Incerteza da economia recua e atinge mesmo nível registrado em fevereiro, diz FGV

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas recuou 3,9 pontos em abril, 118,8 pontos, o mesmo nível registrado em fevereiro passado.

“Mesmo com o recuo de abril, o indicador continua rodando na casa dos 120 pontos, um nível bastante elevado. As principais causas dessa resiliência são aa ainda indefinida questão fiscal, tendo como principal fator de preocupação a reforma da previdência, o ambiente político interno e a incerteza externa. A este nível, a incerteza econômica continuará afetando negativamente o consumo das famílias e os investimentos e poderá contaminar as expectativas empresarias e dos consumidores medidas pelas sondagens” afirma o economista Pedro Costa Ferreira da FGV\IBRE.

A queda do IIE-Br em abril estendeu-se a todos os seus componentes. O componente que mais influenciou na queda foi o IIE-Br Mídia, com queda de 2,3 pontos e contribuição de – 2,0 pontos para a evolução do IIE-Br no mês. O IIE-Br Expectativa caiu 5,1 pontos, impactando em 1,3 ponto o IIE-Br. Essa queda foi impulsionada pela expressiva redução da da volatilidade nas previsões de especialistas em relação à taxa de câmbio nos próximos 12 meses. Já o componente IIE-Mercado diminuiu 4,6 pontos, contribuindo com 0,6 ponto para a retração do indicador agregado de incerteza.

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