Franquia explora aventura, esportes radicais e moda

A feira Empreende Franquias, entre 28 e 30 de julho, no CentroSul, em Florianópolis (SC), será marcada pelo lançamento de uma empresa do setor que ataca um nicho de mercado até então pouco explorado. A partir de Santa Catarina para todo o Brasil, a Estrela Militar pretende se tornar em breve uma grande rede de quiosques em shopping centers, supermercados, galerias ou aeroportos que procura atender à demanda por artigos com motivos militares, sobrevivência e aventura.

O foco é comercializar no segmento multimarcas roupas, calçados e assessórios que caem no gosto do público aficionado por esportes radicais, acampamentos, desafios de sobrevivência e também pela moda relativa a essas atividades. “Hoje quem precisa de artigos como mochilas, coturnos, camuflados e cutelaria, por exemplo, têm de recorrer a lojas de caça e pesca. Nestes casos, a principal dificuldade é a variedade e a qualidade. Nossa meta é suprir esta necessidade”, afirma Jaime Freitas, diretor geral da Estrela Militar.

O plano de negócios para a marca, desenvolvido em conjunto com o Sebrae, foi o início da estratégia para o lançamento da franquia, que atuará com parceiros já homologados, como Bravo Atacado Militar, Hard Adventure, Solo, e Use Militar.

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BMG UpTech lança programa de aceleração com aporte de até R$ 150 mil

O BMG UpTech acaba de lançar a primeira edição do seu programa de aceleração, em parceria com a ACE, melhor aceleradora de startups da América Latina. O objetivo é selecionar ideias inovadoras, criativas e viáveis, envolvendo as áreas de agricultura, logística, energia e fintechs. O benefício para os selecionados é um aporte de até R$ 150 mil, coworking e assessoria gratuitos para o desenvolvimento do projeto, durante um período de até 10 meses, além da possibilidade de investimentos e elaboração de pilotos com o Grupo BMG.

O foco do programa envolve as seguintes teses:

Logística e distribuição energética: soluções voltadas para administração de ativos de energia, tais como torres de transmissão, centrais integradoras e serviços de campo;

Energia limpa: soluções de otimização de parques eólicos;

Agricultura: produtos e serviços que busquem a integração da cadeia agrícola, em seus mais diversos estágios de cultura, plantio e colheita;

Fintech: soluções disruptivas em geral, envolvendo todas as esferas do mercado financeiro, tais como meio de pagamento, blockchain, peer-to-peer, microcrédito, plataformas tecnológicas de integração etc.

O CEO do BMG UpTech, Rodolfo Santos, explica que esses segmentos foram escolhidos pela sinergia com outras empresas do Grupo BMG. “Nossa intenção é atuar como parceiros das startups, colocando nossa experiência a favor desses empreendedores, e, principalmente, facilitando o acesso a clientes, fornecedores e parceiros do Grupo”, ressalta. Ele acrescenta que as startups também poderão ser contratadas como fornecedoras de serviços tanto para o Banco quanto para o Grupo BMG. As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 18 de agosto, diretamente em um formulário disponibilizado no endereço https://goace.vc/bmguptech/.

O lançamento da primeira edição do programa de aceleração do BMG UpTech coincide com o aniversário de um ano da empresa. Criada com a missão de atuar como elo entre boas ideias e o mercado, a companhia tem consolidado esse posicionamento. Nesse período, iniciou o investimento direto em cinco startups (Aduana Web, Capta Money, Next Agro, Quartilho e Simplifica Frete), que já trabalham em um andar na sede do Grupo BMG, em Belo Horizonte. Além disso, aguarda a seleção de outras, inscritas nos programas Fiemg Lab, Startups Connected e Lemonade, para a efetivação de novas parcerias.

Confiança do consumidor volta a recuar em julho, aponta FGV

A confiança do consumidor no Brasil voltou a recuar em julho, consolidando a tendência de queda já apurada na leitura do mês passado, diante do quadro de instabilidade política, informou a Fundação Getulio Vargas nesta segunda-feira.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da FGV registrou queda de 0,3 ponto em julho e foi a 82 pontos. No mês anterior, o indicador já havia recuado 1,9 ponto.

Segundo a FGV, o recuo do ICC em julho foi influenciado pela piora das perspectivas em relação à economia com a crise política que atinge o presidente Michel Temer, que já desembocou em denúncia por crime de corrupção passiva contra ele.

O indicador que mede as perspectivas econômicas recuou 2,2 pontos na comparação com o mês anterior, para 106,9 pontos, o menor nível desde dezembro de 2016 (102,2 pontos).

“Enquanto a incerteza estiver elevada, o consumidor deverá permanecer cauteloso na hora de assumir novos gastos de consumo”, informou a coordenadora da Sondagem do Consumidor, Viviane Seda Bittencourt, por por meio de nota.

Em julho, o Índice da Situação Atual (ISA) registrou queda de 0,4 ponto, ao passar para 69,7 pontos, e o Índice de Expectativas (IE) caiu 0,3 ponto, para 91,4 pontos, o que sinaliza, segundo a FGV, aumento do pessimismo com relação à recuperação econômica.

A crise política afetou todos os índices de confiança apurados pela FGV em junho. Além da piora na pesquisa do consumidor, as confianças do comércio, da indústria e do setor de serviços recuaram no mês passado. A expectativa de analistas é de que a inflação mais branda e o ciclo de queda de juros possam ajudar a evitar maior deterioração nos índices ao longo dos próximos meses.

Mercedes-Benz abre programa de trainee

A Mercedes-Benz, empresa do Grupo Daimler, acaba de abrir seu programa de trainee deste ano. Até o próximo dia 7 de agosto, recém-formados de todo o Brasil podem inscrever-se no “CAReer 2.0 – The Top Talent Program”, que inclui oportunidades no Brasil e no exterior.

Os interessados em vagas nas áreas de Desenvolvimento de Caminhões e Agregados, Planejamento de Ônibus, Gestão de Qualidade, Projetos Estratégicos e Logística devem ter se formado entre dezembro de 2014 e dezembro de 2016 em cursos como Administração, Engenharia Física ou Mecânica, Matemática e Ciências Econômicas. O regulamento completo e o formulário de inscrição estão disponíveis no site da empresa.

Também há oportunidades para estagiários com formação prevista entre dezembro de 2018 a julho de 2019 na Johnson & Johnson. As vagas, em São Paulo, são nas áreas de Administração, Engenharias, Economia e Psicologia e a seleção segue até o próximo dia 5 de agosto no site da Page Talent.

Universitários interessados em trabalhar na área econômica podem candidatar-se ao programa de estágio da Crédit Agricole, em São Paulo. A seleção, que vai até o dia 5 de agosto, busca candidatos do período noturno, com formatura prevista para dezembro de 2019 e inglês avançado. Inscrições através da Page Talent.

O Banco DLL também procura estagiários, mas para a área comercial. Estudantes com formação entre junho e dezembro de 2019, com disponibilidade de trabalho durante o dia, inglês avançado e facilidade de acesso à região de Alphaville (SP), podem candidatar-se no site da Page Talent. A preferência é por alunos dos cursos de Administração, Engenharia de Produção e Economia.

Seis fábricas que vendiam óleo como azeite são interditadas em SP

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo interditou cinco fábricas na Grande São Paulo e do litoral sul paulista, que comercializavam óleo de soja ou óleo misto como se fosse azeite de oliva virgem ou extra virgem. Essa prática induz o consumidor ao erro.

A fraude foi descoberta depois de uma denúncia à Vigilância Sanitária sobre a empresa Olivenza Indústria de Alimentos, localizada em Mongaguá, no litoral de São Paulo. A empresa produz as marcas Torre de Quintela, Malaguenza, Olivenza, Oliveira D’ouro, Estrela da Beira e Coliseu. Segundo a secretaria, análises comprovaram que os produtos eram óleo de soja, e não azeite virgem ou extra virgem, como informava as embalagens.

Na fábrica também foi constatado o descumprimento dos requisitos mínimos de boas práticas de fabricação de alimentos, que culminou com a interdição total do estabelecimento.

A partir da interdição, a Vigilância Sanitária inspecionou outras cinco fábricas em São Paulo – Natura Óleos Vegetais e Alimentos, em Cajamar, Olima Indústria de Alimentos, em Itaquaquecetuba, Paladar Importação Comércio e Representação de Produtos Alimentícios e La Famiglia Alimentos, ambas de Santana do Parnaíba, e Super Via Distribuidora de Alimentos e Transportes, em Guarulhos.

Em algumas fábricas foram constatadas o descumprimento das boas práticas de fabricação, não havia nenhum procedimento que garantisse a rastreabilidade e qualidade das matérias-primas e sequer havia equipamentos adequados para assegurar que a quantidade de mistura entre óleo e azeite era, efetivamente, a indicada nos rótulos. As unidades e seus produtos foram interditados.

Outro agravante, segundo a secretaria, era que os estabelecimentos importavam azeite de oliva virgem do tipo lampante (impróprio para consumo), mas não havia nenhuma evidência de que providenciassem o refino antes da utilização, como manda a lei. Também se constataram casos em que o refino era feito em indústrias não licenciadas.

Outros produtos comercializados pelas empresas, que incluem, além dos azeites, palmitos em conserva, azeitonas, champignon molhos, geleias, frutas em calda e condimentos, também foram interditados para o consumo. Outros nove estabelecimentos produtores de azeite no Estado de São Paulo ainda serão vistoriados pela vigilância.

Blitz

Os técnicos da Vigilância Sanitária realizaram nesta terça-feira vistorias em supermercados e atacadistas para identificar a compatibilidade com as especificações do produto.

Depois da blitz de hoje nos estabelecimentos comerciais, a Vigilância interditou produtos da marca espanhola Ondolina, que apresentavam inadequações nos rótulos -o produto está especificado como óleo composto. Também foram recolhidas latas da marca Qualitá para verificação dos componentes – a fábrica da empresa passou por inspeção e está em conformidade.

O Makro informou que retirou os produtos de óleo vegetal da fabricante Olivenza das lojas e que a venda está suspensa até a correção dos rótulos. “O Makro esclarece ainda que não mantém relação comercial de exclusividade com o fabricante e, portanto, continua oferecendo opções diversificadas para seus clientes”.

O Carrefour afirmou que não comercializa os produtos dos fabricantes envolvidos na inspeção da Vigilância Sanitária. “Reiteramos nosso compromisso em atender as orientações dos órgãos responsáveis”.

Já a rede Atacadão, do grupo Carrefour, também reiterou o compromisso em atender as orientações dos órgãos responsáveis. “A rede informa que não comercializa produtos dos fabricantes citados no Estado de São Paulo”.

O Assaí afirmou que retirou das lojas os azeites da Olivenza, Natural Óleos, Olima e Paladar “até que haja apuração e regularização das unidades interditadas”.

Extra e Pão de Açúcar também informaram que suspenderam a compra dos produtos da Paladar, até que seja feita apuração e regularização da unidade interditada.

Outro lado

A Olivenza, que também é fabricante do óleo composta da marca Olivamar, informou que prestou esclarecimentos à Vigilância Sanitária sobre toda a linha de produtos. “A Olivenza hoje é a primeira empresa do mercado brasileiro a estar fabricando seus produtos em conformidade a legislação pertinente”.

Segundo a secretaria, as fábricas da Olivenza, Natural e Olima se adequaram às regras depois da inspeção e foram desinterditadas pelo órgão paulista. Os lotes dos produtos fabricados antes das adaptações, no entanto, não voltaram ao mercado. Segundo a Secretaria de Saúde, as três empresas se comprometeram a não usar mais a palavra “azeite” nos rótulos e sim “óleo composto”.

A Paladar afirmou que cumpre todas as normas regulatórias em relação à produção e a comercialização dos alimentos e repudia práticas de adulteração dos produtos.

A Natural Alimentos afirmou que desde fevereiro de 2017 não comercializa o azeite de oliva extra virgem, virgem e tipo único Lisboa. “Essa decisão foi tomada por distorções de qualidade nos produtos importados, desde então, a empresa só fabrica óleo misto”.

A empresa ainda disse que passou por adequações nas documentações e recebeu orientações do órgão regulador sobre o produto fabricado no final do mês de maio.

A Super Via Distribuidora de Alimentos e Transportes confirmou que comercializa o óleo de soja em atacado. “Quanto às exigências da Vigilância Sanitária estamos nos adequando a fim de atender no prazo legal”.

O Grupo Pão de Açúcar, proprietário da marca Qualitá, disse por meio de sua assessoria que a Secretaria da Saúde considerou a fábrica da empresa e o rótulo adequados, e que espera o resultado da análise dos produtos para se manifestar sobre o assunto.

La Famiglia Alimentos e Ondolina não retornaram o contato até o fechamento da matéria.

Fábricas que vendiam óleo como azeite são interditadas em SP

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo interditou cinco fábricas na Grande São Paulo e do litoral sul paulista, que comercializavam óleo de soja ou óleo misto como se fosse azeite de oliva virgem ou extra virgem. Essa prática induz o consumidor ao erro.

A fraude foi descoberta depois de uma denúncia à Vigilância Sanitária sobre a empresa Olivenza Indústria de Alimentos, localizada em Mongaguá, no litoral de São Paulo. A empresa produz as marcas Torre de Quintela, Malaguenza, Olivenza, Oliveira D’ouro, Estrela da Beira e Coliseu. Segundo a secretaria, análises comprovaram que os produtos eram óleo de soja, e não azeite virgem ou extra virgem, como informava as embalagens.

Na fábrica também foi constatado o descumprimento dos requisitos mínimos de boas práticas de fabricação de alimentos, que culminou com a interdição total do estabelecimento.

A partir da interdição, a Vigilância Sanitária inspecionou outras cinco fábricas em São Paulo – Natura Óleos Vegetais e Alimentos, em Cajamar, Olima Indústria de Alimentos, em Itaquaquecetuba, Paladar Importação Comércio e Representação de Produtos Alimentícios e La Famiglia Alimentos, ambas de Santana do Parnaíba, e Super Via Distribuidora de Alimentos e Transportes, em Guarulhos.

Em algumas fábricas foram constatadas o descumprimento das boas práticas de fabricação, não havia nenhum procedimento que garantisse a rastreabilidade e qualidade das matérias-primas e sequer havia equipamentos adequados para assegurar que a quantidade de mistura entre óleo e azeite era, efetivamente, a indicada nos rótulos. As unidades e seus produtos foram interditados.

Outro agravante, segundo a secretaria, era que os estabelecimentos importavam azeite de oliva virgem do tipo lampante (impróprio para consumo), mas não havia nenhuma evidência de que providenciassem o refino antes da utilização, como manda a lei. Também se constataram casos em que o refino era feito em indústrias não licenciadas.

Outros produtos comercializados pelas empresas, que incluem, além dos azeites, palmitos em conserva, azeitonas, champignon molhos, geleias, frutas em calda e condimentos, também foram interditados para o consumo. Outros nove estabelecimentos produtores de azeite no Estado de São Paulo ainda serão vistoriados pela vigilância.

Blitz

Os técnicos da Vigilância Sanitária realizaram nesta terça-feira vistorias em supermercados e atacadistas para identificar a compatibilidade com as especificações do produto.

Depois da blitz de hoje nos estabelecimentos comerciais, a Vigilância interditou produtos da marca espanhola Ondolina, que apresentavam inadequações nos rótulos -o produto está especificado como óleo composto. Também foram recolhidas latas da marca Qualitá para verificação dos componentes – a fábrica da empresa passou por inspeção e está em conformidade.

O Makro informou que retirou os produtos de óleo vegetal da fabricante Olivenza das lojas e que a venda está suspensa até a correção dos rótulos. “O Makro esclarece ainda que não mantém relação comercial de exclusividade com o fabricante e, portanto, continua oferecendo opções diversificadas para seus clientes”.

O Carrefour afirmou que não comercializa os produtos dos fabricantes envolvidos na inspeção da Vigilância Sanitária. “Reiteramos nosso compromisso em atender as orientações dos órgãos responsáveis”.

Já a rede Atacadão, do grupo Carrefour, também reiterou o compromisso em atender as orientações dos órgãos responsáveis. “A rede informa que não comercializa produtos dos fabricantes citados no Estado de São Paulo”.

O Assaí afirmou que retirou das lojas os azeites da Olivenza, Natural Óleos, Olima e Paladar “até que haja apuração e regularização das unidades interditadas”.

Extra e Pão de Açúcar também informaram que suspenderam a compra dos produtos da Paladar, até que seja feita apuração e regularização da unidade interditada.

Outro lado

A Olivenza, que também é fabricante do óleo composta da marca Olivamar, informou que prestou esclarecimentos à Vigilância Sanitária sobre toda a linha de produtos. “A Olivenza hoje é a primeira empresa do mercado brasileiro a estar fabricando seus produtos em conformidade a legislação pertinente”.

Segundo a secretaria, as fábricas da Olivenza, Natural e Olima se adequaram às regras depois da inspeção e foram desinterditadas pelo órgão paulista. Os lotes dos produtos fabricados antes das adaptações, no entanto, não voltaram ao mercado. Segundo a Secretaria de Saúde, as três empresas se comprometeram a não usar mais a palavra “azeite” nos rótulos e sim “óleo composto”.

A Paladar afirmou que cumpre todas as normas regulatórias em relação à produção e a comercialização dos alimentos e repudia práticas de adulteração dos produtos.

A Natural Alimentos afirmou que desde fevereiro de 2017 não comercializa o azeite de oliva extra virgem, virgem e tipo único Lisboa. “Essa decisão foi tomada por distorções de qualidade nos produtos importados, desde então, a empresa só fabrica óleo misto”.

A empresa ainda disse que passou por adequações nas documentações e recebeu orientações do órgão regulador sobre o produto fabricado no final do mês de maio.

A Super Via Distribuidora de Alimentos e Transportes confirmou que comercializa o óleo de soja em atacado. “Quanto às exigências da Vigilância Sanitária estamos nos adequando a fim de atender no prazo legal”.

O Grupo Pão de Açúcar, proprietário da marca Qualitá, disse por meio de sua assessoria que a Secretaria da Saúde considerou a fábrica da empresa e o rótulo adequados, e que espera o resultado da análise dos produtos para se manifestar sobre o assunto.

La Famiglia Alimentos e Ondolina não retornaram o contato até o fechamento da matéria.

Academia Washington Franchising acredita em modelo enxuto

Criada há 53 anos no Paraná, a Academia Washington Franchising entrou para o setor de franquias em 2016 e já se destaca por seu modelo de negócios enxuto, apoio aos franqueados e material didático exclusivo. “Hoje, assinamos apenas contratos de franquia, o que nos permite estar mais próximos e ajudar nossos clientes a seguirem um padrão de sucesso já testado e aprovado em outras unidades”, enfatiza Siddhartha Costa, CEO da rede.

Para começar, o modelo de negócios é o mais enxuto oferecido no Brasil, com um ponto de equilíbrio baixo. Isso permite que franqueados sustentem a escola com 40 alunos. Para cidades com menos de 20 mil habitantes, o investimento inicial parte de R$ 49 mil e pode chegar a R$ 87 mil, dependendo da região. Hoje a rede possui 63 unidades franqueadas.

A franqueadora oferece treinamento online com duração de 10 horas e seis dias presenciais, focado em áreas importantes para a administração da franquia: marketing, financeira, estratégica, jurídica e comercial. Para finalizar é feito o treinamento pedagógico com os professores. O acompanhamento é constante e, nos primeiros seis meses, a franqueadora se envolve com a equipe para auxiliar nos primeiros passos.

Com intuito de auxiliar ainda mais os franqueados, a rede também oferece um treinamento aos vendedores, secretários e profissionais envolvidos no atendimento para potencializar o número de matrículas. Além disso, também traz campanhas de marketing e ações com visão local, de baixo custo.

Um dos grandes diferenciais da Academia Washington Franchising, que torna o ensino mais eficiente aos estudantes e, claro, aumenta o lucro do franqueado, é a metodologia própria, já que o autor dos livros e materiais didáticos é Luis Octavio Costa, fundador da escola.

O objetivo das aulas é fazer os alunos pensarem em inglês, como o slogan da rede: Pense em Inglês. Para isso, também são realizados eventos fora da sala de aula, tanto para o público externo quanto exclusivos para alunos, como o caso dos programas de intercâmbio. “Outro dos nossos benefícios são os áudio-books e e-books todos online. O aluno consegue acessar de qualquer smartphone em qualquer lugar”, finaliza Siddhartha.