Prumo desenvolve projeto de termelétrica em Açu

A Prumo Logística, que reponde pelo desenvolvimento e operação do Porto de Açu, no Rio de Janeiro, anunciou que pretende iniciar no começo do próximo ano a construção da termelétrica Novo Tempo, junto ao complexo industrial e portuário idealizado por Eike Batista. Há cerca de um mês, a empresa assinou contrato com a Bolognesi Energia para assumir a responsabilidade pela instalação dessa usina térmica de 1.200 megawatts (MW) de potência. A Bolognesi ganhou a outorga para sua implantação, em leilão de energia realizado em 2014, mas encontrou dificuldades em montar a engenharia financeira para a execução do projeto.

Na ocasião, a Prumo adquiriu também os contratos de venda de energia atrelados ao projeto da termelétrica, em uma transação cujo valor não foi revelado pelas empresas. Com previsão de entrar em operação dentro de três anos, a termelétrica Novo Tempo precisa ainda superar um entrave junto à agência reguladora do setor, a Aneel, para que a a Prumo inicie a obra da usina.

Isto porque o empreendimento, programado inicialmente para instalação no Pernambuco, migrou para o Norte Fluminense (região do Porto do Açu), o que requer a transferência dos contratos de energia entre as distribuidoras clientes. “Há um processo regulatório para fazer isso e precisamos aguardar a resolução da agência reguladora”, afirma José Magela, presidente da Prumo.

O custo de implantação da termelétrica foi estimado em cerca de 3 bilhões de reais, mas a Prumo está revendo os estudos diante da nova estratégia adotada para o empreendimento. A ideia, segundo o executivo, é que a usina faça parte do projeto Açu Gas Hub, que a empresa desenvolve com o objetivo de oferecer uma solução logística para a comercialização e consumo de gás natural nas operações instaladas junto ao complexo portuário. Em junho, a Prumo anunciou a assinatura de um acordo com a BP e a Siemens visando a implementação do projeto.

A empresa também mantém contato com potenciais clientes com a expectativa de atrair novos investidores para o Porto do Açu. Há uma semana, ela firmou acordo com a empresa operadora do porto de Antuérpia, o segundo maior da Europa, para prestação de serviços de consultoria e investimentos no complexo industrial e portuário de Açu. “A economia brasileira começa a dar alguns sinais positivos e queremos estar preparados para a retomada do crescimento”, afirma Magela.

Ocupando uma área de 90 quilômetros quadrados, o complexo portuário conta com um terminal dedicado à movimentação de minério de ferro e petróleo, e outro para a navegação, onde estão instaladas empresas como a Technip, NOV, InterMoor, Wartsila, Edison Chouest e BP Prumo, entre outras. O projeto do Porto do Açu contempla ainda uma outra área para instalação de indústrias e empresas do setor naval.Prumo desenvolve projeto de termelétrica em Açu

A Prumo Logística, que reponde pelo desenvolvimento e operação do Porto de Açu, no Rio de Janeiro, anunciou que pretende iniciar no começo do próximo ano a construção da termelétrica Novo Tempo, junto ao complexo industrial e portuário idealizado por Eike Batista. Há cerca de um mês, a empresa assinou contrato com a Bolognesi Energia para assumir a responsabilidade pela instalação dessa usina térmica de 1.200 megawatts (MW) de potência. A Bolognesi ganhou a outorga para sua implantação, em leilão de energia realizado em 2014, mas encontrou dificuldades em montar a engenharia financeira para a execução do projeto.

Na ocasião, a Prumo adquiriu também os contratos de venda de energia atrelados ao projeto da termelétrica, em uma transação cujo valor não foi revelado pelas empresas. Com previsão de entrar em operação dentro de três anos, a termelétrica Novo Tempo precisa ainda superar um entrave junto à agência reguladora do setor, a Aneel, para que a a Prumo inicie a obra da usina.

Isto porque o empreendimento, programado inicialmente para instalação no Pernambuco, migrou para o Norte Fluminense (região do Porto do Açu), o que requer a transferência dos contratos de energia entre as distribuidoras clientes. “Há um processo regulatório para fazer isso e precisamos aguardar a resolução da agência reguladora”, afirma José Magela, presidente da Prumo.

O custo de implantação da termelétrica foi estimado em cerca de 3 bilhões de reais, mas a Prumo está revendo os estudos diante da nova estratégia adotada para o empreendimento. A ideia, segundo o executivo, é que a usina faça parte do projeto Açu Gas Hub, que a empresa desenvolve com o objetivo de oferecer uma solução logística para a comercialização e consumo de gás natural nas operações instaladas junto ao complexo portuário. Em junho, a Prumo anunciou a assinatura de um acordo com a BP e a Siemens visando a implementação do projeto.

A empresa também mantém contato com potenciais clientes com a expectativa de atrair novos investidores para o Porto do Açu. Há uma semana, ela firmou acordo com a empresa operadora do porto de Antuérpia, o segundo maior da Europa, para prestação de serviços de consultoria e investimentos no complexo industrial e portuário de Açu. “A economia brasileira começa a dar alguns sinais positivos e queremos estar preparados para a retomada do crescimento”, afirma Magela.

Ocupando uma área de 90 quilômetros quadrados, o complexo portuário conta com um terminal dedicado à movimentação de minério de ferro e petróleo, e outro para a navegação, onde estão instaladas empresas como a Technip, NOV, InterMoor, Wartsila, Edison Chouest e BP Prumo, entre outras. O projeto do Porto do Açu contempla ainda uma outra área para instalação de indústrias e empresas do setor naval.

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