Zarpo espera faturar R$ 250 mi neste ano

São Paulo – O Zarpo, agência de viagem online premium focada em hotéis e resorts de alta qualidade, atingiu, em 2016, a receita de 160 milhões de reais, 85% a mais que em 2015. No período, 260 mil pessoas viajaram usando a plataforma, que adquiriu duas vezes mais assinantes que em 2015, alcançando um número total de mais de 5 milhões de brasileiros cadastrados no site.

Das 36 milhões de visitas em 2016, 59% foram feitas a partir de dispositivos mobile e 41% por meio do desktop. A afluência no site do Zarpo cresceu 70%. Apesar do número de acessos mobile ser superior ao desktop, 75% dos viajantes concluíram suas compras no computador. O ticket médio foi de R$ 3.500 reais em 2016, 10% a mais que o ano anterior.

“O ano de 2016 foi um ano de retração para o mercado de turismo brasileiro em geral, mas os clientes Zarpo mantiveram seus planos. Períodos de crise afetam menos o segmento AB da população, que é o nosso público-alvo. Crise significa também boas negociações com hotéis parceiros que contaram com o Zarpo para vender diárias”, afirma Alexis Manach, cofundador do Zarpo.

O EBITDA (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) do Zarpo ficou em R$1 milhão. Segundo Manach, a expectativa é que, em 2017, o EBITDA da empresa atinja a marca de R$4 milhões.

“Nossos planos de crescimento continuam fortes em 2017. Neste ano, nossa expectativa é passar acima dos R$ 250 milhões de receita e 8 milhões de sócios cadastrados no site”, comenta.

Crescimento no primeiro trimestre deste ano

Os resultados do primeiro trimestre de 2017 da empresa mostram que a estratégia de crescimento do Zarpo tem sido bem sucedida. Apenas em janeiro, fevereiro e março, a empresa obteve um faturamento de R$40 milhões, 60% superior ao identificado no mesmo período do ano anterior (R$25 milhões), 78% proveniente de reservas de hotéis e 22% de compras de pacotes internacionais, que incluem hospedagem e transporte aéreo.

“Nossos resultados foram muito satisfatórios, pois superamos em 10% a expectativa que tínhamos em relação ao primeiro trimestre. Apesar de o segundo trimestre ser geralmente mais fraco por ser baixa temporada, pretendemos continuar crescendo e temos boas perspectivas, impulsionadas pelos feriados prolongados que vêm pela frente e as estratégias de crescimento desenvolvidas no primeiro trimestre”, afirma Manach.

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