Coreia do Sul abre mercado para Brasil exportar manga

Brasília – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu comunicado de que estão vigentes desde a última quarta-feira (22) os requisitos fitossanitários para a exportação de mangas do Brasil para a Coreia do Sul. As negociações com o país asiático, iniciadas em janeiro de 2004, foram tema de discussão bilateral durante a missão realizada pelo ministro Blairo Maggi à Ásia, em setembro do ano passado.

A partir desta decisão anunciada pelo governo sul coreano, o setor privado avaliará os aspectos tarifários e de logística para verificar a competitividade e efetividade de exportações da fruta para o país.

Somente no ano passado, a Coreia do Sul importou manga de países como Tailândia, Filipinas, Taiwan, Vietnã, Paquistão, Austrália, Índia, Peru e Estados Unidos, o equivalente a mais de US$ 48 milhões.

Em novembro, durante visita do ministro Blairo Maggi à região do Vale do São Francisco, uma missão da Coreia do Sul esteve inspecionando as frutas do local para análise fitossanitária. Na oportunidade, o ministro mostrou-se confiante de que o resultado seria positivo.

Uma das principais metas estabelecidas pelo Mapa é aumentar a participação brasileira no mercado internacional do agronegócio de 6,9% para 10% em um prazo de cinco anos. E o mercado asiático é visto como prioritário pelo governo.

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Correção da tabela do Imposto de Renda será definida em março

A correção de 5% na tabela do Imposto de Renda Pessoa Física só será definida no fim de março, na divulgação da programação orçamentária de 2017, disse hoje (23) a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi.

Inicialmente, a secretária do Tesouro tinha informado que o Orçamento deste ano reservava recursos para a correção de 5% da tabela do Imposto de Renda. Por volta das 18h20, no entanto, o Ministério da Fazenda enviou um esclarecimento de que a medida não consta da peça.

Em 22 de março, o Planejamento divulgará o primeiro Relatório Bimestral de Receitas e Despesas, com a definição dos recursos a serem contingenciados (bloqueados) para o cumprimento da meta de déficit primário de R$ 139 bilhões para o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central). O volume de despesas discricionárias (não obrigatórias) a ser contingenciado é definido com base na estimativa de receitas e nos parâmetros da economia.

Oficialmente, o Orçamento ainda prevê crescimento de 1,3% para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) em 2017. As instituições financeiras, no entanto, preveem expansão de apenas 0,48%, de acordo com a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central.

Um crescimento do PIB menor que o previsto poderá fazer o governo depender de outras fontes de receitas para cumprir a meta de déficit primário, como um novo programa de regularização de ativos no exterior (conhecido como repatriação) e o programa de renegociação de dívidas com a União.

Bancos não poderão cobrar juros de mercado por atrasos em pagamentos

A partir de setembro, as instituições financeiras não poderão mais cobrar juros de mercado por atrasos em pagamentos. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que proíbe a cobrança de taxas de mercado.

Hoje os bancos podem cobrar multa, juros de mora (juros punitivos por dia de atraso) e juros remuneratórios sobre parcelas em atraso. Em relação aos juros remuneratórios, os bancos tinham a liberdade de fixar a taxa com base nos juros definidos na assinatura do contrato ou nas taxas de mercado, cobrada sobre as novas operações.

De acordo com o Banco Central, a nova exigência trará mais uniformidade às operações de crédito e tornará as regras mais claras para os clientes. No atual momento de queda dos juros, no entanto, a nova regra prejudica os clientes porque as taxas de mercado (dos novos contratos) estão mais baixas do que os juros do momento em que o crédito foi tomado.

Abertas as inscrições para Global Creative Leader Ship Program em São Paulo

A THNK, escola de liderança criativa de Amsterdã, anuncia que estão abertas as inscrições para o Global Creative Leadership Program. O curso será realizado pela Polifonia, representante da escola no Brasil. A proposta é desenvolver mindsets criativos e de negócios dos participantes, focando na criatividade como o aspecto central da formação de líderes do futuro.

O perfil dos participantes é composto por executivos de alta performance que atuam em empresas onde criatividade e inovação são elementos cruciais para o sucesso de seus negócios. Além disso, o curso desperta interesse de empreendedores que buscam por transformações nesse sentido, tanto em suas organizações quanto em sua vida pessoal.

“O foco do programa é promover uma experiência rica e intensa do que há de mais relevante no mundo quando o assunto é inovar com as próprias mãos. Os participantes deverão literalmente arregaçar as mangas para criar soluções inovadoras. Por meio das dinâmicas da THNK, todos poderão manter ferramentas e mindsets criativos que poderão ser aplicados imediatamente ao fim do curso”, comenta Guilherme Bcheche, Head da THNK no Brasil.

O Global Creative Leadership Program é dividido em três dias, onde são trabalhados os elementos do THNK Creative Leadership Model, metodologia própria da escola, que aborda temas como ação com paixão e propósito; aplicação de mentalidades experimentais; orquestração de equipes criativas; e condução de transformações efetivas, originais e inovadoras.

Segundo Berend-Jan Hilberts, reitor da THNK mundial, que estará em São Paulo para conduzir o programa com outros três facilitadores, a THNK tem a missão de acelerar e desenvolver a próxima geração de líderes criativos qu e terão profundos impactos sociais no mundo. “Nós reunimos executivos curiosos e modernos, líderes criativos e organizações ao redor do mundo, em diversos campos e indústrias, para uma experiência única no ensino da liderança criativa”, comenta.

A instituição holandesa possui um diferencial em relação a outras escolas de design e de negócios principalmente por possuir uma metodologia própria de design thinking, o THNK Innovation Flow, desenvolvido a partir de profundas pesquisas envolvendo o que há de mais relevante sobre o tema no mundo todo. Além disso, o curso é uma oportunidade única de criar um networking riquíssimo, com líderes de diversas empresas do Brasil e de fora, além de facilitadores altamente qualificados, responsáveis por ministrar programas para pessoas e empresas ao redor do mundo.

Serviço:

GLOBAL CREATIVE LEADERSHIP PROGRAM
Curso: dias 20, 21 e 22 de abril
Informações sobre inscrições: thnk@polifonia.com.br
Telefones: (11) 3586-4201/ (11) 99574-1816

Termina segunda-feira prazo para entrega da DIRF

Termina nesta segunda-feira (27/2) o prazo para entrega da Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf). Este ano,a declaração foi marcada por controvérsias.

A Dirf é obrigatória para todas as pessoas jurídicas, independente de forma de tributação. É pormeio dela que o empregador informa valores de pagamentos, benefícios e retenções do Imposto de Renda retido na fonte.

Todos os anos o programa é disponibilizado no início de janeiro e a declaração entregue no último dia útil do mês de fevereiro. Este ano,o governo havia decidido antecipar essa data, mas no dia 24 de janeiro ainda não havia liberado o programa. O CFC, então, solicitou ao secretário da Receita, Jorge Rachid,por meio de ofício,a prorrogação do prazo e imediata liberação do programa, que foi disponibilizado no dia 27 de janeiro.

Além de todas as pessoas jurídicas, os candidatos que concorreram a cargos eletivos em 2016, inclusive vices e suplentes, também têm de entregar a declaração.

Para acessar o programa, vá para este endereço:
http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/tributaria/declaracoes-e-demonstrativos/dirf-declaracao-do-imposto-de-renda-retido-na-fonte/tabelas-pgds/programa-gerador-da-declaracao-dirf-2017

Seis tendências de Marketing Digital voltados pra PME’s em 2017

*Alex Pinhol

Que o marketing digital deve ditar o futuro do comércio pela Internet ninguém mais duvida. Neste sentido, o que podemos ver atualmente é um estabelecimento da prática no mercado que, respaldada por resultados cada vez mais palpáveis nos negócios das empresas que apostam nela, tem cada vez mais espaço e credibilidade. A partir disso, torna-se possível identificar algumas tendências importantes que devem nortear este segmento, principalmente no que tange às PMEs, pelos próximos anos.

Mobilidade
A adaptação dos sites para dispositivos móveis será uma regra obrigatória do jogo. Segundo a E-bit, as compras realizadas através de dispositivos móveis devem representar 40% de todo o faturamento do e-commerce brasileiro até o final de 2017. Outro dado que respalda este argumento foi publicado pela PWC: segundo a consultoria, os gastos do brasileiro via smartphones e tablets devem crescer a uma média de 6% ao ano até 2020, chegando a movimentar o equivalente a US$ 48,7 bilhões de dólares até lá.

SEO Mobile
Entre as diversas atualizações do Google para melhorar a experiência do usuário podemos destacar o projeto AMP (Accelerated Mobile Pages), que tem como premissa melhorar as pesquisas feitas via dispositivo móvel como uma das tendências para este ano. O uso da ferramenta – que embora seja essencial, ainda é novidade para muitos profissionais do ramo – possibilita um aumento de até 4x na velocidade do carregamento de uma página em celulares e tablets.

Utilização de vídeos
Vivemos um momento de total crescimento no uso de vídeos nas redes sociais – área na qual o YouTube é rei e nada de braçada. Pessoas e empresas vêm usando a ferramenta como forma de se comunicar com seu público em suas timelines. Assim, as PMEs também devem ficar atentas a essa tendência e começar a aderir à ideia de incluir a produção e divulgação de vídeos relacionados a seus produtos e serviços em seus projetos de marketing digital – sejam eles em formato hori?²?³Ð?µ??????¸?¹?º?»?¼?½?¾?¿?À?Á?Â?Ã?Ä?Å?Æ?Ç?È?É?Ê?Ë?Ì?Í?Î?Ï?Ð?Ñ?Ò?Ó?Ô?Õ?Ö?×?Ø?Ù?Ú?Û?Ü?Ý?Þ?ß?à?á?â?ã?ä?å?æ?ç?è?é?ê?ë?ì?í?î?ï?ð?ñ?ò?ó?ô?õ?ö?÷?ø?ù?ú?û?ü?ý?þ?ÿzontal ou vertical, outra tendência ditada pelo uso de dispositivos móveis.

Redes sociais
O brasileiro é um dos povos mais ativos nas redes sociais em todo o mundo – atualmente, são mais 90 milhões de pessoas navegando no Facebook, Twitter, Instagram e as empresas estão cada vez mais cientes do potencial de geração de negócios que essas redes possuem. Contudo, é muito comum vermos postagens de marketing sem nexo, sem um estudo básico do que se quer transmitir e do público a ser atingido. Por outro lado, as próprias redes estão atentas ao público, cada dia mais exigente na busca por informações – o Facebook, por exemplo, acaba de lançar duas novas ferramentas: a Live Áudio, que transmite áudio em tempo real, e a Plataforma de Jornalismo, que tem o objetivo de melhorar o consumo de notícias através de parcerias com portais de conteúdo.

Assim, é importante que as empresas estejam alinhadas às redes, usem essas ferramentas, apostem em novos formatos e linguagens, mas que se estruturem estrategicamente pra isso. Além disso, elas precisam pensar no planejamento, entender seu público e ter muito claros seus próprios objetivos dentro das redes sociais, porque elas estão aí pra ficar.

Google Adwords e Facebook ads
Esses nunca deixam de ser tendência porque estão sempre incrementando suas funcionalidades e ferramentas. Enquanto o Facebook não é mais somente uma plataforma que disponibiliza anúncios indiscriminadamente – pelo contrário, a rede, que é pura análise de dados e vem progredindo de forma mais assertiva que nunca, deve ampliar sua receita com anúncios em até 5 vezes este ano –, o Google também vem evoluindo suas ferramentas busca, display e remarketing, além de prometer atualizações importantes no que se refere a segmentação e business intelligence para atrair mais anunciantes.

E-mail marketing
O uso do e-mail marketing continua crescendo em todo o mundo. Segundo uma pesquisa publicada pela Adobe no segundo semestre de 2015, 58% das pessoas preferem o e-mail como forma de se conectar com suas marcas preferidas. Já um relatório do Radicati Group, publicado no início do ano pass????    ?U???ado, afirmava que até o final de 2016 o mundo todo teria 4,3 bilhões de pessoas com contas de e-mail válidas. Por isso, sua empresa precisa utilizar essa poderosa ferramenta. Contudo, o uso precisa ser adequado ao que o consumidor atual exige: ele não quer apenas e-mails com promoções de produtos. O consumidor 2017 quer conteúdo, dicas, informações úteis, sendo mais difícil de ser convencido hoje do que alguns anos atrás.

Outro ponto importante: evite comprar listas de e-mails, porque o consumidor de hoje não aceita spam e conta com os mais relevantes servidores de e-mail do mercado – Gmail, Yahoo e Hotmail, entre outros – a seu favor nessa batalha. Desta forma, invista em e-mail marketing, mas tenha sempre em mente que é necessário conhecer bem seu público, criar sua própria lista de e-mails, planejar, criar estratégias e ser assertivo, assim como com qualquer outra ferramenta de marketing digital.

*Alex Pinhol é especialista em Marketing Digital para pequenas e médias empresas e CEO da Webfoco.

Planejar é a chave para alcançar os objetivos na vida profissional

O primeiro trimestre do ano está quase no fim, mas nem por isso é hora de desistir dos planos e objetivos para 2017. O ponto de partida para qualquer objetivo: viajar, casar ou investir num novo negócio sempre deve ser o planejamento e começar já é meio caminho para o fim.

De acordo com o sócio-diretor da consultoria de negócios e varejo, ba}STOCKLER, Marcus Cordeiro, a chave para alcançar qualquer objetivo na vida pessoal e profissional, é o planejamento financeiro, que nada mais é do que um processo contínuo que envolve um bom controle de receitas e despesas, programação de poupança, escolha de investimentos e ajustes pontuais, como renegociação de dívidas, a fim de  determinar estratégias e desenvolver meios de se alcançar algo: seja adquirir patrimônio (imóvel, automóvel, etc.), realizar despesas extraordinárias (viagens, festas, etc.) ou inesperadas (tratamento médico, cobertura por inatividade etc.), abrir um novo negócio ou programar a aposentadoria. Tudo se resume a ele: o planejamento financeiro.

Planejar, segundo o especialista, muito mais do que listar os objetivos e estimar metas, é colocar na ponta do lápis tudo aquilo que pode influenciar no sucesso (ou insucesso) daquilo que se busca. Por isso, antes de pensar em abrir um negócio, comprar um carro ou imóvel, ou qualquer investimento que demande muito esforço, o ideal é planejar com antecedência a evolução dos gastos, as possíveis variáveis (juros, possível desemprego, inflação etc.) e tomar as decisões em cima disso. “Os consórcios, por exemplo, para imóvel ou automóvel podem ser uma boa alternativa, pois obriga o comprador a fazer uma poupança programada, evita as despesas com juros e os custos administrativos são diluídos ao longo do contrato”, comenta o consultor.

“O primeiro passo é revisar as despesas fixas como plano de celular, TV a cabo, tarifas de banco, cartão de crédito, assinatura de revistas e jornais desnecessárias, academia, plano de saúde; e buscar substituir determinados itens essenciais por itens similares e mais baratos (alimentos, material de higiene e limpeza etc.”, indica o consultor da ba}STOCKLER.

Posteriormente, recomenda-se evitar parcelar compras e poupar antes de comprar buscando fazê-lo à vista e evitando despesas com juros. “Vale também revisar a frequência de hábitos de lazer como restaurantes, viagens, entre outros, etc., trocar o carro por outro mais barato e com custo de manutenção mais barato ou substituí-lo (se possível) pelo transporte público ou pela bicicleta, e até adotar hábitos de consumo sustentável como comprar itens usados e de segunda mão”, orienta o especialista.

“Nesse momento de escassez de recursos é importante abrir do ego em detrimento do dinheiro, principalmente para quem está endividado”, pontua Marcus Cordeiro. Além dessas dicas, o consultor da ba}STOCKLER aponta dez ações para quem quer organizar a vida financeira, e economizar em tempos de crise:

Quitar dívidas;

Passe a acompanhar suas receitas e despesas;

Compare bem os preços antes de adquirir algo. Quanto mais caro for o bem, mais tempo deve ser investido nesse processo;

Evite as tentações e armadilhas de consumo;

Pague à vista quando for possível e evitar despesas com juros;

Usar bem o cartão de crédito. Aproveite suas vantagens (ex. programas de milhagens) e jamais entre no crédito rotativo;

Trace objetivos realistas de curto, médio e longo prazo;

Estabeleça as estratégias para atingir os objetivos e acompanhe o seu desempenho;

Aprenda a investir. Existem inúmeras modalidades de investimento. Encontre a que melhor que adequa ao seu perfil e aptidões;

Tente reduzir ao máximo as despesas fixas e ter mais de uma fonte de receita.