Fluxo de veículos nas estradas aumenta em maio

São Paulo – O Índice ABCR de atividade de maio registrou aumento de 1,1% na comparação com abril, conforme dados dessazonalizados. O índice que mede o fluxo de veículos nas estradas concedidas à iniciativa privada é produzido pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias – ABCR em conjunto com a Tendências Consultoria Integrada. Nessa mesma base de comparação, o fluxo de veículos leves aumentou 0,4% e o de pesados 2,7% em relação a abril.

“O aumento do fluxo total nas rodovias concedidas é ditado pela expansão dos veículos pesados e leves que, em linhas gerais, é um indicador da redução do ritmo de queda na comparação com o ano passado, como evidencia a trajetória do índice acumulado no ano. Contudo, a debilidade da demanda doméstica é um fator que limita a velocidade de recuperação do fluxo total pedagiado neste ano”, afirma Alessandra Ribeiro, diretora da Tendências Consultoria.

A especialista completa, “A acomodação da inflação em menores patamares deve continuar beneficiando o processo de recuperação do poder de compra das famílias, o que abre espaço para um cenário de relativo crescimento do fluxo de veículos leves ao longo de 2017. Sobre o fluxo de veículos pesados, os últimos resultados convergem com o atual processo de estabilização da atividade industrial. A produção industrial e o fluxo de veículos pesados, quando observados em um horizonte temporal mais longo, apresentam trajetória de relativa melhora neste ano, o que também abre espaço para crescimento, embora moderado, ainda em 2017”.

Ao comparar maio/2017 sobre maio/2016, o índice total cresceu em 1,2%. O fluxo de veículos leves aumentou 0,3% e o fluxo de pesados 4,0%. Nos últimos doze meses, o fluxo total acumulou queda de 2,7%. Nessa mesma base de comparação, o fluxo de leves caiu 2,1% e o fluxo de pesados 4,9%.

Por fim, no acumulado do ano (Jan-Mai/17 sobre Jan-Mai/16), o fluxo total de veículos nas rodovias concedidas acumulou queda de 0,5%. O fluxo de veículos leves registra estabilidade, enquanto o fluxo de pesados retraiu 2,4%.

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