Hometeka e Pinterest fazem parceria

A Hometeka, marketplace especializado em objetos de decoração e design, e o Pinterest, catálogo mundial de ideias, unem suas expertises e trazem parceria inédita ao Brasil, que tem o objetivo de transformar Pins em realidade.

Os apaixonados por decoração, design e arquitetura, por meio do link: http://www.hometeka.com.br/loja/pinterest/, inicialmente devem fazer login. Em seguida, de acordo com as suas pastas e Pins, a Hometeka sugere produtos que combinam com você e que podem ser comprados no site da marca.

O Pinterest é uma ferramenta para o design e para a vida. Sua missão é ajudar as pessoas a descobrirem e fazerem o que gostam. Com mais de 100 bilhões de ideias salvas por mais de 150 milhões de pessoas em todo o mundo, o Pinterest está alimentando o mecanismo de descoberta visual que ajuda as pessoas a encontrarem inspiração para o dia a dia e para momentos marcantes da vida, como a decoração da casa.

Conforme Leandro Araújo, Sócio-fundador da Hometeka, a ideia é usar a tecnologia para transformar desejos e ideias em vida real. “Na Hometeka gostamos de estimular o novo, muito mais que vender peças de decoração e design, queremos antecipar tendências e trazer novidades para os nossos clientes”, explica Araújo.

“Com essa parceria, a Hometeka está inovando em como as pessoas descobrem novas ideias de decoração e as tornam realidade. O Pinterest representa cerca de 60% do tráfego social para a Hometeka, o que mostra bastante afinidade com o nosso público, além de decoração ser uma das principais categorias do Pinterest com 11 bilhões de Pins salvos em todo o mundo”, comenta Mariana Sensini, diretora de Parcerias do Pinterest Brasil.

Aumento da exportação impulsiona contratação na Scania

São Paulo – Desde 2014, quando avistou o desaquecimento no mercado brasileiro, a Scania se voltou às exportações. “Como temos um produto global e fábricas padronizadas em todo o mundo foi possível direcionar nosso volume para atender a demanda de outros países”, conta Marcelo Gallão, vice-presidente de Logística da Scania Latin America. “O aumento de pedidos na Europa também colaborou para que trouxéssemos novos clientes externos para a produção de São Bernardo do Campo e agora, esse cenário permitiu a contratação de colaboradores, aproximadamente 500”, diz o executivo.

Historicamente, o mercado interno representava 70% da produção na planta do ABC, 30% eram destinados para exportação, “Essa proporção foi invertida. Mas os níveis não correspondem aos mesmos, quando por exemplo, em 2013, o Brasil bateu recorde de emplacamentos no País”, afirma Marcelo. Apesar de os volumes não serem equivalentes, foi graças a flexibilidade do seu sistema de produção que a fabricante sueca atravessou a crise e hoje atende cerca de 30 países na América Latina, Oriente Médio, África e Ásia.

“Esse direcionamento externo também nos coloca desafios. Pela primeira vez, por exemplo, vamos exportar cabinas para a nossa fábrica na Holanda, onde o caminhão será montado”, conta o vice-presidente de Logística da Scania Latin America. Além de todo o cuidado com a qualidade do produto, a maior preocupação é a garantia do tempo para entrega do veículo para o cliente final. “Temos uma Organização preparada, bem estruturada e desenvolvida para atender às exportações, mas esse é o tipo de atividade que tem uma interdependência muito grande com infraestrutura e processos externos, o que exige que o Brasil também esteja atendo e garanta a previsibilidade e a celeridade de seus trâmites”, ressalta Marcelo.

Segundo o executivo da Scania, as contratações serão, na sua maior parte, para o trabalho na fábrica e estão ligadas diretamente ao volume nos mercados externos. “Esperamos ter os novos colaboradores até o final de maio e para atender a demanda vamos também aumentar os turnos de produção”, diz.

Investimento – Para manter a fábrica de São Bernardo do Campo (SP) um espelho da linha de produção da Scania na Suécia (sede do Grupo) e replicar o padrão global é preciso garantir investimento constante na atualização do parque industrial do ABC paulista. “Recentemente anunciamos o aporte de R$ 2,6 bilhões na operação brasileira até 2020. Isso faz com que subsidiária tenha uma linha global de produtos para exportar a todos os mercados onde a Scania está presente no mundo – inclusive os mais exigentes. Nos últimos anos fomos, por exemplo, acionados para exportar a países como Rússia, Irã, Malásia e Índia – antes atendidos por linhas da matriz, que agora estão sobrecarregadas”, conta Marcelo Gallão.

Estudo revela perspectiva dos jovens em busca de estágio diante da crise

O conturbado cenário econômico que o país atravessa nos últimos anos não só tem afetado o mercado de trabalho como também a confiança de milhares de jovens que buscam uma colocação profissional. Em vista disso, a Companhia de Estágios – consultoria e assessoria especializada em programas de estágio e trainee – lançou um estudo exclusivo que explora o impacto desse quadro sobre os candidatos a vagas de estágio e ainda revela os principais anseios e expectativas dessa parcela da mão de obra brasileira.

Perfil dos candidatos

A pesquisa “O Perfil do candidato a vagas de estágios em 2017” contou com 2.193 entrevistados de todas as regiões do país, especialmente do Sudeste, que mantem a liderança desde o início do estudo, em 2016, concentrando mais da metade das respostas (60,9%), no entanto, houve um crescimento significativo de adesão da região Norte desde o último levantamento, que passou de 3,5% para 6,1%. Já a participação do centro-oeste caiu de 9,2%, em 2016, para 4,8% neste ano. A maioria dos estudantes é do sexo feminino e pertence à faixa etária mais jovem, entre 18 e 20 anos. Mais de 90% cursam a faculdade no momento e grande parte ainda frequenta os primeiros semestres da graduação. Dentre as áreas do conhecimento, a participação dos alunos das áreas Biológicas dobrou no último ano, ultrapassando os 10%, mas os cursos de Humanas ainda representam a maior parcela dos resultados (43,8%).

Experiência e desenvolvimento de carreira estão no topo

Apesar dos diversos entraves, os jovens acreditam em uma mudança positiva do cenário atual e se mantem otimistas diante do mercado. Tanto é que a remuneração não é a maior preocupação neste momento e ocupa os últimos postos entre os objetivos dos candidatos (6,8%). Para eles o aprendizado está em primeiro lugar, com mais de 70% dos votos, seguido das chances de efetivação após a conclusão do estágio (18%). Dentre aqueles que já participam do programa de aprendizagem (13,6%), a meta principal é adquirir experiência profissional. Boa parte recebe até 1 salário mínimo como bolsa auxílio (23,2) e cerca de 40% deles alega estagiar sem bolsa para cumprir a exigência curricular. 52% desses estagiários consideram a experiência do programa produtiva, pois, através dela adquirem novas experiências e colocam em prática as matérias apreendidas em sala de aula.

No geral, 76% buscam uma colocação profissional, dentre eles quase 60% estão à procura de uma oportunidade de estágio e apenas 17,3% estão interessados em qualquer oportunidade que surgir. Para esses jovens, atualmente o maior motivo de insegurança, durante o processo seletivo, é ter que demonstrar suas habilidades em pouco tempo (44%).

Tecnologia é a maior aliada nessa busca

Apesar de estar quase empatada ao fator “indicação”, o crescimento da tecnologia como uma facilitadora nessa empreitada é indiscutível. O fato é que, mesmo a indicação tendo uma relevância de peso (23,6%), as ferramentas digitais já se consolidaram como um dos principais recursos na hora de buscar vagas (23,5%). A maioria dos entrevistados afirma recorrer ao auxílio de até 5 sites de recrutamentos distintos, no entanto, diferente do último levantamento, aqueles que utilizam dezenas de plataformas para buscar uma vaga quase dobrou. Outra mudança que merece destaque é em relação as redes sociais. O Facebook que figurava em primeiro lugar na preferência dos entrevistados, perdeu seu posto para o LinkedIn, uma plataforma mais voltada para interações profissionais.

Impacto da crise

Para 62,7% dos jovens o pior efeito da crise é a falta de oportunidades no mercado de trabalho, seguido pelo maior nível de exigência por parte dos recrutadores e o aumento da competitividade entre os candidatos – ambos ocupam o segundo lugar com 14,7% das respostas. Além disso o cenário econômico desfavorável ainda provocou outros efeitos negativos que refletem na carreira dos estudantes, prova disso é que mais de 30% alegou não ter feito qualquer investimento em qualificações justamente por falta de recursos, e 43,4% tiveram que adiar os planos de aprimoramento do currículo, como cursos de idiomas e especializações. Mas, embora o panorama atual seja desafiador, 76,2% dos jovens estão otimistas em relação à crise e acreditam na recuperação do mercado muito em breve.

Saiba mais

Quer saber mais? Veja no link abaixo “Pesquisa Carreira e Mercado – O Perfil dos candidatos a vagas de estágio 2017” e veja os detalhes desse levantamento exclusivo realizado pela Companhia de Estágios.

https://www.ciadeestagios.com.br/pesquisa-carreira-e-mercado-2017/

Frases que podem estragar sua relação com seu chefe

O mundo do trabalho mudou (e muito) nos últimos anos. A gestão se tornou mais horizontal, as paredes divisórias dos escritórios caíram e, consequentemente, a relação entre chefes e subordinados se tornou muito mais próxima do que no passado.

O efeito colateral disso é que, muitas vezes, a informalidade acaba sendo confundida com intimidade — e pode gerar certas distorções. Convencidos de que podem falar o que quiserem para seus gestores, alguns profissionais exageram na dose e acabam sendo inadequados.

Para Eduardo Ferraz, consultor e autor de livros sobre carreira, a maior parte dos conflitos no trabalho vem de falhas na comunicação. Uma frase mal colocada pode azedar a sua relação com o seu chefe — um componente delicado e valioso para o seu sucesso.

Mesmo quando há amizade e confiança, diz Ferraz, o relacionamento nunca prescinde de um ingrediente básico: a hierarquia. Para não atropelá-la, é preciso ser habilidoso na hora de falar com o líder e prestar atenção à forma como você estrutura as suas frases, afirma ele.

Segundo Ricardo Karpat, diretor da consultoria Gábor RH, a intensidade da convivência, por si só, também abre portas para desentendimentos. Onde há interação humana, afinal, existe potencial para conflito. Daí a importância de ser cuidadoso com o quê — e como — falamos no dia a dia.

A seguir, Karpat e Ferraz reúnem 7 frases emblemáticas que podem colocar o seu gestor contra você:

1. “Não fui contratado para fazer essa tarefa”

É perfeitamente válido questionar a finalidade e o sentido das suas atividades. Afinal, dizer “sim” para tudo que seu chefe pede é comprovadamente uma péssima estratégia de carreira.

Porém, recusar-se terminantemente a fazer um trabalho só porque ele não consta no seu escopo original de atividades pode soar como falta de comprometimento. “Ainda mais nos dias de hoje, quando há demissões em massa e as equipes andam cada vez mais enxutas, uma frase como essa não pega nada bem”, diz Ferraz.

Alegar que você não fará algo porque não é pago para isso dá a entender que o seu interesse no trabalho é subordinado ao salário, e só. Se você não concorda com uma tarefa, é melhor buscar argumentos melhores para não fazê-la.

2. “Meu chefe anterior nunca fez assim”

Uma das experiências mais desagradáveis para um gestor é ser comparado com o seu antecessor, especialmente se o outro for referido como alguém mais sábio ou competente.

Por isso, ao fazer referência aos métodos e preferências do seu ex-chefe, é importante tomar cuidado com o seu tom. “Pode soar como um pretexto para não seguir as orientações do seu gestor”, alerta Ferraz.

Afinal, evocar antigos processos como se fossem “lei” deslegitima qualquer possibilidade de atuação do seu novo chefe. Em vez de usar a tradição como escudo, é melhor se abrir para novas práticas e pedir ajuda caso você tenha dificuldade em assimilá-las.

3. “Meu colega não fez…por que tenho que fazer?”

Na visão de Karpat, é ilegítimo apontar a situação de outras pessoas da equipe para expor as suas insatisfações com o trabalho. Você recebeu um relatório para fazer enquanto seu colega está distraído nas redes sociais? Não necessariamente ele não receberá outra tarefa quando você estiver mais tranquilo, argumenta o especialista.

Além de levianas, as comparações fazem com que você transfira a responsabilidade sobre o seu próprio trabalho. “Se você errou e o seu colega também errou, você continua sendo responsável pelo seu erro”, diz Karpat.

Protestar contra um método de trabalho só porque outro departamento opera de forma diferente também não é válido. Todos os seus eventuais argumentos devem refletir a sua realidade, e não a vida alheia.

4. “Nunca ouvi essa crítica antes”

Em reuniões de feedback, algumas pessoas se defendem de comentários negativos dos seus chefes tentando minimizá-los. Uma das formas mais comuns — e desagradáveis —  de fazer isso é dizer que o gestor é o primeiro a fazer aquela observação.

Recado implícito: aquela crítica não faz sentido. “Os chefes ficam furiosos com frases assim”, diz Ferraz. Afinal, é uma forma de deslegitimar as suas opiniões e, o pior, fechar-se totalmente à mudança de comportamento pedida por ele.

A melhor forma de reagir a um feedback, mesmo que você discorde dele, é ouvir, refletir com calma e tentar extrair algo de produtivo do que foi dito. Qualquer fala que denote desprezo à visão do seu gestor pode soar como arrogância e má vontade.

5. “Se eu não tiver um aumento, peço demissão”

Karpat e Ferraz são unânimes na avaliação de que ultimatos não são nada saudáveis na relação entre chefes e subordinados. Prêmios como aumentos ou promoções não devem ser resultado de pressões ou ameaças, mas sim angariados por mérito.

Se você quer um aumento, tenha bons argumentos, invista numa negociação inteligente e justa, mas nunca coloque a faca no pescoço do seu chefe. Além de provavelmente fadada ao fracasso, essa tática cria um clima de hostilidade e desconfiança entre as partes envolvidas.

Mesmo que o ultimato funcione e você ganhe a recompensa desejada, você deixará uma mancha na sua reputação e poderá lembrado como chantagista no futuro.

6.“Vocês não me deixam crescer na carreira”

Está vivendo um momento de estagnação profissional? A responsabilidade por esse fato é compartilhada tanto pela empresa quanto por você. Dizer ao seu chefe que ele é o causador do problema denota imaturidade, segundo Karpat.

“O liderado também precisa cavar o seu espaço para ser notado e progredir na carreira”, afirma ele. “Dizer que a empresa não dá oportunidades é transferência de responsabilidade, ou seja, uma postura realmente desaconselhável”.

Se você está sentindo dificuldade para crescer, é importante conversar com o seu chefe, mas de forma equilibrada, evitando acusações. Compreender que você também é responsável por essa situação é o primeiro passo para um diálogo produtivo.

7. “Você pode falar com o diretor / presidente a meu respeito?”

Esta frase é emblemática de outro comportamento que pode desgastar a relação com o seu chefe: pedir favores um tanto exagerados com base no poder de influência que ele supostamente tem sobre camadas hierárquicas superiores.

Para Ferraz, solicitações do tipo soam como se você estivesse tentando instrumentalizar o seu gestor para subir na carreira. Dependendo da forma como você fala, pode parecer que você está usando seu chefe como “degrau”.

Não é proibido pedir para o seu gestor interceder por você em determinadas situações ou mesmo apresentá-lo a contatos que podem fazer a diferença para o seu sucesso profissional. “Pedidos são válidos, desde que se tome cuidado com tom, contexto, timing e pertinência”, afirma Ferraz.

Benefícios de startup que você nunca verá em uma grande empresa

Já pensou em trabalhar descalço ou ter um minibar à sua disposição no meio do expediente? Esses são apenas alguns dos benefícios excêntricos que pequenas empresas inovadoras oferecem aos seus funcionários.

Diante de um contexto de recessão nas grandes empresas, com cortes de funcionários, as startups têm atraído o interesse de quem quer entrar no mercado de trabalho ou mudar o rumo da carreira.

O potencial funcionário de startup precisa avaliar se possui o perfil exigido por esses negócios inovadores – e se ele está pronto para embarcar em uma jornada mais arriscada do que a vista em grandes empresas.

Se esse for o seu caso, será possível aproveitar benefícios excêntricos que as startups oferecem aos seus funcionários: o ambiente de trabalho criativo e descontraído é um diferencial nesse tipo de empresa. Há startups brasileiras que deixam seus funcionários andarem descalços, ou então colocam à disposição um minibar no fim do expediente.

Confira, a seguir, exemplos de benefícios de startup que você nunca verá em uma grande empresa:

1 – Andar descalço pela empresa

No GetNinjas, marketplace que conecta clientes a prestadores de serviço, é possível ver os funcionários andando pelos corredores usando apenas meias – ou até descalços.

“Desde o início do GetNinjas, temos o perfil de ser uma empresa onde as pessoas se sentem bem e confortáveis”, afirma Eduardo L’Hotellier, fundador da startup. “Vemos que funcionários são mais felizes quando têm liberdade para se vestir e expressar como gostam.”

2 – Levar seu pet para o trabalho

Na BeeTech, empresa de soluções cambiais online, funcionários podem levar os cachorros para trabalhar com eles.

“Isso faz com que o próprio funcionário fique mais feliz e mais motivado, o que acontece com os outros membros também: eles param para ver e fazer carinho no pet. É um momento de descontração e bem-estar, e ter isso ao longo do dia aumenta o engajamento das pessoas”, defende Fernando Pavani, fundador da startup.

3 – Beber uma rodada no minibar da empresa

Na Octadesk, startup especializada em gestão de relacionamento com clientes, os funcionários podem escolher entre a cerveja gelada e o Whisky para relaxar após o expediente.

“No ritmo acelerado que trabalhamos, com a constante falta de tempo e dificuldade de se locomover, raramente conseguimos reunir toda a equipe para comemorar as nossas conquistas. Foi por isso que decidimos trazer o Happy Hour para dentro do escritório”, diz Rodrigo Ricco, fundador da startup.

“Assim, conseguimos unir mais a equipe, deixar o funcionário mais motivado e, ao mesmo tempo, manter um ambiente de trabalho mais leve e descontraído.”

4 – Escrever seus pensamentos nas paredes

No Schroeder & Valverde, escritório de advocacia que possui uma área focada no atendimento de startups, as paredes de vidro são enfeitadas com as letras dos advogados.

“São visíveis as mudanças comportamentais na relação entre empresa e seus funcionários”, conta Rodrigo Valverde, sócio do escritório. “Nossos valores ficam visíveis para todos verem, e não existe assunto que não possa ser abordado.”

Com ações como essa, o nível de atratividade de talentos subiu bastante: o Schroeder & Valverde dobrou de tamanho nos últimos 12 meses.

5 – Descartar o telefone fixo na sua bancada

Os funcionários da plataforma de ensino Me Salva! se comunicam 100% via celular, computador ou tablet. Não há mais telefones fixos na empresa.

“Assim como a maioria das startups, grande parte do nosso quadro de funcionários é formado por jovens, que estão sempre conectados. Usar o meio digital para se comunicar é muito mais rápido e torna a comunicação muito mais dinâmica. Como consequência, perdemos menos tempo com ligações e ganhamos em eficiência”, afirma Miguel Andorffy, fundador do Me Salva!.

6 – Abolir o dress code e vestir o que você quiser

Por ser uma startup de beleza e bem-estar, que conecta clientes a profissionais da área, na Singu os funcionários não são regidos por um dress code.

“Delimitar a roupa que as pessoas usam para trabalhar não traz benefício algum. Existem exceções, como casos de reuniões de negócios com outras empresas, mas no geral defendo que as pessoas se vistam como têm vontade. Acredito que, assim, elas se sentem mais confortáveis e acabam rendendo mais no trabalho”, defende Tallis Gomes, fundador da Singu.

7 – Seguir um modelo de contratação meritocrático, usando o LinkedIn

No Chama, aplicativo que conecta clientes a revendedores de botijão de gás, os funcionários foram encontrados e analisados via LinkedIn.

“Hoje em dia, é muito raro as empresas de tecnologia contratarem alguém por meio do tradicional currículo. As pessoas estão expostas no Linkedin e elas divulgam seus trabalhos, suas experiências e seus interesses lá. Fica mais fácil encontrar o perfil que buscamos para fazer parte do nosso time”, diz o diretor de marketing Otávio Tranchesi.

Valor das marcas mais importantes do Brasil subiu 70%

Avaliada em US$ 8,1 bilhões, a Skol aparece na primeira posição do ranking pelo quinto ano consecutivo. A seguir, aparecem o Bradesco (US$ 4,4 bi) e Brahma (US$ 4,3 bi).

Neste ano, a pesquisa da Kantar passou a incluir empresas de capital fechado. De acordo com comunicado da companhia, “a decisão se deu principalmente ao fato de que em nosso mercado existem marcas de capital fechado bastante valiosas, como IKEA e Ferrero, que não poderiam ser avaliadas”. Quinze marcas passaram a integrar a lista em consequência dessa mudança – só no top 10, entraram Globo (5ª posição) e Ypê (10ª).

Confira, a seguir, as 60 marcas brasileiras mais valiosas atualmente. Marcadas com (*), as que entraram neste ano e cujas informações de variação não estão disponíveis por esta razão.

Marca Valor (US$ mi) Variação
1. Skol 8.146 21%
2. Bradesco 4.438 131%
3. Brahma 4.385 34%
4. Itaú 4.359 133%
5. Globo (*) 4.123
6. Antarctica 2.854 106%
7. Sadia 1.884 -6%
8. Bohemia 1.570 36%
9. Natura 1.256 52%
10. Ypê (*) 1.132
11. Ipiranga 976 18%
12. Vivo 775 41%
13 Lojas Americanas 731 24%
14 Cielo 730 10%
15 Petrobras 719 9%
16 Caixa (*) 703
17 Renner 684 168%
18 Porto Seguro 640  18%
19 Netshoes (*) 637
20 Drogasil 624 122%
21 Seara 549 27%
22 Amil 519 23%
23 Droga Raia 491 125%
24 Iguatemi 480 49%
25 Schin 460 64%
26 Pão de Açúcar 442 44%
27 Vale 396 109%
28 Smiles 290 35%
29 Perdigão 371 -11%
30 Vigor 366 27%
31 Multiplus 365 35%
32 SBT (*) 345
33 Ypióca (*) 340
34  Anhanguera 333 138%
35 Odontoprev 319 53%
36 CVC 301 96%
37 Casas Bahia 283 27%
38 Totvs 283 22%
39 Bauducco (*) 281
40 BMF Bovespa (B3) 272 103%
41 Magazine Luiza 261 73%
42 Localiza 255 63%
43 Tigre (*) 249
44 Extra 249 102%
45 BTG Pactual 248 106%
46 Suvinil (*) 234
47 Gol 226 51%
48 Dorflex (*) 218
49 Adria 211 159%
50 Friboi 208 122%
51 Fleury 206 112%
52 MRV (*) 196
53 Banco do Brasil (*) 187
54 Havaianas 185 45%
55 Buscapé 176 -14%
56 Casas Pernambucanas (*) 175
57 Zaffari (*) 174
58 Deca (*) 165
59 Arezzo 163 116%
60 Estacio 159 75%

Começam as inscrições para concurso Volkswagen “Talento Design 2017”

A Volkswagen inicia nesta semana as inscrições do concurso “Talento Design”, que oferece aos vencedores a oportunidade de estagiar por um ano no departamento de Design da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP), vivenciando e participando do dia a dia dos profissionais que desenvolvem os automóveis da marca. As inscrições foram abertas nesta segunda-feira 22 de maio e podem ser realizadas até o dia 02 de julho – o estudante deverá fazer o download da ficha cadastral pelo site http://www.volkswagen.com.br/design e encaminhá-la, preenchida e com um memorial descritivo do projeto, para o e-mail talentovwdesign@volkswagen.com.br.

O concurso destina-se aos estudantes universitários, maiores de 18 anos, matriculados em 2018 no último ano do curso de: Desenho Industrial com habilitação em Projeto de Produto e/ou Programação Visual; ou Design de Produto; ou Design Gráfico; ou Design de Interiores e Acabamentos; ou Moda; ou Arquitetura em Instituições de Ensino Superior registradas no Ministério da Educação (MEC).

O tema da 19ª edição do evento é “Visões do Amanhã”, que desafia os candidatos a imaginar como será um novo modelo Volkswagen que valorize a conexão do homem com a natureza e com a tecnologia em um futuro próximo.