Tocantins lidera atratividade em energias limpas

Vamos começar pela definição do índice: ele aponta quais estados da federação estão mais aptos a serem fornecedores de energia limpa para as corporações que compram no mercado livre, ou seja, não têm um fornecedor cativo entre as concessionárias do país. A sistemática é similar a do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pela Organizações das Nações Unidas (ONU): varia de “0,000” (para a menor atratividade) e “1,000” para a maior atratividade.

Bom, com isso em mente, a A FDR Energia, empresa de geração e comercialização de eletricidade, apontou que Tocantins puxa a lista, com “0,803”. Outros 11 estados também ganharam competitividade entre as unidades da federação. Na segunda colocação, aparece o estado do Pará com “0,790”, seguido do Amazonas com “0,769”, o terceiro da fila. O levantamento mostra que estados que possuem valores abaixo de 0,4 podem ser considerados inviáveis financeiramente para migração para o mercado livre. Já os que têm entre 0,4 e 0,6 podem ser considerados com viabilidade moderada e entre 0,6 e 0,8, com boa viabilidade. Acima de 0,8, com alta viabilidade.

“O alto volume de chuvas em diversas regiões do país tem favorecido o aumento da competitividade das fontes limpas e a atratividade de migração das empresas para o ambiente de contratação livre”, afirma Erick Azevedo, sócio-diretor da FDR Energia.

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