Previdência fechada tem trimestre positivo

O rendimento das carteiras das Entidades Fechadas de Previdência Complementar atingiu 3,56% no primeiro trimestre deste ano, acima da variação da TJP (Taxa de Juros Padrão), que ficou em 2,62% no período. No mesmo período, o resultado dos planos superavitários do sistema subiu de R$ 18,2 bilhões para R$ 20,8 bilhões, enquanto o dos planos que apresentam déficit recuou de R$ 71,7 bilhões para R$ 68,5 bilhões. No final de março, 485 planos registravam superávits, bem acima dos 438 planos superavitários no final de 2016. E o número de planos em situação deficitária recuou de 205 para 194.

Ao final do trimestre, os ativos totais das entidades somaram R$ 811 bilhões, passando a representar o equivalente a 12,9% do PIB nacional, ante 12,6% no encerramento do ano anterior. “Esses resultados mostram que o sistema de previdência complementar fechada reage depois de ter vivido alguns anos desafiadores”, observa o presidente da Abrapp, Luís Ricardo Marcondes Martins.

Outro dado essencial a ser levado em conta é o nível de solvência das EFPCs brasileiras, que estava em 90% no final do ano passado. “Esse é um percentual alinhado aos melhores padrões internacionais e superior ao de países como EUA, Canadá, Alemanha, Suíça, por exemplo, mostrando uma relação saudável entre ativos de investimentos e obrigações dos planos de benefícios”, diz Martins.

Os dados integram o Consolidado Estatístico do mês de março, que pode ser acessado em http://www.abrapp.org.br/Consolidados/Consolidado%20Estat%C3%ADstico_03_2017.pdf

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