E-commerce: Os 4 erros mais comuns em transações on-line

Uma home-page bonita pode até atrair a atenção de visitantes, mas não é suficiente para gerar conversões. O diagnóstico é da Yaman Tecnologia, consultoria em qualidade de aplicações com foco em Performance e Disponibilidade, que já atendeu mais de 30 empresas de todos os portes. Para preparar melhor o seu e-commerce, Luis Fernando Cerri, fundador da companhia, lista os quatro erros mais comuns em transações on-line e como evitá-los:

• Indisponibilidade do site

Acontece quando a capacidade do servidor não consegue atender o volume de interessados simultâneos. “Esse tipo de erro é muito comum em compras de ingressos para shows internacionais, mas também acontece em menor escala ao realizar promoções ou ações que gerem muitas visitas, por exemplo”, afirma o especialista da Yaman. Planejamento e testes estruturais que simulam um alto tráfego, além de medidas de gestão eficiente, são fundamentais para dimensionar a infraestrutura e evitar falhas.

• Lentidão

Nenhuma novidade, mas muitos sites ainda não se atentaram para esse aspecto crucial da navegação on-line. Código mal escrito e estrutura mal configurada são dois dos fatores que mais contribuem para a lentidão de uma página. “Estimamos que 40% das pessoas abandonam o site quando o tempo de resposta é maior que três segundos. É um pequeno detalhe que pode fazer toda a diferença”, comenta Cerri. Para contornar o problema, é necessário fazer uma avaliação, identificar os gargalos de configuração e as rotinas mais lentas para reescrevê-las.

• Erros de processamento

Ao escolher um produto e ser direcionado para a página de finalização da compra, é desagradável dar de cara com um preço ou especificações diferentes. Isso geralmente ocorre quando o sistema não foi adequadamente testado. O problema, portanto, pode ser corrigido com a inserção de um processo de testes e qualidade. “E este é só um dos milhares de exemplos contemplados nessa categoria”, pondera o fundador da consultoria.

• Falhas de segurança

“Vazamento de dados pessoais e fraudes ainda são dores de cabeça frequentes para quem compra pela internet”, explica Cerri, que recomenda: “Esse tipo de golpe pode ser evitado com validações automatizadas das aplicações para identificar toda e qualquer vulnerabilidade ali presente”.

“Em plena Era da Transformação Digital, a sua plataforma virtual é a vitrine da empresa para o mundo. Quando ela possui bugs, está lenta ou indisponível, é a marca que está exposta. Em tempos de redes sociais, o impacto que isto pode causar na sua imagem é imensurável”, finaliza o especialista.

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