Supermercado Real mostra que TI não é só para as grandes

O setor varejista é uma das referências no quesito inovação. Buscando sempre estar antenado com tecnologias que ajudem a melhorar sua excelência operacional aliada a satisfação do consumidor, o varejo brasileiro está cada vez mais alinhado com avanços globais, investindo em soluções que façam a diferença em um mercado tão competitivo. Apesar da maioria das tecnologias disruptivas do varejo estarem presentes em grandes redes multinacionais, a democratização dessas soluções começa a impactar as redes nacionais, possibilitando investimento em ferramentas que ajudam o varejista brasileiro a modernizar sua operação.

Caso prático desse fenômeno, a rede Supermercados Real, situada em Niterói-RJ, adotou etiquetas eletrônicas da Seal Sistemas e começa a colher os resultados dessa transformação. Segundo Gabrielle Valladares, diretora do Supermercado Real, “planejamos para 2017 a reformulação da nossa identidade visual, arquitetura de fachada, mobiliário e forma de exposição do nosso mix de produtos, buscando valorizar nossa marca, e dar um toque mais moderno e sofisticado. Continuar com etiquetas de papel não comporia com todo o ambiente que recriamos, dessa forma trocamos nossas etiquetas de papel pelas etiquetas eletrônicas da Seal Sistemas”.

De acordo com Gabrielle, o projeto começou na loja de Icaraí, substituindo todas as etiquetas de papel pelas eletrônicas. Com o fim da fase de transição, os resultados foram claros, “os clientes ficaram impressionados ao se deparar com esse tipo de tecnologia em um supermercado de bairro”. Muitos achavam que esse tipo de tecnologia nunca chegaria ao Brasil, o que gerou satisfação imediata do consumidor e um resultado positivo para nossa loja”, confirma Gabrielle.

Além da parte visual e da melhora da experiência de compra do consumidor, o Supermercado Real notou a diferença real em sua operação diária. Segundo o Real, o processo de precificação que envolvia quatro profissionais, entre elaboração de preços, impressão de etiquetas e conferência das mesmas, hoje é feito por uma única pessoa, já que as etiquetas eletrônicas recebem as informações diretamente do Centro de Processamentos de Dados, não envolvendo mais colaboradores de suas filiais. Para Gabrielle, “esse processo gera uma operação muito mais estratégica, já que nossos supervisores e gerentes não se preocupam mais com o processo de precificação, podendo focar suas atividades no core do nosso negócio”. Outro ponto importante é a assertividade na precificação, o que levou o índice de troca e devolução de produtos por erro de preço praticamente a 0, mudando a relação entre supermercado e consumidor.

Devido ao sucesso das etiquetas eletrônicas na unidade de Icaraí, a Rede de Supermercados Real já investiu nessa tecnologia para suas duas novas lojas. Para Gabrielle, “as duas novas lojas do Real irão operar somente com etiquetas eletrônicas, garantindo um visual moderno e maior precisão na operação”. De acordo com a diretora, “devido a melhora nos processos hoje as etiquetas são um consenso dentro do Real, valendo uma comemoração dos colaboradores quando anunciamos que as novas lojas também iriam contar com essa tecnologia”.

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