SuperJobs é agora venture builder e fundo de investimento para startups

Para conseguir apoio financeiro e de gestão, empreendedores percorrem uma verdadeira maratona junto a incubadoras, aceleradoras, investidores-anjo e fundos de investimento – tempo que poderia ser gasto no próprio desenvolvimento do negócio. A partir deste diagnóstico, a SuperJobs (www.superjobs.vc) ampliou seu foco de atuação para tornar-se uma venture builder que atua desde o estágio inicial de validação de startups já operacionais, até aquelas mais maduras que precisam do empurrãozinho final para ganhar escalabilidade.

Com um novo conceito no mercado, além de participar de todas as fases de maturação, a SuperJobs oferece em seu ecossistema uma rede de investidores-anjo, equity crowdfunding e um fundo de investimento em criação para aportes mais vultosos.

A venture builder aposta suas fichas em plataformas digitais de alto impacto. O processo de aprovação passa por validação da ideia, do modelo de negócio, da usabilidade e, principalmente, do gestor. “Identificamos as dores da startup e desenvolvemos uma metodologia simples de escalada trazendo o Monte Everest como elemento-chave. Ajudamos na modelagem de gestão e KPI’s essenciais para o sucesso de cada negócio”, diz o CEO Marcos Botelho que, após somar expertise por trás da trajetória de sucesso das startups Elemida Mall, Bicos, Dr. Sintomas e Estagiários Online, se juntou ao empresário André Martins para desenvolver o novo conceito da SuperJobs.

Após os critérios validados, a SuperJobs aporta o ticket ideal usando três metodologias de investimento, aplicando até R$ 1 milhão como Venture Builder, até R$ 5 milhões via equity crowfunding e até R$ 10 milhões com o novo fundo que está sendo constituído. As startups do portfólio também contam com investidores-anjo tais como André Diniz, do Grupo Urban Arts; Lucas Franzatto, do Grupo Morena Rosa; o VP Jurídico do Grupo Abril, Arnaldo Tibyriçá; e Pedro Mollo, da SP Partners.

Atualmente, a SuperJobs tem 10 startups e previsão de dobrar esse número no próximo ano. “Queremos captar R$ 120 milhões para desenvolver as startups que já estão em nosso portfólio bem como fazer novas aquisições que estejam dentro de nossa tese de investimentos: alto potencial de escala, 100% digitais e nos segmentos Health, AI, Fintechs ou Jobs”, afirma Botelho.

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