Cerca de 1,3 milhão de empresas precisam se adaptar à nova versão da NF-e

Cerca de 1,3 milhão de empresas emissoras de Notas Fiscais eletrônicas (NF-e) no Brasil terão que se adaptar à nova versão do documento fiscal. Desde que a NF-e foi instituída no país em 2005, já foram autorizadas aproximadamente 16 bilhões de notas fiscais eletrônicas.

A partir de 1º de junho, a versão 4.00 da NF-e entra em vigor no ambiente de homologação, onde são feitos os testes. A partir de 1º de agosto, ela passa a valer no ambiente de produção. Dia 6 de novembro, será desativada a versão 3.10 da NF-e, e as empresas que não migrarem para a 4.00 não conseguirão mais emitir a nota eletrônica.

Essa mudança de versão do documento fiscal eletrônico exige adaptações rápidas dos usuários na busca por soluções mais completas, que façam a emissão dos documentos eletrônicos e ainda agreguem outros benefícios aos negócios, como funcionalidades de controle e gestão.

“Uma ferramenta mais completa garante a emissão correta dos documentos fiscais, sem problemas com o Fisco, e ainda soma outras vantagens para o dia a dia dos empreendedores, proporcionando uma visão mais ampla da empresa e um planejamento mais eficiente”, afirma a consultora de negócios do sistema myrp, Karine Gresser.

Ela enfatiza que as empresas precisam se antecipar a esses prazos para não ter falhas na emissão. “É importante procurar uma solução especializada, que faça essas atualizações de versão sempre de forma automática, de acordo com a legislação, e ainda ofereça recursos que facilitem a gestão dos empreendedores”, acrescenta Gresser.

CA Technologies apoia etapa brasileira da maior competição de tecnologia do mundo voltada para meninas

São Paulo – A CA Technologies (NASDAQ:CA), empresa de software presente há mais de 35 anos no Brasil, acaba de anunciar uma parceria local com a ONG Iridescent, responsável pelo Technovation Challenge, maior competição de tecnologia do mundo voltada para meninas de 10 a 18 anos. Pelo acordo, a CA Technologies será patrocinadora da etapa brasileira do evento, além de oferecer sessões de mentoring para as mais de 130 equipes inscritas.

A abertura oficial do projeto será realizada em 9 de abril, no escritório da CA, em São Paulo. Na ocasião, funcionários voluntários da CA farão sessões de mentoring às participantes para tirar dúvidas e ajuda-las com conhecimentos técnicos e de negócios necessários para o desafio, que propõe a criação de um business plan e de um aplicativo que visam a solução de problemas sociais. Entre os temas abordados pelos profissionais, estarão sessões sobre a criação de um plano de marketing, aspectos jurídicos e organização de orçamento, entre outros.

As competições eliminatórias acontecem em mais de 78 países do mundo e os 12 melhores times, escolhidos por uma comissão julgadora, viajarão à cidade de São Francisco para apresentarem seus projetos, concorrendo a um prêmio de U$10 mil, no caso das alunas do Ensino Fundamental, e U$15 mil, no caso das alunas de Ensino Médio. Os jurados avaliam a parte técnica, a apresentação, o planejamento, a ideia e a viabilidade dos projetos.

“Acreditamos que ambientes corporativos diversos ajudam a promover a inovação dentro e fora das organizações e por isso buscamos incentivar mais mulheres a entrar no mundo da tecnologia. Este projeto vai até a fonte, despertando interesse de meninas que ainda não escolheram em qual universidade ou curso profissionalizante querem ingressar, e queremos que elas se sintam atraídas pela nossa área”, comenta Marcel Bakker, presidente da CA Technologies no Brasil.

Mulheres ainda são minoria, principalmente no mercado de tecnologia, mas o Technovation Challenge pretende diminuir esta lacuna e fomentar a discussão sobre o tema. Criado há 7 anos, o projeto já gerou resultados positivos. Uma pesquisa realizada com as participantes mostra que o interesse delas em aumentou 78% por Ciências da Computação, 70% por Empreendedorismo e 67% por Liderança de Negócios após a conclusão do programa.

“As mulheres são grandes consumidoras de tecnologia, mas não participam de sua criação. Por meio de desafios reais e estimulantes, o Technovation quebra estereótipos e mostra que a programação é uma ferramenta poderosa, capaz de resolver problemas sociais dos mais corriqueiros aos mais complexos”, salienta Christianne Poppi, diretora executiva do Technovation no Brasil.

Indústria de materiais de construção fica mais otimista com abril

São Paulo – Levantamento realizado pela ABRAMAT apresenta um cenário mais animador para o próximo mês em se tratando do desempenho de vendas para o mercado interno no curto prazo. De acordo com o termômetro ABRAMAT, sondagem realizada entre os associados da entidade, 25% das empresas considera que abril representará bom desempenho. Vale lembrar que a expectativa de bom desempenho para março de 2017 foi de 12,5%.

Já para o mercado externo o empresariado do setor não espera um abril melhor do que março. O estudo da ABRAMAT revela que 66,7% dos associados acreditam que abril será um mês regular e 6,7% ruim. Vale destacar que março, o empresariado tinha expectativa de o mês seria positivo, 26,7% (muito bom), e 46,6% (bom). O real supervalorizado não permite uma melhora nas exportações.

“O otimismo do empresariado é um balizador relevante para toda cadeia do setor da construção, principalmente para o mercado interno. Mesmo assim é importante ressaltar que ainda há fatores que precisam melhorar como corte na taxa de juros, redução do desemprego e ações do governo federal para que o país retome o crescimento para os próximos meses. A valorização do real prejudica o mercado externo e por esse motivo grande parte dos associados acredita que abril será ruim”, destaca Walter Cover, presidente da ABRAMAT.

Expectativas e investimentos

No mês de março a sondagem entre as indústrias de material de construção indica que 25% das empresas estão otimistas sobre as ações do Governo Federal para o setor da construção civil nos próximos 12 meses. No mês anterior 35% do empresariado estava otimista. Em se tratando de pretensão de investimento no médio prazo, 46% das indústrias de materiais de construção afirmaram que pretendem investir nos próximos 12 meses. No mesmo período do ano passado, 45% pretendiam realizar investimentos.

Grupo Lef aposta no mercado internacional

O Grupo Lef, empresa que detém as marcas Lef Cerâmica, Rox, ViaÁpia e ViaRosa – participa da Coverings 2017, uma das principais feiras de cerâmica do mundo e a maior do segmento da América do Norte, que ocorre de 4 a 7 de abril no Orange County Convention Center, em Orlando, FL.

De olho no mercado de exportação, a empresa, por meio da marca ViaRosa, criou uma linha focada no gosto do norte-americano. Inspirado no estilo das Rivieras Europeias, com suas cores fortes e marcantes, a linha homônima remete a uma arquitetura de estilo simples, rústico e confortável dessa localidade. Compõe a coleção os revestimentos Riviera Sand, Riviera Terra Riviera Olive e Riviera Dark. Os produtos com medidas 72x72cm são ideais para áreas externas.

As outras marcas também trazem apostas da companhia para o mercado exterior, por isso, apresentam opções de acabamento com um toque artesanal e rústico, características que agradam muito este mercado. As empresas do Grupo Lef são conhecidas por seus produtos que agregam qualidade, sofisticação e ótimo custo-benefício.

O evento de grande relevância para o setor gera muito benefícios para exportação, por isso a marca investe e participa dessa feira há anos “Além de uma grande oportunidade de aumentar a visibilidade da marca no exterior, a Coverings tem se firmado como um dos principais momentos para fomentação de negócios da companhia”, afirma Luiz Fernando Ortigossa Filho, diretor de marketing da empresa.

Site: http://grupolef.com.br/

Empresa cresce 1000% com fabricação e venda de lavadoras a vapor

São Paulo – Segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas), cerca de um bilhão de pessoas em todo o mundo não têm acesso a um abastecimento adequado. Além disso, a Unesco aponta que nas últimas décadas o consumo de água cresceu duas vezes mais do que a população e a estimativa é que a demanda cresça ainda 55% até 2050.

Por outro lado, há empresas preocupadas em minimizar a gravidade desses índices. É o caso da ECO1 – empresa que fabrica e vende máquinas para limpeza a vapor. Com uma tecnologia industrial, e agora com lançamento para uso comercial, o equipamento consegue uma economia de até 95% de água e consome até 30% menos de energia (se comparada a lavadoras de alta pressão).

“Desde que chegamos ao mercado, em 2015, nossa preocupação sempre foi mostrar o quanto é importante e eficiente a limpeza a vapor. Hoje, temos um perfil amplo de clientes, que passam por clientes que desejam abrir seu primeiro negócio, clínicas e hospitais, e até indústrias, onde desenvolvemos soluções específicas para cada cliente, estudando a necessidade de cada um e fornecendo uma grande redução de custos a cada um desses clientes”, explica o diretor de desenvolvimento da ECO1, Paulo Nogueira.

De acordo com ele, outro benefício da higienização com equipamentos Eco1 é a eliminação de cerca de 99,9% de ácaros, fungos e bactérias que estejam no local. “O equipamento produz um jato de vapor que atinge 180 Graus Celsius de temperatura, eliminando ácaros e bactérias da superfície utilizada”, comenta Nogueira.

Fora o uso domiciliar e para empresas, o equipamento também é alternativa para quem quer empreender e investir em um negócio de valor enxuto, pois custa R$ 6.750,00 ou 10 x de R$ 750,00.

A empresa, que tem todos os seus equipamentos patenteados, tem fabricação 100% nacional e própria, registrou um crescimento de 1000% no último ano e atraiu a atenção de outros 10 países interessados na exportação. Para 2017 a meta é atender 2000 novos clientes.

Receita da Randon somou R$ 3,7 bi em 2016, queda de 13%

Depois do terceiro ano consecutivo de retração econômica que exigiu forte controle de despesas e adequação da capacidade fabril aos volumes de mercado, a Randon S.A Implementos e Participações continua apostando no mercado nacional e na ampliação das exportações, reforçando, também, as iniciativas no segmento de reposição para fazer frente à alta ociosidade de suas fábricas. “A Randon está ingressando numa nova Era”, diz o presidente David Abramo Randon, referindo-se à política de gestão de custos na estrutura, gestão e processos das empresas nos últimos anos para enfrentamento da crise.

Em 2016, a receita bruta total da Randon S.A,com impostos e antes da consolidação, somou R$ 3,7 bilhões, 13,1% inferior à de 2015. No mesmo exercício, a receita líquida consolidada atingiu R$ 2,6 bilhões, 15,3% menor quando comparada ao ano anterior. A divisão autopeçasrespondeu por 50,1% das receitas da Companhia e a divisão implementos por 44,4%, enquanto os serviços financeiros representaram 5,5%. A participação menor (5,6 pontos percentuais) da área de implementos na receita é creditada à redução de 20,8% no volume de vagões faturados. O EBITDA de R$ 142,7 milhões registrado no último ano foi 11,8% inferior a 2015 e o EBITDA Ajustado ao final de 2016 somou R$ 252,1 milhões.

Fruto desta conjuntura adversa, a Randon apresentou um lucro bruto de R$ 520,9 milhões no acumulado de 2016 (19,9% da receita líquida consolidada) e que representa uma redução de 18,7% em relação a 2015. O prejuízo líquido foi de R$ 67,2 milhões, com margem líquida de  -2,6%. Para Geraldo Santa Catharina, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores,  “os últimos exercícios foram desafiadores e impuseram à Companhia medidas difíceis e complexas em prol da adequação ao impacto da economia nos negócios, que mantém a saúde financeira da empresas em condições para atravessar a longa crise”.

Exportações

Dentro de sua estratégia de internacionalização e para fazer frente à prolongada retração da demanda no mercado interno, a Randon S.A intensificou as ações nos mercados internacionais, apesar das crises também localizadas em outros países. Entre as iniciativas está em andamento o projeto de viabilidade para aumentar as exportações pelo sistema CKD, ou seja, o envio do produto em partes a ser montado no local de destino. Em 2016, as vendas consolidadas para o exterior encerraram em US$ 151,6 milhões, 4,2% inferiores a 2015. A representação do mercado externo em proporção à receita líquida consolidada aumentou de 16,9% em 2015 para 20% em 2016. As unidades externas faturaram US$ 113,6 milhões (planta de veículos rebocados na Argentina e as unidades controladas pela Fras-le no exterior – EUA e China), o que totalizou US$ 265,2 milhões em 2016 ou 11,9% menor do que em 2015.

Segmentos

Além da venda de veículos rebocados, esta divisão também produz vagões ferroviários e veículos especiais (retroescavadeiras, caminhões fora-de-estrada e minicarregadeiras) que, juntos, somam uma receita líquida de R$ 1,2 bilhão. A venda de semirreboques representou 65,1% dos negócios desta divisão em 2016, com a entrega de 9.850 unidades (- 6,9%). Mesmo assim, a Randon ampliou seu Market share no ano, que passou de 26,2% em 2015 para 29,1% em 2016. O mercado doméstico de semirreboques total (Brasil) caiu 22,1% com 23.075 unidades vendidas em 2016. A venda de vagões ferroviários (31,9% da receita líquida da Randon) alcançou 1.584 unidades, uma queda de 20,8% sobre 2015, quando foram entregues 1.999 vagões. O mercado brasileiro de vagões demandou 3.903 unidades em 2016, sendo que 40,6% foram fabricados pela Randon.

As vendas de veículos especiais foram diretamente afetadas pela falta de investimento governamental e pela baixa demanda da construção civil, e representaram 3,1% das receitas da divisão montadora. Foram vendidos 196 veículos (- 44,8%), sendo 188 retroescavadeiras e 8 caminhões fora-de-estrada.

Autopeças – Integrado pelas empresas Castertech, Fras-le, JOST, Master e Suspensys (filial da Randon S.A Implementos e Participações), este segmento somou R$ 1,3 bilhão em receita líquida consolidada. Bastante dependente das vendas para montadoras, a divisão explorou novas oportunidades de negócios e parcerias, utilizando seus canais de distribuição. Com exceção da venda de suspensões e rodagem, que teve seus volumes reduzidos em 28,6% no ano, graças a esta estratégia os demais produtos tiveram quedas inferiores a 10%, apesar da queda de vendas de caminhões no País ter chegado a 29,4%. Este segmento somou US$ 100,1 milhões em exportações, um crescimento de 0,3% considerado significativo dado o complexo ambiente de negócios no mercado externo.

Serviços financeiros – Representado pelas empresas Randon Consórcios e Randon Investimentos (Banco Randon), que dão sustentação às vendas e acesso a crédito e financiamento aos clientes das Empresas Randon, o segmento de serviços financeiros respondeu por 5,5% da receita líquida consolidada. Enquanto a Randon Consórcios comercializou 11.626 cotas em 2016, uma queda de 8% sobre 2015, o Banco Randon se manteve como uma interessante alternativa de financiamento para ampliar a base comercial em com junto com os distribuidores Randon.

Empresa cria turbina que reduz custos com energia em indústrias

Curitiba – Gerar energia com custo menor e de maneira viável a partir de resíduos orgânicos. Foi assim que a Solidda Energia, empresa legitimamente curitibana, desenvolveu de maneira inédita no país turbinas a vapor em tamanho reduzido para a geração de energia elétrica em estabelecimentos industriais. O projeto promove a redução de custos e aumenta a competitividade para indústrias de pequeno e médio porte.

A energia gerada na turbina a vapor usa a biomassa como combustível. “O grande ganho é que é uma energia de fonte renovável. Desde resíduos de eucaliptos até biogás, os combustíveis para os nossos geradores são inúmeros”, afirma o engenheiro mecânico e sócio da Solidda Energia, Silvio Dalmolin.

O desenvolvimento do aparato só foi possível graças a uma parceria com o Governo do Estado do Paraná. A Solidda energia obteve um financiamento de uma linha de crédito voltada para a inovação por meio da Fomento Paraná. Os recursos obtidos foram fundamentais para desenvolver os testes necessários antes da instalação definitiva das turbinas nas indústrias. “Com o financiamento desenvolvemos uma caldeira para teste. Em seguida, montamos o kit gerador completo e entregamos pronto para nosso cliente”, lembra o engenheiro.

O crédito ajudou também a gerar empregos. Hoje, a Solidda conta com 40 funcionários e possui planos de expansão. A empresa pretende criar uma gama maior de produtos que poderão ser usados até por micro e pequenas indústrias.

Energia

Os empresários que comandam a Solidda Energia, Silvio Dalmolin e Rodrigo Duarte, começaram a trabalhar com projetos de geração de energia a partir de biomassa – resíduos e cavacos de madeira e cascas de arroz, entre outros – há mais de dez anos. De lá para cá, a tecnologia que antes estava disponível apenas para grandes empresas com capacidade e condições financeiras de implantar máquinas geradoras de energia, por conta do alto custo, começou a se tornar uma realidade para empresas de pequeno e médio porte.

Desenvolver turbinas menores e mais acessíveis era uma demanda crescente no mercado, e por isso, em 2010, a Solidda participou da incubadora do Tecnova, programa de incentivo à inovação tecnológica em empresas de pequeno porte. Foi daí que vieram os recursos para que a turbina começasse a sair do papel e ganhar o mercado industrial.

A proposta dos sistemas geradores da Solidda Energia é que as pequenas e médias indústrias possam se tornar autossuficientes em energia, reduzindo a até zero a conta de energia dessas empresas. “Numa indústria moveleira, por exemplo, em que a madeira é a matéria-prima. A empresa faz o móvel e pode usar as aparas e outros resíduos para queimar e com isso gerar vapor. Esse vapor serve de combustível para a turbina da Solidda, que gera energia elétrica que pode ser usada no processo fabril. Ao final do processo, não ficam resíduos e conta de luz é menor”, explica Rodrigo.

A geração própria de energia elétrica nas empresas é um componente importante para melhorar a competitividade. “O custo da eletricidade é muito significativo no custo de produção das indústrias. Com o nosso sistema a indústria fica mais competitiva”, conclui Rodrigo.

Site: http://www.solidda.com.br.