Saint-Gobain abre inscrições para o UltraChallenge

São Paulo – Considerada umas das 100 empresas mais inovadoras do mundo, a Saint-Gobain, referência em construção sustentável e materiais industriais, sai na frente mais uma vez e lança o Ultra Challenge, versão atualizada e inédita de um Hackathon. Com foco no desenvolvimento de soluções que utilizem a tecnologia IoT (Internet das Coisas), todo o processo da maratona terá duração de três meses e será totalmente ambientada nas plataformas digitais. As inscrições acontecem pelo site da empresa, entre os dias 26 de setembro e 20 de outubro e estão abertas a estudantes e profissionais das áreas de tecnologia e inovação ligados tanto a startups como a empresas.

Os competidores terão o desafio de trazer inovações que impactem positivamente na relação dos clientes da Saint-Gobain e suas experiências com a construção civil ou industrial. Eles podem optar pelo desenvolvimento de novas soluções ou de ferramentas que integrem inteligência ao MC 350. Trata-se de um dispositivo IoT, produzido de forma inédita e exclusiva pela própria Saint-Gobain, cujo mecanismo tecnológico permite a coleta de dados relacionados ao conforto dos ambientes, por meio de atributos como qualidade acústica e do ar, temperatura e luminosidade.

“Queremos levar novas e verdadeiras experiências que integrem as pessoas aos ambientes em que convivem”, explica Fabiano Sant’Ana, Chief Digital Officer (CDO) da Saint-Gobain para a Delegação Brasil, Argentina e Chile. “Nossa expectativa é que o Ultra Challenge seja mais um meio para darmos sequência à transformação cultural da Saint-Gobain e continuar a fomentar a inovação no país”, completa o executivo.

Das inscrições à premiação

O processo conta com 50 vagas destinadas tanto a inscrições individuais como em grupos ligados a empresas ou startups. Nos dias 26 e 27 de outubro, os selecionados participarão de um workshop sobre Internet das Coisas e como utilizá-la para trazer novas soluções que impactem positivamente a vida do consumidor. Por isso, eles receberão mentorias com foco na experiência do cliente.

Em 25 de novembro, ocorrerá o pré-pitch, quando os competidores farão uma “pré-venda” de seus projetos aos jurados. As datas das apresentações e das defesas finais ainda serão definidas. Os premiados serão conhecidos no início de dezembro. Para a escolha dos vencedores, critérios como inovação, aderência ao tema proposto pelo UltraChallenge, viabilidade técnica e de implementação serão considerados pela banca de jurados.

Prêmios

O primeiro colocado será contemplado com uma viagem a Paris, onde terá a oportunidade de participar do Hackathon internacional do Grupo Saint-Gobain, no dia 22 de dezembro. Na ocasião, ele disputará com os contemplados dos hackathons da França e da Russia e terá a chance de fazer um pitch para o CEO global da marca e receber premiação de incentivo ao projeto.

O segundo lugar também terá fomento da Saint-Gobain, com orçamento acordado previamente. Já o terceiro melhor receberá bolsa para realizar um curso na Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP).

Serviço:

UltraChallenge Saint-Gobain 2017

Quando: 26 de setembro a 22 de dezembro de 2017

Inscrições: De 26 de setembro a 20 de outubro, pelo site

Valor: Gratuito

Quem pode participar: Estudantes e profissionais das áreas de tecnologia e inovação ligados tanto a startups como a empresas

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Embraer anuncia pedido firme da SkyWest para 20 E-Jets

São José dos Campos – A Embraer anunciou hoje um pedido firme da SkyWest, Inc. para 20 E-Jets. A encomenda tem valor de USD 914 milhões, com base nos atuais preços de lista, e será incluída na carteira de pedidos da Embraer do terceiro trimestre de 2017. Combinado com o anúncio do mês passado, para 25 aeronaves, o pedido de hoje resulta em uma encomenda total de 45 novos aviões feita pela SkyWest.

Das 20 aeronaves, a SkyWest vai receber 15 jatos E175 SC (Special Configuration, ou Configuração Especial, no termo em inglês) o que significa uma configuração de 70 assentos. O avião E175 SC possui a mesma estrutura do E175, podendo no futuro ser adaptado para 76 lugares. A SkyWest também vai receber cinco jatos E175 em uma configuração com 76 assentos, idêntica à das aeronaves já previamente encomendadas pela companhia.

Com este novo contrato, a Embraer acumula vendas de mais de 380 jatos E175 para companhias aéreas na América do Norte desde janeiro de 2013, o que representa mais de 80% de todos os pedidos na categoria de jatos até 76 assentos.

Desde que entrou em serviço, a família de E-Jets recebeu mais de 1.700 pedidos firmes, do quais mais de 1.300 já foram entregues. As aeronaves estão voando em frotas de 70 clientes de 50 países. Esta versátil família de jatos de 70 a 130 assentos voa nas cores de companhias aéreas de baixo custo, regionais e de linha principal.

Produtores de café robusta em Rondônia buscam melhoria da qualidade e agregação de valor

Em termos de avanços na melhoria do café, Rondônia está se superando a cada dia para aumentar a qualidade e diferenciação do café robusta produzido na região, o que gera impacto positivo tanto no volume, quanto no valor agregado do grão. Nos últimos seis anos a produtividade média do robusta no estado mais que dobrou, passando de 9,3 sacas para 21 sacas de 60kg por hectare em 2017. Rondônia está inovando especialmente na adoção de tecnologias de pós-colheita, com objetivo de obter maior rentabilidade e competitividade, além de aumentar as possibilidades de destinar o produto final ao mercado nacional e internacional, em sintonia com a tendência mundial de consumir cada vez mais cafés diferenciados e de melhor qualidade.

A revista Cafés de Rondônia traz como tema O mundo do café na Amazônia (Edição N°2/Setembro de 2017) e destaca que Rondônia se consolida como o maior produtor de café da Região Norte, quinto maior do Brasil e o segundo da espécie canéfora (conilon e robusta) no País. E que, para ampliar e consolidar sua inserção no mercado de café, investe na capacitação e qualificação do produtor em trabalho conjunto da Embrapa Rondônia e Emater-RO, as quais têm recomendado a adoção de novas tecnologias, assim como boas práticas agrícolas e de gestão das lavouras cafeeiras aos produtores do Estado.

Estudo mostra como as empresas se dão melhor na migração para a nuvem

São Paulo – As organizações que realizaram uma análise completa do retorno sobre o investimento (ROI) antes de embarcarem em suas migrações para a nuvem foram 44% mais bem-sucedidas na realização de suas expectativas de economia de custos do que as que não o fizeram, de acordo com uma pesquisa global da Unisys Corporation (NYSE: UIS).

Oitenta (80) por cento dos entrevistados na pesquisa – conduzida entre 400 executivos de TI e negócios em oito países – dizem que esperavam economias de custos ao adotar a nuvem como um canal para acessar recursos de TI e negócios. Cinquenta e nove (59) por cento dos entrevistados dizem que realizaram uma análise formal de ROI antes iniciarem suas migrações para nuvem.

Oitenta e dois (82) por cento dos entrevistados cujas organizações realizaram análises formais de ROI prévia dizem que alcançaram a economia de custos esperada. Em comparação, apenas 57% dos que migraram sem o benefício de uma análise ROI atingiram suas expectativas de economia de custos – uma diferença de 44%.

Na América Latina, quase metade (47%) das empresas ainda não fez uma análise de ROI necessária para a migração de suas aplicações para a nuvem pública. “Na interação com as empresas, percebemos que um possível motivo é devido à complexidade desta tarefa e falta de expertise dentro das empresas para fazê-lo”, comenta Fábio Abatepaulo, Diretor de Serviços de Consultoria da Unisys para América Latina. “Apesar da liderança do mercado de nuvem pública estar concentrado em poucos players, a quantidade de serviços e opções dentro desses serviços é muito grande, tornando a tarefa de desenhar um ambiente em nuvem e estimar os custos bastante complexa. Empresas que apenas espelham a arquitetura tradicional que possuem para a nuvem pública não utilizam os benefícios trazidos e não atingem os retornos financeiros esperados”, conclui Abatepaulo. O estudo aponta que 68% das empresas latino-americanas planejam migrar suas aplicações para a nuvem nos próximos 12 a 24 meses.

A pesquisa também demonstra que o envolvimento de um terceiro especialista para auxiliar na transformação da nuvem aumenta a probabilidade de atingir os objetivos desejados. Sessenta e oito (68) por cento dos entrevistados dizem que contaram com terceiros para migração ou gerenciamento de nuvem. Desses, 72% usaram a ajuda do parceiro para definir a estratégia e o planejamento da nuvem, e 79% do grupo dizem que a parceria com um especialista externo permitiu que a organização conseguisse economias de custos esperadas.

“Nossa pesquisa mostra claramente que, na transformação da nuvem, o velho ditado é verdadeiro: falhar no planejamento é como o planejar para falhar”, disse Paul Gleeson, Vice-Presidente de Cloud e Serviços de Infraestrutura da Unisys. “A migração oferece uma infinidade de opções na nuvem – combinações privadas, públicas, híbridas, comunitárias e outras. No entanto, essas escolhas podem criar complexidades imprevistas que podem facilmente descarrilar as expectativas. As organizações que planejam a migração da nuvem com cuidado, aproveitando a experiência dos parceiros estabelecidos, o que é o mais estratégico, são os melhores posicionados para atingir sucesso operacional, financeiro e competitivo da transformação na nuvem”, conclui Gleeson.

Alterações de hospedagem da equipe de trabalho, acordo sobre benefícios, preocupações persistentes de segurança

Os entrevistados indicam que suas organizações estão migrando rapidamente dos centros de dados locais tradicionais para vários tipos de nuvens e projetam como eles esperam que cada tipo de recurso da equipe trabalho de computação evolua nos próximos dois anos. Eles indicam que o uso de Data Centers locais irá diminuir dos 43% atuais para 29% em 2019, enquanto o uso de nuvem privada aumentará de 20% para 28% em dois anos. Durante o mesmo período, o uso da nuvem pública aumentará de 18% para 21%, a nuvem híbrida de 11% para 13% e o uso de community cloud (uma nuvem privada compartilhada por múltiplas organizações com uma missão comum) permanecerá estável em 9%.

Os entrevistados mostram um consenso generalizado sobre os benefícios que as empresas esperam da nuvem. Pelo menos 94% citam melhora em disaster recovery e business continuity, agilidade e flexibilidade, armazenamento mais eficiente, custos de capital reduzidos e padronização de TI como benefícios importantes. Melhorar a agilidade – a capacidade de implantar os recursos de TI de forma ágil em resposta a condições de negócios em constante transformação, a fim de ganhar vantagem competitiva – é o principal fator em geral, com 78% dos entrevistados dizendo que é crítico ou muito importante.

Na América Latina, a padronização do ambiente de TI está entre os três principais motivadores para adoção de nuvem pública pelas empresas. “Acreditamos que este resultado esteja relacionado a parques tecnológicos mais antigos e compostos por diferentes soluções que foram motivados por restrições financeiras. Está relacionado também ao benefício do modelo de Cloud Pública em substituir altos investimentos em capital (CAPEX) necessários a uma infraestrutura defasada por custos operacionais pagos conforme a utilização (OPEX)”, afirma Fábio Abatepaulo.

Embora os entrevistados ressaltem os benefícios alcançados com a migração para nuvem, eles também são diretos ao reconhecer seus desafios. Muitos relataram encontrar bloqueios inesperados, 60% disseram que esses impedimentos diminuíram suas migrações e 17% afirmaram que os obstáculos levaram suas migrações a uma paralisação.

Além disso, 42% dos entrevistados mencionam preocupações sobre a segurança (abrangendo gerenciamento de identidade e acesso a microssegmentação de dados) e conformidade como causas mais comuns responsáveis pela desaceleração da migração em nuvem. Talvez não coincidentemente, 42% dos respondentes de uma pesquisa de 2016 da Unisys citaram a segurança como seu maior desafio no gerenciamento de nuvem.

A IDG Research pesquisou 400 executivos empresariais e executivos de empresas em cargos no nível de diretor ou acima em nome da Unisys em abril e maio de 2017. Os executivos trabalham em organizações, gerenciando equipes de 1.000 funcionários ou mais, e suas respostas estão divididas geograficamente da seguinte forma:

100 entrevistados dos Estados Unidos;
75 da Europa (25 do Reino Unido, 25 da Alemanha e 25 da França);
100 da América Latina (50 do Brasil e 50 do México);
125 na Ásia-Pacífico (50 da Austrália, 50 da China e 25 de Hong Kong).

SonicWALL investe em segurança para redes wi-fi

A SonicWall anuncia uma gama de produtos e serviços avançados de segurança de rede, capazes de acelerar ainda mais desempenho de sua Plataforma de Automação de Detecção e Prevenção de Violações em Tempo Real (do inglês Automated Real-Time Breach Detection and Prevention Platform) em redes wireless, cabeadas e redes que suportam dispositivos e usuários móveis.

“Em um mundo moderno, hiperconectado, não há espaço para riscos”, disse Bill Conner, presidente e CEO da SonicWall. “Nossos clientes e seus usuários finais esperam o melhor em segurança, desempenho e análise em tempo real, independentemente da rede, dispositivo ou localização física. Esta plataforma automatizada de detecção e prevenção de violações em tempo real garante que as organizações possam tomar ações de segurança inteligentes, consistentes e adequadas, com velocidade, desempenho e custo de propriedade adequados para a realidade atual das empresas e seus usuários”.

Os aprimoramentos da plataforma incluem mais de 50 novos recursos no sistema operacional SonicOS, um novo firewall de alto desempenho, uma série de novos pontos de acesso wireless 802.11ac Wave 2, uma plataforma intuitiva de análise em nuvem e recursos avançados de single sign-on (SSO) federado.

“É imperativo que qualquer organização bem-intencionada e responsável tome medidas adequadas para proteger suas redes, dados de clientes e negócios como um todo”, disse Jeff Wilson, diretor sênior de pesquisa da IHS Markit, um fornecedor global de informações. “O cenário da ameaças se move muito rápido para confiar em soluções estáticas. Deve ser colocada mais ênfase na mitigação de ameaças em tempo real em redes com e sem fio. Empresas de todos os portes também precisam considerar as soluções de decriptação e inspeção TLS/SSL, já que a maioria do tráfego de internet é criptografada por padrão”.

TIM abre vagas para consultores de vendas na capital e interior de São Paulo

São Paulo – A TIM segue com seu plano de expansão em São Paulo e está com 22 vagas abertas para consultores de vendas na capital paulista, grande São Paulo e Interior, que atuarão nas lojas próprias da operadora. Vale lembrar que pessoas com deficiência (PCD) também podem participar do processo seletivo.

Dentre os benefícios oferecidos pela empresa estão: vale refeição, vale transporte, assistência médica e odontológica, seguro de vida, previdência privada, folga no aniversário, participação nos resultados, smartphone + chip de voz e dados, auxilio creche e auxilio nutrição infantil.

Quem quiser se candidatar deve possuir ensino superior completo, ser maior de 18 anos, ter disponibilidade para atuar na escala de 6h/dia e gostar de tecnologia. As vagas são para trabalhar nas cidades de Campinas, Jundiaí, Osasco, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo e Sorocaba.

Para se candidatar, basta acessar http://www.vagas.com.br/tim e se inscrever.