Vinícola Góes inicia as comemorações dos 80 anos

Empresas são como pessoas, traçam planos, compartilham momentos, superam crises, escrevem sua história e evoluem com o tempo. Assim pode ser definida a trajetória da Vinícola Góes, tradicional empresa brasileira que em 2018 completa 80 anos de história.

Desde 1938, de geração em geração, a família de Gumercindo Góes, um dos pioneiros produtores de vinho do Brasil, mantém a dedicação e cuidado na produção das uvas e elaboração de seus vinhos para agradar o paladar brasileiro. Para festejar o octogésimo aniversário, a Vinícola Góes terá diversos momentos de comemoração ao longo do ano, em agradecimento a todos que estão e estiveram compartilhando com a empresa e com seus produtos os bons momentos ao longo de suas vidas.

O primeiro destes momentos é a XII Edição da Vindima, a VINDIMA GÓES 2018, evento muito aguardado por visitantes e turistas de todos os Estados que visitam anualmente a vinícola, trazendo família e amigos.

O passeio

A festa da colheita deste ano será especial e as vendas já começam em dezembro.

A trajetória da Vinícola Góes é contada pelos membros da família e da equipe da Vinícola, dando início ao encontro. Posteriormente, o visitante é levado por um charmoso trenzinho até o vinhedo. Durante o trajeto, é possível se desconectar da cidade grande, aproveitar o clima da região e participar de um bate papo descontraído, onde são apresentadas as curiosidades da região, do plantio e da colheita da uva, reforçando a importância da cultura vitivinícola em São Roque.

Chegando aos vinhedos, os participantes podem colher as uvas diretamente das videiras. Em seguida o processo da elaboração do vinho é apresentado no interior da área de produção. O enólogo Fábio Góes é quem revela os segredos da produção de boas safras.

Ainda no interior da fábrica, se inicia um dos marcos de todo o evento, a tradicional Pisa da Uva. Todos são guiados para reviver a história da produção do vinho, de forma nostálgica e encantadora, pisando as uvas ao som de músicas típicas, despertando recordações emocionantes, em meio a muita animação e felicidade.

Para finalizar o passeio, todos são convidados a fazer um brinde de celebração da farta colheita e desfrutar, em meio ao ambiente das videiras, um almoço típico português, acompanhado de toda a linha de produtos da Vinícola Góes. O retorno à sede conclui o passeio, que sempre reserva algumas surpresas.

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Emissões no mercado de capitais no ano já superam 2016

São Paulo – O volume total de emissões no mercado de capitais até novembro já supera o montante de todo o ano de 2016. São R$ 242,2 bilhões, com crescimento de 44% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com relatório da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) divulgado nesta quarta-feira. Com relação ao número de operações, a evolução se repete: 620 ofertas contra 554 até novembro do ano passado. O destaque ficou por conta da renda variável: foram emitidos R$ 31,7 bilhões em ações contra R$ 8,8 bilhões em 2016. O volume é maior registrado desde 2011.

“Com a queda da taxa de juros de 13% para 7% ao longo do ano, o mercado de capitais ganhou força e os resultados mostram isso. Ainda há emissões no pipeline, então o volume final para o ano deve ser ainda maior”, afirma José Eduardo Laloni, diretor da ANBIMA.

As ofertas de debêntures de infraestrutura contribuíram para o resultado positivo: bateram recorde no ano com o maior volume desde a criação da Lei 12.431, em 2011. Foram captados R$ 7,8 bilhões até novembro, com crescimento de 124% com relação ao mesmo período de 2016. A Lei 12.431 oferece isenção fiscal aos investidores pessoa física na compra de papéis voltados para o financiamento de projetos de infraestrutura, com objetivo de incentivar o financiamento de longo prazo.

A participação dos investidores na compra destes papéis também foi significativa: 69,3%. Os investidores pessoa física passaram de 31,3% em novembro de 2016 para 38,8% um ano depois. Na sequência aparecem os investidores institucionais – fundos de pensão, fundos de investimento, entre outros – com 30,5% e, por último, as instituições ligadas à oferta, com 30,7%.

“O movimento de queda de juros e de inflação estimulou o pleno funcionamento do mercado de capitais como um todo: de um lado, a disposição do investidor a tomar mais risco em busca de melhor rentabilidade, e de outro, os emissores com boas janelas de oportunidade. Se as condições macroeconômicas se mantiverem, teremos um protagonismo ainda maior dos investidores pessoa física em 2018”, explica Laloni.

Os produtos estruturados se destacaram entre as opções utilizadas pelas empresas em 2017. Até novembro, as ofertas de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), CRAs (Certificados de Recebíveis Agrícolas) e FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) chegaram a R$ 27,1 bilhões, um crescimento de 19% na comparação ao mesmo período do ano passado. No ano, o instrumento mais utilizado entre os estruturados foi o FIDC, com volume de R$ 11,3 bilhões e 90 operações. O resultado é mais que o dobro do captado em todo o ano de 2016 (R$ 4,6 bilhões). Na sequência vieram os CRAs, com volume de R$ 9,6 bilhões, montante 10% superior a 2016. O produto continua sendo muito bem recebido pelas pessoas físicas, que até novembro adquiriram 86,9% do total emitido.

As debêntures e as notas promissórias tiveram desempenho superior ao observado até novembro de 2016. Foram captados R$ 67,1 bilhões com debêntures e R$ 21,8 bilhões com notas promissórias – 30% e 217% acima do ano passado, respectivamente.

As captações externas também foram destaque. As ofertas internacionais foram as maiores desde 2014, o que mostra a retomada do apetite dos investidores estrangeiros. O volume foi de US$ 28,4 bilhões, com crescimento de 40% com relação a 2016. “O mercado externo se abriu em 2017. É visível a melhora de percepção do mercado internacional sobre o Brasil como alternativa de investimento”, afirma Laloni.

MPES: apenas 7% estão prontas para o eSocial

Uma enquete realizada pelo SESCON-SP com 800 empresários de contabilidade mostra que mais de 70% das organizações de médio e pequeno porte ainda não estão prontas para o eSocial. Apenas 7% concluíram as adaptações necessárias.

O cronograma de implementação do sistema começa a partir de janeiro de 2018, com a obrigatoriedade para o primeiro grupo de empresas: aquelas com faturamento acima de R$ 78 milhões em 2016. A segunda etapa terá início em 16 de julho, contemplando os demais empregadores, incluindo micros, pequenas empresas e microempreendedores individuais. Já os entes públicos passam a integrar a ferramenta a partir de 14 de janeiro de 2019.

Para o presidente do SESCON-SP e da AESCON-SP, Márcio Massao Shimomoto, o resultado da enquete revela principalmente uma resistência cultural em investir e alterar rotinas. A maioria das empresas consultadas no levantamento (38%) ignora a necessidade de adequação e ainda não assimilou as consequências. “Apesar dos custos e dificuldades iniciais para a adoção completa ao eSocial, as vantagens do sistema são inúmeras, entre elas o fim do risco de cálculo indevido do INSS, por exemplo, o que resultaria em auto de infração no futuro.”

O líder setorial aponta este despreparo das empresas como um dos principais motivos que levaram o SESCON-SP e outras entidades a reivindicar a adoção do sistema em fases, pedido que foi acatado. Em coletiva de imprensa promovida no último dia 29, o assessor especial para o eSocial, Altemir Linhares de Melo, afirmou que este envio em etapas é uma resposta do governo aos pleitos de entidades e instituições participantes do projeto, com o intuito de garantir segurança e eficiência para o começo da operação do programa. O SESCON-SP faz parte do Grupo de Trabalho Confederativo do eSocial e há alguns anos vem buscando aperfeiçoamentos no sistema e alinhamento das exigências com a realidade das empresas brasileiras.

A implantação se dará em cinco fases. A primeira começa em 8 de janeiro, quando 13.707 empresas com o faturamento anual superior a R$ 78 milhões devem registrar cadastros e tabelas. Em março, terão que cadastrar seus trabalhadores “e eventos não periódicos”; e, em maio, será a vez da folha de pagamento. Em julho haverá a substituição plena da GFIP para o primeiro grupo de contribuintes e será possível a implantação da “compensação cruzada”. Em janeiro de 2019 serão registrados os eventos de segurança e de saúde do trabalhador.

As cinco fases abrangem também as demais empresas, com a primeira etapa em 16 de julho do ano que vem.

Ainda segundo a enquete, mesmo com o anúncio da implantação em fases, muitas empresas consideram o prazo apertado (31%) com a justificativa de que ainda há dúvidas. De acordo com 16% dos entrevistados, entre as incertezas estão as alterações provocadas pela reforma trabalhista. Entretanto, a Receita Federal garante que o sistema já contempla as mudanças, incluindo na ferramenta campos específicos para o fracionamento das férias em até três períodos, para as novas modalidades de contratação, como trabalho intermitente ou home office, e para a inclusão de diversos tipos de jornada. Uma parcela dos empresários consultados na enquete (8%) ainda não está preparada devido aos custos das adequações.

“Neste período, que exige uma grande mudança cultural, preparação e qualificação, o SESCON-SP está ao lado do empreendedor, buscando melhorias na ferramenta, adequação nos prazos, bem como oferecendo cursos e palestras sobre o tema”, finaliza Márcio Shimomoto.

Aumento do PIS/Cofins ameaça 100 mil empregos em contact centers

Extremamente sensível ao aumento de tributos, o setor de contact center estima que um acréscimo de 0,75% no PIS/Cofins afetará 100 mil empregos. O cálculo é da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT) e considera apenas as empresas associadas à entidade, que representa um terço dos empregos no setor.

Com margens estreitas de rentabilidade e mão de obra correspondendo a 70% dos custos das empresas, qualquer aumento de impostos afeta diretamente a geração de empregos no setor de contact center. Isso acontece porque o setor de serviços não funciona como a indústria e o comércio, que têm a opção de transferir parte do aumento de impostos ao consumidor.

A alíquota atual de PIS/Cofins paga pelo setor é de 3,65%, cumulativa sobre a receita bruta. Há notícias de que a RFB (Receita Federal Brasileira) tem realizado estudos para promover mudanças no PIS e Cofins com aumento de alíquota dessas contribuições.

O aumento da alíquota do PIS e da Cofins em estudo seria uma compensação por eventual perda de receita do governo federal com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de excluir o ICMS – imposto estadual – da base de cálculo desses tributos, impostos federais. Porém, setores de prestação de serviço como o de contact center, que não recolhem ICMS mas sim o Imposto sobre Serviços (ISS), não tiveram qualquer redução da carga tributária.

Se houver acréscimo do PIS e da Cofins para o setor de serviços o efeito será imediato, gerando demissões e diminuição de postos de trabalho. O presidente da ABT, Cassio Azevedo, alertou para o impacto que a medida vai gerar na atual conjuntura econômica. “Elevar tributos no momento em que o Brasil tem 13 milhões de desempregados vai apenas aumentar esse número, começando pelo nosso setor”.

TIM abre 65 vagas para todo o estado de São Paulo

São Paulo – É possível conseguir uma recolocação no mercado de trabalho ainda em 2017 ou pelo menos começar o ano novo com a vaga garantida. Somente no estado de São Paulo, a TIM está com 65 oportunidades abertas para atuação em lojas próprias, no escritório regional e Santo André, no Polo Industrial da operadora. A escolaridade mínima exigida para concorrer aos cargos é ensino médio. A companhia emprega atualmente mais de 10 mil pessoas diretamente em todo o país.

Dentre os benefícios oferecidos pela empresa estão: remuneração compatível com o mercado, vale refeição ou alimentação, assistência médica e odontológica, seguro de vida, previdência privada, participação nos resultados, celular corporativo com plano de minutos e auxilio creche. Para se candidatar, basta acessar http://www.vagas.com.br/tim e se inscrever. Pessoas com algum tipo de deficiência também podem participar do processo seletivo.

ASUS inicia vendas do Zenfone 4 em lojas da TIM

A ASUS, fabricante de smartphones, notebooks e periféricos, acaba de anunciar o início da comercialização de seu mais recente smartphone em lojas da operadora TIM. A marca terá o Zenfone 4 na versão de 4GB RAM e 64GB de memória interna, com processador Qualcomm® Snapdragon™ 630 à venda em todo o país a partir de dezembro desse ano.

No Brasil desde 2008, a ASUS passou a atuar no mercado de smartphones em 2014 e desde então, vem comercializando seus produtos por meio de seu e-commerce e grandes varejistas de todo o país. Até então, essa era a estratégia adotada dentro da empresa, que decidiu focar suas vendas apenas em canais já explorados por ela, a fim de alcançar resultados consistentes. Após quatro anos atuando neste modelo e de ter conquistado maturidade suficiente, a companhia decidiu que este era o momento de dar um passo à frente e firmou a parceria inédita com a TIM e assim, pretende aproveitar a oportunidade para aumentar sua capilaridade e conquistar também o público das operadoras.

Multimercados lideram as captações dos fundos de investimento em 2017

São Paulo – Os fundos multimercados registraram captação líquida recorde de R$ 91,7 bilhões até novembro de 2017, impulsionando os ingressos no segmento de fundos no período, que atingiram R$ 232 bilhões. O resultado total da indústria representa avanço de 143,6% em relação ao mesmo intervalo do ano passado e é o maior desde o início da série histórica da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), de acordo com boletim divulgado hoje.

“A taxa de juros mais baixa foi o principal motor para a alta das captações em 2017. Este fator também motivou os investidores na busca por ativos de maior risco”, afirma Carlos Ambrósio, vice-presidente da ANBIMA.

Entre as demais classes de produtos, os fundos de Renda Fixa registraram captação de R$ 67,7 bilhões de janeiro a novembro deste ano, seguidos pelos fundos de Previdência, com R$ 40,6 bilhões. Na comparação ao mesmo período do ano passado, houve crescimento de 62% e 6,9%, respectivamente. Os fundos de Ações tiveram ingressos líquidos de R$ 10,1 bilhões, revertendo o cenário de 2016, quando foram resgatados R$ 4,1 bilhões.

Em relação aos rendimentos das aplicações, os fundos de renda fixa de duração alta se beneficiaram com as quedas consecutivas na taxa de juros e trouxeram retornos acima da poupança e do CDB aos investidores, mesmo considerando a maior alíquota do imposto de renda. Destaque aos tipos Renda Fixa Duração Alta Grau de Investimento, com alta de 10,9% (desconsiderando os fundos exclusivos), e Renda Fixa Duração Livre Grau de Investimento, com 9,2%.

Nos fundos de ações, a maioria dos tipos superou a variação do Ibovespa até novembro (19,5%). A média de rentabilidade dos fundos Small Caps (que reúnem ativos de empresas com volumes menores de negociação) foi a maior, de 35%, enquanto o tipo Ações Valor/ Crescimento registrou ganho de 23,8%. Entre os multimercados, destaque ao tipo Macro, com alta de 12,6%. “O resultado dos multimercados Macro reflete a habilidade dos gestores em antecipar cenários econômicos”, completa Carlos Ambrósio.