Dell EMC amplia portfólio de switches e novos serviços

A Dell EMC anuncia novos switches de redes abertas para ajudar os clientes a transformar suas operações de TI, reduzir os custos com infraestrutura e obter retorno mais rápidos dos investimentos, contribuindo para a digitalização dos negócios. A família de switch Open Networking oferece recursos para redes definidas por software (SDN) para tornar as operações de redes mais flexíveis, programáveis e fáceis de gerenciar, como suporte às constantes mudanças de aplicações e cargas de trabalho no data center.

“Na Dell acreditamos que contar com arquiteturas de rede flexíveis é fundamental para que as organizações possam reagir rapidamente às mudanças do mercado e às solicitações dos clientes com o mínimo possível de interrupções e de custos”, afirma Raymundo Peixoto, vice-presidente de Vendas e Soluções de Servidores e Networking da Dell EMC América Latina. Segundo o executivo, as redes funcionam melhor quando abertas e, ao desacoplar o software da plataforma de hardware, as empresas podem se libertar dos ambientes rígidos e proprietários para adotar os princípios das arquiteturas definidas por software, desbloqueando a capacidade de inovação em qualquer escala.

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Tivit vai oferecer SAP HANA na nuvem

A Tivit fechou um novo acordo com a SAP e passará a oferecer serviços premium para a adoção da solução SAP Hana Enterprise Cloud, voltada para empresas que pretendem migrar suas aplicações de negócio para um ambiente de processamento de dados em tempo real em nuvem.

“No passado a Tivit se tornou a primeira provedora local de cloud computing para a solução SAP HANA Enterprise Cloud na América Latina, e agora estamos prontos para começar a entregar o serviço, o que comprova a maturidade dos nossos serviços e compromisso com a qualidade oferecida aos clientes” afirma Carlos Gazaffi, COO da Tivit.

Para prover aos clientes gestão unificada de infraestrutura e aplicações, assim como uma ferramenta de gestão integrada do ciclo de vida das soluções SAP, desde 2012 a Tivit possui um Centro de Excelência com mais de 600 profissionais que agrega toda a expertise em processos de negócios complexos, inovadores e de missão crítica.

Com uma robusta infraestrutura baseada em cloud computing, possui mais de 10 milhões de SAPs (unidade de medida de performance de configuração em ambientes SAP) gerenciados e suporta mais de 165 mil usuários, abrangendo as etapas de licenciamento, projeto, consultoria, manutenção, suporte técnico e funcional. Outra vantagem importante é a garantia de ambiente tecnológico estável, com alta disponibilidade e segurança.

BRF adota inteligência artificial e automação no atendimento interno de TI

A IBM e a BRF reforçaram sua aliança estratégica de serviços de TI com a criação da EVA (Exceptional Value Assistant), uma assistente cognitiva que oferece mais agilidade na resolução de dúvidas e problemas de tecnologia dos funcionários da empresa alimentícia.

EVA foi desenvolvida com a plataforma cognitiva IBM Watson, que aprende continuamente, raciocina de acordo com os diferentes tipos de questionamentos e interage com os humanos de forma natural. Neste caso, a solução foi treinada com mais de mil exemplos sobre 70 tipos diferentes de dúvidas de TI dos funcionários da BRF, como telefonia, reset de senha, problemas de hardware, configuração de e-mail e outros problemas de microinformática.

Atualmente, a EVA está disponível para 28 mil colaboradores de diferentes localidades da BRF, solucionando metade dos chamados de forma automática. Além disso, de acordo com Gustavo Oliveira, analista de TI da BRF a tecnologia ajudou a reduzir o tempo de espera de 30 segundos para 3, e a duração de cada atendimento de 15 minutos para 5, em média.

Para entrar em contato com a EVA, o funcionário da BRF utiliza o módulo de chat da ServiceNow – empresa de gestão de serviços na nuvem e parceira global da IBM – no qual o usuário pode conversar com o chat cognitivo até a resolução do problema de TI. Um dos diferenciais é que, caso ela não consiga solucionar o problema, o chamado é automaticamente transferido para um analista de Service Desk que continua o atendimento do mesmo ponto, sem necessidade de retomar a conversa do início. A cada resposta dada ao usuário, o Watson melhora sua performance e indica para equipe responsável os ajustes que precisam ser feitos para aprimorar sua efetividade. Essa é uma solução que funciona em constante aprimoramento com a ajuda de humanos.

“À medida em que vamos expandindo nossa atuação nos mercados globais, nossa força de trabalho precisa ter acesso ao melhor atendimento de tecnologia para realizar suas atividades de forma ágil e sem interrupção”, comenta Alexandre Biazin, gerente de infraestrutura de TI da BRF. “A EVA é um divisor de águas e nos leva para a era do help desk cognitivo dinâmico, que nos permite prever dificuldades e buscar novas soluções para novos problemas”, completa o executivo.

“A utilização de inteligência artificial na nuvem e de automação será cada vez mais presente na entrega de nossos serviços”, afirma Roberta Hall, diretora de relacionamento da área de Serviços de Tecnologia da IBM Brasil. “Ela nos permite um ganho de velocidade, eficiência e disponibilidade que é impossível obter com tecnologias tradicionais”, completa ela.

“Essa sinergia garante que o conhecimento e a experiência da IBM em tecnologias Analytics e Watson, aliados à automação inteligente da ServiceNow, proporcione redução de recursos, eficácia operacional e ganhos de produtividade para a BRF”, destaca Marcus Santos, diretor de Canais da ServiceNow no Brasil.

Automatização dos processos de TI

Para automatizar os processos de atendimento de chamados abertos que utilizavam anteriormente, a BRF optou pela adoção do Service Portal, solução de ITSM da ServiceNow, responsável pela automação e orquestração de processos internos.

Antes, todas as solicitações de TI – tais como equipamentos como computador ou telefone, acesso à rede, criação de e-mails, acessos, entre outras – eram feitas por meio da intranet e, na maioria dos casos, envolvia atendimento manual. Após a revisão de processos com foco na automação e agilidade, a BRF efetuou a implementação faseada da ferramenta ServiceNow.

Em um primeiro momento, a solução focou no gerenciamento de ativos de telefonia móvel e depois foi estendido para desktops, laptops e servidores. A terceira área automatizada foi a de acessos seguida pela de ITSM.

Há cerca de um ano com o Service Portal a todo vapor, a BRF já colhe os resultados. Entre eles, 40% de automação de alguns processos, principalmente relacionados com acessos, redução de 50% de atendimentos manuais por mês e redução no tempo para concluir os chamados abertos. Além destas automações a BRF busca evolução continua, “agora entramos em uma fase de captura de oportunidades para automações” informa Diego Santiago administrador do ServiceNow.

“Buscávamos agilidade nos processos e automação, além disso, nossos funcionários hoje buscam por serviços self-service, bem no estilo de faça você mesmo, e com o ServiceNow e Watson interagindo, conseguimos atender essas necessidades” afirma Leo Marcos Rahn, coordenador de atendimento de TI. Filipe Bernardi também administrador da ferramenta complementa que “hoje, deixamos de ter uma ferramenta e passamos a ter uma plataforma e isso é um dos principais fatores motivacionais de trabalhar com a ServiceNow. Não temos apenas um portal de TI dentro da BRF, temos uma plataforma que permite que a gente consiga de forma mais abrangente integrar outras áreas dentro dela”.

O uso do Watson no Service Desk e do Service Portal são mais uma amostra da agenda de inovação com a qual a BRF está comprometida. Recentemente, a companhia foi eleita uma das empresas alimentícias mais inovadoras do Brasil, conforme levantamento feito pela PwC, Strategy&.

Em fase de reposicionamento, rede varejista Multi-Ar muda nome para Leveros

O próximo dia 12 de setembro promete ser um marco para a Multi-Ar. A companhia fundada por Tiziano Pravato em 1978 na cidade de Assis (SP) chegará à Febrava, maior feira de climatização da América Latina que acontece em São Paulo, apresentando-se como Leveros, seu novo nome acompanhado de completa transformação na identidade visual.

Fruto de um trabalho de branding desenvolvido pela agência Ana Couto, de São Paulo, a nova marca atende às demandas de um movimento de expansão nacional e de revisão de posicionamento estratégico, com a ampliação gradativa do mix de produtos e soluções, para além da climatização.

“O projeto de branding é um avanço decisivo da empresa, pois optamos por trazer a marca para o centro do negócio e projetar um novo ciclo de crescimento a partir desta mudança”, afirma o gerente de Marketing da Leveros, Fabiano Brandão.

Em meados de setembro, a Leveros iniciará a implantação gradual da nova marca em toda a rede. De acordo com o executivo, a varejista destinará R$ 10 milhões para consolidar este processo, que será concluído até abril de 2018. Também o site de vendas será relançado com novo layout e passará por um período de estudo da experiência do usuário, até sua adequação definitiva no prazo de um ano.

Atualmente, a companhia possui sete lojas, uma operação no comércio eletrônico e presença em todos os market places do mercado, além de quatro centros de distribuição localizados em Assis (SP), Uberlândia (MG), Palmas (TO) e Alhandra (PB).

Entre as próximas novidades, em novembro a Leveros fará uma inauguração emblemática na capital paulista, com a primeira megaloja conceito alinhada aos propósitos da nova marca. A unidade contará com showroom completo e até cursos e workshops voltados a profissionalizar o mercado de empresas instaladoras, entre outras iniciativas.

A empresa encerrou 2016 com um faturamento de R$ 300 milhões e a projeção para 2017 é de crescimento de 40%. A meta de faturamento para 2020 é R$ 1 bilhão.

Leonardo Rispoli assume VP de Vendas e Marketing da Atlantica Hotels

A Atlantica Hotels anuncia a contratação de Leonardo Rispoli, que assume a vice-presidência de Vendas e Marketing, reportando-se diretamente a Eduardo Giestas, presidente e CEO da empresa.

Com experiência em vendas e marketing de produtos e serviços, conquistada em uma trajetória profissional de 20 anos, incluindo passagens pelos setores Financeiro, de Telecom e mais recentemente de Educação, o executivo chega à Atlantica para implantar uma nova estratégia comercial.

É graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Uberlândia, onde concluiu pós-graduação em Finanças e Planejamento Empresarial. Possui, também, MBA em Administração de Empresas pela BusinessSchool de São Paulo.

O executivo iniciou sua carreira em 1998 no Grupo Martins, mas logo transferiu-se para a American Express. De 2000 a 2006, trabalhou na Claro, onde acumulou diversos cargos até chegar a diretor nacional da Claro Empresas.

Em 2007, transferiu-se para a Equifax, bureau internacional de crédito especializado em informações comerciais. Naquela companhia, atuou como diretor do mercado PME, focando-se na criação de novos serviços e práticas. Em 2008, Rispoli foi diretor-executivo da Titans Group, startup de tecnologia, liderando o lançamento no Brasil de duas operadoras móveis com rede virtual.

Na sequência, permaneceu por três anos na Serasa Experian, atuando como diretor-executivo para o mercado PME. Nos últimos cinco anos, estava trabalhando como Chief Marketing Officer (CMO) da Laureate São Paulo, rede de ensino superior que congrega a Universidade Anhembi Morumbi, BSP, FMU & FIAMFAAM, sendo responsável por todos os programas e planos de marketing, vendas e estratégias de preços, desenvolvimento de parcerias e retenção de clientes.

Ford usa realidade virtual para garantir postura correta na linha de produção

A Ford passou a utilizar a realidade virtual (AR) para garantir que seus funcionários na linha de montagem estejam trabalhando com a postura correta e com conforto. Na fábrica de Camaçari (BA), e em outras pelo mundo, são feitas simulações virtuais do trabalho dos operadores na linha de produção, utilizando manequins virtuais que representam os trabalhadores e imagens dos componentes dos veículos. Dessa forma, a área de segurança do trabalho consegue encontrar a melhor forma de adaptação a situações extremas.

Há três tipos de manequins que ajudam a avaliar aspectos como postura, frequência de movimento, interferências manuais e capacidade de carregamento para analisar e diminuir os riscos ergonômicos das atividades. Um deles representa um homem e serve para avaliar a interferência manual e algumas posturas durante o trabalho.

Já os outros dois representam mulheres e avaliam o acesso da mão, alcance e a capacidade de força. Por exemplo, um manequim com mãos grandes é usado para verificar se ele consegue fazer a montagem da peça sem interferir em outros componentes em um espaço pequeno. Se ele puder, qualquer operador conseguirá.

De acordo com a montadora, quando a análise virtual demonstra que a ação do operador está no limite do aceitável do ponto de vista de ergonomia para, por exemplo, fixar uma peça do motor, pode ser utilizada uma impressora 3D para fazer a simulação física do processo. Essa etapa é feita no laboratório de Ergonomia da Ford nos Estados Unidos, em Dearborn.

Com as peças impressas no equipamento 3D, um engenheiro de produto pode utilizar os óculos de realidade virtual e simular a fixação da peça da maneira correta enquanto é feita a avaliação dos seus movimentos e a condição de montagem. Esses dados, então, são passados para a equipe do Brasil.

Para a área de segurança do trabalho da Ford, a realidade virtual é uma ferramenta poderosa para simular, antever e analisar os futuros postos de trabalho. O sistema permite evitar as doenças osteomusculares relacionadas ao trabalho, como bursites, tendinites e contusões, além de outras que podem ser causadas por esforço ou posição inadequados.

Na Ford América do Sul, a realidade virtual é usada nos estudos de Ergonomia desde 2011 e envolve as fábricas de São Bernardo do Campo (SP), Camaçari, Tatuí (SP) e Troller no Brasil, além das unidades da Argentina e Venezuela, juntamente com a equipe de Engenharia de Manufatura da América do Sul.

81% dos líderes de TI têm medo de perder os avanços da nuvem, revela pesquisa

Cerca de 80% dos executivos C-level (CEOs, CIOs e CTOs) e líderes de TI dos Estados Unidos estão extremamente ou muito preocupados em perder os avanços da nuvem, de acordo com pesquisa da CITO Research, realizada sob encomenda para a Commvault, empresa especializada em soluções de proteção e recuperação de dados. O estudo indica que a migração em direção à nuvem está em pleno vigor, mesmo que as empresas tenham dificuldade em entender quais são os recursos que ela oferece.

Este receio é chamado por eles como Cloud FOMO (Fear of Missing Out, na sigla em inglês) e tem conduzido os líderes ao rápido avanço de suas estratégias de nuvem. Para 93% dos entrevistados, pelo menos um de seus processos internos está em fase de transição para a nuvem. Além disso, 56% declararam que já moveram ou pretendem mover não apenas alguns, mas todos os processos para a nuvem.

A proteção e recuperação de dados é destacada como uma área fundamental, na qual a nuvem impacta significativamente os negócios. De acordo com o estudo, 75% dos líderes empresariais consideram a proteção e o backup de dados como um dos projetos em nuvem mais impactantes para seus negócios. No entanto, apesar de tê-los como a aplicação mais impactante para a nuvem, 63% deles mostram-se muito preocupados sobre estar preparado para remover dados rapidamente da nuvem.

A pesquisa destaca ainda os seguintes pontos:

As maiores barreiras que impedem mover mais aplicativos e dados para a nuvem: 68% atribui ao volume de dados; 65% investe no desenvolvimento de suas equipes e na aquisição de talentos para apoiar a migração; 55% cita políticas relacionadas a dados locais e na nuvem como os principais obstáculos.

Investimento de migração para nuvem: 87% dos líderes empresariais planejam destinar mais dinheiro para a nuvem no próximo ano, ao passo que apenas 4% preveem reduzir investimentos.

Segurança e recuperação de dados: 91% afirmam terem implementado proteção de dados para SaaS ou aplicativos baseados em nuvem.

Principais razões do cliente para migrar para a nuvem: 33% focam na agilidade do negócio; 22% na economia de custo; 20% visam a inovação e o desenvolvimento de novos aplicativos, produtos e serviços.

Para os executivos entrevistados, a jornada para a nuvem é tão positiva, quanto importante. Apenas 1% descreveu sua jornada para a nuvem como frustrante, 13% a considera cara e 51% inovadora. Para 35% dos pesquisados, a jornada rumo à nuvem é algo emocionante.