no país. Além disso, as empresas precisam ter faturamento ou já ter recebido algum tipo de investimento.

As inscrições serão analisadas por responsáveis das instituições organizadoras e as 40 startups mais bem posicionadas serão avaliadas por especialistas no mercado de destino. Ao final, serão selecionadas até 15 startups brasileiras que nunca participaram do programa ou fizeram parte de apenas um ciclo; e até cinco startups classificadas como graduadas, ou seja, aquelas que participaram de dois ou mais ciclos do StartOut Brasil. O resultado será anunciado no dia 28 de fevereiro.

Nova lei de franquias garante mais transparência nas relações comerciais

A nova Lei de Franquias (Lei 13.966) entra em vigor a partir de 27 de março, substituindo a antiga legislação, vigente nos últimos 25 anos. Sancionada pelo governo em dezembro do ano passado, a nova lei promove mais segurança jurídica ao detalhar pontos considerados genéricos na lei anterior, como é o caso do que é oferecido ao franqueado sobre o padrão da estrutura e do ponto comercial. O novo texto também apresenta mudanças importantes no histórico previsto na Circular de Oferta, que passa a ser relacionado ao negócio que será multiplicado e não mais ao franqueador.

Outro ponto considerado relevante para os franqueadores diz respeito à ausência de vínculo empregatício entre franqueadoras e funcionários do franqueado, inclusive durante os treinamentos. A nova legislação também aborda de forma detalhada regras de concorrência territorial e abrangência do negócio, além de determinar que o franqueador indique como será realizado o suporte e apresente uma previsão de incorporação de inovações mercadológicas do setor em que atua.

As mudanças são consideradas positivas principalmente para os potenciais franqueados, que terão mais condições de buscar informações aprofundadas sobre a reputação e assistência prestadas pela rede franqueadora de interesse. A linguagem simplificada também facilita o entendimento de pontos cruciais para a abertura de um novo negócio e garante mais transparência nas relações comerciais.

De acordo com a especialista do Sebrae, Hannah Salmen, neste período em que a lei ainda não entrou em vigor, o interessado ou franqueado deve levantar todas as informações que vão balizar a decisão pelo investimento. “É importante analisar as cláusulas de renovação e o modelo do contrato previsto, além do prazo de retorno de cada negócio e do suporte que será prestado”, destacou.

Confira outras novidades da legislação:

A comprovação da experiência operacional do franqueado foi simplificada;

A prestação de serviço da franqueadora, ou seja, o suporte à rede de franqueados, precisa ser claro na Circular de Oferta;

A renovação de contrato passa a ter mais garantias, pois agora o franqueador deve avisar com prazo de antecedência e condições para renovação;

Acréscimo de cláusula na Circular de Oferta sobre questões que envolvem sucessão, o que acontece com a unidade em caso de morte e/ou invalidez do proprietário.

KPMG lista oito tendências em inteligência artificial

Um estudo da KPMG reuniu as oito principais tendências para a implementação e desenvolvimento de inteligência artificial nas corporações. A pesquisa “IA transformando a empresa” (do original em inglês, “AI transforming the enterprise”) entrevistou líderes de 30 das 500 maiores companhias do mundo. De acordo com a publicação, a ascensão da inteligência artificial como serviço e a mudança rápida da tecnologia da fase experimental para a efetivamente aplicada são duas das oitos principais tendências para a adoção desta ferramenta.

A pesquisa destaca também como tendências para a utilização da inteligência artificial o crescimento da demanda das empresas por esta tecnologia e a governança interna emergindo como área chave nesse processo. Outro item apontado pelo estudo é a convergência entre as plataformas de automação, de baixo código (low-code), inteligência artificial e análise de dados. Além disso, as outras três tendências elencadas pela pesquisa são as seguintes: inteligência artificial como ferramenta em potencial para mudar o cenário competitivo; a necessidade de gerenciar esta tecnologia; e as novas capacidades organizacionais como fundamentais para a implementação desses recursos nas empresas.

Para o sócio de Inteligência Artificial e Cognitivo da KPMG no Brasil, Frank Meylan, a inteligência artificial desempenhará um papel cada vez mais importante no desenvolvimento de novos modelos de negócios das empresas. “Os investimentos que estão sendo feitos hoje nessa tecnologia pelas maiores organizações do mundo terão uma enorme influência sobre a economia global e a força de trabalho. O resultado desse processo impulsionará a transformação das empresas e criará grandes diferenças competitivas”, analisa.

Taxação de energia solar desestimula investimentos no agro, diz SRB

A Sociedade Rural Brasileira (SRB) apoia a decisão do Presidente da República, Jair Bolsonaro, de manter os descontos para empresas e consumidores que utilizam energia solar no Brasil. Bolsonaro assegurou na última terça-feira (07/01) que a taxação está descartada, mas a decisão final só será tomada no dia 21, data da próxima reunião de diretoria da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Para a entidade, a chamada “taxação do sol”, proposta pela agência reguladora, representa custos adicionais aos produtores e desmotiva os investimentos em geração de energia limpa nas propriedades rurais.

Residências e empresas com painéis solares se enquadram na modalidade de Geração Distribuída (GD) de produção de energia. A norma atual prevê que consumidores dessa modalidade podem ceder o excedente de energia produzido para o sistema geral, ficando como um crédito. Nesse caso, o consumidor de GD não paga o custo da rede de transporte de energia para a distribuidora. A proposta da Aneel prevê o fim dessa isenção. “O desconto é um incentivo para o setor concentrar o uso da maior parte dos equipamentos elétricos nos horários de menor consumo de energia e, portanto, reduzir a demanda nos horários de pico”, explica Marcelo Vieira, presidente da SRB.

Segundo a SRB, boa parte dos produtores rurais no Brasil investem em fontes sustentáveis e alternativas de energia, como eólica, solar e a partir de biomassa e resíduos florestais, para garantir o abastecimento das propriedades. Esses investimentos foram viabilizados a partir de 2012, quando a Aneel lançou normativo que permitiu aos consumidores gerar a sua própria energia. “Muitos produtores têm dificuldade de acesso à rede de distribuição de energia elétrica, o que torna a geração alternativa ainda mais importante”, ressalta Vieira.

Para a entidade, a aprovação da nova proposta torna inviável a implementação de sistemas de geração de energia, já que o prazo para recuperar o valor investido nas instalações será ainda mais longo. A SRB lembra ainda que aumentar a participação de bioenergia sustentável na matriz energética é um dos compromissos firmados pelo Brasil durante o Acordo de Paris, em 2015.

A entidade destaca que os custos com energia elétrica para o agronegócio são altos e correspondem a uma parcela significativa nos investimentos da produção. “Gerar a própria energia é uma alternativa para baratear os custos e deixar os produtores menos dependentes do fornecimento tradicional”, completa Vieira.

A energia solar está cada vez mais presente em propriedades rurais. Somente no primeiro semestre de 2019, foram produzidos 32.963kWp, o que representa cerca de 86% do total gerado durante o ano todo em 2018. Os dados são da própria Aneel. Segundo a SRB, a matriz energética brasileira já é uma das mais limpas entre as grandes economias. “Estamos comprometidos em dobrar a produção de biocombustíveis e quintuplicar a produção de bioenergia, precisamos que as agências reguladoras estejam em consonância com esse pensamento”, conclui o presidente da SRB.

Oi Futuro e Sebrae lançam edital de aceleração para startups de impacto social

O Oi Futuro e o Sebrae RJ abriram o Edital Labora + Sebrae, voltado para empreendedores que usam a tecnologia em negócios que geram soluções escaláveis para as questões sociais e ambientais. O ciclo de aceleração vai selecionar até 20 negócios de impacto social para receberem apoio técnico – com workshops coletivos, consultorias customizadas e mentorias individualizadas por seis meses. Além de terem acesso gratuito ao espaço de coworking do Lab Oi Futuro, as três startups mais bem avaliadas poderão concorrer a prêmios de até R$ 25 mil no final do programa.

Empreendedores de todo o país podem se inscrever pelo site do Oi Futuro: http://www.oifuturo.org.br/editais, de 6 a 24 de janeiro de 2020. Para participar, os negócios devem atender às seguintes premissas:

· Ter como centralidade de seu negócio a geração de impacto social e/ou ambiental positivo na sociedade, solucionando algum problema coletivo;

· Demonstrar capacidade de geração de receita, mesmo que tendo realizado ainda poucas vendas;

· Ter expectativa de impulsionar seu crescimento por meio do uso da tecnologia e da melhoria da gestão;

· Estar baseado ou ter impacto no estado do Rio de Janeiro;

· Estar disponível para participar das etapas presenciais no Rio de Janeiro (capital).

Com seis meses de duração, o ciclo de aceleração é composto de mentorias, consultorias e workshops oferecidos por especialistas em gestão, tecnologia e impacto social. Os empreendedores terão acesso ao espaço de coworking Lab Oi Futuro, que conta com estações de trabalho, estúdio de som, ateliê criativo, auditório e área para palestras e workshops, em um ambiente idealizado para estimular a experimentação e a colaboração. Os selecionados também serão integrados às redes do Labora, laboratório de inovação social do Oi Futuro, e do Sebrae/RJ para troca de experiências, oportunidades de capacitação e prospecção de investidores e parceiros.

Cada negócio participante receberá formação em gestão com metodologia do Sebrae, consultoria e mentoria customizada em tecnologia. O Sebrae/RJ e Oi Futuro subsidiarão a maior parte do custo operacional do ciclo de aceleração, ficando sob a responsabilidade dos selecionados a contrapartida de R$ 600,00 ou 5x R$ 120,00. O pagamento deverá ser feito diretamente ao Sebrae/RJ. O Oi Futuro e o Sebrae RJ vão conceder três bolsas de participação integrais, de acordo com análise do perfil socioeconômico dos candidatos.

Startout Brasil seleciona até 20 startups para imersão em Nova York

O StartOut Brasil, programa de apoio à inserção de startups brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo, está com as inscrições abertas para a primeira missão de 2020. Entre os dias 19 e 24 de abril, até 20 startups serão levadas para uma imersão no ecossistema de Nova York, nos Estados Unidos.

Apoiadas pelo Governo Federal brasileiro, essas empresas receberão treinamento de pitch internacional, acesso a workshops com prestadores de serviços e terão a oportunidade de se reunir e se conectar com potenciais parceiros de negócios, possíveis clientes e até investidores de um dos maiores hubs de inovação do mundo.

Gustavo Ene, Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, ressalta que a escolha do destino se deu com base na análise do potencial do ecossistema do mercado.

“Para definir Nova York como a primeira missão de 2020, avaliamos a quantidade de incubadoras, aceleradoras e fundos de investimento. Também é analisado o volume de investimento, apoio do governo local, abertura para startups estrangeiras, investimento em inovação, programas de apoio para softlanding e custos de instalação no país”, afirma o Secretário.

Berço das inovações tecnológicas, a capital econômica e cultural dos Estados Unidos conta com mais de 9 mil startups, 100 incubadoras e aceleradoras, 200 coworkings e 120 universidades, segundo o Startup Genome 2019. Apostando em Inteligência Artificial e Big Data, a cidade abriga unicórnios, como WeWork, UiPath, Infor, Oscar, Compass, Zocdoc, Sprinklr, SquareSpace, Warby Parker, Dataminr e Peloton.

Inscrições

O programa é destinado a startups brasileiras de qualquer área de atuação que já tenham tração no mercado doméstico e condições concretas de se internacionalizar, sem comprometer suas operações no país. Para participar, as empresas precisam já estar faturando ou já ter recebido algum tipo de investimento, além de contar com uma equipe 100% dedicada ao negócio.

As startups interessadas deverão se inscrever até 20 de janeiro no site do StartOut Brasil . O formulário deve ser preenchido obrigatoriamente em inglês, com dados específicos sobre a empresa e mercado-alvo.

Cada inscrição será inicialmente analisada por responsáveis das instituições organizadoras e as 40 startups mais bem posicionadas serão avaliadas por especialistas no mercado de destino. Ao final, serão selecionadas 15 startups brasileiras que nunca participaram ou fizeram parte de apenas um ciclo do programa, e até cinco startups classificadas como graduadas, ou seja, aquelas que participaram de dois ou mais ciclos do StartOut Brasil.

As startups selecionadas no ciclo de Nova York ganharão um dia de estande na TechDay NYC , uma das maiores feiras de tecnologia dos Estados Unidos. Trata-se de uma vitrine para que os participantes do programa aumentem ainda mais a exposição a investidores norte-americanos e a possibilidades de formação de parcerias com integrantes do ecossistema local de inovação.

O resultado será anunciado no dia 28/02.

Lançado o iCON, o Hub de Inovação da Construção

Em evento que contou com a participação de associados do SindusCon-SP e de representantes de diversas startups e empresas que as contratam, o iCON, o Hub de Inovação da Construção, foi lançado oficialmente em evento no dia 11 de dezembro, na sede do SindusCon-SP.

O iCON foi criado para fomentar inovação e empreendedorismo na construção civil brasileira, unindo empresas, organizações, empreendedores e centros de conhecimento e tecnologia. Idealizado pelo SindusCon-SP em parceria com a Neo Ventures, o Hub funcionará a partir de janeiro em um espaço exclusivo para suas atividades, na sede da entidade.