Estudo aponta os 10 destinos mais procurados para viajar no Réveillon

Passar o período de Ano Novo pertinho da praia tem se mostrado um desejo muito comum entre os brasileiros e faltando poucos dias para o Réveillon, a maioria dos viajantes já tem os seus planos fechados para celebrar a chegada de 2017. De acordo com um levantamento realizado pelo Hotel Urbano (www.hu.com.br), agência online de viagens líder nacional, a cidade do Rio de Janeiro-RJ se destaca mais uma vez como o destino mais procurado por aqueles que planejam viajar na data. Outros tradicionais destinos do litoral brasileiro completam o pódio. A medalha de prata ficou com a badalada Florianópolis-SC e terceiro lugar com a paradisíaca Porto Seguro-BA.

Completando a lista dos destinos que lideraram as buscas por pacotes de viagem e hospedagens relacionadas ao período de Ano Novo realizadas na plataforma Hotel Urbano, que conta com uma base de mais de 18 milhões de viajantes cadastrados, estão o Litoral Sul de SP (Guarujá, Santos e São Vicente), a Região dos Lagos no RJ (Cabo Frio, Búzios e Arraial do Cabo), Caldas Novas em GO (único destino que não é de praia entre os dez ), o Litoral Norte de SP (Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba), Aracaju em SE, a Costa Verde no RJ (Paraty, Angra dos Reis e Mangaratiba) e Fortaleza no CE.

“Diferentemente do que acontece na maioria das vezes, o Réveillon deste ano cai em um final de semana, o que acabou prejudicando muitos viajantes que não conseguiram um folga no trabalho e portanto estão impedidos de fazer algum tipo de emenda para aproveitar a Ano Novo longe de casa”, afirma Antônio Gomes, fundador e diretor comercial do Hotel Urbano. “Percebemos, no entanto, que o brasileiro não quer deixar de viajar no ano novo, mas está mais seletivo, buscando oportunidades de viagem que cabem no seu bolso e com possibilidade de parcelamento. Os destinos nacionais são a bola da vez para o Réveillon e também para 2017”.

Volume de ações locatícias mantém estabilidade na cidade de São Paulo

Levantamento realizado pelo departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo apurou que, em novembro, foram protocoladas 1.619 ações locatícias, 0,2% a menos que as 1.623 ações de outubro.

Por outro lado, comparado ao mesmo mês do ano anterior, quando foram registradas 886 ações, houve aumento de 82,7%. “Estamos distantes de qualquer pico de ajuizamento, e o movimento deve ser visto diante da perspectiva de encerramento do período forense, em meados de dezembro. Aos poucos, o mercado tem apresentado uma certa estabilidade, graças à serenidade trazida pela lei das locações, que proporcionou segurança jurídica a locador e locatário”, afirma Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP.

As ações por falta de pagamento de aluguel lideraram os registros, com 85,5% dos casos, o que corresponde a 1.385 protocolos. As ordinárias/despejo ocuparam a segunda posição, com 119 ações e participação de 7,4%. As ações renovatórias e as consignatórias participaram, respectivamente, com 106 (6,5%) e 9 (0,6%) processos.

As ações acumuladas no período de dezembro de 2015 a novembro de 2016 totalizaram 17.249 casos, uma redução de 2,4% diante do acumulado de dezembro de 2014 a novembro de 2015 (17.674 ações).

Entenda o significado de cada ação:

Consignatória – movida quando há discordância de valores de aluguéis ou encargos, com opção do inquilino pelo depósito em juízo.
Falta de pagamento: motivada por inadimplência do inquilino.
Ordinária (Despejo): relativa à retomada de imóvel para uso próprio, de seu ascendente ou descendente, reforma ou denúncia vazia.
Renovatória: para renovação compulsória de contratos comerciais com prazo de cinco anos.

Brasileiro presenteará no máximo três pessoas neste Natal

Pesquisa Mercado Livre e Netquest, realizada com 643 pessoas, mostra que o brasileiro está mais contido nas compras para o Natal neste ano comparando com o ano passado. A maioria dos respondentes (66%) pretende presentear, neste ano, até 3 pessoas. No ano passado, este percentual era de 45% – ou seja, em 2015, mais brasileiros estavam dispostos a presentear mais de 4 pessoas (55%). Neste ano, apenas 34% dos brasileiros vão presentear mais de 4 pessoas.

Ao mesmo tempo, a parcela de brasileiros que gastarão até R$ 100 em cada presente é menor do que no ano passado, (37% versus 55%), pois aumentou a parcela de pessoas que gastarão até R$ 500 em cada presente (13% em 2016 versus 9% no ano passado).

A maioria dos consumidores prefere pagar de forma parcelada no cartão de crédito (52%), opção seguida por boletos, com 35%. Itens de Moda (como roupas, sapatos e acessórios) são os mais citados pelos consumidores como presentes que darão neste Natal, com 23%. Em seguida os mais citados foram smartphones (16%) e brinquedos (10%).

A pesquisa trouxe um resultado surpreendente quanto aos dispositivos mais utilizados pelos consumidores para comprar online. Com 75% das respostas, o celular desbancou os desktops e notebooks – sempre mais citados em levantamentos anteriores – mas que neste ano obtiveram 56% das menções. Os números do ano passado dão uma ideia deste avanço – desktops e notebooks eram mencionados por 93% dos entrevistados, enquanto os celulares figuravam com 47%. Em ambos estudos, era possível escolher mais de uma opção.

“O consumidor quer cada vez mais praticidade e, por isso, tem optado pelos smartphones na hora de fazer suas compras. Além de eficiente e seguro, estes dispositivos permitem comparar preços inclusive quando o cliente está na loja física”, afirma Leandro Soares, diretor de marketplace do Mercado Livre Brasil.

Base da pesquisa

Entre os 643 participantes da pesquisa, 49% são homens e 51,% mulheres. Aplicada nacionalmente, a pesquisa ficou mais concentrada na região sudeste com 59% dos respondentes; seguido por 16,% Sul; 14% Nordeste; 7% Centro-Oeste; e 3% Norte.

Setor agropecuário é o único a apresentar crescimento no número de empregos

O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou, em setembro de 2016, o total de vínculos com carteira assinada em todos os setores econômicos e unidades da Federação relativo ao exercício anterior, 2015. Dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) dão conta que, em 2015, o emprego formal brasileiro totalizou 48,1 milhões de postos de trabalho. Após anos de sucessivos aumentos no número de carteiras assinadas, o quadro se inverteu com retração de 3% em relação ao anterior – reflexo da crise econômica/política do Brasil, informa a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA).

No Brasil, houve queda no número de empregos formais em quase todos os setores econômicos, exceto o setor agropecuário, que exibiu crescimento de 0,9% em novos postos de trabalho. O Estado de São Paulo, responsável por 13,7 milhões de empregos formais (28,5% do total nacional), exibiu comportamento semelhante com queda geral de 2,9%, excluindo também o setor agropecuário que apresentou crescimento de 2,5%, afirmam Carlos Eduardo Fredo, Rosana Pithan e Celso Vegro, pesquisadores da Secretaria que atuam no IEA.

O setor agropecuário, devido à informalidade no trabalho assalariado rural e alta ocupação de mão de obra familiar, perde importância em participação do total de empregos com carteira assinada, explicam os pesquisadores. No Brasil, este setor representa apenas 3,1% dos empregos formais com 1,5 milhão de postos de trabalho.

Com relação ao Estado de São Paulo, com 329 mil empregos agropecuários, esta participação é de 2,4%, mas responde por 21,8% do total de empregos agropecuários do País. Ao se considerar outros agentes econômicos das cadeias produtivas que envolvem usinas/destilarias, fabricação de sucos e produtos alimentícios, esse número chega a ser três vezes maior no Estado de São Paulo.

As principais atividades econômicas do setor agropecuário paulista são cultivo de cana-de-açúcar (21,3%), cultivo de laranja (14,3%), criação de bovinos (13,8%), atividades de apoio à agricultura (10,4%), criação de aves (7,2%) e cultivo de café (4,2%), que juntas totalizam 71% dos empregos formais no setor.

A agropecuária é disseminada em todo o Estado com significativa importância para a ocupação de mão de obra em todas as Regiões Administrativas. Em 2015, as principais regiões em número de empregos com carteira assinada foram Sorocaba (18,9%), Campinas (18,3%) e São José do Rio Preto (9,2%).

De janeiro até outubro de 2016, o Estado de São Paulo apresentou crescimento no número de empregos com carteira assinada. Até o momento, o balanço entre admitidos e desligados apresenta aumento de 11.746 vagas. A sazonalidade do emprego intrínseca ao setor agropecuário, cuja concentração de oferta de empregos ocorre entre os meses de abril e junho, demandou trabalhadores principalmente para o setor nas atividades de cana e laranja.

A partir de julho, quando diminuem as contratações e se intensificam as demissões, o estoque diminui, mas dificilmente, até o último Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de dezembro, chegue a zerar ou negativar esse número, refletindo assim, apesar da crise, o bom desempenho e importância deste setor econômico para a geração de empregos paulistas.

Apesar destas bases de informações do Ministério do Trabalho e Emprego apenas contabilizarem o total de empregos formais e a movimentação entre admissões e desligamentos, pois estas são suas finalidades, elas orientam e sinalizam a tendência da ocupação de mão de obra no setor rural. Setor este com importância significativa para o desenvolvimento econômico e produtivo.

O agronegócio liderou as vendas externas do País com exportações crescentes de janeiro a outubro deste ano, o mesmo ocorrendo no Estado de São Paulo (+13,4%). Isso favoreceu o equilíbrio da balança comercial paulista (leia mais aqui). Apesar de nos três primeiros trimestres de 2016 o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio ter tido queda em relação ao ano anterior, o setor ainda responde pelo maior PIB do País.

Ainda que preliminares, esses dados são indicativos do bom resultado na geração de empregos formais para esse setor, tanto em nível nacional quanto para o Estado de São Paulo no ano de 2015, afirma o secretário Arnaldo Jardim.

73% dos trabalhadores gostariam de pagar transporte por meio de aplicativo

Dados da Pesquisa Mobilidade Alelo, realizada pela Alelo, empresa do setor de benefícios e despesas corporativas, em parceria com o Ibope Conecta, mostram que 73% dos trabalhadores gostariam de pagar as despesas com transporte por meio de aplicativo no celular. Os estados de Curitiba (78%), Recife (76%) e São Paulo (75%) são os que têm o maior número de trabalhadores interessados nesse modelo de pagamento.

Segundo o estudo, a preferência por essa forma de pagamento é predominante nas classes A e B com 79% e 77% respectivamente, seguido pela classe C com 70% dos trabalhadores. Os homens também estão mais dispostos a usar a tecnologia para pagar as despesas com transporte, sendo a preferência de 76% dos entrevistados. Com relação à idade, usuários de 18 a 34 anos são os que mais têm interesse.

Na pesquisa também foi possível constatar que a tecnologia está muito presente e o smartphone está ligado às principais atividades realizadas durante o percurso casa/trabalho. Em números, 55% dizem que escutam música durante o trajeto, 25% navegam nas redes sociais, 24% conversam com amigos (whatsapp, sms, ligação), 22% acompanham notícias, 21% leem livros, revista, jornal, 18% jogam no celular, 15% dormem, 11% estudam e 9% respondem e mails.

Os aplicativos também são muito utilizados pelos usuários de transporte público para saber o tempo que vão esperar pelo ônibus, por exemplo, ou para encontrar rotas alternativas e para ficar menos tempo no ponto aguardando. Já os usuários de transporte privado utilizam os aplicativos para fugir do trânsito, encontrar rotas alternativas, chegar mais rápido ao destino e se localizar. O app mais utilizado tanto por trabalhadores que usam o transporte público, quanto o transporte privado é o Google Maps.

“O brasileiro está muito conectado e isso precisa estar na pauta das empresas tanto nos serviços oferecidos como na forma de se comunicar com os usuários”, destaca André Turquetto, diretor de Marketing e Produtos da Alelo.

O objetivo do estudo é entender os hábitos de utilização de transporte dos trabalhadores brasileiros para ir e voltar do trabalho, entender o comportamento e perfil dos usuários de transporte público e privado, quanto gastam e o que fazem nesse trajeto.

Essa é a primeira edição da Pesquisa Mobilidade Alelo. Nos últimos anos, a empresa tem investido em estudos para compreender ainda mais o dia a dia do trabalhador brasileiro como as duas edições da Pesquisa Hábitos Alimentares do Trabalhador Brasileiro e a Pesquisa para saber sobre as preferências para o Natal.

Celular se consolida como o principal meio de acesso à internet no Brasil

O uso do telefone celular se consolida como o principal meio para acessar a internet no Brasil. É o que mostra o Suplemento de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2015, divulgado hoje (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano passado, 92,1% dos domicílios brasileiros acessaram a internet por meio do telefone celular, enquanto 70,1% dos domicílios o fizeram por meio do microcomputador. Em 2014, o acesso à internet (80,4% dos domicílios) por meio do celular também foi predominante em relação ao uso do computador (76,6% dos domicílios).

“É interessante observar que o computador tem perdido espaço nessa utilização da internet enquanto outros equipamentos têm ganhado relevância. O acesso pelo telefone celular vem ganhando mais importância frente ao meio mais tradicional, que era o microcomputador”, comentou a pesquisadora do IBGE Helena Oliveira Monteiro. “Em 2015, verificamos pela primeira vez uma redução em termos absolutos no número de domicílios que acessaram a internet por meio de microcomputador, passando de 28,2 milhões de domicílios, em 2014, para 27,5 milhões, em 2015.”

Em 2015, todas as regiões passaram a navegar na rede mais pelo celular. A Região Norte apresenta o maior percentual de domicílios que usam o telefone celular para acesso à internet (96,7%), seguida do Centro-Oeste (95,6%), do Nordeste (93,9%), do Sudeste (91,5%) e do Sul (88,2%).

No Pará, 66,1% dos domicílios usaram somente o telefone celular ou tablet para acessar a internet. É o maior percentual entre as unidades da Federação.

A pesquisadora do IBGE diz que o fato de o acesso à internet móvel ser mais barato do que a internet fixa é uma das razões de o celular predominar no Norte do país. Outro motivo é a infraestrutura. “A Região Norte tem uma dificuldade maior em passar cabo, o que poderia aumentar essa proporção de acesso à banda larga fixa”, destaca Helena.

Uso da internet

No ano passado, o percentual de pessoas que acessaram a internet alcançou 57,5% da população de 10 anos ou mais de idade, o que corresponde a 102,1 milhões de pessoas. O contingente formado pelos jovens de 18 ou 19 anos teve a maior proporção (82,9%). Em todos os grupos compreendidos na faixa de 10 a 49 anos de idade, o uso da internet ultrapassou 50%, mostra a pesquisa.

A utilização da internet mostrou relação direta com os anos de estudo, indicando proporções crescentes entre os mais escolarizados. O maior percentual de acesso à internet foi observado na população com 15 anos ou mais de estudo (92,3%).

Em 2015, a internet foi usada por 79,8% dos estudantes e 51,7% dos que não estudam. Alunos da rede privada (97,3%) acessaram mais internet do que os da rede pública (73,7%).

Pessoas que trabalham em educação, saúde e serviços sociais foram as que mais usaram internet: 87,1% contra quem trabalha no serviço agrícola, com 16,8%.

Quanto maior o rendimento, maior a utilização da internet: 92,1% das pessoas que ganham mais de 10 salários mínimos acessaram a internet contra 32,7% das pessoas sem rendimento ou que ganham até um quarto do salário mínimo. (Agência Brasil)

Treze milhões de domicílios no Brasil só têm TV analógica aberta, diz IBGE

Treze milhões de domicílios brasileiros, o equivalente a 19,7% do total de domicílios com aparelhos de televisão, só têm acesso ao sinal analógico aberto e correm o risco de ficar sem a programação televisiva já que está em curso no país a migração do sistema analógico para o digital.

As informações estão no Suplemento de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2015, divulgado nesta quinta-feira (22) pelo IBGE.

O total de domicílios com aparelho de televisão que não tinham antena parabólica, nem TV por assinatura, nem digital aberta passou de 28,5%, em 2013, para 23,1%, em 2014, e chegou a 19,7%, em 2015.

“Apesar de ser um número alto, tem mostrado redução ano a ano. Há ainda esses 13 milhões de domicílios que, se hoje fosse desligado o sinal analógico, ficariam sem o acesso à programação de TV. É um número alto ainda, representa quase um quinto dos domicílios que têm televisão”, disse a analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Araújo Beringuy.

A Região Norte continuou apresentando o maior percentual de domicílios sem nenhuma das três modalidades de acesso à programação televisiva (25,4%), seguida do Nordeste (22%). A Região Sudeste, com 17,8¨%, é a que tem o menor percentual de domicílios que ficariam descobertos com o desligamento do sinal analógico.

De acordo com o governo federal, o desligamento do sinal analógico no território brasileiro está previsto para ocorrer até o fim de 2018.

TV DE TELA FINA

A pesquisa do IBGE também mostrou que, pela primeira vez, o número de televisões de tela fina superou o número de televisões de tubo. Foram estimados 46,5 milhões aparelhos de televisão de tubo (44,5%) e 58,1 milhões de tela fina (55,5%) em 2015. O número de televisões de tela fina aumentou 7,6% em relação a 2014.

A área rural ainda apresenta a maior proporção de televisões de tubo (68%) enquanto a área urbana tem o maior percentual de aparelhos de tela fina (58,3%).

Para a pesquisadora do IBGE, Helena Oliveira Monteiro, o aumento do número de televisões de tela fina nas residências ocorre por uma substituição tecnológica por aparelhos mais modernos. “Também o desligamento do sinal de TV analógica vai acelerar essa substituição”, disse.

TV DIGITAL

A televisão estava presente em 97,1% dos 68 milhões de domicílios brasileiros em 2015, mantendo a mesma proporção observada em 2014. O levantamento mostrou que 45,1% dos domicílios tinham televisão digital aberta. Em 2014, 39,8% dos domicílios tinham acesso à TV digital e, em 2013, o índice era 31,2%.

A televisão digital aberta se expandiu tanto na área rural quanto na urbana, mas, em termos percentuais, a diferença persiste: a modalidade está presente em 17,6% dos domicílios da área rural e 49,4% da área urbana.

Houve aumento em todas as regiões, com destaque para o Sudeste que, pela primeira vez, foi a única que alcançou mais da metade (53,1%) dos seus domicílios com acesso à TV digital aberta. Em 2014, apenas o Distrito Federal tinha mais da metade dos seus domicílios com TV digital aberta. Este ano, o DF aumentou para 61,4%, mas São Paulo (59,4%), o Espírito Santo (51,4%) e Paraná (50,5%) ultrapassaram pela primeira vez o patamar de 50%.

TV POR ASSINATURA

No país, a proporção de domicílios com TV por assinatura manteve-se estável em relação a 2014 (32,1%). Segundo Helena Oliveira Monteiro, não é possível afirmar que essa estabilidade seja reflexo direto da crise econômica.

“Não é possível afirmar que essa estabilidade [entre 2014 e 2015] passa só pela questão do rendimento, mas, hoje em dia, passa pela escolha do consumidor que está migrando para outros tipos de programação televisiva que não apenas a TV por assinatura, como o Netflix”, comentou.