Ralo Linear inicia exportação para 11 países da América Latina e Caribe

De um protótipo desenvolvido a partir de uma necessidade percebida na antiga loja de materiais de construção do seu fundador, Salmo de Souza, a Ralo Linear tem uma trajetória crescente de sucesso. Com ralos que aliam funcionalidade e design inovador, a marca chegou ao mercado nacional em 2010, quando ainda tinha como endereço uma garagem.

Hoje a Ralo Linear conta com três mil pontos de venda por todo o país e um mix com mais de 80 produtos. Neste segundo semestre, a marca inicia o processo de exportação para 11 novos países da América Latina e Caribe. O momento é de otimismo: a marca cresceu 56% no primeiro semestre de 2017 e teve incremento de 25% nos pontos de vendas ativos no período.

Regina Montandon, diretora executiva da empresa, explica que a diretoriam mantém a confiança no mercado. “Participamos de feiras do segmento aqui no país e neste ano visitamos eventos internacionais. Percebemos que temos um produto que realmente se destaca no mercado e que pode ter sua presença ampliada”, avalia.

A executiva destaca ainda que a escolha pela exportação para a América Latina e Caribe se deu por conta da semelhança entre os sistemas construtivos dessas regiões com o Brasil. “Não precisaremos realizar adaptações nas peças, já que elas estão em acordo ao que estes locais precisam”, comenta.

Demanda do consumidor por crédito cresce 11%, aponta Serasa

São Paulo – De acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, a quantidade de pessoas que buscou crédito em julho de 2017 cresceu 11,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior (julho/16). No acumulado do ano até julho/17 a busca do consumidor por crédito avançou 3,4%. Na comparação com o mês imediatamente anterior (junho/17) houve recuo de 1,7% na demanda do consumidor por crédito.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, reduções significativas das taxas de juros e da inflação, aliadas a uma gradativa recuperação do emprego formal tem incentivado os consumidores a sentirem-se mais confiantes em retornar, paulatinamente, ao mercado de crédito.

Análise por classe de renda pessoal mensal

A alta interanual da demanda do consumidor por crédito em julho/17 ocorreu em todas as faixas de renda. Para os consumidores que ganham até R$ 500 por mês o avanço foi de 19,0%. Para os que recebem entre R$ 500 e R$ 1.000, a alta foi de 12,7%. Para quem ganha entre R$ 1.000 e R$ 2.000 o crescimento foi de 9,8%. Para os consumidores que ganham entre R$ 2.000 e R$ 5.000 mensais, o avanço em julho/17 foi de 8,4% e, para os que ganham entre R$ 5.000 e R$ 10.000, a alta foi de 8,0%. Por fim, os consumidores de renda mensal acima de R$ 10.000, a demanda por crédito cresceu 9,5% em julho/17.

Na comparação com o período acumulado de janeiro a julho do ano passado, a procura do consumidor por crédito cresceu 6,2% para quem recebe até R$ 500 por mês, 4,5% para quem ganha entre R$ 500 e R$ 1.000 mensais, e 2,6% para quem recebe entre R$ 1.000 e R$ 2.000. A demanda por crédito acumulada no período de janeiro a julho de 2017 subiu 1,5% para quem ganha entre R$ 2.000 e R$ 5.000 por mês e se expandiu 0,8% para os que recebem entre R$ 5.000 e R$ 10.000 por mês. E para quem recebe mais de R$ 10.000 mensais houve alta de 1,5% na demanda por crédito nos primeiros sete meses de 2017.

Análise por região

A alta interanual da demanda do consumidor por crédito em julho/17 ocorreu em todas as regiões do país. As maiores foram de 18,2% no Norte, de 18,1% no Nordeste e de 11,0% no Sudeste. No Sul a expansão foi de 7,9% e no Centro-Oeste de 4,4%.

Nos primeiros sete meses de 2017, a demanda do consumidor por crédito recuou apenas no Centro-Oeste (-0,7%). Nas demais regiões ocorreram expansões de 6,0% no Norte, 6,6% no Nordeste, 3,4% no Sul e 2,7% no Sudeste.

Indústria naval discute soluções para reaquecer o setor naval

Reconhecida por reunir em um único lugar as principais autoridades da indústria naval, a Marintec South America traz para a sua 14ª edição – realizada no Centro de Convenções SulAmérica nesta semana, de 15 a 17 de agosto – a discussão sobre o futuro do setor no país. Representantes das mais importantes entidades setoriais e especialistas apresentaram aos players do mercado quais são as alternativas que enxergam como soluções para reaquecer o setor.

Entre eles, o gerente técnico da BRA Certificadora, Elmar Mourão, que participou do Workshop da Associação Brasileira das Empresas de Construção Naval e Offshore (Abenav), sobre oportunidades e ferramentas para geração de negócios no novo cenário de óleo e gás brasileiro. Para ele, a melhor opção para recuperar o prestígio do mercado naval nacional é aumentar a exploração de campos de petróleo, o que atrairia o interesse de companhias internacionais para o território brasileiro.

“O Brasil tem apenas 30 mil poços de petróleo perfurados, enquanto nos Estados Unidos são aproximadamente 4 milhões. Ainda temos muitas áreas para serem exploradas, tendo visto que nosso país tem dimensões continentais, mas nossa política não permite que o setor se desenvolva como deveria”, afirma Mourão.

Já para o professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Newton Narciso Pereira, também palestrante do seminário da Abenav, há outros caminhos, como a geração de negócios por meio da reciclagem de embarcações. Segundo ele, há mais de 50 mil embarcações em todo o mundo, que, em algum momento, estarão ultrapassadas e, posteriormente, descartadas. “O mercado de desmonte de navios já provou os benefícios que proporciona em todo o mundo. Sozinho o continente asiático domina mais de 80% deste segmento. Bangladesh e a Índia, por exemplo, são responsáveis por gerarem mais de 100 mil empregos cada um, além de abastecerem os seus respectivos mercados com produtos de segunda mão, atenderem suas demandas internas de matérias primas como o aço, gerarem receitas para seus governos e etc”, completa Pereira.

Exportações brasileiras de vinhos crescem 37% em volume no primeiro semestre

O ingresso de 10 novas vinícolas no projeto Wines of Brasil entre abril e agosto desse ano, ampliando o grupo para 40 empresas, deve ajudar a fortalecer o desempenho das exportações do setor. O primeiro semestre de 2017 registrou desempenho positivo de 37% em volume e 24% em valor nas vendas de vinhos e espumantes para o mercado externo, na comparação com o mesmo período do ano anterior. No total, foram exportados 1,14 milhão de litros, contabilizando US$ 2,74 milhões. Realizado em parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o Wines of Brasil atua na promoção dos vinhos brasileiros no mercado internacional, e as empresas associadas ao projeto respondem por 90% das exportações da bebida.

“São números a serem comemorados, mesmo representando um percentual pequeno da produção nacional, pois mostram a maturidade do setor e, principalmente, a qualidade de nossos produtos. Estamos exportando para países bastante concorridos no mercado internacional, que recebem vinhos do mundo todo e estamos, aos poucos, ampliando nosso espaço”, observa o presidente do Ibravin, Dirceu Scottá.

Paraguai, Estados Unidos, Japão, China e Reino Unido lideram o ranking dos destinos dos rótulos verde-amarelos composto, no período, por 31 países.

Os espumantes foram o grande destaque no período. Apesar de representarem cerca de 18% do faturamento total das exportações, a categoria obteve um incremento de 84% no valor comercializado. Esse resultado se deve à venda de rótulos de categoria superior para alguns destinos como Estados Unidos, China e Japão.

O bom desempenho obtido nos últimos anos tem despertado o interesse de empresas pela exportação. Por isso, o ingresso das novas vinícolas no Wines of Brasil marca a edição 2017 do Programa Primeira Exportação (PPE), que oferece qualificação para atuação no mercado internacional. Serão realizados workshops sobre formação de preços, logística e tendências internacionais em produtos.

“O foco do PPE é fornecer orientações antes das empresas irem para o Exterior, além de dar suporte às vinícolas no mercado internacional. E, como no mercado Externo precisamos atuar como bloco para marcar uma presença mais forte nos pontos de venda, o ingresso de novas empresas dará mais corpo ao Wines ”, explica o gerente de promoção do Ibravin, Diego Bertolini.

Os novos participantes são de três diferentes estados: Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.

Para Samuel Santini, supervisor administrativo de uma vinícola de Caxias do Sul (RS), o que motivou a empresa a se associar ao projeto foi a troca de informações e a possibilidade de crescimento: “Estar no meio, buscar conhecimento para posicionar a vinícola no mercado internacional e crescer com foco e qualidade. No Wines, a gente tem contato com empresas que estão trabalhando fora do país e temos a possibilidade de buscar referências internacionais para desenvolver a empresa de forma geral”.

Emprega São Paulo/Mais Emprego oferece 4.793 vagas no Estado

São Paulo – O programa Emprega São Paulo/Mais Emprego, agência de empregos pública e gratuita gerenciada pela Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT), em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), oferece nesta semana 4.793 oportunidades em todo o Estado de São Paulo.

Entre as mais ofertadas estão às oportunidades para atendente de lanchonete, operador de telemarketing receptivo, auxiliar de limpeza, operador de linha de produção e vendedor.

Aprendiz Paulista

Programa coordenado pela SERT, para promover a vivência e inserir os alunos dos cursos técnicos do Centro Paula Souza (ETECs) no mercado de trabalho, divulga nessa semana 41 vagas.

Como se cadastrar

Para ter acesso às vagas e aos programas de qualificação da SERT, basta acessar o site http://www.empregasaopaulo.sp.gov.br, criar login, senha e informar os dados solicitados. Outra opção é comparecer a um Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) com RG, CPF, PIS e Carteira de Trabalho.

Plataforma Seu Gado promove relacionamento e negócios no campo

De acordo com dados da CNA Brasil (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), o PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio deve crescer 2% em 2017. Já o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), destaca que o setor da agropecuária brasileira cresceu 15,2% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período em 2016. Já em relação ao quarto trimestre do ano passado, o crescimento foi de 13,4%.

De olho neste mercado em plena expansão e um dos poucos que não foram afetados pela crise, é que foi lançado o Seu Gado, plataforma on-line voltada para o setor do agronegócio. “Fizemos uma pesquisa de mercado e este público é bastante conectado e gosta de trabalhar com tecnologia,” explica o fundador Fred Abrahão.

Propondo um formado totalmente inovador no segmento, o Seu Gado já conecta 7 milhões de pessoas, funciona como rede social e plataforma de negócios, onde é possível vender e comprar animais, produtos, imóveis e serviços. Entre as facilidades, é possível comprar fazendo buscas por palavras-chave, ordenar pesquisas por preços crescentes e decrescentes, e concluir negócios em poucos passos. São mais de dez categorias à disposição. “Conseguimos perceber o comportamento do nosso usuário, que tipo de negócio ele faz, se está mudando de ramo, se o interesse dele é por pecuária de leite ou de carne, por exemplo. Com isso, providenciamos melhorias constantes na plataforma.”

O portal conta também com a opção “Empresas”. Foram criadas mais de 30 categorias para abraçar o setor como todo e gerar negócios em diferentes frentes. Agricultura de precisão, Equino, Reprodução Animal, Cursos e Treinamentos, Propriedades e Imóveis Rurais são algumas delas.

Informações

O usuário tem à disposição notícias sobre leite, pecuária pelo mundo, agricultura, tecnologia e gestão, carne, cotações, reprodução e genética, sustentabilidade, política e economia, entre outros temas. “Contamos também com colunistas e comentaristas que abordam diferentes assuntos.” A plataforma possui textos em português, inglês e espanhol. No Facebook, a fanpage já conta com 180 mil seguidores de diferentes países.

Robô alimenta pet e ainda permite interação via smartphone

A Petlove, loja virtual de produtos pet, acaba de acrescentar no portfólio o alimentador eletrônico Hoison Babá Robô para Pet, permitindo que as pessoas acompanhem o dia-a-dia do cachorro e o alimente de onde estiver.

Basta o aparelho estar conectado em uma rede Wifi ou internet móvel para que os donos possam interagir com o animal, através de diversas funções, como alimentar, ver e falar com o pet. Além disso, é possível gravar chamados personalizados para avisar o animal que a comida está servida. A escolha de horário e quantidade pode ser feita de acordo com as particularidades de cada um. É viável também alimentar o animal em tempo real, pressionando o botão “Alimentar”.

“Famílias que têm animais de estimação e precisam deixá-los sozinhos enquanto trabalham, geralmente ficam muito preocupados. Procuramos trazer uma tecnologia de ponta para que essa relação de amor não seja enfraquecida por motivos externos. Por isso, esse produto permite que o dono veja o pet, converse com ele e verifique se está tudo bem até a sua chegada em casa”, ressalta Márcio Waldman, médico veterinário e fundador da Petlove.

A imagem de vídeo em HD e a alta sensibilidade do microfone proporcionam uma boa experiência para todos. Acompanhado por um sistema de compartilhamento, os donos decidem se familiares e amigos de confiança podem ajudar a monitorar o pet. Uma grande ajuda para quem está disposto a auxiliar, mas muitas vezes não tem condições de estar no local em determinado dias ou até mesmo em viagens.

Outra curiosidade sobre o produto é que ele registra e armazena dados do serviço na nuvem, sobre quanto alimento ele comeu nas últimas semanas, mostrando-lhe um relatório em seu smartphone. Além disso, a unidade lhe permite através da programação controlar um plano de alimentação saudável para o seu animal de estimação com base em seu comportamento alimentar e orientações de seu veterinário.

O sensor inteligente de pesagem registra a quantidade de comida restante no alimentador com uma margem de erro de duas gramas. Com essa informação você saberá quando é hora de comprar mais comida.

O sistema antibloqueio do alimentador facilita a saída da ração. A unidade possui slot interno para pilhas que fornecem um suporte de energia de emergência que permite ao alimentador manter as funções básicas pré-programadas em caso de falta de energia ou se o alimentador perde a conexão à internet. Estas pilhas poderão durar até 24 horas.

Em caso de perda de sinal o alimentador Hoison possui um sistema especial de auto conexão que mantém o aparelho ligado sem a necessidade de reiniciá-lo. Fabricado em plástico ABS, o item não agride a saúde do bichinho e custa R$ 1.349,90.