Regulação do BC deve antecipar consolidação de fintechs no Brasil

A iminente regulamentação do Banco Central para plataformas de serviços financeiros deverá precipitar uma consolidação das fintechs, que se multiplicaram no Brasil nos últimos três anos. Nas últimas semanas, o setor tem tido intensa movimentação, com as fintechs mais estabelecidas procurando se firmar, acertando aportes mais robustos de investidores ou fazendo parcerias com bancos e varejistas para ganhar escala e visilibidade, como forma se destacar num mercado que já conta mais de 300 dessas startups.

O Nubank, que se notabilizou por meio da plataforma digital de cartões de crédito sem anuidade, anunciou na véspera que passará a operar contas de pagamentos. Na semana passada, o aplicativo de finanças GuiaBolso captou 125 milhões de reais em rodada liderada pelo sueco Vostok, a maior de um fundo de capital de risco para América Latina neste ano. Dias antes, o marketplace Bom Pra Crédito fechou parceria com a CBSS, banco dos sócios Bradesco e Banco do Brasil.

De acordo com o chefe no Brasil da área de inovação da Accenture, Guilherme Horn, grandes investidores globais até agora vinham fazendo aportes mais pontuais em fintechs, enquanto aguardavam sinais do BC, fase vencida quando a autoridade monetária pôs a regulação em audiência pública no fim de agosto. A previsão é que as novas normas, em que o BC criará parâmetros mínimos operacionais, sejam editadas até o fim do ano.

Com um modelo de negócios relativamente barato – várias dessas startups foram criadas com um investimento inicial de poucas dezenas de milhares de reais -, usando modelos matemáticos para medir o risco de clientes potenciais e oferecer crédito e produtos financeiros. O apelo da agilidade e de juros e tarifas menores ou inexistentes rapidamente caiu nas graças do público.

O movimento também prosperou diante de uma postura mais amigável do BC, que preferiu monitorar a atividade do setor, em vez de proibir a operação de empresas não reguladas para oferecer serviços financeiros. Por fim, o modelo de parceria, na maior parte das vezes com bancos médios ou com cooperativas, exime essas startups de regras mais rígidas.

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Estudo indica barreiras enfrentadas pelas empresas para se tornarem digitais

Apesar de reconhecer a importância da transformação digital, algumas organizações ainda enfrentam dificuldade para equilibrar os elementos necessários na entrega digital aos clientes. É o que aponta o novo relatório da Fujitsu Global – The Digital Transformation PACT. Dos mais de 1.600 líderes empresariais entrevistados em 13 países na Europa, Ásia, Oceania e América, 33% afirmaram já ter cancelado um projeto de transformação digital nos últimos dois anos com um custo aproximado de R$ 1,6 milhão, enquanto 28% já tiveram um projeto malsucedido, com valor de aproximadamente R$2,1 milhões. Além disso, o estudo revela: para 84% das empresas, seus clientes esperam que elas sejam mais digitais, enquanto 71% acreditam estar ultrapassadas em relação aos seus concorrentes. Vale ressaltar que 66% dos executivos temem perder seus clientes como consequência da transformação.

Perceber a transformação digital vai muito além da tecnologia. A pesquisa avaliou como as empresas se posicionam em relação aos quatro elementos estratégicos necessários para transformar digitalmente: Pessoas, Ações, Colaboração e Tecnologia (PACT). As organizações reconhecem a importância da transformação digital: 46% já implementaram projetos de transformação e 86% já estão se planejando para o impacto da tecnologia em seus negócios além dos próximos 12 meses. No entanto, as empresas continuam enfrentando desafios nos quatro pilares do PACT.

“A tecnologia pode ser realmente transformadora, mas aproveitar ao máximo o digital requer mais do que as ferramentas mais modernas”, afirma Duncan Tait, CEO, vice-presidente Corporativo Sênior e chefe das Américas e da EMEA na Fujitsu. “Embora as empresas reconheçam atualmente a necessidade de adotar e se adaptar à tecnologia, ainda existem questões importantes que contribuem para taxas relevantes de falha e altos custos. Para perceber sua visão digital, é crucial ter habilidades certas, parcerias de processos e tecnologia implementada. Com a ruptura digital mudando rapidamente o cenário de negócios, as empresas não podem se dar ao luxo de falhar em sua transformação”.

De acordo com Nilton Hayashi da Cruz, diretor de Marketing e de Desenvolvimento de Novos Negócios da Fujitsu no Brasil, a pesquisa é importante para reforçar a importância do equilíbrio entre os quatro pilares do PACT para alcançar sucesso na era da transformação digital. “É comum ouvirmos que as companhias precisam se adaptar e alcançar o sucesso digital, porém não devemos relacionar esse sucesso apenas ao fato de possuir tecnologias de ponta dentro da organização. Isso faz a diferença, mas muito mais que isso, a tecnologia precisa de colaboração. O equilíbrio entre os quatro elementos estratégicos guiará as empresas de TI que buscam inovar e se destacar nesse cenário de transformação constante”, completa.

Pessoas

Com relação à aproximação com pessoas envolvidas na transformação digital, a maioria dos líderes empresariais entrevistados (90%) tomam medidas para aumentar seu contato com a experiência digital. Com 70% admitindo que há uma clara ausência de habilidades digitais dentro da organização, 80% alegam que essa falta de habilidade é o maior obstáculo para abordar a segurança cibernética. Olhando para o futuro, as habilidades continuarão como uma questão comercial chave; 93% dizem que a equipe de funcionários será importante para o sucesso de sua organização nos próximos três anos, enquanto 83% acreditam que a inteligência artificial transformará as habilidades necessárias até 2020.

Ações

Olhando para as ações, ou seja, os processos e comportamentos necessários para que a transformação digital funcione, 90% dos líderes empresariais dizem que sua empresa possui uma estratégia digital claramente definida, enquanto 83% estão confiantes de que o resto dos colaboradores sabe do que se trata essa transformação. No entanto, 74% afirmam que os projetos realizados geralmente não estão ligados à estratégia comercial abrangente. Já 72% dizem que os projetos digitais são a única maneira pela qual as organizações podem completar inovações significativas. Crucialmente, 66% dizem que o preço de falhas os levou à uma transformação digital tardia.

Colaboração

Resultados demonstraram que os líderes empresariais já tomam medidas positivas em relação à colaboração: Com 63% das empresas empreendendo ou planejando empreender projetos de co-criação, com parcerias incluindo especialistas em tecnologia (64%) e clientes existentes (42%). Surpreendentemente, 79% afirmaram estar dispostos a compartilhar informações confidenciais como parte desses projetos de co-criação. No entanto, 73% afirmam que a falta de resultados dentro de um prazo rápido poderia colocar fim às suas parcerias estratégicas.

Tecnologia

Quando se trata de tecnologia, os líderes empresariais planejam implementar uma ampla gama de sistemas. Nos próximos 12 meses, mais da metade tem a intenção de apresentar soluções de segurança cibernética (52%), Internet das Coisas (51%), Computação em Nuvem (47%) e Inteligência Artificial (46%). Os líderes empresariais estão conscientes do impacto disruptivo que as mudanças tecnológicas trarão, já que 86% dizem que a capacidade de mudança será crucial para sobrevivência nos próximos cinco anos. No entanto, 71% estão apreensivos com a capacidade da organização em se adaptar a tecnologias como inteligência artificial.

“A introdução de novas tecnologias em um negócio sempre precisou de equilíbrio. No entanto, à medida que o ritmo das mudanças tecnológicas continua a aumentar, o equilíbrio nunca foi tão importante. Se não houver pessoas talentosas e capazes de usar as melhores aplicações e dispositivos, elas não têm sentido. Você pode ter as pessoas mais brilhantes e progressistas na sua empresa, mas eles vão mergulhar em uma cultura que sufoca a inovação. E nenhum negócio – não importa o quão grande, influente ou poderoso – pode ter sucesso sozinho no mundo do amanhã. Somente trazendo equilíbrio para esses quatro ingredientes vitais – Pessoas, Ações, Colaboração e Tecnologia – as organizações podem prosperar nesta era digital “, completa Tait.

As 10 principais tendências tecnológicas estratégicas para 2018, segundo o Gartner

O Gartner define uma tendência tecnológica estratégica como um potencial disruptivo substancial que está começando a sair de um estado emergente para um amplo impacto e uso, ou tendências que estão crescendo rapidamente com um alto grau de instabilidade, atingindo pontos cruciais nos próximos cinco anos.

“As 10 principais tendências tecnológicas estratégicas do Gartner para 2018 se encaixam na Malha Digital Inteligente. A Malha Digital Inteligente é uma base para futuros negócios digitais e ecossistemas”, afirma David Cearley, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner. “Os líderes de TI devem influenciar essas tendências tecnológicas em suas estratégias de inovação ou arriscar-se a perder terreno para aqueles que fizerem isso”, diz Cearley.

As três primeiras tendências tecnológicas estratégicas exploram como a Inteligência Artificial (IA) e o aprendizado de máquina estão se infiltrando em praticamente tudo e representam um campo de batalha importante para os provedores de tecnologia nos próximos cinco anos. As próximas quatro tendências se concentram em misturar os mundos digital e físico para criar um ambiente imersivo e digitalmente aprimorado. As últimos três referem-se a explorar conexões entre um conjunto de pessoas e empresas em expansão, bem como dispositivos, conteúdo e serviços para fornecer resultados em negócios digitais.

As dez principais tendências tecnológicas estratégicas para 2018 são:

Base em AI

A criação de sistemas que possam aprender, adaptar e potencialmente atuar de forma autônoma será um campo de batalha importante para fornecedores de tecnologia, pelo menos até 2020. A capacidade de usar a IA para aprimorar a tomada de decisões, reinventar modelos de negócios e ecossistemas, e refazer a experiência do cliente gerará a recompensa para as iniciativas digitais até 2025.

“As técnicas de Inteligência Artificial estão evoluindo rapidamente e as organizações precisarão investir significativamente em habilidades, processos e ferramentas para explorar com êxito essas técnicas e criar sistemas aprimorados da tecnologia”, afirma Cearley. “As áreas de investimento podem incluir a preparação de dados, integração, algoritmo e seleção de metodologia de treinamento e criação de modelos. Vários eleitores, incluindo cientistas de dados, desenvolvedores e donos de processos de negócios, precisam trabalhar juntos”, diz.

Aplicativos Inteligentes e Analytics

Ao longo dos próximos anos, praticamente todos os aplicativos e serviços incorporarão algum nível de Inteligência Artificial. Obviamente, alguns desses aplicativos inteligentes não poderiam existir sem IA e aprendizado de máquina. Outros serão usuários discretos da IA que fornecem inteligência nos bastidores. Os aplicativos inteligentes criam uma nova camada intermediária entre pessoas e sistemas e têm o potencial de transformar a natureza do trabalho e a estrutura do local.

“Explore aplicativos inteligentes como forma de aumentar a atividade humana e não simplesmente como uma forma de substituir as pessoas”, afirma Cearley. “Analytics aumentada (augmented analytics) é uma área de crescimento particularmente estratégica que utiliza o aprendizado de máquina para automatizar a preparação de dados, a descoberta de insights e a troca de informações para uma ampla gama de usuários empresariais, trabalhadores operacionais e cientistas de dados”, diz.

A Inteligência Artificial tornou-se o próximo grande campo de batalha em uma ampla gama de mercados de software e serviços, incluindo aspectos do planejamento de software de gestão empresarial (ERP). O software e os provedores de serviços integrados devem delinear como eles usarão a IA para adicionar valor comercial em novas versões sob a forma de analytics avançadas, processos inteligentes e experiências avançadas de usuários.

Coisas Inteligentes

As coisas inteligentes são coisas físicas que vão além da execução de modelos de programação rígidos para explorar a IA como forma de oferecer comportamentos avançados e interagir mais naturalmente com seus arredores e com as pessoas. A inovação está gerando avanços para novas coisas inteligentes como veículos autônomos, robôs e drones, e oferecendo capacidade aprimorada para muitas coisas existentes como a Internet de Coisas (IoT), conectada ao consumidor e a sistemas industriais.

“Atualmente, o uso de veículos autônomos em ambientes controlados, por exemplo, na agricultura e mineração, é uma área de coisas inteligentes que cresce rapidamente. É provável que vejamos exemplos de veículos autônomos em estradas limitadas, bem definidas e controladas até 2022, mas o uso geral de carros autônomos provavelmente exigirá uma pessoa no banco do motorista no caso de a tecnologia falhar inesperadamente”, diz Cearley. “Pelo menos pelos próximos cinco anos, esperamos que os cenários de semiautônomos, que exigem um motorista, dominem. Durante esse período, os fabricantes testarão a tecnologia de forma mais rigorosa e as questões não tecnológicas, tais como regulamentos, questões legais e aceitação cultural serão abordadas”, diz.

Gêmeos Digitais

Gêmeos Digitais (Digital Twins) referem-se à representação digital de uma entidade ou sistema do mundo real. Essa tecnologia no contexto de projetos de IoT é particularmente promissora nos próximos três a cinco anos e está liderando o interesse atualmente. Gêmeos Digitais bem projetados de ativos têm o potencial de melhorar significativamente a tomada de decisões empresariais. A inovação está ligada a suas contrapartes do mundo real e é usada para entender o estado do produto ou sistema, responder a mudanças, melhorar as operações e agregar valor. As organizações implementarão a tecnologia de maneira simplificada no início, depois as desenvolverão ao longo do tempo, melhorando sua capacidade de coletar e visualizar os dados certos, aplicar analytics e regras corretas e responder efetivamente aos objetivos comerciais.

“Com o passar do tempo, as representações digitais de praticamente todos os aspectos do nosso mundo estarão conectadas dinamicamente com sua contraparte do mundo real, entre si e carregadas de recursos baseados em IA para permitir simulação, operação e análise avançada”, aponta Cearley. “Os planejadores da cidade, os comerciantes digitais, os profissionais da saúde e os planejadores industriais se beneficiarão com essa mudança de longo prazo para o mundo dos gêmeos digitais integrados”, diz.

Na ponta da Nuvem

A Edge Computing descreve um tipo de computação em que o processamento de informações e a coleta e entrega de conteúdo são colocados mais perto das fontes dessa informação. Os desafios de conectividade e atraso, restrições de largura de banda – bandwidth – e maior funcionalidade embutida favorecem modelos distribuídos. As empresas devem começar a usar padrões de design Edge em suas arquiteturas de infraestrutura, particularmente para aqueles com elementos significativos de IoT.

Embora muitos vejam Nuvem e Edge como abordagens concorrentes, a Nuvem é um estilo de computação no qual as capacidades de tecnologia escaláveis são entregues como um serviço e, inerentemente, impõe um modelo centralizado.

“Quando usado como conceitos complementares, a Nuvem pode ser o estilo de computação usado para criar um modelo orientado a serviços e uma estrutura centralizada de controle e coordenação, com a Edge sendo utilizada como um estilo de entrega, permitindo a execução de processos desconectados ou distribuídos do serviço na Nuvem”, afirma Cearley.

Plataformas Conversacionais

As plataformas conversacionais impulsionarão a próxima grande mudança de paradigma na forma como os seres humanos interagem com o mundo digital. O dever de traduzir a intenção muda do usuário para o computador. A plataforma pega uma pergunta ou comando do usuário e depois responde executando algumas funções, apresentando alguns conteúdos ou solicitando uma entrada adicional. Nos próximos anos, as interfaces conversacionais se tornarão um objetivo principal de design para a interação do usuário e serão entregues em hardware dedicado, recursos de sistema operacional, plataformas e aplicativos.

“As plataformas conversacionais atingiram um ponto de inflexão em termos de compreensão da linguagem e da intenção básica dos usuários, mas eles ainda são baixos”, afirma Cearley. “O desafio que as plataformas conversacionais enfrentam é que os usuários devem se comunicar de forma muito estruturada, e esta é muitas vezes uma experiência frustrante. Um diferencial importante entre as plataformas conversacionais será a potência de seus modelos conversacionais e a interface de programação de aplicativos (API), com modelos de eventos usados para acessar, invocar e orquestrar serviços de terceiros para oferecer resultados complexos”, explica.

Experiência Imersiva

Enquanto as interfaces conversacionais estão mudando a forma como as pessoas controlam o mundo digital, as realidades virtuais, aumentadas e mistas estão mudando a maneira como as pessoas percebem e interagem com o mundo digital. O mercado da realidade virtual (VR) e da realidade aumentada (AR) é atualmente jovem e fragmentado. O interesse é alto, resultando em muitas aplicações de novidades em VR que oferecem pouco valor comercial real fora do entretenimento avançado, como videogames e vídeos de 360 graus.

Para gerar benefícios empresariais reais e tangíveis, as empresas devem examinar cenários específicos da vida real nos quais VR e AR possam ser aplicados para tornar os funcionários mais produtivos e aprimorar os processos de design, treinamento e visualização.

A realidade mista, um tipo de imersão que combina e estende a funcionalidade técnica tanto de AR como de VR, está emergindo como escolha de experiência imersiva, proporcionando uma tecnologia atraente que otimiza sua interface para combinar melhor a maneira como as pessoas visualizam e interagem com o mundo. A realidade mista existe ao longo de um espectro e inclui displays head-mounted (HMDs) para realidade aumentada ou virtual, bem como AR com smartphone e tablets e uso de sensores ambientais. A realidade mista representa o alcance de como as pessoas percebem e interagem com o mundo di???? ???gital.

Blockchain

O blockchain está evoluindo de uma infraestrutura de moeda digital para uma plataforma de transformação digital. As tecnologias de Blockchain oferecem uma saída radical dos atuais mecanismos centralizados de transação e manutenção de registros e podem servir como base de negócios digitais disruptivos tanto para empresas estabelecidas quanto para startups. Embora as propagandas exageradas sobre blockchain tenham originado no setor de serviços financeiros, o blockchain têm vários potenciais de aplicações, incluindo governo, saúde, fabricação, distribuição de mídia, verificação de identidade, registro de títulos e cadeia de suprimentos. Embora seja uma promessa de longo prazo e que, sem dúvida, criará uma disrupção, a inovação está mais à frente do que a realidade atual de blockchain e muitas das tecnologias associadas estarão ainda imaturas nos próximos dois ou três anos.

Event Driven

O negócio central para o digital é a ideia de que o negócio está sempre monitorado e pronto para explorar novos momentos comerciais digitais. Os eventos de negócios podem ser qualquer coisa que seja percebida digitalmente, refletindo a descoberta de condições importantes ou mudanças de condições, por exemplo, a conclusão de uma ordem de compra ou desembarque de uma aeronave. Com o uso de agentes de eventos, IoT (Internet das Coisas), Cloud Computing (computação na Nuvem), blockchain, gerenciamento de dados na memória e IA (Inteligência Artificial), eventos comerciais podem ser detectados mais rapidamente e analisados com maiores detalhes.

Mas a tecnologia sem mudanças culturais e da liderança não fornece o valor total do modelo conduzido por evento. O negócio digital impulsiona a necessidade de líderes de TI, planejadores e arquitetos de abraçarem o pensamento por evento.

Risco Adaptativo Contínuo e de Confiança

Para ativar de forma segura as iniciativas de negócios digitais em um mundo de avançados e focados ataques, líderes de segurança e gerenciamento de riscos devem adotar uma abordagem de avaliação contínua de risco adaptativo e de confiança (CARTA – Continuous Adaptive Risk and Trust Assesment) para permitir a tomada de decisões em tempo real, com base no risco e na confiança e com o uso de respostas adaptativas. A infraestrutura de segurança deve ser adaptável em todos os lugares, para abraçar as oportunidades e gerenciar os riscos que se movem à velocidade do negócio digital.

As organizações devem superar as barreiras entre as equipes de segurança e as equipes de aplicativos, assim como as ferramentas e processos de DevOps superam a divisão entre desenvolvimento e operações. Os arquitetos de segurança da informação devem integrar o teste de segurança em múltiplos pontos nos fluxos de trabalho de DevOps de forma colaborativa, que é amplamente transparente para os desenvolvedores e preserva o trabalho em equipe, a agilidade e a velocidade de DevOps e os ambientes de desenvolvimento ágil, entregando DevSecOps. Avanços em tecnologias como virtualização e redes definidas por software tornaram mais fáceis a implantação, gerenciamento e monitoramento de “honeypots adaptativos” – o componente básico da fraude baseada em rede.

Algar Telecom lança nova oferta de pós-pago com ligações ilimitadas

A Algar Telecom anuncia novas ofertas de celular pós-pago para clientes B2B e B2C. Os usuários da operadora têm ligações ilimitadas para qualquer operadora do Brasil e até 50 Gb de dados para navegar dentro e fora da área de cobertura da Algar.

A companhia ainda oferece serviços agregados para leitura de livros, jornais e revistas, conteúdo de vídeo dos canais Cartoon Network e Esporte Interativo, e plataformas de aprendizado voltadas para negócios.

iPhone 8 chega ao Brasil custando a partir de R$ 4.000

Os novos smartphones da Apple, os iPhone 8 e 8 Plus, já tem preço definido no Brasil: nesta sexta-feira, 27, diversas lojas online divulgaram os preços dos aparelhos no país. O iPhone 8, que tem tela de 4,7 polegadas, é anunciado por preços entre R$ 4 mil e R$ 4,8 mil, para as versões de 64 GB e 256 GB de armazenamento, respectivamente.

Já o iPhone 8 Plus, com tela de 5,5 polegadas e câmera dupla traseira, pode ser comprado por preços entre R$ 4,6 mil e R$ 5,4 mil. Os dois smartphones já podem ser reservados em esquema de pré-venda, e devem chegar às casas dos consumidores na próxima sexta-feira, 3.

Ficou mais caro comprar a versão mais básica do iPhone: no ano passado, o modelo mais simples do iPhone 7, com 32 GB de armazenamento, chegou ao mercado brasileiro por R$ 3,5 mil. Nos Estados Unidos, o iPhone 8 é vendido a US$ 679. Por enquanto, os dois modelos ainda não caíram nas graças do consumidor – de acordo com as consultorias de mercado, os aparelhos têm vendido menos que o iPhone 7, lançado em 2016. A razão são as poucas melhorias entre as duas versões.

Xirrus ganha capacidade para crescer no mercado corporativo

Em abril deste ano, a Riverbed Technology completou a aquisição da Xirrus, fornecedora de soluções de rede sem fio de alto desempenho. Sem revelar valores, Rosano Moraes, vice-presidente de Vendas e diretor geral da Riverbed para a América Latina, diz a aquisição da empresa foi influenciada pela convergência entre as tecnologias de gestão de rede.

Enquanto a primeira é especializada em rede WAN, os hardwares da Xirrus permitem a gerência da LAN. “A Riverbed viu que a Xirrus contava com um conjunto de inovação atraente e houve o interesse de adquirí-la para trabalhar junto com nossa solução SteelConnect”, explica o executivo.

A aquisição também trouxe capacidade para a Xirrus atacar o mercado corporativo, que não é tão forte quanto no de alta capacidade, onde atende eventos como o rodeio de Barretos (SP) e o metrô de São Paulo. Segundo Moraes, a fabricante ganhou capilaridade em parceiros e também capital para investir na expansão de suas linhas de produtos.

Reserve turbina sistema de gestão de despesas e viagens

Rio de Janeiro – O sistema Reserve acaba de lançar uma nova plataforma do sistema Reserve Expense & Travel, reformulando a atual versão lançada no início de 2015 e utilizada por 20 grandes clientes corporativos, como a CNI, Suzano, Globo.com, Benteler, Senac, Farmoquímica e DPaschoal, entre outros.

“As inovações frequentes da indústria exigem atualizações dos sistemas com frequência cada vez maior”, explica Sidney Filho, diretor de operações do Reserve.

Segundo a empresa de tecnologia, a nova plataforma é mais rápida e intuitiva, inspirada no conceito card-based design, visando otimizar a interatividade, aumentar o engajamento e potencializar a experiência do usuário.

A nova home do Reserve Expense & Travel foi desenvolvida no conceito mobile first, é totalmente responsiva, com operacionalidade completa em smartphones (do Iphone X até as versões turbinadas do Galaxy e outros dispositivos Android), tablets de todas as marcas, além de desktops e laptops incluindo os McBooks com o mais recente sistema operacional MacOSX da Apple.

“O novo sistema será disponibilizado para todos os licenciados do sistema RET, que terão suas versões atualizadas ao longo do mês de novembro”, esclarece Luís Vabo, presidente do Reserve. “Nossos clientes poderão degustar um Tour Virtual através de um tutorial acessável no próprio sistema”, complementa Vabo.