Iguatemi atinge vendas de R$ 2,9 bilhões no primeiro trimestre

São Paulo – A Iguatemi Empresa de Shopping Centers S.A. apresenta resultado robusto no primeiro trimestre de 2017. Apesar do cenário macroeconômico ainda desafiador para o varejo, a companhia manteve sólido desempenho graças à aderência à estratégia de concentrar esforços em ativos de qualidade e bem localizados, destinados ao público A/B.

No trimestre encerrado em 31 de março, a Iguatemi registrou crescimento de 5,2% nas vendas, para R$ 2,9 bilhões, em relação ao mesmo período de 2016. No mesmo intervalo, houve aumento de 1,6% nas vendas em mesmas áreas (SSA) e de 1,7% em vendas em mesmas lojas (SSS). Os aluguéis em mesmas áreas (SAR) e em mesmas lojas (SSR) apresentaram alta de 6,9% e 7,3%, respectivamente.

A Iguatemi encerrou o primeiro trimestre de 2017 com lucro líquido de R$ 50,6 milhões, montante 30,8% acima do registrado no mesmo intervalo do ano passado.

A receita líquida no trimestre alcançou R$ 167,3 milhões no trimestre, 4,3% acima do registrado no mesmo período de 2016. Os custos e despesas consolidados registraram expansão de apenas 1,6%, graças ao contínuo esforço da Companhia em otimizar processos e rever custos e despesas em detalhe, tanto na holding como nos ativos. Desde o início de 2014, com a implementação do Orçamento Matricial/Base Zero, a Iguatemi tem reduzido seus custos e despesas (excluindo depreciação e amortização) em cerca 1% por trimestre.

“Nossa estratégia de concentrar a atuação do grupo nos melhores ativos e localizações e com foco no público A/B continua a proporcionar os bons resultados projetados pelo grupo. A maturação de nossos projetos, o adensamento do entorno e a atualização do mix dos empreendimentos tiveram papel importante no desempenho do trimestre, e nos colocam no caminho para atingir alcançar o guidance para este ano”, diz Cristina Betts, vice-presidente de RI da Iguatemi.

No total, o desempenho dos shoppings a 100% resultou em receita de aluguel de R$ 224,5 milhões no trimestre, alta de 7,1% em relação ao ano anterior. A receita de estacionamento, por sua vez, chegou a R$ 56,1 milhões, 10,6% maior que no primeiro trimestre de 2016.

No dia 31 de março de 2017, a dívida total da Iguatemi era de R$ 2,014 bilhões, retração de 10,1% em relação ao final de 2016. A dívida líquida da companhia recuou 1,9% no mesmo intervalo, para R$ 1,650 bilhão. A alavancagem do grupo, medida pela relação entre dívida líquida e EBITDA, passou de 3,23x no fim de dezembro de 2016 para 3,19x no fim de março deste ano. O perfil médio da dívida foi alongado para 4,9 anos contra 4,7 anos em dezembro de 2016.

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