Três razões que fazem a experiência do cliente ter importância no investimento em tecnologia

São Paulo – Estamos vivendo em um mundo de transformações, no qual já é possível encontrar carros autônomos passeando pelas ruas, pacotes sendo entregues por meio de drones e vivenciar outra realidade está a apenas um headset de distância. É um mundo no qual grandes avanços na tecnologia mudaram o poder das empresas para o consumidor e estão sempre elevando o parâmetro estipulado de acordo com as expectativas dos clientes. Se a empresa não estiver levando uma experiência excepcional, ela fatalmente encontrará obstáculos no mercado.

De acordo com uma pesquisa do Gartner, 37% dos CEOs acreditam que a experiência do cliente é o principal investimento tecnológico necessário para melhorar os negócios e superar a concorrência. Mas os investimentos em experiência do cliente são muitas vezes desafiadores; as áreas não conseguem disponibilizar o orçamento, encontram dificuldade em fornecer o ROI e convencer os líderes.

Des Cahill, especialista em CX da Oracle, acredita que a experiência do cliente deve estar presente no DNA da empresa para atender às novas demandas. “A experiência do cliente deve ser um valor central da sua empresa ou então você ficará para trás em meio à concorrência”, comentou o executivo. Cahill listou as três principais razões pelas quais a experiência é um investimento fundamental como argumentos para superar a resistência organizacional: clientes empoderados, inovações digitais e a economia de crescimento lento. A seguir, é possível conferir como superar esses desafios.

Atrair e reter clientes empoderados

Os relatórios da Forbes apontam que a maioria dos líderes empresariais concorda que bons relacionamentos com clientes são o “único caminho para o crescimento sustentável e uma retenção confiável”. Investimentos na criação de experiências centradas no cliente, orientadas por dados digitais facilitarão o engajamento de novos consumidores em potencial, com valor para cada interação e aumentarão a lealdade à marca em longo prazo. Os compradores são exigentes para reconhecer quando você investe para atender suas necessidades e eles retribuirão o favor por meio de compras repetidas e da valiosa propaganda boca a boca.

Aprenda com as inovações digitais

Inovações digitais são muitas vezes intimidantes, mas há muito que podemos aprender com a maneira com a qual elas operam para melhorar a experiência do cliente. Investimentos em big data, Internet das Coisas e inteligência artificial são ótimos exemplos de como as inovações são capazes de se transformarem para satisfazer o cliente, ajudando a fechar negócios. Cahill acredita que a Amazon, considerada uma das empresas mais inovadoras, é atualmente o parâmetro de comparação em termos de experiência do cliente, declarando: “A Amazon conseguiu inovar continuamente a experiência do cliente,  ampliando barreiras e elevando as expectativas da iniciativa deles para entregas via drones, à iniciativa da nova loja física, à sempre crescente linha de recomendações de produtos sob medida para o nosso comportamento específico de compras… há muito para aprender com eles”.

Melhorar o desempenho em uma economia de crescimento lento

Uma economia desacelerada não só afeta as maneiras como as empresas normalmente fomentam a receita, mas também reduz o número de transações por impulso dos clientes. Atualmente, investir na experiência do cliente tem um imenso impacto no crescimento e na estabilidade dos negócios, especialmente em uma economia estagnada e em mercados saturados. De fato, existe uma perda potencial de receita de 20% para quem não oferece experiências positivas e consistentes aos clientes. A experiência do cliente é, sem dúvidas, a sua principal vantagem competitiva – preço e produto já não são o bastante para vencer.

AccorHotels paga R$ 200 milhões para assumir gestão de 26 hotéis da BHG

A AccorHotels anuncia a assinatura de um acordo com a Brazil Hospitality Group (BHG) e seus acionistas, fundos administrados pela GP Investments e GTIS Partners, para assumir a gestão de 26 hotéis (cerca de 4.400 quartos) atualmente detidos ou administrados pela BHG, a terceira maior empresa hoteleira do Brasil.

O portfólio inclui hotéis econômicos, midscale e upper upscale nos principais mercados do Brasil, especialmente no Rio de Janeiro e São Paulo, complementando de forma estratégica a rede existente da AccorHotels no Brasil e consolidando a liderança do Grupo em todos os segmentos. Os hotéis serão submetidos a importantes obras de renovação e reposição e serão progressivamente renovados sob as marcas AccorHotels até ao final de 2019, sob contratos de gestão a longo prazo. Os hotéis serão repaginados sob as marcas AccorHotels, incluindo ibis, ibis Styles, Ibis Budget, Mercure, Novotel, Mama Shelter, MGallery e Pullman.

A carteira de gestão será adquirida pela AccorHotels por um valor de R$ 200 milhões, ou c. 60 milhões de euros à taxa de câmbio atual. A transação deverá fechar no quarto trimestre de 2017 e está sujeita à aprovação da autoridade brasileira de defesa da concorrência. Acrescentará aos resultados da AccorHotels logo em 2018, nomeadamente graças a sinergias significativas com a plataforma operacional existente do Grupo no país.

Sebastien Bazin, presidente e CEO da AccorHotels, disse: “O Brasil de hoje é uma terra de grandes oportunidades. Esta transação é um novo marco na história da AccorHotels neste país, onde temos sido um líder firme por décadas. Trará novos hotéis de referência, bem como uma consistência ampla de marca em todos os segmentos. Também ancora um relacionamento forte e de longo prazo com a BHG, um dos maiores proprietários de imóveis hoteleiros no Brasil, o que trará oportunidades de crescimento no futuro “.

Alexandre Solleiro, CEO da BHG, disse: “Estamos entusiasmados com as oportunidades que esta transação cria para nossa empresa, nossos parceiros de negócios e nossas equipes. Como 100% do capital gerado por esta transação será reinvestido em nossos próprios hotéis, seremos capazes de acelerar o reposicionamento e o desempenho da BHG como um dos principais proprietários de hotéis no Brasil. Ao mesmo tempo, também poderemos focalizar melhor nossos recursos e equipes de gestão no desenvolvimento de nosso negócio de gestão de hotéis de terceiros através de nossas marcas próprias e licenciadas “.

Santander tem linha de crédito para antecipação do Imposto de Renda

São Paulo – O Santander oferece aos seus clientes uma linha de crédito para antecipar o valor da restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), cujo prazo para entrega de declaração teve início hoje. É possível receber até 100% do valor da restituição no mesmo dia da contratação do empréstimo.

As taxas do financiamento dependem do perfil do cliente, mas elas podem variar de 2,59% a 4,59% ao mês. São elegíveis o cliente que indicou na declaração enviada à Receita Federal a sua conta corrente do Santander para o crédito da restituição do IRPF.

O contrato é liquidado automaticamente assim que a Receita Federal creditar o dinheiro na conta do cliente. A linha de crédito para antecipação pode ser contratada no APP Santander, Internet Banking, caixas eletrônicos, Central de Atendimento Santander e nas agências do banco. Caso a agência seja o meio escolhido pelo cliente, basta levar a declaração enviada à Receita Federal.

O prazo máximo para contratação da linha é 31/10/2017. O crédito é sujeito à aprovação e o limite de antecipação é de R$ 100 a R$ 20 mil.

Preço médio do m² para venda em São Paulo cai pelo quarto mês seguido, aponta DMI-VivaReal

São Paulo – O preço nominal médio do m² para venda em São Paulo (SP) atingiu R$ 6.707,00 em fevereiro de 2017. Segundo o levantamento DMI-VivaReal, houve redução de 2,0% em relação a janeiro (R$ 6.842,00). Em relação ao mesmo período de 2016 (R$ 6.846,00), os preços também tiveram queda de 2,0%. O estudo é realizado mensalmente pelo VivaReal (www.vivareal.com.br).

O DMI-VivaReal (Dados do Mercado Imobiliário) contempla uma amostra de 30 cidades em diferentes regiões do País e considera mais de 2 milhões de imóveis usados disponíveis para compra ou aluguel. Clique aqui para acessar a íntegra da pesquisa relativa ao mês de fevereiro sobre São Paulo.

Em comparação com janeiro de 2017, os bairros paulistanos que apresentaram maior valorização no m² para venda em fevereiro foram:

Jardim Danfer (10,8%)
Vila Oratório (8,1%)
Vila Buenos Aires (7,2%)
Jardim Pedro José Nunes (7,1%)
Vila Santo Estevão (6,9%)
Vila Nova Savoia (6,9%)
Cidade A E Carvalho (6,5%)
Vila Mirante (6,5%)
Vila Jacuí (6,3%)
Vila Ivone (6,1%)

Já entre os que mais desvalorizaram para venda, a lista é composta por Vila Santa Isabel (-12,9%), Parque do Carmo (-12,6%), Parque Savoy City (-8,7%), Vila Ema (-7,6%), Cidade Tiradentes (-7,0%), Vila Taquari (-6,7%), Jardim Norma (-6,3%), Chácara Mafalda (-6,2%), Vila Nova Curuca (-6,2%) e Ferreira (-6,2%)

O preço nominal médio do m² para venda no Brasil atingiu o valor de R$ 4.800,00 em fevereiro de 2017. O ranking das cidades com valor de venda mais alto do m² é liderado por Brasília (R$ 8.167,00), Rio de Janeiro (R$ 7.404,00/m²), São Paulo (R$ 6.707,00/m²), Recife (R$ 6.136,00/m²) e Vitória (R$ 5.765,00/m²).

Ranking dos bairros mais procurados para venda em fevereiro

Vila Mariana
Tatuapé
Vila Prudente
Itaquera
Ipiranga
Móoca
Bela Vista
Moema
Brooklin
Perdizes

Ranking dos bairros mais caros para venda em fevereiro

Vila Nova Conceição – R$ 16.536,00
Jardim Europa – R$ 15.558,00
Jardim Luzitânia – R$ 14.118,00
Jardim Paulistano – R$ 12.564,00
Itaim Bibi – R$ 12.041,00
Jardim América – R$ 11.515,00
Vila Olímpia – R$ 11.486,00
Vila Gertrudes – R$ 11.263,00
Parque Colonial – R$ 11.202,00
Cidade Monções – R$ 11.167,00

Valor médio do m² para aluguel foi de R$ 36,00 em fevereiro

O preço nominal médio do m² para aluguel em São Paulo atingiu o valor de R$ 36,00 em fevereiro de 2017, valorização de 0,8% em relação a janeiro (R$ 35,71). Em relação ao mesmo período de 2016 (R$ 35,29), os preços aumentaram 2,0%.

O Índice DMI-VivaReal também listou as principais cidades brasileiras que estão com os valores de aluguel acima da média nacional (R$ 23,08). São Paulo lidera a lista com valor de do m² de R$ 36,00 e é seguida por, Rio de Janeiro (R$ 32,33/m²), Brasília (R$ 32,00/m²), Santos (R$ 29,17/m²) e Recife (R$ 25,00/m²).

O DMI-VivaReal também revela os bairros com as maiores valorizações no preço nominal médio do m² para aluguel em fevereiro de São Paulo, em comparação a janeiro. Entre os bairros que registraram alta no preço da locação estão:

Vila Cordeiro (16,3%)
Cidade Líder (9,0%)
Vila Anglo Brasileira (7,5%)
Chácara Klabin (6,9%)
Jardim Londrina (5,4%)
Vila Paiva (3,9%)
Centro (3,8%)
Jardim Paulistano (3,6%)
Paraíso (3,4%)
Jardim Monte Kemel (3,0%)

Já entre os que mais desvalorizaram para aluguel em São Paulo foram Cidade Jardim (-12,9%), Jardim Leonor (-11,1%), Chácara Santo Antônio (-7,1%),Vila Moraes (-6,8%), Cangaiba (-6,1%), Penha De Franca (-5,6%), Vila das Belezas (-5,4%), Vila Dom Pedro I (-5,3%), Campo Grande (-5,2%) e Jardim Vila Formosa (-4,5%).

Ranking dos bairros mais procurados para aluguel em fevereiro

Vila Mariana
Bela Vista
Pinheiros
Tatuapé
Moema
Butantã
Perdizes
Saúde
Móoca
Vila Clementino

Ranking dos bairros mais caros para aluguel em fevereiro

Indianópolis – R$ 69,44
Vila Nova Conceição – R$ 68,57
Vila Olímpia – R$ 65,71
Itaim Bibi – R$ 64,54
Cidade Monções – R$ 62,50
Vila Gertrudes – R$ 61,24
Jardins – R$ 58,14
Vila Uberabinha – R$ 57,40
Jardim Paulistano – R$ 54,78
Ibirapuera – R$ 54,29

Faturamento de farmácias populares cresce 83,44% em 2016

A aposta em um modelo de farmácias atrativas, com aparência chamativa, instalações práticas e preços competitivos fez com que as 417 lojas das redes populares ligadas à Farmarcas conquistassem um expressivo crescimento, muito acima do mercado.

Somando todas as lojas das redes Ultra Popular, Super Popular e Maxi Popular, se obtém um índice de crescimento orgânico no faturamento de 83,44%, chegando ao montante de R$683 milhões; em 2015, o valor foi de R$372,5 milhões. Os números são o resultado da soma do crescimento do número de lojas e do aumento do faturamento individual.

Um fato que se destaca é que mesmo farmácias que já adotam há mais de três anos esse modelo popular obtiveram um grande crescimento, atingindo o índice de 20,38% apenas em dezembro. O dado é relevante, pois, geralmente, as empresas apresentam um crescimento maior logo após a mudança de modelo de trabalho, contudo, essas lojas mostraram uma evolução acima do mercado mesmo após a consolidação do modelo.

Em relação ao número de farmácias, as redes populares começaram 2016 com 255 lojas abertas em todo o país e terminaram atingindo a marca de 402 estabelecimentos. Mas o mais relevante é a conquista de mercados estratégicos que pareciam muito complexos pela distância geográfica, como é o caso de aberturas de unidades no Acre e Pará.

“Temos o objetivo de atuar nas mais variadas localidades do país, por isso, montar uma logística para atender associados nessas localidades e acompanhar os ótimos resultados obtidos é fundamental para a Farmarcas. Isso garante que não existem fronteiras dentro do país para esse modelo inovador de farmácia”, explica Edison Tamascia, presidente da Farmarcas, acrescentando que já existem lojas em 18 estados.

Posicionamento estratégico

As redes populares possuem um posicionamento estratégico bem definido: serem reconhecidas em qualquer lugar do Brasil como referência em preço baixo ao consumidor com um alto nível de atendimento, mesclando isso à padronização de layout e excelência na gestão.

“Infelizmente, ainda se tem uma percepção por parte dos empreendedores de que lojas populares não priorizam a qualidade e a boa gestão, mas com o modelo adotado e os resultados apresentados quebramos esse paradigma. A satisfação dos proprietários das lojas é tão positiva que grande parte está projetando ou abrindo novas farmácias”, conta Tamascia.

A Farmarcas busca proporcionar constante capacitação para as farmácias das redes associadas e um modelo de gestão de negócios inovador, oferecendo facilidade no acesso a informações estratégicas para a tomada de decisão.

Outro benefício se dá na negociação coletiva com fornecedores, como ocorre com a obtenção de taxas mais competitivas junto às operadoras de cartão de crédito e débito e com compras em condições comerciais agressivas.

Porém, para que os resultados sejam atingidos é necessário que os associados se atentem a uma séria de ajustes que proporcionam a excelência nas operações, tendo um acompanhamento muito próximo por parte da sede central, localizada em São Paulo. Mas, para as farmácias, as estratégias são passadas de forma simples e ágil, permitindo que o proprietário tenha maior foco e assertividade em ações que visem o crescimento do negócio.

Car4Sale gira R$ 8 milhões mensais com venda de carros seminovos e usados

Ex-executivo de concessionária, Daniel Corrêa, formado em Administração, não se conformava ao observar que boa parte dos clientes que iam à loja para vender seus carros seminovos e usados saíam decepcionados, com a sensação de que seus veículos valiam mais. Disposto a se tornar empreendedor, ele se inspirou nesse sentimento de frustração, comum no mercado, para criar a Car4Sale. Após mais de dois anos de investimento em uma equipe própria de desenvolvimento de software, a empresa chegou ao mercado em setembro de 2016 com um aplicativo mobile inovador que traz uma solução simples, transparente, rápida e muito vantajosa para compradores e vendedores de veículos – as operações de compra e venda podem ser fechadas em até 1 minuto.

Impulsionada pela solução pioneira e pelo bom momento do mercado de carros seminovos e usados, que tem crescido a taxas elevadas, a Car4Sale já comemora os primeiros resultados. “O aplicativo foi lançado em setembro e no final do ano já atingimos uma média de 8 vendas por dia, cerca de 200 carros por mês, com um valor médio, por carro, de R$ 40 mil, o que significa cerca de R$ 8 milhões em transações financeiras”, afirma o sócio-fundador, Daniel Corrêa. A meta é chegar a uma participação de mercado de cerca de 20% dentro de 18 meses, considerando o conjunto representado pelas modalidades tradicionais de venda.

Acessível via celular ou tablet, o aplicativo é uma ponte eficaz que aproxima vendedores de compradores potenciais. Qualquer pessoa pode se cadastrar na plataforma, com login e senha, para comprar ou para vender rapidamente. O objetivo é ligar de forma direta compradores e vendedores, encurtando a barreira da distância geográfica, simplificando as transações financeiras e otimizando drasticamente o tempo de negociação. Ao inserir os dados gerais do veículo (ano, foto, Placa/Renavam, quilometragem, estado e município, além de listagem de possíveis avarias e opcionais) o vendedor passa a receber ofertas i`?¨???t?

Especialista recomenda compra imediata da moeda americana

O momento é ideal para quem deseja ou precisa comprar dólar. As medidas por parte do presidente Michel Temer ao aprovar reformas da previdência e trabalhista valorizaram o real e têm mantido a moeda americana nos menores patamares desde junho de 2015. Ainda que o câmbio possa cair mais, o fundador da startup Bidollar (www.bidollar.com) Kenzo Tominaga é taxativo: não perca a oportunidade de fazer o câmbio agora.

Na Bidollar, plataforma gratuita para cotação e compra de moedas pela internet, um gráfico em tempo real permite acompanhar a variação do dólar com precisão de segundos. Segundo Tominaga, mais importante do que gastar tudo em um momento em que o dólar está baixo é espalhar as transações. “Em bons momentos do mercado como este, o ideal é fazer várias operações para garantir uma cotação média vantajosa a longo prazo”, explica ele.

Dessa forma, em um cenário em que há a possibilidade do câmbio se tornar ainda mais vantajoso, comprar dólares ainda assim é imperdível para quem tem viagens planejadas mesmo num futuro não tão próximo, avalia o fundador da Bidollar. “No entanto, grande parte das avaliações econômicas que têm sido feitas indicam que a bonança não deve continuar”, diz ele. “Há a expectativa de que o Fed, o equivalente ao Banco Central nos Estados Unidos, suba suas taxas de juros, o que desencadearia uma nova alta do dólar”, avisa.

Para Tominaga, a conjuntura é especialmente benéfica para quem vai comprar papel-moeda. Por outro lado, o baixo preço do dólar ajuda a mitigar os impostos dos cartões de crédito pré-pagos – opção mais interessante para quem planeja gastar mais durante a viagem, assim como para aqueles que vão encarar longos períodos no exterior.

Com cerca de 30 mil usuários, a Bidollar notou um aumento de 20% nas transações com dólar desde o começo do ano na comparação com o mesmo período de 2016. “Sem dúvida, tem muita gente aproveitando a baixa do dólar para fazer câmbio”, diz Tominaga.