Vendas do e-commerce cresceram 12,5% no ano a ano, diz indicador

Os brasileiros estão comprando cada vez mais on-line, com isso, as vendas de e-commerce subiram em julho, de acordo com o Mastercard SpendingPulse, um indicador que fornece informações sobre as tendências gerais de gastos do varejo em todos os tipos de pagamentos.

As vendas do e-commerce cresceram 12,5% no ano a ano, com três setores – farmacêutico, vestuário e eletrônicos – apresentando desempenho bem acima da média. No entanto, o desempenho dos setores de móveis, hobby e livrarias ficou abaixo da média de vendas on-line.

Em julho, as vendas totais – incluindo comércio eletrônico e vendas de lojas físicas com todos os tipos de pagamento – cresceram moderadamente, um aumento de 1% em relação ao ano anterior (excluindo vendas de carros, materiais de construção, restaurantes e roupas de cama, mesa e banho). Vestuário, produtos farmacêuticos, itens pessoais e domésticos superaram as vendas totais, enquanto os setores de móveis, eletrodomésticos, supermercados e combustíveis desaceleraram ligeiramente.

Faturamento do setor de saúde em e-commerce cresce 35% no 1º semestre de 2019

Ao analisar os números por região, o Norte (1,1%), Sudeste (1,9%) e Sul (5,0%) apresentaram desempenho acima da média nacional. Especificamente no Sul, o frio intenso levou a um aumento nas vendas sazonais nas indústrias de roupas e restaurantes. O Nordeste (-1,1%) e o Centro-Oeste (-1,9%), no entanto, ficaram abaixo dos números do varejo quando comparados ao mesmo período do ano anterior.

“Em julho vimos um forte crescimento de dois dígitos nas vendas do e-commerce, que representa uma continuação de tendência à medida que mais e mais consumidores compram em seus telefones e outros dispositivos”, disse César Fukushima, diretor de análise avançada da Mastercard no Brasil.

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Fintechs concederam R$ 1,195 bilhão de crédito em 2018

Movimentando o mercado financeiro, as fintechs aumentaram o volume de crédito concedido no país. O montante de R$ 804 milhões em 2017 saltou para R$ 1,195 bilhão no ano passado. O número de solicitações entre pessoas físicas quase dobrou no período, alcançando 6,4 milhões, enquanto que entre as jurídicas chegou a 276.355, cerca de 6,5 vezes mais. Os dados fazem parte da pesquisa “A Nova Fronteira do Crédito no Brasil”, a primeira que analisa o segmento no país, feita em parceria entre a Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD) e a consultoria PwC Brasil. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira, 19, durante o evento Cred-Tech Brasil, em São Paulo.

O uso intensivo da tecnologia, uma das características das fintechs, permite que o segmento derrube as barreiras que dificultam a entrada no mercado de crédito. Nesse cenário, destaca-se a agilidade na avaliação e aprovação do crédito. De acordo com o levantamento, 48% das empresas estudadas conseguem concluir as análises de risco de um cliente em até uma hora, sendo que 15% fazem isso em no máximo 15 segundos.

Já a aprovação para liberação do crédito, que envolve procedimentos como conferência e assinatura de documento, é feita em até 24 horas por 64% dos participantes do estudo. Em 13% dos casos, esse processo não demora mais do que uma hora. Para se comunicar com o cliente, apontam os dados, 91% das fintechs usam a internet, aplicativos e e-mail. Ligação telefônica e contato via agência física respondem por apenas 9% do contato.

Em termos de fonte de recursos, quase metade das fintechs de crédito pesquisadas (47%) se restringe ao capital próprio, mas o perfil de financiamento dessas empresas vem mudando gradualmente. Entre 2016 e 2018, aumentou de 20% para 60% a parcela que conseguiu fazer captações no mercado de capitais para financiar despesas operacionais, investimentos no desenvolvimento de produtos e serviços e a expansão das carteiras de crédito.

No período, o capital próprio e o aporte de acionistas perderam parte da sua relevância para outras fontes de recursos, como os FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios), condomínios de investidores que se consolidaram como opção ágil para financiar a ampliação das carteiras dessas empresas via mercado de capitais, substituindo intermediários financeiros caros e pouco eficientes. Três quartos das empresas afirmam estar em busca de recursos.

Quase metade pretende obter mais de R$ 10 milhões para financiar a operação, e 79% querem valores acima dessa faixa também para ampliar sua carteira de crédito. Ao todo, 60% das empresas pesquisadas já realizaram entre 1 e 5 rodadas de investimento.

O estudo revelou ainda que as fintechs de crédito têm 79% dos seus clientes oriundos das classes C (39%), D (29%) e E (11%), sendo que dois terços deles estão na faixa etária entre 26 e 47 anos. As classes A e B respondem respectivamente por 13% e 8% dos solicitantes de crédito. Do total de clientes, 7% não têm acesso ao sistema bancário tradicional. Entre as pessoas jurídicas, 72% dos atendidos são empresários individuais, micro e pequenas empresas.

Levando em conta 43 fintechs de crédito – 21 delas associadas à ABCD – ouvidas entre 10 de junho e 4 de julho deste ano, o levantamento aponta que 65% das empresas se dedicam prioritariamente a empréstimos a pessoas físicas. Do total de clientes, 7% não têm acesso ao sistema bancário tradicional. Em 2018, as fintechs analisadas receberam mais de 6,4 milhões de pedidos de crédito de pessoas físicas – praticamente o dobro do ano anterior. O crédito concedido também aumentou no mesmo período: passou de R$ 804 milhões para R$ 1,195 bilhão na comparação de 2017 com o ano passado.

“A pesquisa traz insights importantes para o segmento e confirma a relevância cada vez maior das fintechs no país. A concentração do sistema financeiro no Brasil, os altos custos e a oferta restrita de crédito sempre foram complicadores para a economia. Agora, a tecnologia e a inovação deram início a uma nova era do crédito, mais inclusivo, acessível e descomplicado”, afirma Rafael Pereira, presidente da ABCD.

“As fintechs vêm ocupando um espaço relevante no setor financeiro brasileiro, acompanhando as demandas crescentes do público por crédito no segmento digital. Um estudo como esse é uma importante ferramenta que ajuda o mercado a entender cada vez mais os perfis dessas empresas”, conclui o sócio da PwC Brasil, Luis Ruivo.

IESS indica que cadeia de saúde está empregando mais

Quase 5 milhões de brasileiros são empregados pela cadeia da saúde no Brasil. O montante equivale a 11,3% da força de trabalho no País. De acordo com o Relatório de Emprego da Cadeia Produtiva da Saúde, feito pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), 73,3% deste total ou cerca de 3,6 milhões são trabalhadores com carteira assinada no setor privado.

Apenas em julho de 2019, a saúde suplementar registrou 93,5 mil contratações e 88,1 mil demissões, totalizando um saldo positivo de 5,4 mil postos de emprego formal. O que corresponde a 12,2% do saldo geral de 43,8 mil novos postos de trabalho criados pela economia nacional como um todo. “É evidente que a cadeia de saúde é uma das forças motrizes na economia nacional. O setor já responde por 11,3% da força de trabalho no País e o saldo de empregos na saúde privada tem respondido por mais do que esse porcentual no total de novos postos de trabalho gerados no mês. O que indica que a participação do setor tende a crescer ao longo do tempo”, comenta José Cechin, superintendente executivo do IESS.

O executivo destaca que o setor continua contratando apesar de haver retração no total de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalar. “Entre julho deste ano e o mesmo mês do ano passado, 133 mil beneficiários deixaram seus planos. Uma retração de 0,3%. Ainda assim, o setor contratou mais 120 mil pessoas no período”, compara Cechin. “Os dados indicam que o setor acredita em um processo de recuperação de beneficiários e está se preparando para tanto”, avalia.

Está é a primeira edição em que o Relatório de Emprego da Cadeia Produtiva da Saúde traz o total de empregados também pelo setor público e mais dados sobre o segmento devem estar disponíveis na próxima edição da publicação, que irá permitir, pela primeira vez, uma análise temporal do nível de empregos nesta cadeia como um todo (setor público e privado). “Estamos trabalhando para aprimorar a qualidade das informações que disponibilizamos ao mercado e fornecer ainda mais subsídios para as tomadas de decisões”, comenta Cechin.

ABIMAPI estima aumento de 5% nas vendas de panetone

São Paulo – Com muitas novidades e diferentes sabores, os panetones, queridinhos das festas de fim de ano, já estão disponíveis nas gôndolas dos supermercados. Para este ano, a expectativa da Associação Brasileira da Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI) é que a categoria cresça 5% em faturamento em comparação a 2018, chegando a movimentar R$ 735 milhões no período sazonal (novembro a janeiro).

Pelo terceiro ano consecutivo, a associação encomendou uma pesquisa sobre os hábitos de consumo referentes ao produto à Kantar Worldpanel, que acompanhou a rotina de 11.300 domicílios (universo de 52 milhões de famílias espalhadas pelo Brasil).

De acordo com a consultoria, no último ano foram vendidas 39 mil toneladas de panetone, 2,5% a mais que em 2017, e o setor faturou cerca de R$ 700 milhões. Cerca de 20% dos lares brasileiros foram presenteados com o produto no Natal de 2018. Com relação aos segmentos mais consumidos, o destaque fica com são os tradicionais, com 77% do volume em vendas, seguidos dos recheados, com 20,4% – chocolate é o recheio preferido da população.

Cláudio Zanão, presidente-executivo da ABIMAPI explica que a indústria inova constantemente em sabores e embalagens personalizadas todos os anos, gerando valor agregado ao produto. “Este alimento está presente em 53,6% dos lares brasileiros. Ou seja, mais de 30 milhões de famílias consumiram panetone entre novembro de 2018 e janeiro deste ano”, explica.

Quando falamos em exportação, de acordo com um levantamento realizado pela ABIMAPI, os Estados Unidos é o principal destino: lá, as vendas atingiram mais de US$ 8 milhões e 3 mil toneladas em vendas de novembro 2018 a janeiro 2019. Aqui, vale ressaltar um movimento conhecido como “mercado da saudade”, fomentado principalmente por brasileiros imigrantes.

Geração “conectada” prefere fazer compras em lojas físicas

De acordo com uma nova pesquisa da A.T. Kearney, os consumidores com idades entre 14 e 24 anos, preferem esmagadoramente fazer compras nas lojas, principalmente por razões de saúde mental. 81% dos entrevistados da Geração Z disseram que preferem comprar nas lojas e 73% disseram que gostam de descobrir novos produtos.

As lojas físicas permitem um novo tipo de “terapia de varejo”, com 58% do grupo dizendo que navegar nas prateleiras e gôndolas de roupas lhes permite desconectar das mídias sociais e do mundo digital.

“Acho que uma das coisas que a pesquisa nos mostra é que, apesar de ser a primeira geração completa de nativos digitais, a Geração Z está olhando para o varejo físico como uma maneira de ‘desconectar’ do estresse das mídias sociais ao mesmo tempo em que se aproxima emocionalmente dos influenciadores e celebridades on-line que eles seguem”, disse Nora Kleinewillinghoefer, diretora da AT Kearney.

A pesquisa, realizada com 1.500 consumidores de quatro gerações, também descobriu que como a Geração Z está particularmente estressada, o grupo tende a comprar produtos nas categorias de saúde e bem-estar mais do que as outras gerações.

46% dos entrevistados da da Geração Z disseram que estavam preocupados com sua saúde e bem-estar mental, em comparação com 38% dos millennials. Quase um quarto, ou cerca de 23% das pessoas da Geração Z disseram estar estressadas ou sobrecarregadas com as notícias, e 22% relataram estar estressadas ou sobrecarregadas pelas mídias sociais.

Mas, embora a Geração Z se preocupe em ser social e ambientalmente consciente, eles não estão dispostos a pagar mais por esses produtos. Mais da metade disse que está procurando produtos ambientalmente sustentáveis, mas apenas 38% disseram estar dispostos a pagar um valor mais alto por eles.

Segundo os dados, os varejistas também devem estar mais atentos às experiências de atendimento ao cliente, tanto nas lojas quanto no online. 22% dos compradores da Geração Z afirmaram que uma experiência de compra online ruim fez com desistissem de comprar de três a cinco vezes no ano passado. Em uma loja física, a taxa sobe para 24%. Em comparação, 15% dos millennials interromperam uma compra online e 21% desistiram de uma compra em loja física três a cinco vezes no ano passado por conta de uma péssima experiência.

Sorvete ganha 2 milhões de novos lares nos últimos 12 meses no Brasil

O sorvete é uma das sobremesas mais populares do mundo e, por isso, tem até seu próprio dia. A data de 23 de setembro foi eleita como Dia do Sorvete e, no Brasil, há motivo para comemorar já que o doce tem crescido na preferência dos consumidores. Entre agosto de 2018 e o mesmo mês deste ano, o sorvete conquistou 4,2 pontos de penetração, o que significa que a categoria ganhou espaço no freezer de 2 milhões de novos lares no País, aponta levantamento da multinacional de painéis de consumo Kantar. No mesmo período, o consumo dentro dos lares registrou 12,9% de aumento em volume e 7% de crescimento em valor.

Com tantas opções de sabores e formatos, a embalagem de 1,5L é a que mais se destaca e teve uma performance ainda mais positiva do que a média: ganhou penetração em 3,8 milhões de novas famílias no período. Entre os sabores, o brasileiro é um consumidor tradicional e o napolitano é o preferido. A combinação de chocolate, creme e morango é a escolha de 27,9% dos lares. Em seguida, o ranking fica completo com flocos, creme e chocolate, nesta ordem.

Entre os shoppers nacionais, a sobremesa tem espaço em 53% das famílias com mais de 3 pessoas, é comprada por 40% dos consumidores com mais de 50 anos e está presente no carrinho de 87% das classes ABC. A região Grande Rio de Janeiro é que mais compra sorvete para consumo dentro do lar (63,6% de penetração), seguida pela Grande São Paulo (62,1%) e região Sul (54,8%). Na hora de encher o carrinho, os supermercados de rede e atacarejos foram os canais de destaques e registraram crescimento positivo no período.

Como era de se esperar, dezembro e janeiro, meses de férias e verão, são as épocas de maior consumo. E, mesmo nestes períodos, 2019 teve destaque favorável em relação aos anos anteriores.

De acordo com o levantamento da Kantar, o sorvete foi eleito principalmente para consumo no jantar e após o jantar entre os paulistanos, que consomem sorvete semanalmente e, em média, 2 vezes por semana.

Quanto ao valor, o ticket médio gasto pelos brasileiros com o doce para consumo doméstico é de R$ 8,35. Enquanto o preço médio gasto com sorvete fora de casa é de R$ 21,17.

“Sorvete é uma categoria que se destaca por entregar praticidade e indulgência para o consumidor, duas tendências que vem se destacando nos nossos últimos estudos. Prazer, sabor e conveniência são os principais atributos que o consumidor enxerga na categoria”. analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da Kantar.

Considerando a performance fora do lar, os brasileiros consumiram sorvete, em média, cinco vezes nos últimos 12 meses. Destaque para o picolé, que foi eleito em três oportunidades no mesmo período. A classe C é que a mais consome nestas ocasiões, com mulheres representando 60% do consumo. São Paulo é a região que mais compra o doce fora do lar, mas o Nordeste se destaca com o maior crescimento em 2019.

Produção brasileira de aço bruto tem queda de 5,4% até agosto

A produção brasileira de aço bruto foi de 22,2 milhões de toneladas nos primeiros oito meses de 2019, o que representa uma queda de 5,4% frente ao mesmo período do ano anterior. A produção de laminados no mesmo período foi de 15,4 milhões de toneladas, queda de 2,5% em relação ao registrado no mesmo acumulado de 2018. A produção de semiacabados para vendas totalizou 5,9 milhões de toneladas de janeiro a agosto de 2019, uma retração de 10,7% na mesma base de comparação[1].

As vendas internas foram de 12,4 milhões de toneladas de janeiro a agosto de 2019, o que representa uma retração de 1,5% quando comparada com o apurado em igual período do ano anterior.

O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos foi de 13,9 milhões de toneladas no acumulado até agosto de 2019. Este resultado representa uma queda de 2,3% frente ao registrado no período de 2018.

As importações alcançaram 1,7 milhão de toneladas no acumulado até agosto de 2019, uma queda de 1,1% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 1,7 bilhão e recuaram 5,7% no mesmo período de comparação.

As exportações[2] atingiram 8,6 milhões de toneladas, ou US$ 5,1 bilhões, de janeiro a agosto de 2019. Esses valores representam, respectivamente, aumento de 1,7% e retração de 4,8% na comparação com o mesmo período de 2018.

Vale lembrar que, em agosto de 2018, houve alteração na metodologia de apuração dos dados de exportação divulgados pelo MDIC, o que trouxe inconsistências nos números do segundo semestre do ano. Desta forma, variações positivas das exportações de agosto de 2019, quando comparadas com agosto de 2018, devem ser analisadas com atenção.

Dados de agosto de 2019

Em agosto de 2019 a produção brasileira de aço bruto foi de 2,5 milhões de toneladas, uma redução de 13,4% frente ao apurado no mesmo mês de 2018. Já a produção de laminados foi de 1,8 milhão de toneladas, 3,3% inferior do que a registrada em agosto de 2018. A produção de semiacabados para vendas foi de 604 mil toneladas, uma redução de 32,4% em relação ao ocorrido no mesmo mês de 2018[1].

As vendas internas recuaram 7,2% frente a agosto de 2018 e atingiram 1,6 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi de 1,8 milhão de toneladas, 7,5% inferior ao apurado no mesmo período de 2018.

As importações de agosto de 2019 foram de 250 mil toneladas e US$ 231 milhões, o que representou um incremento de 1,6% em quantum e redução de 8,0% em valor na comparação com o registrado em agosto de 2018.

As exportações[2] de agosto foram de 891 mil de toneladas, ou US$ 525 milhões, o que resultou em aumento de 48,0% e 7,6%, respectivamente, na comparação com o ocorrido no mesmo mês de 2018.

Vale lembrar que, em agosto de 2018, houve alteração na metodologia de apuração dos dados de exportação divulgados pelo MDIC, o que trouxe inconsistências nos números do segundo semestre do ano. Desta forma, as variações positivas das exportações de agosto de 2019, quando comparadas com agosto de 2018, devem ser analisadas com atenção.
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[1] Devido a uma perda que ocorre durante o processo produtivo do aço, a soma da produção de laminados e semiacabados para vendas não equivale ao total da produção de aço bruto.

[2] A SECEX/MDIC mudou a metodologia de coleta dos dados do Portal Único de Comércio Exterior e ainda poderão ser encontradas inconsistências nos dados de exportação. comexstat.mdic.gov.br/pt/informativo/25

[3] Compreende todo o parque produtor de aço brasileiro.