Ferramenta gratuita do Senai-SP promete resolução de problemas da empresa em 30 dias

É comum o empresário saber que tem problemas importantes na empresa, mas não saber por onde começar a solucioná-los. O Senai Lean auxilia nesse primeiro passo, resolvendo pequenos problemas que impactam diretamente na saúde do negócio.

“Em vez de querer vencer a guerra, você vence a batalha e já começa a colher os resultados”, explica Carla de Bona, Designer de UX e consultora de inovação do SENAI-SP que liderou o desenvolvimento da ferramenta Senai Lean.

Senai Lean é um toolkit baseado na abordagem do Design Thinking, que ajudará a equipe a enxergar, de forma clara e objetiva, os problemas que afetam os processos de trabalho, e assim, buscar soluções para descomplicar a operação, tornando-a mais eficiente.

A ferramenta é composta por seis etapas: definição, exploração, solução, mapa da solução, implantação e validação.

Após a primeira aplicação é feita uma nova sessão de validação, apresentando métricas, analisando o que funcionou e repensando a própria solução. Ao constatar que o primeiro problema escolhido foi solucionado, escolhe-se um novo, já mapeado, para repetir o procedimento, assim cria-se uma cultura de Design Thinking na empresa, o que gera a compreensão de que tudo é uma construção constante e em equipe. “Sozinho não se resolve nada”, reflete Carla.

Como usar

Reúna o seu time para uma sessão de Design Thinking baseado no Senai Lean. Essa sessão leva de 6 a 8 horas para ser concluída e passa por 5 das 6 etapas previstas no processo.

Depois de concluída a sessão, é hora de colocar em prática o que ficou estabelecido na fase de implementação (etapa 5).

Após 30 dias e com a solução já implementada, faça uma nova sessão de Design Thinking com o seu time para avaliar os resultados e feedbacks. Nessa sessão, você vai usar o canvas da etapa 6 – Validação.

Faça o download da ferramenta que está disponível gratuitamente no site: http://bit.ly/senailean

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Programa seleciona grupos de pesquisa brasileiros para aceleração

No dia 21 de junho, a Agência USP de Inovação (Auspin) e a Roche, com o apoio do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, Polo Ribeirão Preto, promovem uma apresentação sobre o Programa ASTRo – Applied Sciences Trail Roche.

O objetivo é explicar o funcionamento dessa iniciativa de aceleração de grupos de pesquisa promovida pela indústria farmacêutica suíça Roche e pela Fundação Instituto de Administração (FIA).

O Programa ASTRo vai selecionar seis grupos de pesquisa ligados a uma instituição científica, tecnológica e de inovação que desenvolvam pesquisa em tecnologias com impacto direto na saúde, como tratamentos inovadores, medicina personalizada, novos biomarcadores, modelos ou soluções de big data ou soluções focadas em prevenção.

Esses grupos passarão por um acompanhamento de 12 semanas com atividades envolvendo desenho de proposta de valor, construção de plano experimental e de pesquisa, definição de modelo de negócios e plano de comercialização.

A apresentação ocorre a partir das 14 horas, no Espaço de Eventos do Instituto de Estudos Avançados, Polo Ribeirão Preto (antigo prédio do Banco Santander, ao lado do Prédio Central da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP).

Os interessados em participar do evento podem se inscrever gratuitamente neste link.

Mais informações: (16) 3315-0368 ou iearp@usp.br

Thais Cardoso / IEA Polo Ribeirão Preto

Fiesp discute novo modelo para setor elétrico nesta quarta-feira

Na busca por um aprimoramento do setor elétrico brasileiro, o Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Fiesp realiza nesta quarta-feira (20/6), a partir das 14h, um novo workshop de Energia. Com moderação do vice-presidente da Fiesp e diretor do Deinfra, Carlos Cavalcanti, serão debatidos temas como transparência na formação de preços do setor e mais flexibilidade para os agentes. Participarão do encontro o relator do projeto de Lei da Portabilidade da Conta de Luz, deputado Fabio Garcia (DEM-MT), o assessor da diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Fernando Colli Munhoz, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Reive Barros, o gerente de projetos da PSR, Paula Valenzuela, e o diretor da Thymos Energia, Leonardo Calabró.

Endereço: Fiesp (Avenida Paulista, 1.313 – São Paulo)

Conab fará nova venda direta de milho em para apoio a criadores

Na terça-feira (26), os criadores de animais terão nova oportunidade de adquirir milho para usá-lo na alimentação de seus planteis. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará mais uma venda direta de 20 mil toneladas do cereal, por meio de seu sistema de leilão eletrônico. O produto ofertado está armazenado nos estoques públicos localizados em Mato Grosso.

A medida garante o acesso dos criadores de animais ao grão que é utilizado na composição da ração animal. Esta série de leilões está prevista em resolução do Conselho Interministerial de Estoques Públicos (Ciep), que autorizou as operações para atender reivindicação dos produtores, em razão do alto preço do milho no mercado. O documento permite a venda de até 1 milhão de t de milho em grãos por meio de leilões públicos.

A operação ocorrerá por meio do Sistema Eletrônico de Comercialização da Conab (SEC). Entre os requisitos de participação, os interessados deverão estar em plena atividade. Os segmentos são avicultura, suinocultura, bovinocultura, ovinocultura, caprinocultura. É necessário estar com dados devidamente informados no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (Sican) e em situação regular no Sistema de Registro e Controle de Inadimplentes da Conab (Sircoi).

Portos do Paraná concluem mais uma etapa de reformulação

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) completou mais uma etapa no processo de reformulação da estrutura administrativa. Trinta e cinco técnicos portuários aprovados em concurso público iniciaram as atividades nas funções de assistente administrativo, agente administrativo de segurança, técnico portuário e técnico de segurança do trabalho.

“Os novos colaboradores fazem parte do novo Plano de Cargos e Salários, que atende a transformação da Appa de autarquia em empresa pública. Essa mudança jurídica exigiu uma modernização do quadro funcional com um organograma mais completo e voltado para a atividade portuária”, explica o diretor-presidente da Appa, Lourenço Fregonese.

Desde 2014, quando a Lei Estadual 17.895/2013, regulamentada pelo Decreto Estadual nº 11.564/2014, transformou a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina em empresa pública, a Appa trabalha para garantir um corpo funcional qualificado e diversificado.

Em 2016, foram criadas 28 vagas para analistas portuários com formação superior em as áreas de administração, direito, tecnologia da informação, biologia, contabilidade, economia, engenharia e comunicação. O concurso público atendeu uma demanda histórica, depois de 29 anos da última seleção para nível superior, em 1988.

Para nível médio, o último concurso ocorreu em 2007, quando foram admitidos 62 funcionários.

Entre 4 e 8 de junho, os novos funcionários participaram de uma semana de integração e receberam informações sobre a história dos portos, movimentação de cargas, órgãos fiscalizadores, rotinas operacionais, situação jurídica da empresa, atribuições das diferentes áreas e diretorias, obras e projetos em andamento. O grupo também discutiu questões de saúde, segurança no trabalho e cuidados com o meio ambiente.

A intenção, além de apresentar o novo ambiente de trabalho, é promover a aproximação entre os profissionais e facilitar a adaptação nas equipes. “Foi muito bom conhecer meus colegas e saber mais sobre a realidade do porto. Me ajudou a entender melhor as diferentes relações que a empresa tem com toda comunidade”, disse o assistente administrativo Nelson Alves Rodrigues.

A maioria dos aprovados é natural de Paranaguá, mas também vieram profissionais de Morretes, Curitiba, Guarapuava, Londrina, Salvador e Rio de Janeiro.

Ao todo, foram convocados 21 agentes administrativos de segurança, sete assistentes administrativos, 10 técnicos portuários para operação aduaneira e logística e quatro técnicos de segurança do trabalho. Sete aprovados desistiram das vagas e a nova abertura do edital de convocação foi publicada no Diário Oficial em 08 de junho.

Começam os saques das cotas do PIS/Pasep

Os saques do PIS/Pasep começam a ser liberados, a partir desta segunda-feira (18), em todo o Brasil e serão liberados para beneficiários com idades a partir de 57 anos. Ao todo, são 13,6 milhões de cotistas do PIS, com idade abaixo de 60 anos que terão liberados R$ 13,8 bilhões, segundo a Caixa Econômica Federal. O total de cotistas, levando em conta também quem tem mais de 60 anos, é de 21,3 milhões, totalizando R$ 28,1 bilhões. No caso do Banco do Brasil, são 2,4 milhões de participantes com idade inferior a 60 anos, somando um total de R$ 2,3 bilhões. O BB administra 3,67 milhões de cotas do Pasep, totalizando R$ 6,1 bilhões.

Plataforma dá acesso à produção intelectual da USP desde 1985

Por Luiza Caires – Editorias: Ciências, Universidade

O público tem agora disponível uma plataforma que simplifica o acesso à produção intelectual dos pesquisadores da USP. No momento em que este texto era escrito, a Biblioteca Digital da Produção Intelectual (BDPI) da USP reunia quase 925 mil registros, incluindo a produção científica, acadêmica, artística e técnica de pesquisadores, mais as teses e dissertações defendidas desde 1985 na maior universidade da América Latina. E, diariamente, esses números são atualizados, à medida que os bibliotecários cadastram novos documentos.

Idealizada para funcionar como um buscador sofisticado, mas ao mesmo tempo fácil de personalizar para o usuário de acordo com seus interesses, a ferramenta proporciona, a partir de uma única interface, a descoberta, recuperação e rastreabilidade da produção de pesquisadores, departamentos e unidades da Universidade.

Além do acesso à íntegra de documentos que estão disponíveis para acesso aberto na internet, a BDPI indica o caminho para o material mais antigo, que ainda não foi digitalizado. Os registros remontam ao ano em que se tornou obrigatório aos pesquisadores da USP o depósito de sua produção nas bibliotecas da Universidade. Mas é possível resgatar até mesmo alguns itens mais antigos que 1985, de períodos anteriores à criação da própria USP – por exemplo, teses e dissertações defendidas na então Faculdade de Direito e na Escola Politécnica em 1912 e 1914, que estão nas respectivas bibliotecas (essas unidades já existiam antes da fundação da USP, sendo depois a ela incorporadas).

Assim, mais que um mapa de todo esse conteúdo, “a BDPI é uma ação que valoriza a memória institucional da Universidade”, diz Tiago Murakami, chefe da Divisão de Gestão de Tratamento da Informação do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP.

Está tudo lá?

Em relação ao conteúdo, todos os registros apresentam link para o texto completo, desde que o mesmo esteja disponível e acessível na Universidade. “No cerne da iniciativa está a ideia de promover o acesso aberto aos documentos na íntegra, democratizando esse acesso e estimulando o compartilhamento do conhecimento gerado”, afirmam Murakami e Elisabeth Dudziak, chefe da Divisão de Gestão de Desenvolvimento e Inovação do SIBi. Por isso, explicam eles, a associação de documentos aos registros existentes está sendo feita gradualmente, sempre em colaboração com os autores USP e as bibliotecas do sistema, resgatando e integrando dados e conteúdos que hoje estão disponíveis em uma plataforma mais antiga. “A unificação dos dois sistemas será realizada pouco a pouco”, ressaltam.

Algo que não será encontrado nesta Biblioteca Digital é a produção de alunos que não se trate de teses de doutorado e dissertações de mestrado. Essa limitação está relacionada, entre outras coisas, a direitos autorais, já que o vínculo do aluno com a Universidade é transitório. De qualquer forma, como uma grande parte da produção científica e acadêmica de alunos – a exemplo de artigos em periódicos – é feita em coautoria com docentes, também podemos esperar encontrar uma boa parte desse material na base. Da mesma maneira, não entram para o registro as produções de docentes que tiverem data anterior ao seu ingresso formal ou posterior à sua saída da USP.