Como planejar sua carreira para o próximo ano

Conquistar uma carreira de sucesso é o sonho de todo profissional. Com a concorrência cada vez maior no mercado de trabalho, e em tempos de crise, onde as empresas estão reduzindo custos e os colaboradores acumulando funções, se sobressair torna-se uma tarefa cada vez mais difícil, porém não impossível. Uma dica é fazer um planejamento de carreira e colocar no papel todas as metas para continuar obtendo êxito na vida profissional.

Já que 2016 está no fim, agora é o momento de fazer uma autoavaliação, rever o planejamento anterior, se os objetivos traçados foram alcançados e planejar o próximo ano. E, para quem nunca elaborou nenhum plano de metas, é hora de começar a fazer e projetar seus próximos passos. Ele servirá como uma espécie de “mapa”, que vai orientá-lo por todas as etapas, ajudando-o a subir cada degrau, até atingir os objetivos almejados.

Numa pesquisa realizada pela empresa de Consultoria ETalent com o apoio do site de recrutamento Catho, 55% das pessoas que afirmam possuir um plano de carreira se sentem felizes ou muito felizes com suas vidas profissionais. Entre os profissionais que não tem um planejamento para suas carreiras, apenas 33% se declaram profissionalmente felizes.

Por outro lado, 38% dos entrevistados que não possuem um plano de carreira se declaram pouco ou nada felizes com sua vida profissional. Este nível de insatisfação cai para 23% entre aqueles que contam com um plano de carreira estruturado.

Para o especialista em RH e Comunicação Verbal Reinaldo Passadori, com planejamento, o profissional consegue melhores resultados: “Saber o que quer e definir os próximos passos para alcançar os seus objetivos é essencial para o crescimento”.

Vejamos alguns passos importantes nesse processo:

Autoanálise – É o primeiro passo. Isso amplia a percepção sobre as emoções, a intelectualidade, crenças, paradigmas e aguça a sensibilidade para identificar os pontos fortes, fracos e a melhorar;

Questionamentos – Coloque no papel algumas questões, como por exemplo: Como foi o seu ano? Cumpriu tudo o que propôs? Onde quero chegar?

Objetivos – Onde você quer chegar? Qual o objetivo deste planejamento? O que você almeja alcançar a curto, médio e longo prazo?

Motivos – Por que você chegar a estes objetivos? É importante saber porque está fazendo este planejamento;

Estratégia – Como será realizado. Identifique suas maiores qualidades profissionais e elabore as melhores estratégias para atingir cada etapa do planejamento. Verifique quais comportamentos e habilidades você precisa desenvolver ou lapidar para alcançar seus objetivos profissionais.

Comprometimento – Quanto você está disposto a se esforçar? Qualquer desafio exige sacrifícios, então, coloque o que você pode fazer e se comprometa a cumpri-los.

Investimento – Neste período, você fará algum curso para se preparar? Buscará ajuda profissional? É possível contar com especialistas no mercado que auxiliam a planejar suas metas e definir pontos importantes na carreira, como por exemplo, o Coaching;

Prazo – É preciso definir uma data. Metas devem ter prazos para serem cumpridas;

Realização – Depois de todas as etapas, você chega ao resultado final, a concretização da meta. Isso te deixa satisfeito, era onde você gostaria de chegar? Então comemore!

Passadori também aponta que se preocupar com o que as pessoas falam ou opiniões pessimistas também atrapalham os objetivos: “É importante não se deixar abalar pelas influências negativas e comentários que fazem a pessoa pensar em desistir, isso desestimula e o tira do foco. Não dê ouvidos e siga em frente”.

84% das pequenas empresas não pretendem contratar crédito nos próximos 3 meses

Dados do indicador mensal do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes (CNDL) mostram que a intenção dos micro e pequenos empresários (MPEs) em procurar crédito pelos próximos 90 dias segue em patamar baixo, apesar de uma melhora na comparação mensal: em novembro o índice atingiu 13,59 pontos, acima dos 12,26 pontos de outubro.

Em termos percentuais, 84,4% dos micro e pequenos empresários não têm a intenção de contratar crédito pelos próximos três meses e apenas 6,9% admitem essa possibilidade.

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, há duas principais explicações para a baixa demanda por crédito: “A primeira é que o momento econômico deixa os empresários receosos em assumir compromissos de longo prazo; a segunda é que as micro e pequenas empresas têm mais facilidade para se manter com recursos próprios e, por isso, a contratação de linhas de crédito não faz parte de sua cultura”, afirma.

Insegurança e altas taxas de juros desestimulam os MPEs

Conseguir manter o negócio com recursos próprios é a principal razão para não se buscar crédito – motivo mencionado por 49,3% daqueles que não pretendem contratar. Outros fatores que desestimulam são a insegurança com as condições econômicas do país (20,0%) e as altas taxas de juros (16,1%).

“Há espaço para que a demanda cresça. Metade da amostra não vê necessidade de contratar, mas a outra metade aponta fatores como insegurança diante da crise e altos juros. Com o devido planejamento, o crédito pode ser uma via de crescimento para os empresários que têm planos de investir”, explica Pinheiro. “Políticas que reduzam o custo do crédito e retirem os entraves para contratação, sem aumentar o risco dos bancos, podem traduzir-se em oportunidade de expansão de muitos negócios.”

De acordo com o indicador, mais de um terço (37,6%) dos empresários ouvidos consideram que atualmente está difícil ter crédito aprovado, principalmente pelo excesso de burocracia (42,9%) e aos juros muito altos (42,5%). Segundo os entrevistados, as modalidades de crédito mais difíceis de serem contratadas são empréstimos (30,7%), financiamentos em instituições financeiras (17,5%) e crédito junto a fornecedores (13,5%).

Demanda por investimentos tem alta de 5,9% e chega a 27,00 pontos

O SPC Brasil e a CNDL também calculam o indicador de Demanda por Investimentos dos micro e pequenos empresários. Nesse caso, houve uma alta de 5,9% na comparação entre novembro deste ano com o mês anterior. Na escala do indicador, que varia de zero a 100, ele passou de 25,50 pontos para 27,00 pontos. Já na comparação anual, o resultado ficou um pouco abaixo dos 27,20 pontos registrados em novembro de 2015.

Em termos percentuais, os que não pretendem investir somam 68,7%. Entre esses entrevistados, a maior parte justifica-se dizendo não ver necessidade de investir (47,3%). Para 23,4%, a razão é que o país ainda não saiu da crise, enquanto 11,6% dizem ter investido recentemente e que aguardam o retorno do investimento.

Dentre os empresários que demonstram a intenção de investir (23,2%), os investimentos mais citados são em ampliação de estoques (31,7%), reforma da empresa (25,8%), a divulgação da empresa por meio de propaganda e comunicação (22,0%) e a compra de equipamentos e maquinários (21,0%). A maior parte desses empresários (55,4%) diz que vai investir com o objetivo de aumentar as vendas.

Para quem vai investir, o capital próprio aparece como o principal recurso. Mais da metade desses empresários (60,2%) usarão o dinheiro de poupança e investimentos. Outras opções ainda mencionadas são empréstimos em bancos e financeiras (19,9%) e a venda de algum bem (9,14%).

Metodologia

Os Indicadores de Demanda por Crédito e de Propensão para investimentos do Micro e Pequeno Empresário calculados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) levam em consideração 800 empreendimentos com até 49 funcionários, nas 27 unidades da federação, incluindo capitais e interior. As micro e pequenas empresas representam 39% e 35% do universo de empresas brasileiras nos segmentos de comércio e serviços, respectivamente.

Carlos Parisi é o novo diretor comercial para América Latina da Openet

A irlandesa Openet, fornecedora de BSS (sistema de suporte ao negócio, em português) em tempo real e sistemas de engajamento de cliente para o setor de telecomunicações, anuncia a contratação de Carlos Parisi como diretor Comercial para a América Latina e Caribe, fazendo parte da estrutura de Vendas da região de (CALA).

Parisi possui 15 anos de experiência na direção, gestão de negócios e vendas no segmento de Tecnologia na América Latina. Atuou em empresas multinacionais como IBM, Comverse, Tecnotree, Brightstar e Anritsu, ocupando na mais recente atividade a posição de diretor de Vendas para o Cone Sul.

Possui MBA em Gestão de Negócios pela Columbia University – NY/FIA-USP, pós-graduação em Administração de Empresas na FGV-EAESP e é graduado em Engenharia Eletrônica pela FEI.

Michelin conclui a compra da brasileira Levorin

O Grupo Michelin concluiu ontem (19) a aquisição de 100% da Levorin, líder no segmento brasileiro de pneus para veículos de duas rodas – motos e bicicleta. Em agosto passado, a companhia francesa divulgou ao mercado o interesse na compra dos ativos da empresa, mas a formalização da compra só pode ser concretizada agora após ter sido aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A Levorin atua no mercado de reposição de pneus desde 1943, emprega 2.000 funcionários e tem um faturamento anual de R$ 600 milhões. Possui duas fábricas – uma no município de Guarulhos (SP) e a outra planta mais moderna está sediada no Distrito Industrial de Manaus (AM).

A venda da Levorin para a Michelin sinaliza que, apesar da conjuntura adversa que o país enfrenta, o mercado brasileiro continua sendo atrativo para os investidores internacionais desde que as operações sejam bem estruturadas. Este foi o caso da Levorin que, nos últimos anos, apresentou desiquilíbrio no fluxo de caixa, aumento das despesas e queda nas vendas.

Diante desse cenário, os acionistas da Levorin contrataram, no final de 2015, os serviços da IVIX  Value Creation, consultoria operacional e financeira com expertise em reestruturações complexas de empresas.

Na primeira etapa, a IVIX concentrou seus esforços na restruturação financeira com objetivo de reduzir as dívidas da companhia. Ao mesmo tempo, em comum acordo com os sócios controladores, a consultoria assumiu o comando da empresa. A partir de janeiro de 2016, o sócio da IVIX, Pedro Guizzo, assumiu o cargo de presidente executivo da Levorin com a missão de reorganizar a companhia.  Também foi indicado outro consultor da IVIX, Alberto Tepedino, para assumir a direção financeira.

Nesse período, a IVIX realizou uma profunda reestruturação operacional nas duas fábricas da Levorin, com objetivo de reduzir os custos e melhorar a geração de caixa. Em paralelo, foram conduzidas as negociações e estruturação da transação com o Grupo Michelin, que já tinha definido em seu plano estratégico a meta de conquistar uma participação relevante no segmento de pneus para veículos de duas rodas.

Considerada uma das líderes globais no mercado de pneus, com faturamento de 20,7 bilhões de Euros, no Brasil a multinacional vinha olhando com atenção o segmento de pneus de motos e bicicleta. Até então, a companhia apenas importava os pneus para motocicletas, mas com a compra da Levorin o grupo francês assume uma posição de liderança neste mercado que apresenta elevado potencial de expansão nos próximos anos.

“Ao longo dos últimos meses, as operações da Levorin demonstraram capacidade de geração de caixa, culminando com a decisão de compra da Levorin pela Michelin”, comemora Pedro Guizzo. Segundo ele, o sucesso da operação só foi possível porque os acionistas da Levorin promoveram “mudanças no modelo de gestão e de governança da empresa, aliadas a uma renegociação das dívidas com os bancos e demais credores.

“Essas medidas trouxeram estabilidade operacional e financeira para a empresa e lhe deu condições de ser atraente para os investidores”, complementa Guizzo.

25% devem usar 2ª parcela do 13º para fazer compras

Em um ano em que a crise econômica praticamente não deu trégua aos brasileiros, o comércio varejista ainda aposta na força de vendas da época de Natal, especialmente em razão do pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário dos trabalhadores, que, por lei, deve acontecer até hoje, dia 20 de dezembro.

Neste ano, o pagamento do décimo terceiro aos brasileiros está injetando aproximadamente R$ 200 bilhões na economia, segundo o Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos. De acordo com a Pesquisa de Natal da Deloitte realizada este ano, 25% dos 1.000 entrevistados em todo o país afirmaram pretender utilizar esses recursos extras para as compras de Natal.

Por outro lado, quase metade dos entrevistados (49%) tem a intenção de economizar, poupar ou quitar dívidas com o salário extra. Outros 23% sequer têm direito ao benefício e 3% pretendem usar esse dinheiro para outras finalidades.

Após o sucesso de vendas da última Black Friday (promoção realizada na semana da última sexta-feira de novembro) – confirmado por dados de vendas como os do Ebit, que constatou aumento de 17% nos resultados das lojas online em relação a igual período de 2015 –, a expectativa dos lojistas é a de que os brasileiros, como tradicionalmente fazem, deixem as compras de Natal para a última hora e aproveitem o décimo terceiro para realizá-las.

“Certamente, o preço será um fator decisivo para atrair o consumidor. Os varejistas devem estar muito atentos a isso. Acompanhar o que a concorrência está fazendo é, portanto, essencial para o sucesso das vendas”, comenta Reynaldo Saad, sócio-líder para a indústria de Bens de Consumo e Produtos Industriais da Deloitte Brasil.

Diante do comportamento esperado de consumo, os varejistas devem se preparar e se adaptar para conquistar clientes, com bons preços e produtos de qualidade. “Se o consumidor planeja comprar algo, ele vai buscar onde suas expectativas tenham maior chance de serem atendidas, seja em meio online, ou nas lojas físicas”, avalia Saad.

Sobre a pesquisa

A “Pesquisa de Natal 2016 – Revelações sobre os hábitos de consumo do brasileiro”, realizada pela Deloitte, foi aplicada a 1.000 entrevistados de todo o Brasil, pela internet, entre os dias 10 e 18 de outubro deste ano, por intermédio do instituto de pesquisas Ibope/Conecta-i.

A pesquisa faz parte de um estudo realizado conjuntamente pela Deloitte em cinco países da América Latina (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México), com uma amostra total de 3.000 respondentes.

A amostra dos pesquisados é equilibrada na divisão entre gêneros (50% de mulheres, 50% de homens). O maior grupo (47%) é formado por pessoas que têm base salarial mensal entre R$ 2.431 e R$ 6.480; 25% ocupam a faixa de renda até R$ 2.430. Outros 21% têm base salarial situada entre R$ 6.481 e R$ 12.150. Apenas 7% dos entrevistados ocupa a faixa mais elevada de renda, superior a R$ 12.151 mensais.

Produção de cana-de-açucar deverá ter aumento de 4,4% em relação à safra passada

A produção de cana-de-açúcar deverá chegar a 694,54 milhões de toneladas, de acordo com o 3º Levantamento da Safra 2016/2017, divulgado nesta terça-feira (20) pela pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Isso representa um crescimento de 4,4% em relação à safra anterior, que foi de 665,59 milhões de t. A área a ser colhida está estimada em 9,1 milhões hectares, aumento de 5,3% se comparada com a safra 2015/16, que foi de 8,6 milhões de hectares.

A produção de açúcar deverá atingir 39,8 milhões de toneladas, 18,9% superior à safra 2015/16, que foi de 33,5 milhões de t. Já a produção de etanol deve recuar 8,5% em relação à safra anterior, de 30,5 milhões de t, ficando em 27,9 bilhões de litros. A tendência se deve a maior rentabilidade do açúcar.

No caso do etanol anidro, utilizado na mistura com a gasolina, sua produção deverá ter um aumento de 1,5%, alcançando 11,4 bilhões de litros, impulsionado pelo aumento do consumo de gasolina em detrimento ao etanol hidratado. Na safra anterior, essa quantidade foi de 11,2 bilhões de litros. O etanol hidratado deverá atingir a produção de 16,5 bilhões de litros, redução de 14,3% ou 2,8 bilhões de litros, comparado à safra passada, que foi de 19,2 bilhões de litros, resultado do menor consumo deste combustível.

No Sudeste, deverá haver um aumento da área. As chuvas atrasaram a colheita da safra anterior e houve o aumento da quantidade de cana bisada para a atual safra, refletindo num aumento de 7,1% na produção total. As produtividades foram excelentes na safra anterior e as expectativas também são boas para esta safra.

O Centro-Oeste também deverá apresentar um aumento de área colhida em relação à safra passada. Nesta região também houve produtividades muito favoráveis na safra anterior. Entretanto, nesta safra, as chuvas foram reduzidas, o que deve impactar numa redução de produtividade na ordem de 9,5% e e recuo de 3,9% na produção.

No Nordeste, deve haver diminuição da área colhida nessa safra e aumento de produtividade. Isso se deve, entre outras coisas, a uma recuperação em relação ao déficit hídrico na safra passada.

A Região Sul apresenta maior aumento percentual de área no país. O Paraná deve colher, nesta safra, a cana bisada, que é a que sobrou da safra anterior. E na Região Norte, responsável por menos de 1% da produção nacional, a área cultivada aumentou, a exemplo dos últimos anos. Apesar disso, a produtividade teve redução, nesta safra, em face das más condições climáticas para o desenvolvimento do canavial.

Inventti cresce 28% em 2016 e projeta mais 30% de aumento para 2017

A crise na política e economia do país e os diversos indicadores negativos não impediram o crescimento da Inventti em 2016. A empresa de TI, de Blumenau (SC), registrou um crescimento de 28,3%, em comparação ao ano anterior e coloca como meta para 2017 um aumento de 30% no faturamento. Atualmente, a Inventti tem cerca de 20 mil clientes com soluções implantadas em nomes do varejo como Carrefour, Livrarias Cultura e Swarovski, além de operações industriais como JBS e General Mills.

O diretor comercial da Inventti, Reinaldo Oliveira, atribui o crescimento de 2016 às parcerias com desenvolvedores de software para implantação de soluções integradas, impulsionadas pelo mercado de obrigatoriedades de documentos fiscais eletrônicos. “Também aumentamos a presença em clientes diretos, que elegeram as soluções da Inventti para seu parque de TI”, afirma.

Oliveira diz que, para o próximo ano, o principal foco continua sendo a obrigatoriedade de documentos fiscais eletrônicos para o varejo (NFC-e e S@T), cenário que está se consolidando em todo Brasil e inicia com grandes obrigatoriedades em 2017 em diversos estados. “O fim do emissor gratuito de NF-e em São Paulo e as trocas de solução fiscal; com as empresas procurando ferramentas mais robustas e um pacote completo de serviços, também devem impulsionar as vendas”, avalia o diretor comercial.

Em 2017, ainda serão intensificadas as parcerias comerciais em razão do grande número de adequações envolvendo NF-e, CT-e, MDF-e e NFC-e. A Inventti está posicionada como solução de documentos fiscais para as empresas desenvolvedoras de software, para que esses parcerios possam focar no seu “core business”, sem se preocupar em desenvolver a parte de documentos fiscais.

“Muitas empresas não se dão conta, mas envolvem boa parte de seu time atuando em frentes de documentos fiscais, o que representa um custo elevado. Utilizar uma solução pronta, madura e robusta de um parceiro já especializado no segmento fiscal eletrônico, é muito mais barato e eficiente”, finaliza o diretor comercial.

Desde o início da obrigatoriedade da NFC-e na maioria dos estados brasileiros, a solução de TI da Inventti já fez a emissão de aproximadamente 100 milhões de notas fiscais eletrônicas do varejo. A empresa investiu cerca de R$ 10 milhões nesse sistema, para garantir o atendimento de clientes em todo o território nacional.