ProSports anuncia parceria com a rede Number One

A ProSports – holding controladora das redes de futebol Ronaldo Academy e Academia de Futebol do Palmeiras, focadas em crianças e jovens de 6 a 18 anos – anuncia que suas marcas passarão a ter unidades da rede de idiomas Number One dentro de seus espaços esportivos.

Seguindo a proposta de unir esporte e educação, a ProSports irá disponibilizar aos franqueados interessados a oportunidade de instalar uma escola Number One nas suas unidades. “É uma forma de agregar valor para o negócio, além de aliar a possibilidade do ensino de um novo idioma para os futuros craques”, frisa Carlos Wizard Martins, sócio-fundador da ProSports e da Wiser Educação, que detém a marca Number One.

Flávio Augusto da Silva, sócio da Wiser Educação, explica que essa parceria também contemplará os empreendedores que desejam abrir uma nova franquia da Number One. “A entrada de um novo franqueado no negócio será facilitada, pois já temos o espaço e os alunos matriculados nas academias de futebol. E para os empreendedores será muito vantajoso, pois é uma forma de se diferenciar frente à concorrência”, disse.

As aulas de inglês acontecerão em horários extras à prática de futebol. “Com essa parceria nossos alunos terão a oportunidade única de praticar esporte e aprender o idioma inglês, tão importante para a carreira de qualquer profissional”, acrescentou Carlos Wizard. “Além disso, os pais e responsáveis terão a conveniência de matricular as crianças, tanto no futebol, quanto nas aulas de inglês, no mesmo lugar”, continuou.

Vale destacar que os pais, mães e responsáveis pelos alunos das academias também terão a oportunidade de estudar inglês enquanto as crianças praticam esporte. “As academias e escolas de idiomas serão o lugar perfeito para as famílias”, frisou Flávio Augusto da Silva.

Os treinamentos da franquia Number One, junto à Ronaldo Academy, vão iniciar no segundo semestre de 2017.

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H.B. Fuller Company fecha acordo de compra da Adecol

Minnessota – A H.B. Fuller Company assinou um acordo para aquisição da companhia de adesivos industriais Adecol Ind. Química, Ltda., fabricante bastante respeitada de tecnologias de adesivos de alta qualidade no Brasil.

A Adecol trabalha em conjunto com seus clientes para desenvolver soluções adesivas inovadoras e de alta qualidade em hot melt, reativas e à base de polímeros para empresas nos mercados de embalagens, conversão e montagem. Sediada em Guarulhos, a companhia gerou cerca de US$ 40 milhões em receitas no ano fiscal de 2016. A H.B. Fuller pagou 8X o EBITDA de 2016 pelo negócio.

“Com esta aquisição, aprimoraremos ainda mais nossos negócios no Brasil ao fazer parceria com clientes para produzir novos e melhores bens de consumo e duráveis nesta região dinâmica”, afirma Jim Owens, presidente e CEO da H.B. Fuller. “A H.B. Fuller tem um foco estratégico em ampliar sua presença em mercados emergentes e a equipe da Adecol conta com conhecimento profundo do mercado latino-americano e capacidades locais de manufatura, que nos permitirão fazer uma parceria mais próxima com os clientes e crescer no país e em toda a América Latina. Estamos ansiosos em dar boas-vindas aos funcionários da Adecol à equipe H.B. Fuller”.

A H.B. Fuller espera concluir a transação nos próximos 30 a 60 dias.

Empresas japonesas buscam parceiros no Brasil

Em 2016, o Japão figurou como o terceiro principal parceiro comercial do Brasil na Ásia e o sétimo no mundo. Os números do Ministério das Relações Exteriores dão conta da expressiva relação entre os dois países. Os japoneses possuem o sexto maior estoque de investimentos externos diretos (IEDs) no país, de US$ 26,8 bilhões, em 2014, e o fluxo de investimentos por aqui somou, em 2015, US$ 2,8 bilhões. A cooperação em ciência, tecnologia e inovação é ponto prioritário da agenda bilateral, ainda com potencial a ser explorado. E, depois de tantos números, o comércio entre japoneses e brasileiros, especialmente dos setores de presentes, casa e decoração, também não quer ficar para trás. Um grupo de 15 companhias daquele país desembarca em São Paulo para participar da 32ª Paralela, entre os dias 24 e 27 de julho, no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera.

As 15 empresas que vêm a São Paulo, com a coordenação da Japan External Trade Organization (JETRO) e altamente reconhecidas em feiras internacionais como a Gift Fair de Nova York, Maison & Objet de Paris e Ambiente de Frankfurt, trazem na bagagem o melhor de suas produções. Muitas peças, como diz o presidente da Jetro, Atsushi Okubo, são inéditas no Brasil. São artigos para mesa, utensílios para cozinha, adornos, acessórios, presentes e brindes. A seleção privilegiou produtos que facilitam o dia a dia e dão um toque exclusivo na ambientação contemporânea, além de agregar inovação e tecnologia nos produtos que deverão encher os olhos dos visitantes. “O mercado brasileiro é receptivo a novos produtos, sobretudo funcionais e com tecnologia agregada e que tenham design sofisticado. E esse encontro entre as duas culturas promove trocas em que os dois lados ganham muito”, diz Okubo.

A exemplo do que já ocorrera na última Paralela, também em São Paulo, as empresas japonesas buscam companhias parceiras no Brasil que apostem em seus produtos para comercialização no país. “A JETRO tem promovido ações nas áreas de design, arte e utensílios do lar desde 2009 por serem segmentos em que podemos fazer muitas trocas com os brasileiros. O Japão com sua técnica milenar produz artigos com muito esmero, feitos por artesãos cujo desafio maior é se superar em seu ofício a cada dia e oferecer produtos que sejam ao mesmo tempo tradicionais e modernos, e muito funcionais para o estilo de vida contemporâneo”, destaca Okubo.

As empresas que serão representadas pela Jetro durante a Paralela são a Akashiya, Aoshi, Ceramic Ai, Ginpo, GMC Toy’s Field, Ihara Kihan, Kimura Ohshido, Kirihara Works & Design, Minami Sangyo, Miyake Ceramics, Miyoshi, Peacherino, Suncraft Company Limited, Wakasa Nutri Center e Wasara. “As feiras de design são uma importante vitrine para os produtos japoneses, sobretudo quando o assunto é design, por atrair profissionais do segmento de arte e decoração. Aos poucos, a presença do Estande do Japão nas feiras de design e gift no Brasil tem ganhado o reconhecimento do público visitante”, argumenta o presidente da Jetro.

Há mais de 15 anos a Paralela mantém-se como um painel do que de melhor se produz em design autoral, alta decoração e artesanato contemporâneo no país. Reunindo designers consagrados ao lado de talentos nascentes e artesãos habilidosos, a feira é a oportunidade do público de conhecer uma ampla gama de lançamentos inovadores para lojistas, arquitetos, decoradores, designers e demais profissionais de áreas correlatas.

Parceria entre Targit e Itec promove BI para varejo farmacêutico

A Itec Brazil, empresa de desenvolvimento de softwares de gestão para o varejo farmacêutico, se aliou a multinacional dinamarquesa Targiy, especializada em Inteligência dos Negócios (BI) para trazer aos estabelecimentos de saúde uma solução simples e intuitiva, com Analytics embutido.

“A combinação de forças é para preencher esta lacuna de mercado. As farmácias e drogarias brasileiras precisam estar atualizadas frequentemente quanto aos detalhes da sua operação, permitindo assim, uma tomada de decisão em tempo real sobre abastecimento de produtos, preços, margem, perfil de clientes e outros fatores que são chave para o bom desempenho da operação”, revela Allan Pires, CEO da Targit para a América Latina.

“Este é um mercado dinâmico e complexo quando se trata de diversificação, seja em medicamentos ou produtos não farmacêuticos. Os PDVs hoje são, em sua maioria, mistos e com a oferta de descontos exorbitantes para chamar a atenção do consumidor. Entretanto, muitos estabelecimentos não percebem que podem perder rentabilidade nos produtos. É preciso analisar o perfil do consumidor, dados externos, dados de compra e de venda, entre outras informações para não deixar de render”, avalia Cristiano Nunes, CEO da Itec Brazil.

A solução da Itec Brazil com BI embutido visa sanar diversos problemas como precificação de produto, gestão de estoque, controle de entrada e saída de valores e produtos, gestão do cálculo do Custo de Mercadoria Vendida, entre outros dados relevantes para a tomada de decisão. A meta desta aliança é atingir, como usuários, 50 grupos de varejo farmacêutico até 2018, o que corresponderá a mais de 70 % do mercado dessa segmentação em todo território nacional .

Vale ressaltar que o varejo farmacêutico é um dos mais importantes setores mundiais pelo fato de apresentar um grande volume de vendas e uma grande influência no que concerne a garantia da saúde da população e, por isso, uma boa gestão com a ajuda de uma ferramenta de Business Intelligence é essencial para que problemas que impactam os resultados das lojas e os clientes como falta de produto, perdas e rupturas de abastecimento não aconteçam ou, ainda, sejam minimizados.

“A partir da parceria, criamos uma oferta completa que combina o uso de Analytics de padrão internacional, diversas análises pré-desenvolvidas, metodologia de implantação que permitem o uso em poucas horas, treinamentos, etc. Esta oferta pode ser contratada em diversas modalidades como subscrição, em nuvem e licenciamento tradicional”, reforça Nunes.

Poli-USP irá atuar em projetos de IoT para a cidade de Joinville

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e a Prefeitura de Joinville (SC), passarão agora a trabalhar em conjunto para desenvolver projetos relacionados à Internet das Coisas (IoT) com o objetivo de melhorar a infraestrutura da cidade. É o que está previsto no Acordo de Intenções assinado pelo professor José Roberto Castilho Piqueira, diretor da Poli, e Udo Doher, prefeito de Joinville.

O evento ocorreu no útimo dia 12, no Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Poli e contou com o apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa da USP, com a presença do pró-reitor José Eduardo Krieger, e da empresa multinacional em tecnologia Huawei, com a presença do diretor de Marketing Henri Hezhe.

“Pretendemos triplicar os índices econômicos e sociais da cidade em 30 anos, e fazer com que ela seja considerada uma cidade inteligente no futuro”, afirmou o prefeito, que disse ser imprescindível a parceria entre o setor público e a academia para isso. O município já investe em sistemas eletrônicos como o Sigeor, Simgeo e Sei, ferramentas online que facilitam a busca por informações geográficas, administrativas e jurídicas da cidade. Contudo, o prefeito pretende ir mais longe, e prevê acordos para transformar a cidade em um centro digitalizado e inteligente em longo prazo. A parceria com a Poli caminha nesse sentido. “Não estamos olhando para a Joinville de hoje, mas para Joinville do futuro”, completou.

O professor da Escola Moacyr Martucci Jr foi o responsável pela organização do evento e explicou como a Poli irá contribuir no projeto. “Iremos utilizar as inovações relacionadas à IoT desenvolvidas no Departamento em aplicações práticas para a cidade de acordo com os interesses dela”, afirmou. “Podemos fazer isso em diferentes setores, como o da saúde, segurança pública e educação. A assinatura de hoje significou a abertura de um leque de possibilidades”.

Segurança Pública

A Poli já desenvolveu projetos relacionados com a IoT. Um deles, o Smart Campus, resultou da parceria entre a Huawei e a Poli, proporcionada pela Pró-Reitoria de Pesquisa da Universidade. A ferramenta se utiliza de dispositivos e câmeras de alta tecnologia para identificar pessoas em atividades suspeitas dentro do campus. Esses dispositivos detectam rostos e objetos e enviam as informações para um banco de dados em nuvem, que por sua vez é capaz de identificar a pessoa se ela estiver cadastrada no sistema. Se houver indícios de atividades suspeitas, o sistema envia um alerta de segurança.

Fabio Cabrini, pesquisador do PSI, desenvolveu sua tese de doutorado sobre o software e fez uma apresentação prática para o público do evento. “Estamos trabalhando para que no futuro a ferramenta consiga identificar o caminho que a pessoa faz dentro da Universidade e possa até traçar o perfil da mesma”, concluiu. Para isso, ele afirmou ser necessário o desenvolvimento de uma infraestrutura de comunicação melhor do que a que existe atualmente, uma vez que o tempo de resposta entre os dispositivos, denominado latência, pode sofrer atrasos mesmo com a tecnologia 4G.

Rede varejista House of Fraser contrata gestão da inovação em TI da Capgemini

A Capgemini anuncia o novo acordo de 15 milhões de libras esterlinas firmado com a House of Fraser, rede de lojas de departamento premium com atuação no Reino Unido e na Irlanda. Por meio do novo acordo de três anos, a Capgemini atuará no centro do ecossistema de TI da varejista, consolidando uma parceria de sete anos entre as duas empresas.

Como parte do novo contrato, a Capgemini ampliará seu atual relacionamento com a rede para suportar a estratégia de simplificação da TI da rede varejista, que já está em andamento. Ela continuará a fornecer infraestrutura de TI e suporte a aplicações, além de serviços adicionais que serão desenvolvidos para viabilizar a inovação que permeará todo ambiente tecnológico da House of Fraser.

O contrato inclui o service desk digital da Capgemini, que proporciona acesso a multicanais móveis, capacitados para solucionar rapidamente problemas de TI, e a nova geração da plataforma de desenvolvimento e manutenção de aplicações (next-gen ADM), orientada a processos de negócios e que funciona a partir de serviços automatizados que geram ganhos de eficiência em todo o ambiente de aplicações da rede varejista. Assim, a Capgemini viabilizará uma gestão mais eficiente de custos por meio da sua ferramenta (e propriedade intelectual) Automation Drive, além de um programa de melhoria contínua de serviços.

“Nós já temos um relacionamento forte e de longa data com a Capgemini, mas ficamos realmente impressionados com a forma como conseguiram abordar esta oportunidade com uma nova perspectiva, demonstrando flexibilidade para apoiar o nosso negócio atual e futuro”, comenta Julian Burnett, CIO da House of Fraser.

“Como um dos nossos principais clientes de varejo, estamos extremamente felizes pela House of Fraser continuar a contar conosco como um dos seus parceiros-chave. Nosso conhecimento do setor varejista, combinado à nossa estratégia de foco no cliente, ajudará a House of Fraser a acelerar sua jornada para transformar seu negócio nos próximos anos. Estamos ansiosos para continuarmos trabalhando juntos”, complementa Tom Thicknesse, líder de Produtos de Consumo e Varejo da Capgemini no Reino Unido.

Atividade econômica recua 0,2% em maio, diz Serasa Experian

São Paulo – O Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal) recuou 0,2% em maio/17, descontado os devidos ajustes sazonais. Na comparação com o mesmo mês do ano passado (maio/16), a atividade econômica do quarto mês do ano subiu 0,9%. No acumulado do ano até maio/17, a retração da atividade econômica foi de 0,1% em relação ao período acumulado de janeiro a maio do ano passado.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o agravamento da crise política a partir da segunda quinzena de maio pode ter impactado, através dos investimentos e das exportações, a atividade econômica daquele mês, reduzindo o ímpeto registrado na abertura do segundo semestre (alta de 0,2% em abril/17).

Pelo lado da oferta agregada, houve retração de 3,1% da atividade do setor agropecuário no mês de maio/17 em comparação com abril/17. Por outro lado, registraram-se avanços de 0,6% na atividade industrial e de 0,3% na atividade do setor de serviços, também na comparação mensal (maio/17 vs. abril/17).

Pelo lado da demanda agregada, o mês de maio/17 contemplou recuou em todos os seus componentes: consumo das famílias (-0,2%); consumo do governo (-0,4%); investimentos (-2,1%); exportações (-4,5%) e importações (-6,1%).

No acumulado dos primeiros cinco meses de 2017, a atividade agropecuária acumula taxa de crescimento bastante expressiva: 15,0% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a indústria e o setor de serviços ainda apresentam quedas de 1,0% e de 1,2%, respectivamente.

Ainda em relação ao acumulado dos primeiros cinco meses de 2017, praticamente todos os componentes da demanda agregada recuaram: consumo das famílias (-1,4%), consumo do governo (-1,9%), investimentos (-4,4%), exportações (-0,4%) e as importações, que entram com sinal negativo no PIB, cresceram 5,9%.