Rede Kumon prevê a abertura de 100 centros de ensino até o fim de 2017

As microfranquias se mostram uma boa opção de negócio e devem ganhar mais destaque em 2017, pois além do investimento inicial ser mais baixo em relação às franquias, o prazo de retorno tende a ser maior. É o que afirma a pesquisa Indicadores Sebrae-SP, realizada com apoio da Fundação Seade.

Em janeiro, as micro e pequenas empresas paulistas tiveram um aumento de 3,9% no faturamento real, já descontando a inflação, em relação ao mesmo mês do ano passado. O Kumon, maior rede de franquias educacional do país, com mais de 1.500 unidades, somando mais de 160 mil alunos, teve de 2010 até 2015, como média anual de inaugurações da empresa era de 30 franquias. No ano passado, foram abertas 55 e, nesse ano, a meta é abrir 100 unidades.

Segundo Masami Furuta, presidente da rede Kumon no Brasil, “nos últimos cinco anos, observamos uma tendência de queda do número de unidades. Desde o ano passado estamos focados em expandir nossa operação. A expectativa do Kumon é entregar cerca de 70 das novas operações até o fim do semestre”. O Brasil, atualmente o quarto país com mais alunos do Kumon no mundo, teve uma alta de 3% no número de estudantes em fevereiro, afirma Furuta.

Ainda, segundo a pesquisa do Sebrae, a receita total das MPEs no primeiro mês deste ano foi de R$ 45,3 bilhões, ou seja, R$ 1,7 bilhão acima do apresentado um ano antes. Após 23 quedas seguidas, janeiro foi o segundo mês consecutivo de crescimento no indicador de valor das vendas, de acordo com dados do Sebrae-SP. O crescimento da receita foi puxado pelo setor de serviços, que apresentou aumento de 14,1% em janeiro em relação ao mesmo mês de 2016.

A pesquisa revelou que, em fevereiro, 46% dos proprietários de MPEs disseram esperar manutenção do faturamento da empresa nos seis meses seguintes. Para 38%, haverá melhora na receita.

Sobre

Criado no Japão em 1958, pelo professor Toru Kumon, o método utiliza os chamados exercícios-guia para que o aluno realize as atividades com o mínimo de intervenção do orientador. Somente após absorver totalmente a informação, avançam para os níveis subsequentes. “O aprendizado segue na simplicidade do papel e lápis.

O que se escreve de próprio punho não se esquece, e é isso que faz com que o Kumon esteja em tantos países”, diz Masami Furuta, presidente da empresa no Brasil. O método está presente em 50 países e reúne mais de 4 milhões de estudantes. No Brasil são aproximadamente 1500 unidades em 550 cidades, somando mais de 160 mil alunos, dos 180 mil na América do Sul.

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