Freelancer.com compra plataformas Nubelo e Prolancer

O Freelancer.com, plataforma de freelancer e crowdsourcing, anuncia a aquisição da Nubelo e do Prolancer, detentoras dos maiores mercados freelancers em países de língua espanhola e portuguesa, atrás apenas do Freelancer.com, respectivamente. Esta aquisição leva a empresa à posição de líder absoluto no mercado latino-americano.

A Nubelo foi fundada em 2012 pelo empresário espanhol Francesc Font e os irmãos gêmeos argentinos Nicolas e Jorge Araujo Muller. Sediada em Barcelona e financiada pela Caixa Capital Ris, Nero Ventures, South Ventures, Start-Up Chile, Cabiedes & Partners e Mountain Nazca & South Ventures, a Nubelo se tornou um dos maiores marketplaces de freelancers em países de língua espanhola depois do Freelancer.com. A empresa conta com 50 funcionários em Barcelona, na Espanha, Buenos Aires, na Argentina, Bogotá, na Colômbia, e São Paulo, no Brasil.

Em julho de 2015, a Nubelo assumiu o controle da brasileira Prolancer.com.br, fundada por Sergio Mendez Baiges, com sede em São Paulo, para expandir seu alcance no mercado brasileiro. Juntas, as empresas viram o sucesso de crescimento chegar a 750 mil usuários cadastrados e mais de 122 mil projetos publicados.

“Estamos animados para anunciar que a Nubelo foi comprada pelo Freelancer.com. Nossa comunidade de profissionais cadastrados fez o sucesso da Nubelo possível e agora vai desfrutar de mais oportunidades, trabalhando com uma gama muito maior de empregadores e terá à sua disposição uma gama mais diversificada de áreas de trabalho. Esta aquisição será altamente benéfica para os nossos usuários e nos sentimos honrados que uma empresa como o Freelancer.com tenha reconhecido o nosso trabalho duro e valioso para transformar a Nubelo no líder do mercado espanhol que é hoje”, comenta Francesc Font, CEO da Nubelo.

“Depois de quatro anos de trabalho duro e intenso, estou certo de que esta aquisição feita pela maior e mais importante plataforma de freelancer e crowdsourcing do mundo levará nossos usuários a um próximo patamar em termos de oportunidades de trabalho e acesso aos melhores talentos do mundo”, afirma Sergio Mendez, CEO do Prolancer.

Após a abertura recente de seu escritório em Buenos Aires, ainda em 2016, o Freelancer.com vem investindo constantemente na expansão para mercados de línguas espanhola e portuguesa. Com essas aquisições, a empresa espera que o escritório na capital Argentina aumente ainda mais sua representatividade.

Este mercado de rápido crescimento fez com que a região se tornasse uma das mais estratégicas para a empresa. Em 2012, quando o Freelancer.com iniciou as operações na América Latina, o mercado da região representava menos de 0,2% das operações da empresa. Após quatro anos de crescimento, a região chegou a representar aproximadamente 10% da receita total do Freelancer.com, gerada por 1,8 milhão de usuários e mais de 502 mil projetos. A compra da Nubelo e do Prolancer devem ampliar ainda mais este crescimento.

“Esta aquisição reforça nossa presença global e expansão internacional, consolidando nossa plataforma como líder não só em língua inglesa, mas agora também em todos os países de língua espanhola e portuguesa. Damos as boas-vindas a todos os usuários da Nubelo e do Prolancer à nossa comunidade, onde encontrarão mais de 8 mil novos projetos publicados por dia e a possibilidade de trabalhar com nossa talentosa comunidade mundial de 22 milhões de usuários”, conclui Matt Barrie, CEO do Freelancer.com.

Sóbrancelhas continua expandindo e abre operação no Acre

A Sóbrancelhas, rede que integra o Grupo Sóbrancelhas, criado pela empreendedora Luzia Costa, continua em ritmo de expansão. Apesar do momento de instabilidade econômica, a marca registrou um crescimento de 41%, em número de unidades, alcançando a marca de 179 pontos em três anos. Agora, a rede anuncia a inauguração da primeira unidade no Acre, em Rio Branco.

“Além desta nova operação, temos mais duas na região, no Amazonas e no Pará. São mercados pouco explorados e com muito espaço para crescimento. O Norte ainda tem potencial para a implantação de mais sete unidades. A abertura de operações da rede na região gera, em média, sete empregos diretos por cada ponto inaugurado”, completa Jonathan Bernardes, diretor de expansão da marca.

A rede deve terminar o ano de 2016 com cerca de 200 unidades espalhadas por todo o Brasil. O faturamento projetado para este ano é de R$ 55 milhões, um crescimento de 30% em relação ao mesmo período 2015. Para ano que vem, a marca tem planos ousados e pretende abrir as primeiras operações internacionais, além de inaugurar 50 novas unidades e alcançar um faturamento de R$ 80 milhões.

Carros importados: novembro é o segundo pior mês do ano

As dezoito marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores comercializaram em novembro 2.650 unidades importadas, total que representou alta de 0,4% em relação ao mês anterior, quando foram emplacadas 2.639 unidades. Ante o mês de novembro de 2015, o desempenho do setor é negativo, com redução de vendas de 33,4%. Foram 2.650 unidades em novembro último contra 3.976 veículos de novembro de 2015.

No acumulado, o setor de veículos importados chegou a 32.516 unidades emplacadas, queda de 40,9% em relação aos 55.057 veículos licenciados nos primeiros onze meses do ano passado.

“No conjunto das marcas associadas à Abeifa, em novembro poderíamos ter obtido um resultado melhor. As marcas de volumes mais significativas não puderam nacionalizar seus produtos porque já estouraram suas respectivas cotas anuais. E, hoje, vender fora da cota proporcional ou do limite de 4.800 unidades por ano é inviável. Significa ter prejuízos.

Por isso, vamos fechar o ano com cerca de 35,5 mil unidades contra 59.975 veículos comercializados em 2015, ou seja, com queda de 40,8%”, argumenta José Luiz Gandini, presidente da Abeifa. “Por isso, volto a insistir que os nossos pleitos pelo fim dos 30 pontos percentuais no IPI precisam ser atendidos, para que possamos recuperar especificamente o setor de veículos importados. Mas, por ora, solicitamos ao menos a liberação das cotas não utilizadas por outras marcas. Com esta alteração não há benefícios fiscais, pois as cotas existem e não estão sendo utilizadas por algumas marcas que perderam seu canais de distribuição ou encerraram suas atividades ou até foram descredenciadas do Inovar-Auto, portanto sem qualquer renúncia fiscal. Com esta simples alteração, não corremos o risco de gerar mais desemprego no setor com o fechamento de mais concessionárias e com certeza aumentaremos nossos recolhimentos de tributos aos cofres públicos” enfatiza Gandini.

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover, Mini e Suzuki fecharam o mês de novembro com 1.138 unidades emplacadas, total que representou alta de 10,2% em relação ao mês anterior. Comparado a novembro de 2015, permanece tendência de queda: 27,5%, quando foram emplacadas 1.569 unidades nacionais. Enquanto, no acumulado, as cinco associadas à Abeifa totalizaram 10.840 unidades emplacadas, queda de 71,8% ante as 38.499 unidades (à época, ainda sem a produção da Jaguar Land Rover e também da Mini) dos primeiros onze meses do ano passado. A substancial queda se justifica porque, no ano passado, era contabilizada a produção do modelo Renegade, da Jeep, à época associada da Abeifa.

Participações – Ao considerar somente os veículos importados, a participação das associadas à Abeifa, no total do mercado interno, é de apenas 1,52% no mês de novembro e, no acumulado do ano, 1,81%. Com os totais somados – importados e produção nacional -, a participação das filiadas à Abeifa no mercado interno é de 2,18% no mês de novembro e de 2,43% no acumulado do ano.

Alvarez & Marsal amplia equipe na área de Reestruturação

A área de Reestruturação da Alvarez & Marsal ganha reforço. A empresa de consultoria contratou Hélio Novaes para o cargo de diretor-executivo. Novaes possui cerca de 30 anos de experiência e já passou por empresas como Odebrecht Agroindustrial, Paranapanema, Eldorado Brasil, Gafisa, Natura, Quattor Petroquímica e Grupo Folha, entre outras.

No cargo de Chief Financial Officer (CFO), acumula mais de 20 anos de atuação nos setores de commodities, celulose, açúcar e etanol, mercado imobiliário, petroquímica, indústria cosmética e mídia. Possui 10 anos de experiência em Banking, tanto no Brasil quanto no exterior, e ao longo de sua carreira foi responsável por inúmeras transações de levantamento de capital, ofertas públicas de ações (IPO), fusões e aquisições (M&A), financiamento de projetos, operações de trade finance e reestruturação e renegociação.

É graduado em engenharia civil pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e p0ós-graduado em Finanças pela Fundação Dom Cabral. Também possui especialização em Advanced Management pelo Insead, além de ministrar aulas de Finanças como professor do Insper.

Mercado de condomínios logísticos apresenta índice positivo

Mesmo com a desaceleração da economia e com a queda do consumo, o mercado de condomínios logísticos de alto padrão nacional segue com movimentação positiva em pelo menos uma das medições. O mercado fechou o terceiro trimestre do ano com 505 mil m² de absorções brutas, número 17% superior ao trimestre anterior. O estudo é da Colliers International Brasil. “O mercado de logística está diretamente ligado ao consumo. Os resultados devem melhorar à medida que o desemprego pare de crescer”, analisa Ricardo Betancourt, presidente da Colliers.

A taxa de vacância manteve-se no mesmo patamar do período anterior, em 25%. Em comparação ao terceiro trimestre do ano passado, houve elevação de 7% na média nacional. Os Estados com as maiores taxas de vacância são Paraíba (100%), Distrito Federal (59%) e Amazonas (54%). As mais baixas estão em Goiás (0%), Santa Catarina (6%), Ceará (7%) e Pernambuco (9%).

Quanto aos preços médios pedidos de locação, o mercado de condomínios logísticos nacional fechou o terceiro trimestre do ano com R$ 20,00 m² / mês, valor praticado no mesmo período do ano passado.

O inventário de condomínios logísticos de alto padrão do Brasil é de 12.205 milhões de m², o que representa um aumento de 195 mil m² em relação ao trimestre anterior. Os maiores inventários estão em São Paulo, 7.549 milhões m², Rio de Janeiro, 1.508 milhão m², e Pernambuco, 982 mil m².

Pesquisa mostra anseios dos estudantes quando o assunto é a escolha da universidade

A Instructure, que desenvolve o ambiente virtual de aprendizagem LMS Canvas, encomendou uma pesquisa com o intuito de entender o que os estudantes secundaristas e universitários esperam das instituições de ensino superior.

Entre os entrevistados, foi possível perceber que muitos (45% dos universitários e 30% dos estudantes secundaristas) preferem optar por uma instituição versátil com metodologia e ferramentas que levem em consideração o jeito e estilo de cada aluno. E ainda, 43% dos estudantes universitários e 41% dos secundaristas estariam dispostos a pagar um adicional para ter uma experiência de aprendizagem híbrida (blended learning), com aulas presenciais e recursos de ensino online.

Além de ferramentas mais adequadas, 40% dos universitários e 43% dos alunos do ensino médio acreditam que os cursos superiores precisam trazer conteúdos relevantes para as necessidades dos empregadores. Por isso, ao escolherem uma universidade eles levam em consideração a reputação e a qualidade dos docentes (62% dos universitários, 44% dos alunos do ensino médio).

Os estudantes alegam dificuldade ao encontrarem uma boa instituição para se especializarem, pois muitos deles (21% dos secundaristas, ou seja, mais de um entre cinco respondentes) acreditam que as universidades estão defasadas em entregar aquilo que os empregadores desejam.

Isso fica mais evidente entre os estudantes já matriculados no ensino superior: 37% declararam que estão dispostos a pagar um curso mais caro se tiverem a certeza de que ele é totalmente adequado ao que o mercado de trabalho procura.

Para a pesquisa foram ouvidos 1006 estudantes secundaristas e universitários das cinco regiões brasileiras, com idade a partir de 15 anos.

Recuperação do consumo deve ter início apenas no fim do primeiro semestre de 2017

Dados divulgados nesta terça-feira (13/12) pelo IBGE mostram que as vendas no varejo seguem em queda em outubro, com uma variação de -8,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Diante desses dados e da conjuntura econômica ainda desfavorável, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) avalia que um início de recuperação no consumo é previsto apenas para o final do primeiro semestre do ano que vem.

“Por ora, a situação do consumidor segue muito influenciada por fatores negativos, como juros altos, inflação, desemprego e queda da renda. A expectativa é de que essas variáveis mostrem alguma melhora apenas em 2017”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro. “E ainda existe uma defasagem para que possamos ver efeito positivo sobre os dados de consumo. O risco a este cenário está ligado ao ajuste fiscal em curso, à instabilidade política e ao cenário externo, que podem minar a confiança de consumidores e empresários, adiando ainda mais a recuperação”, analisa.

Para Pellizzaro, os dados de atividade fraca reforçam a expectativa de queda de 0,5 ponto percentual na próxima reunião do Copom, um passo mais intenso do que os cortes de 0,25 p.p. realizados nas duas últimas reuniões.

Queda de 0,8% na comparação mensal

Na comparação entre outubro deste ano com o mês anterior, as vendas do varejo tiveram baixa de 0,8%, segundo o IBGE.  A queda nas vendas dos segmentos de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,6%) e de combustíveis e lubrificantes (-1,7%) foram as principais contribuições negativas para o resultado mensal.