Evento incentiva o empreendedorismo materno

Em parceria com o Google Developers Launchpad, a aceleradora B2Mamy – primeira e única com foco no empreendedorismo materno – realiza no dia 25 de agosto o B2MAMY START. Com uma série de workshops com experts e mentorias com especialistas do Google, o evento busca oferecer às mães as ferramentas necessárias para acelerarem sua jornada empreendedora, tanto para negócios existentes quanto para ideias que ainda não saíram do papel.

A B2Mamy surgiu há um ano, quando a empreendedora Dani Junco decidiu que precisava mudar a realidade de mulheres que, assim como ela, viam sua vida profissional ser transformada com a chegada da maternidade. Assim, ela iniciou um movimento para mudar as estatísticas atuais: Segundo a pesquisa da Robert Half RH, em 85% das empresas brasileiras, menos da metade das funcionárias retornam à vida profissional após a licença-maternidade.

O START é o primeiro passo da trilha empreendedora da B2Mamy. Dele, a participante sairá com um mapa dos próximos passos e uma rede de contatos e mentores que ela poderá (e deverá) acionar durante a jornada empreendedora.

“Essa edição do Start será a realização de um sonho e um importante passo para o nosso propósito de incluir cada vez mais mães no mercado de trabalho. Estar ao lado do Google validando as ideias das mães e ainda reverter as inscrições para projetos de impacto social, nos dá ainda mais forças para mostrar ao mundo que a maternidade não é um limitador e que é possível empreender de maneira rentável e sustentável”, afirma Dani Junco, CEO da B2Mamy.

A renda das inscrições será revertida para o Mom’s Funding, fundo de investimento da aceleradora para fomentar projetos que incentivem o empreendedorismo materno e a inclusão de mães no mercado de trabalho.

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Dicas para retenção de talentos na sua empresa

Um dos principais problemas em muitas organizações é a capacidade de reter colaboradores, e segundo a pesquisa do LinkedIn Talent Solutions 2016, realizada com 3.894 recrutadores, a retenção tornou-se a principal prioridade dos profissionais de recursos humanos, sendo mencionada por 42% dos entrevistados.

Para Ivan Jacomassi, diretor de Negócios da Perfix Consultoria, não existe fórmula mágica para promover a retenção. ‘É necessário um conjunto muito bem estruturado de ações para fortalecer a capacidade de retenção dos colaboradores’.

Portanto, ele ressalta que é preciso considerar três frentes principais para manter talentos em sua empresa: captação, ambiência e fidelização.

No item captação deve ser estruturado e avaliado o perfil dos colaboradores, pois é primordial que esteja alinhado à missão, visão e valores da organização. ‘A cultura organizacional sempre será um forte fator de influência motivacional sobre as pessoas, caso não haja esse alinhamento um processo chamado dissonância cognitiva pode se instaurar, podendo ocasionar desde uma ressignificação pessoal até a frustração e futura evasão do colaborador’, afirma Ivan.

Isso deixa clara a importância da realização de um bom processo de recrutamento e seleção, pois contratar indivíduos compatíveis com a cultura da organização é o primeiro passo para que haja a retenção.

O segundo item a ser trabalhado é a ambiência, tendo em vista que o clima organizacional é um fator que pode influenciar diretamente no desempenho dos funcionários e sucesso de seu negócio.

No entanto, em relação a essa questão, Ivan ressalta que é importante notar que a pesquisa de clima não mede a “verdade real”, mas sim a “verdade percebida”. ‘A organização não pode apenas medir o clima, é preciso compreender quais são seus pontos fortes e fracos dentre as diferentes dimensões que compõem a análise de favorabilidade, como a liderança, comunicação, estrutura, equipamentos, salários e benefícios, identidade, entre outros, e criar planos de ação que permitam atacar e sanear os pontos críticos, favorecendo a percepção, melhorando o clima, a produtividade e gerando maior disposição das pessoas à permanecer em seus postos de trabalho’, declara.

Após um processo de seleção bem alinhado e estruturado e o trabalho contínuo em prol do clima organizacional, o próximo passo é trabalhar a questão da fidelização do colaborador para com a empresa. Para este aspecto, a organização precisa ser capaz de criar perspectivas junto às pessoas, elas precisam ter em mente até onde podem chegar e como devem agir para atingir estes níveis mais altos. De acordo com Ivan Jacomassi, ‘Neste sentido a capacidade de oferecer planos de carreira aos colaboradores é fundamental, pois pessoas sem perspectivas se frustram e procuram por novas oportunidades’.

Cabe ressaltar aqui, que segundo a pesquisa 1000 Maiores Empresas Brasileiras realizada pela consultoria Gestão e RH, para 92,4% dos entrevistados o reconhecimento é o fator mais importante para se reter talentos nas empresas.

Para tanto, Ivan ressalta que é necessário a aplicação de avaliações de desempenho, feedback e planos de desenvolvimento dos indivíduos. ‘Este conjunto de ações, irá determinar quais direções o indivíduo precisa seguir para que gere mais valor à empresa, fazendo jus ao reconhecimento desta’.

E-commerce: Os 4 erros mais comuns em transações on-line

Uma home-page bonita pode até atrair a atenção de visitantes, mas não é suficiente para gerar conversões. O diagnóstico é da Yaman Tecnologia, consultoria em qualidade de aplicações com foco em Performance e Disponibilidade, que já atendeu mais de 30 empresas de todos os portes. Para preparar melhor o seu e-commerce, Luis Fernando Cerri, fundador da companhia, lista os quatro erros mais comuns em transações on-line e como evitá-los:

• Indisponibilidade do site

Acontece quando a capacidade do servidor não consegue atender o volume de interessados simultâneos. “Esse tipo de erro é muito comum em compras de ingressos para shows internacionais, mas também acontece em menor escala ao realizar promoções ou ações que gerem muitas visitas, por exemplo”, afirma o especialista da Yaman. Planejamento e testes estruturais que simulam um alto tráfego, além de medidas de gestão eficiente, são fundamentais para dimensionar a infraestrutura e evitar falhas.

• Lentidão

Nenhuma novidade, mas muitos sites ainda não se atentaram para esse aspecto crucial da navegação on-line. Código mal escrito e estrutura mal configurada são dois dos fatores que mais contribuem para a lentidão de uma página. “Estimamos que 40% das pessoas abandonam o site quando o tempo de resposta é maior que três segundos. É um pequeno detalhe que pode fazer toda a diferença”, comenta Cerri. Para contornar o problema, é necessário fazer uma avaliação, identificar os gargalos de configuração e as rotinas mais lentas para reescrevê-las.

• Erros de processamento

Ao escolher um produto e ser direcionado para a página de finalização da compra, é desagradável dar de cara com um preço ou especificações diferentes. Isso geralmente ocorre quando o sistema não foi adequadamente testado. O problema, portanto, pode ser corrigido com a inserção de um processo de testes e qualidade. “E este é só um dos milhares de exemplos contemplados nessa categoria”, pondera o fundador da consultoria.

• Falhas de segurança

“Vazamento de dados pessoais e fraudes ainda são dores de cabeça frequentes para quem compra pela internet”, explica Cerri, que recomenda: “Esse tipo de golpe pode ser evitado com validações automatizadas das aplicações para identificar toda e qualquer vulnerabilidade ali presente”.

“Em plena Era da Transformação Digital, a sua plataforma virtual é a vitrine da empresa para o mundo. Quando ela possui bugs, está lenta ou indisponível, é a marca que está exposta. Em tempos de redes sociais, o impacto que isto pode causar na sua imagem é imensurável”, finaliza o especialista.

Quais erros transformam os dados corporativos numa ameaça?

As violações de dados têm tirado o sono dos executivos brasileiros. Dados de uma pesquisa do Instituto Ponemon divulgados no último mês indicam que houve um aumento histórico no número de incidentes registrados e nos custos causados às empresas, que chegam a R$ 4,72 bilhões. Os ataques maliciosos, responsáveis por 44% dos casos analisados pelo instituto, são a principal causa de violação de dados.

Casos de grandes violações de dados têm ganhado destaque no mundo todo nos últimos meses. No início deste ano, a Waymo, uma startup propriedade da Alphabet Inc, holding que centraliza o controle de todas as divisões do Google, teve 14 mil arquivos de design roubados por um ex-funcionário, e descobriu que as informações foram parar justo nas mãos dos concorrentes.

O mesmo aconteceu com a BRF em 2015. A empresa, detentora de marcas como Sadia e Perdigão, teve dois computadores roubados de seu departamento de marketing e estranhou a coincidência de prazos e temas entre suas campanhas publicitárias e as da concorrência. Na época, a organização fez um boletim de ocorrência e iniciou uma investigação interna que não trouxe nenhuma conclusão.

Os riscos crescem com o aumento do volume de dados

Estima-se que as empresas tenham gastado bilhões na digitalização de informações, incluindo dados financeiros, planejamentos de marketing, ações estratégicas, informações confidenciais de funcionários e dados ou registros médicos. Muitas organizações, no entanto, subestimaram os riscos envolvidos, focando apenas na produtividade e sem se preocupar se os dados estavam protegidos de hackers, concorrentes e ameaças internas.

Enquanto os dados continuaram crescendo, a segurança da informação ficou para trás, e os efeitos disso são grandes violações de dados como as da Sony, em 2014, do escritório de advocacia Mossack Fonseca, em 2016, e da corretora brasileira XP Investimentos, que teve dados de cerca de 29 mil clientes roubados no início deste ano.

O roubo de arquivos e e-mails é um verdadeiro furacão para os planos de qualquer empresa. O último Varonis Data Risk Report revelou que 47% das empresas tem, no mínimo, 1.000 arquivos sensíveis abertos para todos os funcionários – muitas empresas nem tem ideia da quantidade de informações que armazenam.

Se uma organização guarda dados valiosos, certamente alguém vai tentar roubá-los em algum momento, portanto, é importante estar preparado. Veja alguns dos erros que as empresas cometem e que podem levar a violações de dados:

1. Ignorar a proteção dos dados

A estratégia de segurança tradicionalmente praticada nas empresas está mais focada na proteção de redes e sistemas e no suporte à infraestrutura do que na proteção dos dados, que são na verdade a principal razão para contar com uma infraestrutura.

Assim, as organizações acabam investindo na compra de soluções pontuais para combater ameaças específicas, mas os dados continuam desprotegidos, pois ninguém está observando, por exemplo, quais funcionários estão acessando as informações, se alguém está fazendo cópias dos arquivos ou se os dados estão saindo da rede.

2. Focar apenas em prevenção

O foco em prevenção deixa as empresas vulneráveis a ameaças desconhecidas ou que suas tecnologias não tenham sido feitas para combater. É impossível saber quando um controle de prevenção falha ou quando um usuário interno está se comportando mal.

Sem ferramentas de monitoramento dos dados, é impossível para as empresas identificar os danos causados por uma ameaça interna ou por um cibercriminoso externo.

3. Depender de uma abordagem reativa

Durante anos a principal estratégia de segurança dos dados adotada pelas empresas tem sido fragmentada, reativa e nada estratégica. Isso tem causado uma série de desafios técnicos persistentes, como a necessidade de lidar com as ameaças em constante evolução e lidar com diversos produtos que não se comunicam.

O principal resultado dessa abordagem é a falha em reduzir riscos. Segundo um estudo que a Forrester desenvolveu este ano, apenas 34% das organizações sabem onde seus arquivos sensíveis estão localizados.

Esses erros mostram que empresas com ativos inestimáveis gastam tempo e dinheiro criando, usando e armazenando dados tóxicos, verdadeiras ameaças à reputação, à receita e à segurança.

*Carlos Rodrigues é vice-presidente da Varonis para a América Latina

Ducati bate recorde de participação de mercado no Brasil

São Paulo – Depois de um ano de 2016 de muitas mudanças e recorde de crescimento, a Ducati do Brasil começa 2017 com o pé no acelerador. Fruto de uma acertada gestão que passou a privilegiar uma rede de vendas sadia e bem estruturada em conjunto com uma nova política comercial, envolvendo produtos e preços, a Ducati atingiu no último mês de julho o maior índice de market share da companhia no segmento de alta cilindrada desde a sua instalação no Brasil em 2013: 5,14%.

Segundo Breno Reis, gerente Comercial da Ducati do Brasil, “o trabalho feito pela Ducati no último ano foi bastante intenso. Precisávamos devolver à marca a solidez necessária para dar suporte ao negócio. Para isso, nosso primeiro trabalho foi reestruturar a rede de concessionários com foco em garantir a melhor experiência ao cliente na compra de uma motocicleta. Sem dúvida hoje a nossa rede está muito mais preparada para atender o cliente premium da Ducati”, destaca.

Outra mudança bastante profunda realizada nos últimos meses foi em relação à família de produtos Ducati à venda no Brasil. Um exemplo é o mais recente lançamento da marca, a Ducati Monster 1200 S. O novo modelo passa a ser fabricado no Brasil neste mês de agosto e traz novas melhorias, maior performance e preço extremamente competitivo (R$ 59.900,00). O modelo anterior, importado, custava R$ 74.900,00.

Segundo Diego Borghi, Presidente da Ducati do Brasil, os bons resultados são resultado de uma série de ações que foram tomadas pela companhia para reestruturar e solidificar cada vez mais a sua presença no Brasil.

Stefanini muda de sede e inaugura Centro de Inovação nos Estados Unidos

Southfield, MI – A Stefanini, uma provedora de soluções de negócios baseadas em tecnologia, está em novo endereço em Southfield, nos Estados Unidos, que privilegia o conceito de espaço aberto, alinhado aos valores da companhia. O novo escritório reflete o processo colaborativo da Stefanini e promove a comunicação mais fluida entre os diferentes departamentos. Além de ser a sede da Stefanini na América do Norte e Ásia-Pacífico, o novo escritório conta com o primeiro Centro de Inovação nos Estados Unidos.

De acordo com Spencer Gracias, CEO da Stefanini para a América do Norte e Ásia-Pacífico, o novo espaço foi inspirado na filosofia da empresa de ter a inovação como prioridade. Foi criado um conceito de espaço aberto, com móveis, luzes e cores escolhidos especificamente para estimular a criatividade, a comunicação e a troca de novas ideias por meio da metodologia de Design Thinking. “Acreditamos que o investimento em um local mais criativo e inovador é fundamental para o ambiente de trabalho”, disse Gracias.

A cultura inovadora da empresa será reforçada pelo Centro de Inovação, que funcionará no mesmo prédio. Os Centros de Inovação fazem parte de uma estratégia global da companhia para o desenvolvimento e demonstração de novas tecnologias, a partir do conceito de Design Thinking. “Com os Centros de Inovação localizados no Brasil, Romênia, Cingapura e, agora, nos Estados Unidos, a Stefanini quer criar ainda mais valor aos negócios dos clientes”, destaca o CEO para América do Norte e Ásia-Pacífico.

Além de beneficiar os funcionários, o novo escritório trará inovação para a comunidade e parceiros. “A Stefanini está fortemente posicionada como uma empresa que aposta na inovação, aproveitando todos os benefícios das novas tendências para fornecer soluções alinhadas com as necessidades específicas de seus clientes”, complementa Spencer Gracias.

BNDES investe R$ 13 mi em plataforma de IoT

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento para o projeto da Inmetrics, que prevê o desenvolvimento de uma plataforma para Internet das Coisas (IoT). Os recursos, de R$ 13 milhões, correspondem a 70% do custo total do projeto e destinam-se a investimentos em pesquisa e desenvolvimento, marketing, comercialização e infraestrutura.

A plataforma, chamada IoT Konker, permitirá à Inmetrics interligar empresas, pessoas, cidades, aplicativos, jogos e desenvolvedores. Em outras palavras, funcionará como um hub de conectividade para outras soluções, independente do desenvolvedor, acelerando o desenvolvimento do ecossistema de IoT.

Baseada em São Paulo, a Inmetrics oferece serviços que visam aumentar a eficiência de TI de seus clientes e pretende atender, com a nova plataforma, o mercado brasileiro, chileno e colombiano. Fundada em 2002, por ex-alunos da Unicamp, a companhia iniciou sua atuação oferecendo serviços na área de desempenho de sistemas para clientes do setor financeiro. Atualmente, atende mais de 100 empresas dos mais variados setores, tais como telecomunicações, seguros, varejo, indústria e energia.BNDES investe R$ 13 mi em plataforma de IoT

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento para o projeto da Inmetrics, que prevê o desenvolvimento de uma plataforma para Internet das Coisas (IoT). Os recursos, de R$ 13 milhões, correspondem a 70% do custo total do projeto e destinam-se a investimentos em pesquisa e desenvolvimento, marketing, comercialização e infraestrutura.

A plataforma, chamada IoT Konker, permitirá à Inmetrics interligar empresas, pessoas, cidades, aplicativos, jogos e desenvolvedores. Em outras palavras, funcionará como um hub de conectividade para outras soluções, independente do desenvolvedor, acelerando o desenvolvimento do ecossistema de IoT.

Baseada em São Paulo, a Inmetrics oferece serviços que visam aumentar a eficiência de TI de seus clientes e pretende atender, com a nova plataforma, o mercado brasileiro, chileno e colombiano. Fundada em 2002, por ex-alunos da Unicamp, a companhia iniciou sua atuação oferecendo serviços na área de desempenho de sistemas para clientes do setor financeiro. Atualmente, atende mais de 100 empresas dos mais variados setores, tais como telecomunicações, seguros, varejo, indústria e energia.