Caixa realiza leilão com mais de 800 imóveis à venda

Na próxima semana, nos dias 4 e 5 de maio, a Caixa Econômica vai iniciar uma série de vendas de imóveis por todo o estado de São Paulo. Os primeiros leilões acontecem no 14º Feirão da Casa Própria, no Pavilhão Oeste do Anhembi, localizado na avenida Olavo Fontoura,1.209, Santana, Zona Norte da capital. Essa é a primeira vez que o feirão recebe leilão em meio ao evento.

Segundo o leiloeiro, Douglas Fidalgo, da Fidalgo Leilões, responsável pelo pregão de 5 de maio, marcado para às 16h horas, esse leilão é composto por mais de 180 lotes, todos sem exceção estão com desconto de até 70% abaixo do valor do mercado. “A vantagem da aquisição nesse leilão é que os imóveis vêm sem débito algum. Caso algum deles esteja com imposto ou condomínio atrasado, a Caixa arcará com as despesas. Esses imóveis já são de propriedades da CEF, onde ela fará uma licitação aberta por meio de Leilão”, explica o leiloeiro.

Durante o feirão, também acontecem outros pregões do SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), estes serão ofertados em um primeiro leilão pelo valor venal do ITBI (Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis), caso não seja arrematado, será ofertado em um segundo leilão, em até 15 dias. Ao todo serão leiloados mais de 800 imóveis.

O leiloeiro explica que o valor do imóvel para segundo leilão é a divida do mutuário. “Na maioria das vezes é superior ao valor do bem, sendo assim muito interessante fazer arrematação já no primeiro Leilão”, afirma Douglas.

Outras oportunidades

Após passar pelo Anhembi, o Feirão da Caixa segue para o Shopping Dom Pedro, no Pavilhão de Exposições, em Campinas, nos dias 25 e 26 de maio. O evento também vai receber leilões que ofertarão imóveis em todo interior e litoral de São Paulo. O leiloeiro Douglas Fidalgo ainda não recebeu as relações dos imóveis que vão a leilão, porém informa que terão os mesmos atrativos dos realizados em São Paulo.

“A grande maioria dos imóveis ofertados é passível de financiamento e uso do FGTS, para quem pretende usar destes benefícios deve observar no edital quais lotes poderão fazer uso ou o licitante deverá ir a uma agência da Caixa Econômica Federal antes do leilão para obter o crédito”, explica Douglas.

Claro, que como em toda compra, é preciso que os interessados façam uma pesquisa prévia sobre o item que deseja comprar, para identificar valores similares de mercado, ocupação do imóvel e condições de venda do edital.

Todos os bens estão disponíveis no site da Fidalgo Leilões – http://www.fidalgoleiloes.com.br). Para maiores esclarecimentos: 2653-8583 e 2653-0553.

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Paulistas e cariocas estão entre os que mais buscam emprego na internet

São mais de 13,1 milhões de pessoas desempregadas no Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – dado referente ao trimestre encerrado em fevereiro. Ou seja, o número de desocupados aumentou em 432 mil pessoas em relação ao trimestre encerrado em janeiro. Enquanto o trabalho formal cai, o número de profissionais buscando oportunidades por meio da internet sobe. De acordo com o GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços do País, cresceu em 90% a quantidade de profissionais cadastrados entre abril do ano passado e mesmo período deste ano.

O levantamento apontou ainda que os estados do Amapá (104%), Roraima (104%), Ceará (101%), São Paulo (97%) e Rio de Janeiro (91%) foram os que registraram maior aumento de profissionais cadastrados na plataforma. “Cada vez mais as pessoas estão encontrando na internet uma possibilidade segura e eficaz de aumentar a renda no final do mês”, explica Eduardo L’Hotellier, CEO e fundador do GetNinjas. “O GetNinjas conecta esses profissionais a clientes que estão em busca dos serviços que eles oferecem e, assim, eles conseguem aumentar o número de clientes atendidos e fidelizá-los”.

Outro número interessante é que também houve um aumento de 90% no número de profissionais cadastrados com CNPJ. Atualmente, são 346.252 cadastros com CPF e 42.779 com CNPJ.

Calçados Bibi abre mais duas lojas na Bahia e uma em São Paulo

Parobé (RS) – Dando continuidade ao plano de expansão da marca, que visa abrir 25 pontos de operação em 2018, a Calçados Bibi anuncia novas lojas na Bahia e em São Paulo. O estado baiano irá receber duas unidades em shopping centers, uma na capital, Salvador, e a primeira no município de Vitória da Conquista. Em São Paulo, a rede irá implantar a oitava unidade localizada na capital paulista. Com estas inaugurações, a marca totaliza 109 lojas abertas no primeiro quadrimestre do ano, que trazem o que há de melhor em calçados voltados ao público infantil, ou seja, crianças de 0 a 9 anos.

No início do mês, o Barra Shopping recebeu a nova unidade da Calçados Bibi em Salvador. Após a implantação, a rede passa a contar com quatro unidades apenas na capital. Outra novidade será para os moradores de Vitória da Conquista, que a partir do final do mês, passam a contar com uma loja exclusiva da marca no recém-inaugurado Boulevard Shopping, localizado no bairro de Candeias, próximo ao centro da cidade. “A Bahia é muito importante para expansão da marca, pois contamos com a fábrica localizada em Cruz das Almas. Ainda temos muitas regiões que podem ser exploradas de forma estratégica pela marca”, revela a diretora de franquias, Andrea Kohlrausch.

Na capital paulista, a Calçados Bibi dá continuidade à expansão por meio de lojas próprias, uma estratégia para aumentar a atuação da marca de forma expressiva na região Sudeste, nos próximos anos. A oitava unidade da rede será implantada no Shopping Pátio Higienópolis, no final do mês, totalizando 109 pontos de operação no Brasil. A marca tem como principal objetivo levar a diferenciação aos consumidores, por meio de produtos de alto valor agregado e trabalhar constantemente em fatores ligados a inovação.

Além de trabalhar no mercado de franquias, a Calçados Bibi exporta desde 1970 com marca e design próprio. O primeiro país a receber os produtos foi a Argentina. Com isso, a Bibi está presente em todos os continentes, em mais de 70 países, como Estados Unidos, Inglaterra, Japão, Hong Kong, China, Índia, Emirados Árabes, Argentina, Peru, entre outros, via exportação direta a lojistas multimarcas, virtuais ou distribuidores, dependendo do país. “Neste ano, vamos continuar investindo constantemente em inovação, que é uma premissa básica na empresa. Já a expectativa de crescimento para 2018 na rede de franquias é de 25%, e na indústria de 10% a 12%”, finaliza o presidente, Marlin Kohlrausch.

Marca curitibana conquista investidores em SC e SP pelo sabor do Fish’n Chips

Foi necessário experimentar apenas uma vez o tradicional prato britânico para o empresário Patrick Manicka decidir apostar na marca curitibana famosa pelo Fish’n Chips. O ideal inovador do estabelecimento de rua, formato que tem crescido muito na capital paranaense, foi crucial e transformou uma viagem de férias em uma temporada de negócios.

Quando estava morando em Porto Seguro, Patrick foi passar as férias em Curitiba e, por indicação de familiares, visitou a unidade do bar localizado na Rua Trajano Reis, conhecida pela noite agitada. “Fiquei encantado com o formato do lugar, com os produtos exclusivos, com os preços justos e principalmente com o conceito da marca, que traz o sereismo no nome (Sirène é sereia em francês) e o clima de praia para uma cidade grande”, conta Patrick, que vai levar a primeira unidade da franquia para Santa Catarina, na capital Florianópolis. A proposta de investimento atrativa e a perspectiva de faturamento também são promissoras para o empresário. “Sempre trabalhei com comércio, porém nunca no ramo gastronômico, com certeza o Sirène será um grande aprendizado”, explica.

Mas ele não é o único cliente que virou investidor do Sirène. Fábio Arazaki, responsável pela unidade de São Paulo, também foi cativado pela temática. “Na primeira vez que ouvi falar do bar, precisei ir ao local para experimentar. Depois de pedir o primeiro Fish’n Chips com chope, não consegui mais parar”, conta. O empresário é nascido em Londrina, no interior do Paraná, e nunca trabalhou com gastronomia, mas aposta na força e no formato. “Sempre quis me arriscar no mercado paulista e acredito que a aceitação do público em São Paulo será tão boa quanto em Curitiba”, torce o dono da primeira franquia Sirène da Avenida Paulista, coração da cidade.

Aposta certa e expansão

Uma pesquisa anunciada pela Associação Brasileira de Franchising no começo do ano mostrou que em 2017 o setor de franquias cresceu 8% no Brasil, indicando um cenário favorável para marcas que conquistam o público com produtos e conceito atrativos – ponto forte em negócios como o do Sirène.

Apesar de pouco tempo no mercado, a marca é sinônimo de sucesso no ramo gastronômico. Dois anos depois da inauguração da primeira unidade, na Rua Trajano Reis, o Sirène já conta com três unidades na capital paranaense e duas franquias em construção, uma em São Paulo e outra em Florianópolis, com previsão de inauguração em poucos meses, atraindo clientes e investidores com o cardápio simples, tradicional e conceito inovador.

“Muitos clientes perguntavam o que deveriam fazer para investir na marca”, explica Afonso Natal, um dos fundadores do Sirène, surpreso com a recepção do público empreendedor. Segundo ele foi necessário um ano inteiro de estudos para montar o sistema de franquias, agora disponível em três formatos: Express, Pocket e Standard, todos com um prazo de retorno de investimento em 12 e 24 meses. “Quando vimos que a marca tinha potencial, contratamos uma empresa de SP para nos ajudar a montar um modelo de franquia. No primeiro mês que anunciamos já foram vendidas três unidades”, revela, orgulhoso.

Com o sucesso do empreendimento, o advogado deixou a formação de lado para se dedicar exclusivamente ao bar. Seguindo seu exemplo, a colega de profissão Fabíola Rezende tomou coragem para novos negócios. “Já fazia um tempo que eu estudava para concursos públicos e, em novembro de 2017, comecei a pensar em novas possibilidades de negócios e trocar ideia com conhecidos”. Foi no meio desse processo que Fabíola conheceu Carolina, uma de suas sócias hoje. Quando a amiga apresentou o Sirène, a advogada se identificou com o conceito logo de cara. Afinal, a maior parte do público do bar é feminino, pela afinidade das mulheres com o sereismo pregado pela casa. “Gostei da ideia da marca, até por ela já ser conhecida no mercado gastronômico em Curitiba, e por contar com um plano de mídias estruturado, tudo que eu buscava em um primeiro negócio”, conta. A quarta unidade do bar na cidade vai explorar um bairro diferente das outras três e deve abrir até junho.

Localizado em pontos gastronômicos da cidade, o Sirène conta com um cardápio enxuto, servindo chopes artesanais e o famoso Fish & Chips. O prato consiste em iscas de tilápia empanadas e batatas rústicas, acompanhados de um molho à escolha do cliente, que também pode optar por porções separadas dos dois ingredientes. A casa serve ainda o Sandufish, pão crocante com filé de tilápia, rúcula, cebola roxa e molho tártaro.

Brasil conta com 675 centrais de negócios formadas por PMEs

Existem atualmente no Brasil 675 redes e centrais de negócios ativas no Brasil, segundo dados coletados pela Associação Brasileira de Redes e Centrais de Negócios (ABRCN). A entidade foi recém-criada para amparar as atuais redes e fomentar a criação de novas.

Do total, 56% das centrais de negócios estão ligadas ao comércio, onde 25,2% são supermercados, 12,3% farmácias e 9,2% materiais de construção. O restante das redes divide-se em 19% agronegócio, 14% serviços, 10% indústria e 1% multisetorial.

Uma rede ou central de negócios possibilita que os micro e pequenos empresários ganhem competitividade no mercado, principalmente em situações em que sofrem com uma concorrência totalmente desproporcional vinda de grandes redes. Funciona assim: empresas de diferentes proprietários se unem para trabalhar com uma marca única, divulgando seus produtos ou serviços em conjunto e comprando de forma menos onerosa e com um poder de negociação maior. Desta maneira, ganham mercado e concorrem de maneira mais igualitária com as grandes empresas.

Uma das primeiras atividades da ABRCN está sendo ações voltadas à aprovação de um projeto de lei complementar que legitima e visa o desenvolvimento do setor.

“As centrais de negócios sofrem insegurança jurídica e tributária, devido à falta de um amparo legal adequado”, explica Lucas Ribeiro, consultor tributarista da ROIT Consultoria e Contabilidade, uma das empresas que participaram da criação da ABRCN. Segundo ele, o PLC decreta as centrais como uma figura jurídica válida, garantindo seus direitos e permeando possibilidades de incentivos fiscais e demais benefícios.

O projeto de lei já foi escrito e protocolado na Câmara dos Deputados em Brasília e há uma petição online de apoio ao projeto aberta no site da associação. “É essencial contribuir com a petição para que essa lei seja aprovada e permita que micro e pequenas empresas se unam com segurança e mais força no mercado”, conta Lucas Ribeiro.

O novo PLC também pretende reduzir o alto índice de mortalidade de empresas no país, que registra índices de 22,7% de fechamento de empresas logo no primeiro ano de vida. Nos cinco primeiros anos este índice sobe para 60,4%, segundo o último relatório divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística). “No país a cada dez empresas que abrem as portas, seis fecham antes de completar cinco anos de atividade. As centrais de negócios darão condições para elas fortalecerem suas atividades”, conta Enio Queijada de Souza, do SEBRAE Nacional.

Para contribuir com a petição, basta acessar o link: http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR105302

Para quem deseja tornar-se um associado, há um formulário no site http://www.abrcn.com.br

Atuação da ONIP é destacada na abertura do Pavilhão Brasil na OTC 2018

Rio – Durante a abertura do Pavilhão Brasil na OTC 2018, o presidente do Sistema FIRJAN e presidente do Conselho deliberativo da ONIP (Organização Nacional da Indústria do Petróleo), Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, destacou para empresários brasileiros e internacionais do mercado de petróleo a nova forma de atuação da ONIP. De acordo com Gouvêa Vieira, a partir de agora a Organização atuará com comitês integradores para tratar dos temas de competitividade e produtividade, ambiente regulatório e acesso a mercado das empresas.

Segundo ele, o compromisso da entidade é o de promover a interação entre instituições e governos, de forma a garantir efetividade na implementação de uma política industrial voltada ao desenvolvimento do mercado de petróleo. Principal feira de tecnologia offshore, a OTC 2018 iniciou hoje e prossegue até 3 de maio em Houston, Texas, Estados Unidos. Em apoio à APEX-Brasil, o Sistema FIRJAN é o curador oficial do Pavilhão Brasil, onde ocorre uma série de palestras com a participação de operadoras e entidades que atuam no país sobre as oportunidades de negócios no mercado de petróleo e gás no Brasil.

Gouvêa Vieira falou ao lado do presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, José Firmo, que comentou sobre “O mercado de petróleo e gás no Brasil”, e de Veronica Rezende coelho, vice-presidente da Statoil, que apresentou “A visão de uma empresa estrangeira sobre o Brasil”.

O presidente do Conselho deliberativo da ONIP ressaltou que a Organização foi recentemente remodelada para atuar como uma câmara de consenso com propostas em prol da competividade global do Brasil. Gouvêa Vieira citou o apetite das empresas nas últimas rodadas de licitação de petróleo no país, confirmando a posição de destaque do Brasil no mercado global. Conforme o presidente, é importante haver empenho nas ações “no sentido de deixar as regras mais claras no ambiente de negócios”.

“Dadas as dimensões do Brasil, ainda existem muitas outras oportunidades de investimento. Temos não só o pré-sal na costa do estado do Rio de Janeiro, mas também oportunidades de revitalizar o pós-sal e desenvolver parcerias para aumentar nossa capacidade de produção terrestres nas regiões Norte e Nordeste do Brasil”, destacou Gouvêa Vieira.

Segundo ele, o compromisso da ONIP é promover a interação entre instituições e governos, de forma a garantir efetividade na implementação de uma política industrial voltada ao desenvolvimento do mercado de petróleo. Gouvêa Vieira lembrou ainda que é necessário, cada vez mais, discutir qual significado se quer dar para estas riquezas na sociedade brasileira e em que posição se quer ver o país na economia global daqui a 30 anos.

Residência de tecnologia abre inscrições para sua quarta edição

Começaram nesta segunda-feira (30) as inscrições para a residência hacker do Red Bull Basement, que vão até 3 de junho. O programa busca desenvolver projetos que façam uso da tecnologia para transformar a sociedade.

Depois de três anos apoiando por projetos que beneficiem a cidade, o Red Bull Basement expande e agora busca por projetos com temas mais amplos, olhando para necessidades como: saneamento, segurança pública, inclusão social, mudanças climáticas, recursos hídricos e educação inclusiva. Mas o programa também está aberto a outras áreas. O objetivo é incentivar a inovação cidadã, com projetos que tenham consistência, viabilidade e potencial de impacto para a sociedade e seus cidadãos.

Uma novidade para esta edição será o chamado aberto: após a seleção dos projetos, será aberta uma seleção para que outros colaboradores inscreva-se e colaborem para o desenvolvimento dos protótipos selecionados.

A residência acontecerá de julho a setembro no Red Bull Station. Os residentes terão à sua disposição um makerspace com equipamentos para prototipagem dos projetos, que deverão ser apresentados ao final da residência, além de uma agenda paralela com palestras e workshops sobre diversos temas e um Festival de Tecnologia, que acontecerá em setembro. Quando prontos, os projetos desenvolvidos farão parte de uma plataforma compartilhada.

Para acompanhar e ajudar no desenvolvimento dos projetos, dando suporte e direcionamento, os residentes contarão com a experiência de cinco mentores de diferentes áreas e com ampla experiência em inovação. São eles: Andrei Speridião (design de produto), Gabriela Agustini (empreendedorismo), Fernando Velazquez (design de problema), Julio Freitas (design estratégico) e Wesley Lee (design e hardware). Também participarão do processo mentores convidados e um monitor em residência, que auxiliará em questões práticas cotidianas no laboratório maker.

Serviço:

4ª edição do Red Bull Basement

Inscrições abertas: http://www.redbull.com.br/residenciahacker