56% das empresas no mundo se arrependem de compras feitas para digitalizar negócios

São Paulo (SP) – A aquisição de tecnologia é uma das necessidades da transformação digital e à medida que a demanda por soluções cresce, aumentam também os casos de arrependimento das compras. Segundo uma pesquisa do Gartner, mais da metade das empresas (56%) se arrependem de compras feitas para digitalizar os negócios. A pesquisa foi realizada com 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia.

No Brasil, a situação não é muito diferente. Pesquisa da Run2biz, desenvolvedora de software, aponta que o principal motivo para a frustração com a transformação digital está relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI.

A decepção é de que a liderança das empresas brasileiras não consegue entender como a tecnologia para auxiliar o crescimento da empresa, aproveitando o time que já possui e direcionando o trabalho para garantir melhores resultados.

A principal causa desse problema é a falta de profissionais qualificados em tecnologia, déficit que pode chegar a 260 mil no Brasil até 2024, segundo a Brasscom. Além disso, há a falsa impressão de que a tecnologia resolveria todos os problemas. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la.
Como fazer a transformação digital

Diante dessas dores, a Run2biz alerta que, antes de começar o processo para digitalizar os negócios da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.

Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.

Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

Total de vagas geradas pela Construção até agosto é o maior desde 2012

São Paulo (SP) – A construção civil gerou 35.156 novos postos de trabalho com carteira assinada no Brasil em agosto de 2022, diferença entre 211.068 admissões e 175.912 demissões. No mês de referência, o setor respondeu por 6,02% (2,559 milhões) do total de trabalhadores formais (42,532 milhões) no País.

Os destaques continuam sendo observados nos segmentos de Construção de Edifícios, que no oitavo mês do ano foi responsável por 35,62% das novas vagas criadas pelo setor (12.524) e Serviços Especializados para a Construção, que respondeu por 37,89% das novas ocupações na Construção (13.320). Obras de infraestrutura também registrou saldo positivo (9.312 novas vagas).

De janeiro a agosto deste ano, a Construção Civil contabiliza a criação de 251.445 novas vagas com carteira assinada. Considerando as séries do Caged e do Novo Caged, esse número é o maior para o período desde 2012 (256.343).

Além disso, o setor foi responsável por 13,57% (251 mil) das novas vagas criadas nos primeiros oito meses do ano. Considerando os grandes setores de atividades, o número de trabalhadores na Construção foi o que mais cresceu em 2022: 10,89%. Na Agropecuária a alta foi de 6,57%, no Comércio 1,51%, na Indústria 4,03% e nos Serviços 5,36%. “Enquanto em dezembro de 2021 o setor possuía 2,308 milhões de trabalhadores com carteira assinada, em agosto de 2022 passou a ter 2,559 milhões, o maior patamar desde outubro de 2015, quando foi 2,591 milhões”, menciona a economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos.

Segundo Vasconcelos, os bons resultados no mercado de trabalho na construção em agosto de 2022 já eram aguardados. A Sondagem da Indústria da Construção, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o apoio da CBIC revelaram que a Construção vem registrando resultados positivos consecutivos. O nível de atividade registrou expansão em junho, em julho e em agosto, o que têm refletido, inclusive, no indicador de confiança do segmento, que está em alta há seis meses consecutivos. A Utilização da Capacidade Operacional da Construção, em agosto, alcançou 68%, o que é o nível mais elevado para o mês desde 2013. Os bons resultados do setor ainda fazem parte do ciclo positivo de negócios em andamento e que foi iniciado no 3º trimestre de 2020, com destaque para as atividades do mercado imobiliário.

“Os bons números apresentados até aqui pela Construção vão provocar uma nova revisão na estimativa do seu crescimento em 2022. Em outubro, a CBIC deverá revisar a sua projeção de alta para o PIB do setor, que deverá continuar crescer bem mais do que a economia nacional pelo segundo ano consecutivo”, salienta.

Estudo aponta principais desafios na busca por novos CFOs

São Paulo (SP) – A escassez de talentos no setor financeiro é uma realidade global e planos de sucessão são a resposta a esse desafio, de acordo com análise da Russell Reynolds Associates, líder global em busca de altos executivos e consultoria em avaliação e desenvolvimento de lideranças. Estudo mostra que mudanças internas mesmo que não vinculadas a promoções estão mais atrativas para profissionais mais qualificados, que têm se mostrado mais resistentes a assumirem novos desafios no setor, apontando tendência inclusive a migrarem para áreas diferentes de Finanças. As empresas em busca de novos talentos precisam lidar com a resistência a mudanças e também como novos formatos de trabalho que acirram a concorrência pelos executivos disponíveis.

“O cenário é desafiador para atração de talentos, mas mostra-se ao mesmo tempo uma oportunidade de investir no time que já está em casa, desenvolvendo líderes transformacionais que possam enfrentar os desafios de hoje e antecipar as tendências”, destaca Fernando Machado, consultor da Russell Reynolds Associates.

A análise das movimentações do índice Standard & Poor 500 mostra que cerca de 10% apenas das empresas listadas nomearam novos chefes de Finanças no último semestre, enquanto 61% dos CFOs recém-nomeados foram promovidos internamente, 58% das vagas de CFO disponíveis foram criadas a partir da aposentadoria das lideranças que ocupavam a cadeira anteriormente e outros 42% deixaram os cargos para assumir a cadeira de CEO ou outro cargo C-level em suas próprias organizações ou em outras, inclusive mudando de setor de atuação. Os dados refletem a realidade brasileira também, que já registra dificuldade de contratação de profissionais C-Level e até mesmo gerenciais.

Diante de um cenário de crise global, muitos executivos no Brasil também preferem não assumir oportunidades melhores de trabalho para garantir os empregos atuais em uma sinalização de busca de segurança em um momento de incertezas, enquanto o número crescente de fintechs e fortalecimento do home office no país têm aumentado a concorrência pelos profissionais mais qualificados que se dispõem a mudar de emprego. A carreira como assessor de investimentos independente também se destaca no Brasil, onde vem ganhando cada vez mais interessados. O país triplicou o número de agentes autônomos credenciados pela Ancord operando no mercado em abril deste ano em relação a 2019.

“A realidade do mercado mostra que os planos de sucessão são a resposta mais eficaz ao permitirem que empresas e profissionais construam juntos uma trajetória de sucesso coesa e sustentável para ambos os lados”, reitera Machado, destacando que um bom plano de sucessão engloba medidas desde práticas para retenção de talentos, como capacitações e bônus, promoção do engajamento das equipes até possibilidades de desenvolvimento profissional e crescimento dentro da empresa. Para as empresas que não têm alternativa senão atrair novos talentos, Machado reforça que é preciso estar atento à inovação na cultura organizacional e à capacidade de adaptação a novos cenários.

41% das empresas no Brasil já utilizam inteligência artificial

São Paulo (SP) – Nova pesquisa de mercado encomendada pela IBM revelou que a adoção global de Inteligência Artificial (IA) cresceu de forma constante em todo o mundo, com 41% das empresas no Brasil indicando que implementaram ativamente a tecnologia. Isso ressalta ainda mais que o crescimento da IA está prestes a acelerar à medida que continua a amadurecer, tornando-se mais acessível e fácil de implementar.

Outros dados da Global AI Adoption Index 2022, conduzido pela Morning Consult para IBM, revelou que esse crescimento se deve ao fato das empresas reconhecerem o valor da IA à medida que estão emergindo dos desafios da pandemia do COVID-19 e investindo em sua transformação digital, enquanto enfrentam escassez de talentos e habilidades. No Brasil, a adoção está sendo impulsionada por avanços que tornam a IA mais acessível às empresas (56%), sua crescente incorporação em aplicativos de negócios padrão (48%) e a necessidade de reduzir custos e automatizar processos-chave (39%).

Pela primeira vez, o relatório também perguntou às empresas sobre seus planos de incorporar a IA em suas iniciativas de sustentabilidade e descobriu que essa tecnologia está pronta para desempenhar um papel significativo nessa área. Como exemplo, 66% dos profissionais de TI no Brasil indicaram que, para acelerar suas iniciativas ESG, sua empresa está implementando IA ou tem planos de fazê-lo.

Descobertas do “Global AI Adoption Index 2022” incluem:

A adoção da IA está em constante crescimento

Hoje, 41% das empresas no Brasil relatam que usam IA em suas operações comerciais e 34% das empresas relatam que estão explorando o uso de IA. Atualmente, 73% dos profissionais de TI de empresas brasileiras que estão explorando ou implementando IA aceleraram seus investimentos e implantação dessa tecnologia nos últimos 24 meses. Além disso, 60% indicam que sua empresa tem planos de investir na adoção da IA por meio de sua incorporação em processos e aplicativos.

Definir dados claros e estratégias de IA é fundamental para uma implementação horizontal

Uma explicação importante para a adoção gradual da IA é a necessidade de implementar uma estratégia de gerenciamento de dados bem-sucedida. De acordo com o estudo, na América Latina, garantir a segurança da informação é considerado a parte mais difícil da estratégia de gestão de dados de uma organização, independentemente do seu porte.

• Os profissionais de TI da América Latina que atualmente exploram a IA são mais propensos a identificar desafios de gerenciamento de dados para sua empresa, com mais da metade dizendo que é difícil garantir a segurança dos dados (51%) e governança, conformidade e privacidade (50%).
• Atualmente, 43% das empresas brasileiras que exploram ou implementam IA têm uma estratégia holística. Apenas 10% têm planos focados em casos de uso limitados ou específicos.

A automação está ajudando a resolver as lacunas de habilidades e a escassez de mão de obra

Mais do que custos, falta de ferramentas, complexidade de projetos ou dados, habilidades limitadas de IA, experiência ou conhecimento continuam sendo a maior barreira para a adoção de IA na América Latina. Ao mesmo tempo, a IA também está ajudando as organizações a lidar com a escassez de habilidades, por exemplo, automatizando tarefas para trabalhadores qualificados para que possam ser mais produtivos ou usando aprendizado assistido por IA. 41% dos profissionais de TI no Brasil indicam que suas organizações estão treinando e retreinando seus funcionários para trabalhar em conjunto com novas ferramentas/softwares de automação e IA. Além disso, 40% dizem que seus funcionários estão felizes em trabalhar nele e 26% mencionam que seus os funcionários já estão economizando tempo. Por fim, quase uma em cada quatro empresas na América Latina vê melhorias na redução da escassez de mão de obra e qualificação em seus departamentos de TI.

Uma ênfase crescente na confiança, mas poucas ações concretas

O estabelecimento de práticas de IA confiáveis e responsáveis anda de mãos dadas com a maturidade da IA, pois quanto maior a probabilidade de uma empresa ter implantado a IA, maior a chance de valorizar a importância da confiabilidade.

• Uma grande parte dos profissionais de TI em empresas que exploram ou implantam IA na América Latina indica que todos os aspectos de confiança e transparência são importantes para seus negócios. De acordo com o estudo, os mais importantes no Brasil são: cumprir as obrigações de relatórios internos (98%), manter a integridade da marca e a confiança do cliente (98%) e ter a capacidade de monitorar dados e IA ao longo do ciclo de vida (98%).

• No entanto, embora a grande maioria dos líderes empresariais indique que a IA confiável é fundamental, nem todas as organizações no País/América Latina tomam medidas para garantir que sua IA seja responsável e confiável, como reduzir o viés (21%), rastrear variações de desempenho e/ou desvio de modelo (49%) e se concentrar em garantir que as decisões que tomam possam ser explicadas (49%).

Construindo operações mais sustentáveis

A IA está pronta para desempenhar um papel cada vez maior nas iniciativas de sustentabilidade das organizações em todo o mundo, com mais de dois terços das empresas usando ou planejando usar a IA como parte de suas iniciativas de sustentabilidade. Como exemplo, os profissionais de TI no Brasil acreditam que a IA tem um grande potencial para ajudar a resolver desafios ESG/sustentabilidade, como fornecer informações mais precisas e verificáveis sobre fatores de desempenho ambiental para relatórios (43%) e conduzir processos de negócios e operações diárias mais eficientes, como melhoria na cadeia de suprimentos, operações e manufatura (37%).

Usos populares como automação e adoção de drives de segurança

Na América Latina, as organizações estão aplicando a IA em uma ampla variedade de casos de uso, com a adoção mais avançada em áreas como operações de TI, segurança cibernética e automação de processos de negócios.

• Na região, os profissionais de TI de empresas que implantam IA relatam que ela é usada para detecção de segurança/ameaças (44%) e IA de conversação (44%), enquanto aqueles que exploram apenas IA geralmente relatam que ela está sendo usada para marketing e vendas (30%).
• 30% das empresas estão empregando IA para operações de TI (AIOps) para automatizar os principais processos para manter o desempenho dos aplicativos e, ao mesmo tempo, tornar a alocação de recursos mais eficiente.

“Organizações na América Latina, incluindo o Brasil, pesquisadas no IBM Global AI Adoption Index 2022, estão usando a IA hoje para responder aos diferentes desafios e pressões que enfrentam, desde operações de negócios e escassez de habilidades até iniciativas de sustentabilidade”, disse Marcela Vairo, Diretora de Data & AI da IBM Brasil. “Com 83% das empresas no Brasil, seja implementando uma estratégia holística para o uso de IA em suas organizações ou desenvolvendo uma, isso é apenas uma amostra do papel crescente que a IA está desempenhando nos negócios e na sociedade”.

À medida que o investimento em IA continua a crescer, ainda existem barreiras para sua adoção no Brasil, principalmente para organizações menores, que são significativamente menos propensas a tirar proveito da IA. A pesquisa indicou que as principais barreiras para a adoção de IA para empresas brasileiras são: preços altos (29%), complexidade ou dificuldade em integrar e dimensionar projetos de IA (20%), complexidade de dados (17%) e habilidades de IA limitadas, experiência ou conhecimento (17%). A IBM está ajudando a quebrar essas barreiras e levar os benefícios dessa tecnologia para mais pessoas e organizações em todos os setores, com IA centrada no ser humano projetada para as necessidades dos negócios.

A IBM se baseia continuamente nas mais recentes inovações em IA da IBM Research para fornecer novos recursos prontos para os negócios, ajudá-los a automatizar processos técnicos e manuais, como operações de TI, desenvolver novas formas de operação e ajudar a garantir que a ética da IA seja observada. Além disso, a IBM Consulting traz profundo conhecimento em tecnologia, indústria e design de processos para cocriar soluções com clientes que incorporam IA em seus principais processos de negócios e criam fluxos de trabalho inteligentes em escala.

Inadimplência das MPEs tem 2ª queda consecutiva em agosto

São Paulo (SP) – O Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian revelou que, em agosto, 5.540.767 micro e pequenos negócios (MPEs) estavam com o nome no vermelho. Número que apesar de expressivo representa leve queda de 0,1% na análise de comparação com o mês anterior. De acordo com o índice, as companhias que atuam no setor de Serviços são as que possuem a maior representatividade, com 52%, seguidas pelas atuantes no Comércio (39,5%). Veja os números completos na tabela abaixo:

O ranking das regiões com mais CNPJs de micro e pequenas empresas no vermelho é liderado pela Sudeste (53%), depois a Sul (16,4%), a Nordeste (16,3%) e a Centro-Oeste (9%).

Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, a queda na falta de pagamento das empresas é tímida e ainda traz um sinal de alerta para que elas deem mais atenção a organização de seus fluxos de caixa. “As empresas precisam ter em mente que a alta inflação impacta o bolso dos brasileiros e, consequentemente, os negócios pela diminuição no poder de compra. Por isso, a dica é cortar custos desnecessários e negociar despesas sempre que possível”.

Na análise completa da inadimplência dos negócios no país, que considera os portes de micro, pequenas, médias e grandes empresas, o valor médio das 44,1 bilhões de dívidas inadimplentes chegou em R$ 16.456,50. A maioria dos débitos atrasados foram contraídos nos setores de Serviços (27,6%), Bancos e Cartões (18,8%), Telefonia (9,2%) e Varejo (4,2%).

Corrente de comércio fluminense avançou 31% no semestre

Rio de Janeiro (RJ) – Conforme a tendência de crescimento da corrente de comércio nacional – que no acumulado do primeiro semestre de 2022 somou US$ 349 bilhões, alta de 25% –, o fluxo internacional fluminense avançou 31% (US$ 39,1 bi), em relação ao mesmo período do ano passado. Com isso, o Rio se manteve na segunda posição em maior valor entre as unidades da federação, representando 11% do total do país.

Os dados constam na última edição do Boletim Rio Exporta, produzido pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). Destaques para o desempenho da indústria do estado do Rio nas exportações, com aumento de 34%; elevação de 25% nas importações; e superávit de US$ 10,1 bilhões no saldo comercial no acumulado de 2022.

As exportações de produtos Manufaturados tiveram alta de 32% (US$ 3,5 bi), com crescimento de 61% da indústria de Metalurgia (US$ 2,6 bi), puxado pelo avanço de 2.107% de fio-máquinas, barras de ferro e aços (US$ 71 mi) e de 251% de produtos laminados planos de ferro ou aços (US$ 342 mi). Já as importações saltaram 25% (US$ 14,5 bi). A indústria de Produtos farmoquímicos e farmacêuticos (US$ 831 mi) elevou suas compras externas em 81%, principalmente devido ao aumento de 1.429% nas aquisições de medicamentos para medicina humana e veterinária provenientes da China (US$ 176 mi).

Ganhou visibilidade no período a indústria de Outros Equipamentos de Transporte, exceto Veículos Automotores (US$ 3,2 bi), com alta de 25% no acumulado anual. Reflexo da ampliação de 224% das importações de motores e turbinas de aviação vindos dos Estados Unidos (US$ 1 bi).

Júlio Talon, presidente da GE Celma, atribui esse resultado ao reaquecimento do mercado de aviação em nível global. “Uma vez que somos uma empresa eminentemente exportadora, tendo 95% de todo volume de trabalho vindo de fora do Brasil, estamos sendo beneficiados. Soma-se a isso o fato de que, nos últimos nove meses, nossa carteira ganhou novos clientes, movimentando ainda mais os negócios que nos motivam estimar que, ao longo dos próximos meses, teremos perspectivas positivas, com forte tendência de crescimento”. Segundo Talon, também presidente da Firjan Serrana, a GE Celma é forte player, em nível global, ocupando o segundo posto de exportador e importador do estado.

Óleos brutos

Coordenador da Firjan Internacional, Giorgio Rossi ressalta ainda a atuação da indústria de petróleo, gás e naval, com forte peso na economia fluminense. “Com relação ao comércio de óleos brutos de petróleo, as exportações totalizaram US$ 18,6 bi, com crescimento de 34%. “A China (US$ 7,3 bi) permaneceu como o principal destino, com 39% de participação. Quanto às importações de petróleo (US$ 1,8 bi), o aumento foi de 62%, com Arábia Saudita seguindo como principal fornecedora (US$ 1,7 bi), responsável por 95%”, ressalta.

A força da indústria do petróleo fluminense e nacional pôde ser conferida com a realização da Rio, Oil & Gás, entre os dias 26 e 29 de setembro, considerada a maior feira do setor na América Latina. Durante quatro dias, a feira reuniu mais de 350 empresas de óleo e gás nacionais e internacionais, além da presença de mais de 40 mil visitantes.

Leia o Boletim Exporta Rio na íntegra em: https://firjan.com.br/rioexporta

21% das empresas de 15 países sofreram sequestro de dados

São Paulo (SP) – 21% das empresas no mundo sofreram ataques de ransomware, o sequestro de dados, em 2022, e mais da metade das vítimas, cerca de 55%, já tiveram processos internos interrompidos. Menos da metade (48%) dos entrevistados relatou ter um plano formal de ransomware preparado. A boa notícia é que a conscientização sobre ransomware cresceu significativamente e, embora quase um quarto das companhias considera a perda financeira o maior impacto de um ataque, mais empresas precisam ajustar seus orçamentos para executarem planos de resposta para ataques ransomware.

Os dados são do relatório da Thales Access Management 2022 – Building Zero Trust with Modern Access Security, que ouviu quase 2,8 mil entrevistados em mais de 15 países em todo o mundo.

Francisco Camargo, CEO da CLM, distribuidor latino-americano de valor agregado com foco em segurança da informação, proteção de dados, infraestrutura para data centers e cloud, que tem a Thales entre seus parceiros, avalia que o impacto do trabalho remoto durante a pandemia de Covid-19 aumentou a ciência e as preocupações de proteção e de como resolvê-las, tanto dos profissionais de cibersegurança como da alta administração. “Empresas em todo o mundo aprenderam rapidamente sobre riscos e ataques, como ransomware e ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS), e ajustarem suas defesas, estratégias e orçamentos”.

Para identificar a extensão dessa mudança, acelerada pela pandemia, a pesquisa da Thales apontou que o método MFA Multifator Authenticator é o mais usado, incluindo outros métodos de autenticação do que uma simples senha, principalmente para aplicativos de nuvem e SaaS, que agora chega aos aplicativos legados On Premisse (softwares instalados localmente). Em todo o mundo, o uso de autenticação multifator permaneceu praticamente o mesmo ano a ano, 56% em 2022, contra 55% no ano passado. O lado negativo, no entanto, é que menos de 50% dos colaboradores usam mecanismos MFA e ainda dependem de simples senhas em um grau alarmante.

Alisson Santos, gerente de produtos da CLM, explica que, de acordo com o relatório, o acesso remoto ainda é o principal caso de uso para MFA – em 2022, 68% dos funcionários/funcionários remotos/móveis que não são de TI usaram MFA (uma ligeira queda em relação aos 71% no ano passado). Depois, foram os profissionais com privilégios (52%, acima dos 48 % em 2021) e terceiros, como consultores, parceiros e fornecedores, 49% contra 50% em 2021.

“Por outro lado, e aí se evidencia o ainda enorme uso de senhas, é que menos da metade dos funcionários da maioria das empresas usam MFA. Mesmo com o aumento das implantações para equipes e funcionários internos que cresceu seis pontos percentuais no último ano – para 40%”, destaca Camargo.

O levantamento da Thales descobriu também que as empresas têm implantado tecnologias de acesso impulsionados pela pandemia e o trabalho remoto. Cerca de 45% implementaram o MFA para gerenciamento de acesso baseado em nuvem; em segundo lugar, com 42%, foi o acesso à rede Zero Trust (ZTNA) com perímetro definido por software.

VPN continua sendo o principal meio de acesso

As Redes Privadas Virtuais (VPNs) continuam a liderar como o principal método utilizados pelas empresas para os funcionários acessarem aplicativos remotamente. Também cresceu o uso do Zero Trust Network Access ou acesso à rede de confiança zero (ZTNA). Quase metade dos entrevistados planeja manter suas VPNs existentes e implementar novas tecnologias, como ZTNA.

A pesquisa contou com participação de organizações de toda parte do globo, de diversos segmentos, sendo os principais: indústria, varejo, tecnologia, serviços financeiros e saúde sendo a maioria com faturamento acima de US$ 500Mi. No Brasil, foram 102 empresas entrevistadas.

41% das empresas no Brasil já utilizam IA, conclui estudo

São Paulo (SP) – Nova pesquisa de mercado encomendada pela IBM revelou que a adoção global de Inteligência Artificial (IA) cresceu de forma constante em todo o mundo, com 41% das empresas no Brasil indicando que implementaram ativamente a tecnologia. Isso ressalta ainda mais que o crescimento da IA está prestes a acelerar à medida que continua a amadurecer, tornando-se mais acessível e fácil de implementar.

Outros dados da Global AI Adoption Index 2022, conduzido pela Morning Consult para IBM, revelou que esse crescimento se deve ao fato das empresas reconhecerem o valor da IA à medida que estão emergindo dos desafios da pandemia do COVID-19 e investindo em sua transformação digital, enquanto enfrentam escassez de talentos e habilidades. No Brasil, a adoção está sendo impulsionada por avanços que tornam a IA mais acessível às empresas (56%), sua crescente incorporação em aplicativos de negócios padrão (48%) e a necessidade de reduzir custos e automatizar processos-chave (39%).

Pela primeira vez, o relatório também perguntou às empresas sobre seus planos de incorporar a IA em suas iniciativas de sustentabilidade e descobriu que essa tecnologia está pronta para desempenhar um papel significativo nessa área. Como exemplo, 66% dos profissionais de TI no Brasil indicaram que, para acelerar suas iniciativas ESG, sua empresa está implementando IA ou tem planos de fazê-lo.

Descobertas do “Global AI Adoption Index 2022” incluem:

A adoção da IA está em constante crescimento

Hoje, 41% das empresas no Brasil relatam que usam IA em suas operações comerciais e 34% das empresas relatam que estão explorando o uso de IA. Atualmente, 73% dos profissionais de TI de empresas brasileiras que estão explorando ou implementando IA aceleraram seus investimentos e implantação dessa tecnologia nos últimos 24 meses. Além disso, 60% indicam que sua empresa tem planos de investir na adoção da IA por meio de sua incorporação em processos e aplicativos.

Definir dados claros e estratégias de IA é fundamental para uma implementação horizontal
Uma explicação importante para a adoção gradual da IA é a necessidade de implementar uma estratégia de gerenciamento de dados bem-sucedida. De acordo com o estudo, na América Latina, garantir a segurança da informação é considerado a parte mais difícil da estratégia de gestão de dados de uma organização, independentemente do seu porte.

• Os profissionais de TI da América Latina que atualmente exploram a IA são mais propensos a identificar desafios de gerenciamento de dados para sua empresa, com mais da metade dizendo que é difícil garantir a segurança dos dados (51%) e governança, conformidade e privacidade (50%).
• Atualmente, 43% das empresas brasileiras que exploram ou implementam IA têm uma estratégia holística. Apenas 10% têm planos focados em casos de uso limitados ou específicos.

A automação está ajudando a resolver as lacunas de habilidades e a escassez de mão de obra

Mais do que custos, falta de ferramentas, complexidade de projetos ou dados, habilidades limitadas de IA, experiência ou conhecimento continuam sendo a maior barreira para a adoção de IA na América Latina. Ao mesmo tempo, a IA também está ajudando as organizações a lidar com a escassez de habilidades, por exemplo, automatizando tarefas para trabalhadores qualificados para que possam ser mais produtivos ou usando aprendizado assistido por IA. 41% dos profissionais de TI no Brasil indicam que suas organizações estão treinando e retreinando seus funcionários para trabalhar em conjunto com novas ferramentas/softwares de automação e IA. Além disso, 40% dizem que seus funcionários estão felizes em trabalhar nele e 26% mencionam que seus os funcionários já estão economizando tempo. Por fim, quase uma em cada quatro empresas na América Latina vê melhorias na redução da escassez de mão de obra e qualificação em seus departamentos de TI.

Uma ênfase crescente na confiança, mas poucas ações concretas

O estabelecimento de práticas de IA confiáveis e responsáveis anda de mãos dadas com a maturidade da IA, pois quanto maior a probabilidade de uma empresa ter implantado a IA, maior a chance de valorizar a importância da confiabilidade.

• Uma grande parte dos profissionais de TI em empresas que exploram ou implantam IA na América Latina indica que todos os aspectos de confiança e transparência são importantes para seus negócios. De acordo com o estudo, os mais importantes no Brasil são: cumprir as obrigações de relatórios internos (98%), manter a integridade da marca e a confiança do cliente (98%) e ter a capacidade de monitorar dados e IA ao longo do ciclo de vida (98%).

• No entanto, embora a grande maioria dos líderes empresariais indique que a IA confiável é fundamental, nem todas as organizações no País/América Latina tomam medidas para garantir que sua IA seja responsável e confiável, como reduzir o viés (21%), rastrear variações de desempenho e/ou desvio de modelo (49%) e se concentrar em garantir que as decisões que tomam possam ser explicadas (49%).

Construindo operações mais sustentáveis

A IA está pronta para desempenhar um papel cada vez maior nas iniciativas de sustentabilidade das organizações em todo o mundo, com mais de dois terços das empresas usando ou planejando usar a IA como parte de suas iniciativas de sustentabilidade. Como exemplo, os profissionais de TI no Brasil acreditam que a IA tem um grande potencial para ajudar a resolver desafios ESG/sustentabilidade, como fornecer informações mais precisas e verificáveis sobre fatores de desempenho ambiental para relatórios (43%) e conduzir processos de negócios e operações diárias mais eficientes, como melhoria na cadeia de suprimentos, operações e manufatura (37%).

Usos populares como automação e adoção de drives de segurança

Na América Latina, as organizações estão aplicando a IA em uma ampla variedade de casos de uso, com a adoção mais avançada em áreas como operações de TI, segurança cibernética e automação de processos de negócios.
• Na região, os profissionais de TI de empresas que implantam IA relatam que ela é usada para detecção de segurança/ameaças (44%) e IA de conversação (44%), enquanto aqueles que exploram apenas IA geralmente relatam que ela está sendo usada para marketing e vendas (30%).
• 30% das empresas estão empregando IA para operações de TI (AIOps) para automatizar os principais processos para manter o desempenho dos aplicativos e, ao mesmo tempo, tornar a alocação de recursos mais eficiente.

“Organizações na América Latina, incluindo o Brasil, pesquisadas no IBM Global AI Adoption Index 2022, estão usando a IA hoje para responder aos diferentes desafios e pressões que enfrentam, desde operações de negócios e escassez de habilidades até iniciativas de sustentabilidade”, disse Marcela Vairo, Diretora de Data & AI da IBM Brasil. “Com 83% das empresas no Brasil, seja implementando uma estratégia holística para o uso de IA em suas organizações ou desenvolvendo uma, isso é apenas uma amostra do papel crescente que a IA está desempenhando nos negócios e na sociedade”.

À medida que o investimento em IA continua a crescer, ainda existem barreiras para sua adoção no Brasil, principalmente para organizações menores, que são significativamente menos propensas a tirar proveito da IA. A pesquisa indicou que as principais barreiras para a adoção de IA para empresas brasileiras são: preços altos (29%), complexidade ou dificuldade em integrar e dimensionar projetos de IA (20%), complexidade de dados (17%) e habilidades de IA limitadas, experiência ou conhecimento (17%). A IBM está ajudando a quebrar essas barreiras e levar os benefícios dessa tecnologia para mais pessoas e organizações em todos os setores, com IA centrada no ser humano projetada para as necessidades dos negócios.

A IBM se baseia continuamente nas mais recentes inovações em IA da IBM Research para fornecer novos recursos prontos para os negócios, ajudá-los a automatizar processos técnicos e manuais, como operações de TI, desenvolver novas formas de operação e ajudar a garantir que a ética da IA seja observada. Além disso, a IBM Consulting traz profundo conhecimento em tecnologia, indústria e design de processos para cocriar soluções com clientes que incorporam IA em seus principais processos de negócios e criam fluxos de trabalho inteligentes em escala.

82% acreditam que todos os restaurantes deveriam oferecer delivery

São Paulo (SP) – Para atender as demandas dos clientes nos últimos anos, os restaurantes tiveram que aderir ao serviço de delivery e take away. Segundo dados do Relatório Varejo 2022, feito pela Adyen, plataforma de tecnologia financeira preferida de empresas líderes, em parceria com a KPMG, 82% dos consumidores esperam que os restaurantes tenham serviço de delivery. O estudo ouviu 2 mil brasileiros sobre o setor de varejo, incluindo serviços de bares e restaurantes.

O estudo ainda apresenta ações que os clientes esperam que os estabelecimentos aprimorem utilizando tecnologia: 80% dos participantes querem que os estabelecimentos conectem seus canais online e offline. Isso facilitaria uma série de serviços, como reservar mesas antes de chegar ao local ou fazer pedidos online, podendo retirar ou pedir para entrega. Já 72% acreditam que restaurantes precisam melhorar a forma de recompensar clientes por sua preferência, os famosos programas de fidelidade.

Outro estudo encomendado pela Adyen e realizado pela Euromonitor Internacional, o Relatório Setorial de Bares e Restaurantes, mostra que os maiores desafios do delivery são tempo de espera para entrega do pedido, embalagens adequadas e pedidos entregues corretamente. Dados mostram que mais de 25% dos clientes relatam problemas frequentes com as embalagens utilizadas pelos estabelecimentos. Além disso, ⅓ dos usuários acredita que o risco de erros nos pedidos são menores quando feitos diretamente aos restaurantes, em vez das plataformas agregadoras.

Para continuarem ativos e competitivos no mercado, foi preciso se adaptar às novas formas de compra. Segundo informações do relatório, os pedidos de entrega pela internet, telefone ou WhatsApp representam mais de um terço da receita do setor, tornando o Brasil o país com maior participação do delivery nas vendas totais dos estabelecimentos entre os 62 mercados analisados. Além disso, 40% dos participantes dizem pedir comida em casa pelo menos uma vez por semana, enquanto 20% dizem fazer a refeição no restaurante.

Aderir ao omnichannel, com presença em diversos canais, é essencial para seguir atendendo as demandas e acompanhar as mudanças comportamentais dos clientes. O Arcos Dourados, detentor. na América Latina e Caribe, das franquias do McDonald’s, uma das maiores redes de fast food no mundo, é um exemplo de restaurante que atende por multicanais, investindo em soluções que melhorem a experiência nas vendas via Drive-Thru, Delivery e Digital.

Uma funcionalidade lançada recentemente para atender às novas demandas dos consumidores é o Méqui Sem Fila. O serviço disponível no aplicativo do McDonald’s permite que os clientes façam seus pedidos e paguem de forma online enquanto se dirige ao restaurante. Ao chegar lá, basta retirar o pedido.

“A plataforma de ponta a ponta da Adyen ajudou o Méqui a viabilizar essa funcionalidade em seu canal digital. Essa ferramenta elimina uma situação de fricção, que é a fila. Além de agilizar o atendimento, o cliente pode pagar de diversas maneiras, como cartões de crédito, débito ou Pix”, comenta Maria Isabel Noronha, VP de contas da Adyen.

Crédito concedido por fintechs aumenta 62,8% ao ano

São Paulo (SP) – Segundo estudo inédito da Serasa Experian, as fintechs e bancos digitais acumulam alta no volume de crédito concedido de 1.045,1% entre 2016 e 2021 – um crescimento de 62,8% ao ano – e 7,8 vezes mais rápido do que o mercado de crédito. O crescimento das demais instituições financeiras foi de 47,6% no período (ou 8,1% ao ano). Considerando o Sistema Financeiro Nacional (SFN), o volume oferecido passou de R$ 3,174 trilhões para R$ 4,685 trilhões, enquanto as startups do setor foram de R$ 4,8 bilhões para R$ 55,0 bilhões.

“As fintechs e bancos digitais ganham cada vez mais relevância na democratização do crédito e participam ativamente de inovações recentes muito importantes para os consumidores, como o Cadastro Positivo e Open Finance. Isso torna o mercado mais competitivo e amplia as possibilidades de uma oferta positiva ao tomador de recursos”, comenta o economista da Serasa Experian Luiz Rabi.

O estudo indica, ainda, que 2022 deve seguir a tendência de alta dos anos anteriores. Prova disso, é que a Serasa Experian registrou um aumento de 412% nas pesquisas de CPFs e CNPJs realizadas para fins de concessões de crédito. Apenas entre janeiro e maio de 2022, do total de consultas realizadas por todas as empresas financeiras, 10,6% foram dessas startups.

Os dados mostram também que a participação de startups do segmento financeiro que concedem crédito teve um salto nestes seis anos, passando de 0,15% para 1,18%. Por isso, a demanda de soluções voltadas a este ecossistema é uma das estratégias de negócio da Serasa Experian, a fim de se tornar uma parceira fundamental do segmento no país.

Segundo o diretor de Credit Services da companhia, Alex Franco, “as fintechs precisam ter segurança ao conceder crédito e mitigar os riscos de inadimplência, uma vez que quanto mais ofertam, mais informações de confiança devem fazer parte do negócio. Por isso, desenvolvemos soluções com o objetivo de tornar a Serasa Experian a principal parceira do segmento. Com inteligência e tecnologia, diminuímos riscos e impulsionamos a atuação do setor de forma sustentada”, declara Franco. Das top 100 fintechs brasileiras, segundo o Mining Report Distrito de maio de 2022, 50% já fazem parte da carteira de clientes da empresa que soma mais de 300 startups.